Por Roberto Kuppê (*)
O grande vencedor
Apurada as urnas, quem foram os vencedores em Rondônia? Marcos Rogério (PL), claro, eleito governador de Rondônia. Mas, na opinião deste articulista o grande vencedor foi o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), que, além de ajudar a eleger o governador, elegeu a mãe Sandra Moraes primeira suplente de senador, o irmão Paulo Moraes Jr deputado estadual e Jaime Gazola, deputado federal.
PL fortalecido
O PL saiu fortalecido em todo o Brasil. Em Rondônia, em especial. Elegeu o governador do estado, dois senadores, três deputados federais e sete estaduais. Foi o partido que mais recebeu dinheiro do fundo eleitoral, cerca de 800 milhões de reais. E soube usar cada centavo, tanto que elegeu 19 senadores e a maioria dos deputados federais e governadores.
Fátima Cleide
Este articulista está deveras feliz com a eleição de Fátima Cleide (PT) à deputada estadual. Sempre torceu por ela. Foi eleita com mais de 13 mil votos, quantia pequena pelo tamanho de sua folha de serviços prestados ao povo rondoniense, em especial aos servidores públicos.
Fátima e Cláudia de Jesus
A eleição de Fátima Cleide e a reeleição de Cláudia de Jesus fortalecem o Partido dos Trabalhadores em Rondônia. Com 13.868 e 24.383 votos, respectivamente, as duas chegam à próxima legislatura com respaldo popular e o desafio de transformar essa confiança em atuação efetiva na Assembleia Legislativa. O resultado oferece ao PT a oportunidade de reorganizar sua presença institucional após um período de menor influência no Legislativo estadual. Essa retomada, porém, não será automática. Minoritária, a bancada terá de disputar espaço em uma Casa marcada por alianças pragmáticas, forte influência do governo e predominância de pautas ligadas ao agronegócio, à infraestrutura, à segurança pública e à expansão econômica.
Fátima e Cláudia de Jesus 2
Fátima Cleide retorna ao Legislativo com a experiência de quem representou Rondônia no Senado e construiu uma trajetória ligada à educação e à defesa dos trabalhadores. Cláudia de Jesus, reeleita com votação superior, traz uma base própria e a possibilidade de dar continuidade ao trabalho desenvolvido no primeiro mandato. A coordenação entre as duas será decisiva para que essa força eleitoral se converta em influência política.
Grande perda
A coluna sente muito pela não reeleição de Ieda Chaves (UPr). Era a melhor deputada estadual na Assembleia Legislativa de Rondônia.
Caráter e derrota
Um ex-candidato derrotado nas eleições de ontem disse que saiu do pleito de cabeça erguida e com o caráter inabalado. “Por onde eu passava as pessoas pediam dinheiro prá fazer campanha, balançar bandeiras”, reclamou nas redes sociais. Perdeu as eleições. Venceu quem gastou milhões. Venceu quem pagou impulsionamento na Internet. Venceu quem contratou formiguinhas prá balançar bandeiras. E olha que até quem pagou, não foi eleito. Imagina quem manteve posição avarenta e mesquinha.
Samuel Costa
O ex-candidato ao governo de Rondônia Samuel Costa vai deixar o PSB. Deve procurar um partido de centro e disputar uma vaga de vereador em 2028, cujos mandatos serão excepcionalmente de seis anos também para prefeitos. Costa saiu fortalecido destas eleições.
É o fim da era Lula?
A preço de hoje, sim. Tudo indica que Lula perderá as eleições no segundo turno. É sintomático. Tem sido a tendência. Quem vence no primeiro turno, vence no segundo. Este articulista falou isso na coluna passada, considerando que Lula sairia em primeiro na disputa. Não saiu! Lula perdeu para o pior candidato desse pleito. Pior para o petismo, não para 57 milhões de eleitores. Lula obteve 53 milhões de votos, quatro milhões a menos do que no primeiro turno de 2022 contra Jair Bolsonaro quando obteve 57 milhões. No segundo venceu com mais de 60 milhões de voto. 2026 é uma realidade totalmente diferente. Lula saiu atrás de Flávio Bolsonaro que obteve 57 milhões de votos, o mesmo valor que Lula obteve em 2022. Portanto, se as eleições fossem hoje, Lula perderia as eleições.
A coluna previu esse resultado
Por diversas vezes esta coluna disse que Lula poderia perder as eleições para o filhote do capiroto. Este articulista foi criticado pelos petistas por esta previsão. Mas era a realidade do momento, que se concretizou ontem. Não foi exercício de adivinhação. Foi análise de conjuntura. A mesma análise que afirmou que o senador Marcos Rogério (PL) seria o próximo governador de Rondônia. E foi eleito! Os erros que este articulista apontou na campanha do ex-candidato ao governo de Rondônia, Adailton Fúria (PSD) o levaram a derrota.
O “toque” e o fim das bets
E quais foram os erros de Lula, além dos escorregões nas palavras como o último sobre o “toque”? O anúncio do fim das bets! Sim, foi um erro. O brasileiro gosta de apostar, mesmo perdendo. A Mega Sena é um exemplo. Milhões jogam e perdem, mas mesmo assim jogam de novo! Infelizmente as bets vieram pra ficar. Lula tem que rever sua posição imediatamente. Faz como disse o Paulo Guedes, ex-ministro da Fazenda de Bolsonaro: “deixa o povo se f…”.
Não estão nem aí com caráter
Lula fez tudo certinho no terceiro mandato. Perdeu no primeiro turno. Flávio fez tudo errado como senador, foi vencedor do primeiro turno. Lula tem apenas um imóvel. Flávio tem dezenas de mansões. Quem é o ladrão? Lula, segundo bolsonaristas. E não adianta esfregar isso na cara dos eleitores bolsonaristas. Eles não estão nem aí com ética, caráter ou honestidade. Eles sabem (pelo menos a maioria) que Flávio é bandido, mas votam assim mesmo.
O que Lula fazer para vencer ?
O que Lula precisa fazer para vencer no segundo turno? Primeiro, falar menos para não falar besteira. Segundo, abandonar a ideia de por fim às bets. O povo gosta de jogatina. Danem-se. Depois, se aproximar da juventude, dos jovens que nunca passaram o que os jovens antes da era Lula passaram. Os jovens de hoje não têm ideia do que passaram os jovens até 2002. Totalmente sem futuro. Hoje a realidade é outra graças aos governos Lula e Dilma. É fato. Mas os jovens de hoje desconhecem o passado, levando-os ao erro de eleger Flávio Bolsonaro. Será o fim de muitos programas sociais e benefícios como o Pé de Meia. Flávio já anunciou que vai começar o governo dele cortando 300 bilhões. Onde serão os cortes? Nos salários dos deputados e senadores? Do fundo eleitoral? Não!!! Vai cortar benefícios sociais e paralisar obras importantes como a construção habitacional destinada ao Minha Casa Minha Vida.
O que Lula fazer para vencer ? 2
Magno Karl: “O jovem hoje vê Lula como establishment. Ele não conseguiu atrair esse voto mais jovem, que estava em disputa e que ele atraiu em 2022.” (Meio)
Congresso hostil
Se Lula for reeleito (possibilidade remota), não vai governar em paz. Terá um Congresso Nacional mais hostil do que o atual. Pensa numa turma que vem por aí. Só curva de rio. Deuzulivi. Melhor dos mundos para Lula seria perder as eleições. Deixa o povo se lascar com Flávio Rachadinha Vorcaro da Nóbrega Sicario Bolsonaro.
Lula presunçoso demais
Lula tem que parar de ser presunçoso e passar a ouvir mais as pessoas. Ele não é mais aquele jovem idealista que ousou enfrentar o sistema. Agora a realidade é outra. A política de hoje é diferente da política de três décadas atrás. A palavra proibir deve ser proibida. Nada de proibir bets. Regular, sim. Proibir, não. Quem não imaginou que os times de futebol não iam chiar e insuflar as torcidas contra Lula? Pois fizeram isso e está aí o resultado.
O que aguarda Lula

Spacca
Tempestade, tormenta, tsunami, tornado e furacão, tudo junto. É o que espera Lula neste segundo turno. Não será fácil vencer Flávio Bolsonaro. O PL elegeu um batalhão que vai estar à disposição dele no segundo turno. Além disso, o senador Davi Alcolumbre (União Brasil), que deseja ser reconduzido à presidência do Senado, não deverá pautar o fim da escala 6×1 para ajudar Lula. Pois sabe que a nova configuração do Senado será maioritariamente composta pelo PL. Para Alcolumbre, se afastar de Lula neste momento será benéfico para sua reeleição.
As urnas prestam
É impressionante. A direita bolsonarista não reclamou desta vez das urnas. Agora as urnas são confiáveis. Até o presidente Trump, dos Estados, elogiou o sistema eleitoral brasileiro. “Muito rápido”. Çei.
Onda de direita
O voto útil, o chamado “antipetismo de chegada” e uma onda à direita falaram alto no primeiro turno das eleições gerais, realizado neste domingo. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) terminou a primeira rodada de votação quase dois pontos à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com quem vai disputar o segundo turno no próximo dia 25. Segundo números do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Flávio obteve 56.104.503 votos (47,03%), contra 53.879.538 (45,16%) de Lula. O bom desempenho do filho mais velho de Jair Bolsonaro se refletiu na desidratação dos demais candidatos de direita, que tiveram desempenho abaixo das projeções. Augusto Cury (Avante) chegou em terceiro, com 2,89%, seguido de Renan Santos (Missão), com 2,24%; Ronaldo Caiado (PSD), com 2,18%; e Romeu Zema (Novo), com 0,27%. Os demais postulantes não passaram de 0,1%. (UOL)
Lula em nove estados do Nordeste
Por região, Lula manteve sua predominância e ganhou nos nove estados do Nordeste. Flávio virou Minas Gerais, que o presidente havia levado em 2022. Nos três maiores colégios eleitorais do Brasil (São Paulo, Minas e Rio), Flávio liderou em 1.089 cidade, incluindo Belo Horizonte e Rio. Lula ficou na frente em 500, sendo a capital paulista uma delas. (g1)
Lula em nove estados do Nordeste 2
Durante a apuração, Flávio Bolsonaro chegou a ter dobro da vantagem aberta pelo pai contra Lula em 2022. Lula permaneceu, ao longo da maior parte da apuração, cerca de seis pontos percentuais aquém do próprio desempenho no primeiro turno de quatro anos atrás. Contra Jair Bolsonaro, o presidente virou a apuração quando havia cerca de 70% das urnas contabilizadas. (Globo)
Lula perdeu 3,4 milhões de votos
Com o resultado, Lula perdeu 3,4 milhões de votos entre 2022 e 2026 e teve pior votação, em porcentagem de votos válidos, desde 1998, quando perdeu já no primeiro turno para Fernando Henrique Cardoso. (CNN Brasil)
Flávio confiante
Flávio Bolsonaro não escondia a alegria com o resultado, mesmo ainda tendo um segundo turno pela frente. O senador disse estar confiante de que será eleito presidente, o que, segundo ele, marcará “o fim da era do PT”. “Estou muito feliz com o resultado, são quase 56 milhões de brasileiros que me deram esse voto de confiança, para mudança. A palavra é mudança”, declarou. (CNN Brasil)
Segundo lugar “inesperado”
Já o presidente Lula admitiu que o segundo lugar foi “inesperado”, já que imaginava vencer ainda no primeiro turno — o que não aconteceu em qualquer uma das eleições que venceu. Ao discursar para correligionários em São Paulo, porém, Lula se disse confiante na vitória sobre Flávio Bolsonaro, classificando o segundo turno como a “prova dos nove”. “Eu sou muito bom no mata-mata. No tête-à-tête. Aí, nós vamos ver quais são os projetos que o país tem”, disse o presidente. (g1)
Abstenção acima de 21%
Uma das frentes do segundo turno será levar para as urnas quem preferiu não participar. Pela primeira vez desde 1998, a abstenção em uma eleição presidencial ficou acima de 21%. De acordo com o TSE, 21,09% dos eleitores não apareceram para votar. (Globo)
Lula venceu em 52 países
A diáspora brasileira foi na contramão do voto doméstico. Lula venceu em 52 países, enquanto Flávio Bolsonaro liderou em 33, incluindo os Estados Unidos, onde está o maior número de eleitores brasileiros no exterior. (Poder360)
Segundo turno
Computados os votos, começa a disputa pelos eleitores dos candidatos que ficaram de fora do segundo turno. Reconhecendo que o quarto lugar ficou distante de suas expectativas, Renan Santos disse que não vai apoiar ninguém e liberou os militantes do MBL e do Missão. A postura é a mesma de Augusto Cury, o terceiro colocado. O escritor voltou a pregar o “fim da polarização” e parabenizou Lula e Flávio Bolsonaro, mas disse que não vai apoiar qualquer um dos dois na nova rodada. Após dizer que “caiu de pé”, Ronaldo Caiado informou que discutiria o segundo turno com a cúpula do PSD, mas, pouco depois, o presidente do partido, Gilberto Kassab, anunciou que a legenda ficará neutra, liberando os diretórios regionais para acordos locais. (Globo)
Nikolas mais votado do Brasil
O PL não tem do que reclamar no primeiro turno das eleições. Além da liderança de Flávio Bolsonaro, o partido viu Nikolas Ferreira (MG) se tornar o deputado federal mais votado na história do Brasil, com mais de 3 milhões de votos. A conquista mais emblemática, porém, foi no Senado. O partido elegeu 19 senadores e, com os nove que estão em meio de mandato, terá 28 parlamentares na casa, a segunda maior bancada desde a redemocratização. Como explica Malu Gaspar, esse resultado pode elevar a tensão com o STF, já que, incluindo senadores de outros partidos, o grupo que defende o impeachment de ministros do Supremo deve chegar a 51 nomes, apenas três a menos que o mínimo exigido pela mudança que Gilmar Mendes determinou na lei do impeachment. (Globo)
Maior bancada
Além de obter a maior bancada, o PL fez a dobradinha para o Senado em cinco unidades da Federação: DF (Michele Bolsonaro e Bia Kicis), MS (Reinaldo Azambuja e Capitão Contar), RJ (Carlos Portinho e Carlos Jordy), RD (Dr. Fernando Máximo e Bruno Scheid) e SC (Carol de Toni e Carlos Bolsonaro). O PT, que elegeu seis senadores, só ficou com as duas vagas na Bahia, com Rui Costa e Jaques Wagner. (Valor)
Clã Bolsonaro
O clã Bolsonaro se elegeu em peso. Além de Michelle e Carlos, Jair Renan (filho caçula, deputado federal por SC) e Renato Bolsonaro (irmão, deputado federal por SP) conseguiram uma vaga no Congresso. Do outro lado, nomes históricos e ex-ministros do PT não conseguiram se eleger. José Dirceu, Rui Falcão, Paulo Teixeira e Gleisi Hoffmann foram alguns dos que ficaram de fora. (UOL)
Eleitos no primeiro turno
As eleições deste domingo registraram o maior número de governadores eleitos no primeiro turno neste século. Ao menos 20 estados definiram a disputa já na primeira etapa, enquanto cinco estados e o Distrito Federal terão segundo turno. O recorde anterior havia sido registrado em 2010, quando 18 governadores foram eleitos no primeiro turno. A eleição também foi marcada pelo elevado número de governadores reconduzidos ao cargo. (Folha)
Tarcísio
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), foi reeleito neste domingo e garantiu um novo mandato já no primeiro turno. A vitória amplia o peso político de Tarcísio e o coloca entre os nomes com potencial para disputar a Presidência em 2030. (Estadão)
Sub judice
No Rio, a eleição está indefinida por conta de uma questão judicial. Com os votos de Anthony Garotinho sub judice, não é possível saber se a eleição no Estado irá para o segundo turno ou não. Se a Justiça decidir que os votos de Garotinho não têm validade, Douglas Ruas (PL) estará eleito no 1º turno. Porém, se o TSE entender que eles são válidos, Ruas vai disputar o segundo turno contra Eduardo Paes (PSD). (Globo)
Cleitinho Azevedo
Já o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) foi eleito governador de Minas Gerais com vitória já no primeiro turno. Cleitinho, de 44 anos, chegará ao governo de Minas depois de uma trajetória política iniciada há apenas dez anos e sem ter ocupado anteriormente um cargo no Executivo. (Estado de Minas)
Raquel Lyra reeleita
Raquel Lyra (PSD) foi reeleita governadora de Pernambuco e garantiu mais quatro anos no comando do estado. Com 96,25% das seções apuradas, ela tinha 53,21% dos votos válidos, segundo o TSE. João Campos (PSB) terminou em segundo lugar, com 44,84%.
Jerônimo Rodrigues reeleito
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), também foi reeleito no primeiro turno. Com 95,02% das urnas apuradas, o petista tinha 55,26% dos votos válidos, contra 44,25% do ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil). (Jota)
JHC eleito governador
No restante da Região Nordeste, em apenas um estado a eleição para governador não terminou no 1º turno. Nos demais, tudo foi definido neste domingo. Em Alagoas, JHC, do PSDB, foi eleito governador com 52,15% dos votos válidos. No Ceará a vitória foi de Elmano de Freitas (PT), reeleito governador do estado. Ele venceu Ciro Gomes com 53,07% dos votos válidos. Na Paraíba, Lucas Ribeiro, do Progressistas, foi eleito com 64,30% dos votos. No Piauí, Rafael Fonteles (PT) foi reeleito governador no 1º turno, enquanto no Sergipe a vitória ficou com Fábio (PSD), também reeleito. No Maranhão, Eduardo Braide (PSD) foi eleito governador no 1º turno com mais de 54% dos votos válidos.
Luciano Zucco
A região Sul do país não terá segundo turno. No Rio Grande do Sul, o deputado federal Luciano Zucco (PL) foi eleito com folga sobre sua principal adversária, Juliana Brizola (PDT). O ex-juiz Sérgio Moro (PL) teve mais dificuldades que seu colega gaúcho, mas assegurou a vitória no 1º turno com pouco mais de 50% dos votos válidos. Em Santa Catarina, o governador Jorginho Melo (PL) foi reeleito com quase 69% dos votos válidos. (UOL)
Dr. Daniel
Na Região Norte, em quatro estados as eleições para governador também terminaram no 1º turno. No Pará, Dr. Daniel (Podemos) surpreendeu a governadora Hana Ghassan (MDB) e se elegeu no primeiro turno com mais de 51% dos votos válidos. Em Rondônia, o candidato do PL, Marcos Rogério, foi eleito com mais de 55% dos votos válidos. No Amapá o resultado foi inverso. Dr. Furlan, do PSD venceu as eleições no 1º turno com mais de 60% dos votos válidos. Em Roraima a vitória também foi do PL. Arthur Henrique foi eleito governador com quase 70% dos votos válidos. (g1)
Centro-Oeste
No Centro-Oeste, apenas no Distrito Federal a eleição não foi resolvida no 1º turno. Em Goiás, Daniel Vilela (MDB) superou Wilder Morais e foi eleito neste domingo com 59% dos votos válidos. Já em Mato Grosso Otaviano Pivetta (Republicanos) foi eleito com mais de 60% dos votos válidos, enquanto no Mato Grosso do Sul Eduardo Riedel (PP) venceu a disputa com 67% dos votos válidos. (CNN Brasil)
Segundo turno
As eleições para governador foram para o segundo turno em apenas cinco estados – incluindo aí o Rio de Janeiro – e o Distrito Federal. Ainda vão para as urnas o Acre, o Amazonas, o Tocantins e o Rio Grande do Norte, além do DF. (TSE)
Breakfast
Por hoje é só. Este é o breakfast, o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção com os temas de destaque da política em Rondônia e do Brasil.
(*) Roberto Kuppê é jornalista e articulista político, com informações do Canal Meio
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