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segunda-feira, abril 27, 2026
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Rondônia em disputa: é hora do povo assumir o protagonismo

Por Édson Silveira

Rondônia vive um momento decisivo. A esquerda e o centro esquerda veem fortes. A política entrou em ebulição, nomes surgem de todos os lados, alianças se formam e discursos se intensificam. Mas, no meio de tanto barulho, a pergunta central continua ecoando: quem está, de fato, ao lado do povo?

A direita rondoniense segue brigando entre si, disputando narrativa, disputando liderança e até disputando “herança política”. Muito discurso, muita vaidade e pouca proposta concreta para enfrentar os desafios reais do estado. É uma política voltada para dentro, que fala para si mesma, enquanto o povo segue esperando respostas.

Do outro lado, o campo democrático-popular se reorganiza. E aqui está a diferença fundamental: não se trata apenas de disputa de nomes, mas de construção de projeto.

Um projeto que tem como referência Lula presidente, símbolo de um Brasil que voltou a incluir o povo no orçamento, que retomou investimentos, que olha para os trabalhadores, para os mais pobres e para quem produz.

Em Rondônia, esse projeto ganha força com a pré-candidatura de Expedito Neto ao Governo do Estado, abrindo um novo caminho para quem acredita em desenvolvimento com justiça social, diálogo e responsabilidade.

Para o Senado, nomes como Luciana Oliveira e Confúcio Moura representam experiências diferentes, mas com algo essencial em comum: compromisso com políticas públicas, com investimentos e com o desenvolvimento do estado, muito além do discurso vazio.

Na Câmara Federal, começa a surgir uma nova geração política que pode surpreender. Nomes como deste escriba Edson Silveira, Israel Trindade, Anselmo de Jesus, Jabá, Márcia Regina representam um campo que se organiza com base em trabalho, militância, compromisso social e presença real junto à população.

É gente que conhece Rondônia de perto.
Que não aparece só em época de eleição.
Que constrói política no dia a dia.

E na Assembleia Legislativa, o movimento de renovação também ganha força. Fátima Cleide, Cláudia de Jesus, Léo do SINTERO, Sid Orleans, entre outros nomes, representam a possibilidade concreta de mudar o perfil da política estadual.

Não se trata apenas de ocupar cadeiras.
Trata-se de mudar a lógica do poder.

Porque o problema não é só quem está lá.
É como a política tem sido feita.

Durante anos, Rondônia foi representada por uma bancada que se dizia conservadora, mas que, na prática, conservou apenas privilégios. Mandatos voltados para interesses próprios, pouca produção legislativa relevante, ausência nos grandes debates nacionais e distanciamento das demandas reais da população.

Enquanto isso:
– trabalhadores ficaram sem defesa
– ⁠pequenos empresários sem apoio estruturado
– ⁠servidores públicos ignorados
– ⁠o estado sem voz em Brasília

Esse ciclo precisa ser rompido.

E ele só será rompido com consciência política, organização e coragem.

A eleição que se aproxima não é apenas mais uma disputa.
É a oportunidade de reconstruir a representação de Rondônia com base em projeto, compromisso e presença real.

Não basta mudar nomes.
É preciso mudar a política.

E isso começa quando o povo deixa de ser espectador…
e passa a ser protagonista.

Edson Silveira
Advogado, funcionário público federal aposentado e pré-candidato a deputado federal pelo PT/RO

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