Por Roberto Kuppê (*)
Faltam apenas três dias

O clima é de guerra, senhoras e senhores. Saudades dos tempos quando as disputas eram civilizadas. As eleições eram tranquilas quando Lula disputou contra FHC, José Serra, Alckmin. A sacanagem começou quando Fernando Collor disputou e venceu contra Lula em 1989. Após Collor, Lula venceu duas vezes democraticamente. Dilma venceu duas vezes também, sem problemas. Aí veio Jair Bolsonaro em 2018. Uma eleição totalmente diferente das demais. Prenderem Lula sem crime. Bolsonaro disputou contra Fernando Haddad (PT), vencendo, cometendo crimes eleitorais que nunca foram apurados. Muita fake news, além de uma estranhíssima facada cometida por um homem e que nunca foi explicada convincentemente. Bolsonaro foi eleito e não reeleito por não ter feito nada pelo povo brasileiro. 2026. Lula contra o filho de Bolsonaro. Talvez o pior deles. Centenas de denúncias de crimes, alguns deles com áudio. Envolvido com milícias, PCC, CV, Vorcaro (Banco Master), roubo dos aposentados do INSS. Apesar disso, corre-se o risco de se eleger presidente da República. Lula que até agora tem feito um dos melhores governos, e que nada (nada mesmo) pesa contra ele, corre o risco de perder. O que seria uma tragédia para milhões de brasileiros, e um perigo para a paz mundial, pois Flávio Bolsonaro está alinhado com o senhor das guerras, o genocida Donald Trump. É disso que se trata.
Lula, 13!
Pela permanência da Farmácia Popular, Pé de Meia, Fies, Minha Casa Minha Vida, tarifa social de energia elétrica, Prouni, auxílio-gás, Bolsa Família, pela nossa segurança, caneta emagrecedora etc! A extrema direita esteve no governo por 4 anos não fez 1 hospital e nenhuma universidade, vamos juntos vocês da direita, extrema direita e esquerda. votar no melhor. Lula, 13!
Luciana Oliveira
Se o eleitor rondoniense soubesse o quanto seria excelente a eleição da candidata ao Senado Federal, não pensaria duas vezes para cravar 133 nas urnas no próximo domingo, 4 de outubro. É de longe a melhor candidata ao Senado Federal. Jornalista e natural de Porto Velho, Luciana Oliveira também é bacharel em Direito e ativista dos direitos humanos. Sua trajetória profissional está ligada à comunicação, à cobertura de pautas sociais e ao trabalho junto a comunidades e movimentos sociais. Repórter do Brasil 247, integra o Comitê de Participação Social, Diversidade e Inclusão da EBC.
Recado de Ramon Cujuí
Assista ao recado especial do candidato à deputado federal Ramon Cujui (PT-RO).
Ramon Cujuí
Até Amir Lando está apoiando Ramon Cujuí. “Recebo com muita gratidão o apoio de Amir Lando, ex-ministro da Previdência Social no governo Lula, ex-senador da República e ex-deputado federal e estadual. É uma honra receber sua confiança. Meu compromisso é honrar cada voto com trabalho e dedicação ao povo de Rondônia”, disse Cujuí.
Marcos Rogério governador
Por enquanto, o nome mais forte para suceder o governo de Rondônia é o senador Marcos Rogério (PL-RO). É o que dizem as últimas pesquisas. A última, da Real Time Big Data, diz que eleição para o governo de Rondônia tende a se decidir em um segundo turno entre o senador Marcos Rogério (PL) e o ex-prefeito de Cacoal Adailton Fúria (PSD), aponta uma pesquisa Real Time Big Data publicada nesta quarta-feira 30.
Expedito Netto ainda tem chances
De acordo com artigo publicado por Edson Silveira, petista de carteirinha, quem pretende encerrar a eleição de Rondônia antes da abertura das urnas está se precipitando. A pesquisa Real Time Big Data aponta favoritos, mas mantém espaço para mudanças na reta final — especialmente para uma candidatura que pode mobilizar a identificação do eleitorado de Lula.
Expedito Netto ainda tem chances 2
Marcos Rogério aparece com 42% das intenções de voto, seguido por Adailton Fúria, com 30%; Hildon Chaves registra 10%, e Expedito Netto, 9%. Samuel Costa tem 2%, e Pedro Abib, 1%. Brancos e nulos somam 3%, mesmo percentual dos eleitores que não sabem ou não responderam. Esses números, contudo, refletem um momento específico da campanha, enquanto a definição dos votos ainda está em curso.
Expedito Netto ainda tem chances 3
No cálculo de votos válidos, Marcos Rogério chega a 45%, abaixo da maioria necessária para encerrar a disputa no primeiro turno. Fúria aparece em segundo lugar, com vantagem significativa sobre Hildon e Netto, que estão separados por apenas um ponto. A margem de erro não elimina essa diferença, mas a movimentação da campanha ainda pode alterar a distribuição dos votos.
Expedito Netto ainda tem chances 4
Nesse cenário, segundo Edson Silveira, Expedito Netto reúne uma possibilidade política relevante: é o único candidato que defende claramente a candidatura do presidente Lula em Rondônia. Essa posição pode ganhar força entre eleitores que aprovam o governo federal, reconhecem a liderança de Lula e procuram um candidato ao governo estadual alinhado com o presidente.
Expedito Netto ainda tem chances 5
A vinculação entre o voto em Lula e o voto para governador pode ser decisiva. Muitos eleitores ainda não fazem essa associação automaticamente, mas a campanha pode reforçar essa mensagem nos últimos dias. Se Expedito transformar a preferência por Lula em identificação eleitoral com sua candidatura, poderá ampliar sua votação e disputar com mais força a passagem ao segundo turno. Essa conexão talvez ainda não esteja plenamente refletida nos números. O eleitorado lulista pode estar disperso entre diferentes candidaturas ou sem uma escolha definida. O desafio de Expedito é apresentar-se como a opção coerente para quem deseja eleger, em Rondônia, um governador alinhado ao presidente. Tem sentido.
À espera das urnas

72 horas para as eleições de 2026. Para a Câmara Federal Jair Montes Júnior (Avante), Jesualdo Pires (UPr), Ramon Cujui (PT), Jaime Gazola (Podemos), Dra Vera Paixão (Republicanos), Airton Gurgacz (PDT), Luiz Porto (PSB), Euma Tourinho (Podemos) e João Guinho(PSOL), são os favoritos.
À espera das urnas 2
Para a Assembleia Legislativa Fátima Cleide (PT), Sid Orleans (PT), Ieda Chaves (UPr), Paulo Moraes Jr (Podemos), Dr Breno Mendes (Avante) e Hermínio Coelho (Avante), são alguns favoritos.
Flávio e Nossa Senhora
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) manteve a decisão de seu vice-presidente, o ministro André Mendonça, de proibir publicações nas redes sociais atribuindo ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) um suposto projeto para tirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil. Em votação virtual, o sete ministros apoiaram a proibição, mas três deles — Ricardo Villas Bôas Cueva, Floriano Peixoto Marques Neto e Estela Aranha — divergiram sobre o alcance da medida. Os três defenderam que o veto deveria ser aplicado apenas a publicações que citassem explicitamente Bolsonaro ou que lhe atribuíssem uma ação presente para cassar o título da santa. Cueva argumentou que especular atos futuros de um eventual presidente da República é algo protegido pela liberdade de expressão. Diante da divergência, Mendonça alterou seu voto para liberar a publicação na qual o humorista Antonio Tabet dizia que “a família miliciana odeia tanto mulher preta, que resolveu atacar Nossa Senhora Aparecida”. (g1)
Flávio e Nossa Senhora 2
Após o resultado no TSE, Tabet fez uma nova publicação da postagem que havia sido proibida por Mendonça. “É a terceira vez que este post vai para o ar. Na primeira vez, foi censurado quando tinha mais de 2 mil retweets. Depois, voltou e foi censurado mais uma vez com quase 30 mil retweets”, escreveu o humorista. (CNN Brasil)
Enquanto isso…
No Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Flávio Dino determinou que a Polícia Federal abra inquérito para investigar uma série de ataques contra imagens e locais religiosos registrados em diferentes estados. Segundo o ministro, informações encaminhadas ao seu gabinete indicam uma “onda de ataques nos últimos meses contra imagens religiosas”. Dino citou episódios de vandalismo, incêndio, furto e destruição ocorridos na Bahia, Paraná, Mato Grosso, Pará, Rio Grande do Sul, Alagoas e Minas Gerais. (Metrópoles)
Pessoas que desrespeitam religiões
Na campanha, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que sua equipe está fazendo um levantamento sobre pessoas que desrespeitam religiões no país. A declaração foi dada durante entrevista a influenciadores no YouTube. Sem mencionar Flávio Bolsonaro nominalmente, Lula afirmou que é preciso respeitar a fé alheia. (Estadão)
Polêmica religiosa
Já Flávio Bolsonaro procurou se afastar da polêmica religiosa e anunciou a entrada do empresário Pablo Marçal (PRTB) em sua equipe de campanha. Segundo Flávio, Marçal deverá atuar principalmente na elaboração de propostas relacionadas a empreendedorismo e mobilidade social. (g1)
Nikolas Ferreira
Mais cedo, também no TSE, a ministra Estela Aranha determinou que o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) retire das redes sociais, em até 24 horas, uma publicação que associa uma declaração do presidente Lula a crimes contra crianças e adolescentes. (Poder360)
Eleição pode acabar no domingo
Pedro Doria: “Se esta eleição acabar no domingo, não vai ser por nada do que as pesquisas mostraram. Todas as chances estão em fatores que os levantamentos não conseguem ver. São três pontos cegos, e o maior deles é o eleitor que fica em casa. Em 2022, 38,2 milhões de brasileiros com título de eleitor não apareceram para votar. Além disso, é preciso saber quem é a eleitora que vai decidir o segundo turno e por que ela ainda não saiu do sofá”. (Meio)
Não participa do debate
O presidente Lula decidiu não participar do debate entre os candidatos à Presidência promovido pela TV Globo às 21h30 de hoje, o último antes do primeiro turno. A campanha comunicou a decisão à emissora. Desde o fim da semana passada, aliados já indicavam que Lula estava inclinado a não comparecer, embora integrantes da campanha ainda tentassem convencê-lo a participar. A decisão dividiu o entorno do presidente. (Globo)
Flow Podcast
Lula optou por participar de uma entrevista ao Flow Podcast no mesmo horário do debate presidencial promovido pela TV Globo. A decisão repete a estratégia adotada no debate da Band, quando Lula também não compareceu e concedeu, no mesmo período, uma entrevista exclusiva à Record. (Folha)
Flávio no debate
Já Flávio Bolsonaro manteve sua participação no debate e passou a quarta-feira treinando respostas sobre Nossa Senhora Aparecida e sua relação com Daniel Vorcaro. O ensaio também incluiu perguntas ao púlpito vazio destinado a Lula e formas de explorar a ausência do presidente para fazer críticas ao governo. (Globo)
Renan Santos impedido
Renan Santos tentou participar do debate a partir de uma ação de seu partido, o Missão, no Supremo Tribunal Federal (STF), que foi distribuída à ministra Cármen Lúcia. O partido sustenta que a exclusão de Renan viola preceitos fundamentais da Constituição, como a igualdade, a soberania popular, a igualdade entre partidos e a vedação à censura. Afirma ainda que a emissora convidou Romeu Zema (Novo), que estaria atrás de Renan em levantamentos recentes de intenção de voto. Ronaldo Caiado e Augusto Cury são os outros participantes. (CNN Brasil)
Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro
Flávio Bolsonaro e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro desembarcaram no aeroporto de Fort Lauderdale, na Flórida, com apenas 19 minutos de diferença em 1º de maio de 2025, segundo informações obtidas pela revista Piauí com base em registros aeronáuticos e migratórios americanos. Flávio chegou em um jato particular acompanhado da mulher, Fernanda, e do advogado Willer Tomaz. Dezenove minutos depois, Vorcaro desembarcou em outra aeronave, procedente de Guarulhos. A coincidência ocorreu seis dias depois de uma empresa ligada ao Banco Master transferir US$ 3,33 milhões para um fundo que concentrava recursos destinados ao filme Dark Horse, sobre Jair Bolsonaro. (Piauí)
Campos Neto e Vorcaro
E o ex-presidente do Banco Central Roberto Campos Neto convidou Vorcaro para uma reunião em sua casa, no condomínio Fazenda Boa Vista, em Porto Feliz (SP), quando ainda comandava a autoridade monetária. O encontro acabou não ocorrendo no local porque a residência passava por uma dedetização. (Globo)
FlyDubai
O piloto da FlyDubai que esfaqueou o copiloto durante um voo entre os Emirados Árabes Unidos para Israel pretendia derrubar o avião, afirmou nesta quarta-feira o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu. Após atacar o colega, o piloto, cujo nome não foi divulgado, se trancou na cabine e desativou os controles, fazendo a aeronave despencar mais de 5 mil metros. Outros aeronautas da empresa que estavam a bordo conseguiram invadir a cabine, dominar o piloto e pousar o avião na Arábia Saudita. (Guardian)
Breakfast
Por hoje é só. Este é o breakfast, o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção com os temas de destaque da política em Rondônia e do Brasil.
(*) Roberto Kuppê é jornalista e articulista político, com informações do Canal Meio
Contato: [email protected]
O conteúdo opinativo acima é de inteira responsabilidade do colaborador e titular desta coluna. O Portal Mais RO não tem responsabilidade legal pela opinião, que é exclusiva do autor.



