Por Roberto Kuppê (*)
Cujuí federal
A corrente interna do PT de Rondônia, Construindo um Novo Brasil(CNB), acaba de decidir que o advogado e ativista Ramon Cujuí, será candidato à deputado federal, “para defender o povo de Rondônia e ajudar Lula a governar o Brasil”. Militante do PT de Porto Velho, Cujuí secretário estadual de Movimentos Populares e Políticas Setoriais do PT-Rondônia.
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Ramon Cujuí é conhecido estadualmente através de suas participações em programas de TV quase sempre vencendo os embates defendendo o presidente Lula.
Festa pra Cariani
Porto Velho e Humaitá receberam com festa o indiciado por tráfico o bolsonarista Renato Cariani. Em2023 A PF indiciou o empresário Renato Cariani, de 47 anos, por associação para o tráfico, tráfico de drogas equiparado e lavagem de dinheiro. Ele segue em liberdade após a Justiça negar pedido de prisão feito pelo Ministério Público.
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O influenciador fitness desembarcou em Porto Velho para compor a equipe que participa de uma expedição pela rodovia Transamazônica (BR-230), com destino ao Amazonas. A iniciativa reúne diversos influenciadores e tem como proposta unir aventura e debate sobre pautas socioambientais, e péssimas condições para quem precisa passar pelo percurso, considerado um dos mais desafiadores da região Norte.
Eleições PA
Em contato com este articulista, a ex-assesora do pré-candidato ao governo do Pará (PA), disse que vai processá-lo na justiça de trabalho paraense. Segundo ela, tem provas de relação de trabalho ainda que informal e sem contrato. Em pré-campanha geralmente as contratações são de boca. O que vale é a palavra.
Lula gigante
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou neste sábado (21), em Nova Délhi, que Brasil e Índia avançam para um novo estágio na relação bilateral, com ampliação de acordos estratégicos e possibilidade de elevar a meta de comércio entre os dois países para US$ 30 bilhões até 2030. A declaração foi feita durante visita de Estado à Índia, em agenda oficial com o primeiro-ministro Narendra Modi. Em seu pronunciamento, Lula destacou a afinidade política e econômica entre as duas nações e ressaltou que a visita ocorre no ano em que Brasil e Índia celebram 20 anos da Parceria Estratégica.
Haddad: Brasil é “grande demais
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou neste sábado (21) que o Brasil é “grande demais para ser quintal” de qualquer país e defendeu uma relação “madura” com os Estados Unidos após a Suprema Corte derrubar o tarifaço imposto por Donald Trump. A declaração foi dada durante viagem oficial à Índia, onde Haddad acompanha o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em compromissos internacionais. Na sexta-feira (20), a Suprema Corte dos Estados Unidos decidiu que Trump extrapolou os poderes presidenciais ao aplicar tarifas com base em uma lei de 1977.
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Com a decisão, deixaram de valer as sobretaxas de 40% que atingiam 22% das exportações brasileiras. Após a derrota judicial, o ex-presidente anunciou uma tarifa global adicional de 10%, que deverá incidir também sobre produtos do Brasil. Segundo Haddad, a competitividade brasileira não será afetada pela nova alíquota. Em entrevista, o ministro afirmou que o país trabalha para reconstruir a relação bilateral. “Tudo o que nós queremos, em relação à Ásia, à Europa e aos Estados Unidos, é ter parcerias maduras, com vantagens mútuas. Não pode ser bom para um lado e ruim para o outro”, declarou. “O Brasil é grande demais para ser quintal de quem quer que seja. Nós temos que ser parceiros do mundo todo”. Haddad disse que o Brasil agiu “de forma impecável” durante o período em que as tarifas estiveram em vigor e avaliou que a decisão judicial favorece os países afetados.
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Segundo ele, o governo brasileiro seguiu os “canais competentes” e apostou no diálogo para resolver o impasse comercial. “O Brasil, em todos os momentos, se comportou diplomaticamente da maneira mais correta”, afirmou, destacando a atuação junto à Organização Mundial do Comércio e ao Judiciário estadunidense. O tarifaço começou em abril de 2025, quando Trump anunciou tarifas recíprocas e aplicou taxa adicional de 10% sobre produtos brasileiros. Em julho, uma sobretaxa de 40% elevou o total a 50%, com exceções para itens como suco de laranja, aeronaves civis, petróleo, veículos, fertilizantes e produtos energéticos.
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A nova alíquota passou a valer em agosto daquele ano. Em novembro, após negociações diretas com Lula, os Estados Unidos retiraram a sobretaxa de produtos como café, carnes e frutas. Com a decisão da Suprema Corte e o anúncio posterior de uma tarifa global de 10%, o resultado final é a manutenção das tarifas tradicionais acrescidas desse adicional temporário para a maioria dos produtos brasileiros, segundo especialistas em comércio exterior. Haddad avaliou que a postura diplomática do Brasil foi decisiva para o desfecho e afirmou que o país construiu uma “ponte robusta” para restabelecer as relações com Washington, processo que, segundo ele, tende a se acelerar nos próximos meses.
Breakfast
Por hoje é só. Este é o breakfast, o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção com os temas de destaque da política em Rondônia e do Brasil.
(*) Roberto Kuppê é jornalista e articulista político, com informações do Canal Meio
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