Faltando seis meses para conhecermos o próximo governador, aliás, o 12º desde a criação do Estado, tudo indica que teremos a eleição mais acirrada da história política de Rondônia. Outra certeza é que a eleição do próximo governador será decidida em 2º turno, o que se tornou praxe na política rondoniense.
Apenas Ivo Cassol venceu uma eleição em primeiro turno, em 2006. A alta popularidade de Cassol não foi suficiente para fazer seu sucessor, o seu vice João Cahulla que perdeu para Confúcio em 2010. De lá para cá todos os governadores foram eleitos em 2º turno. E em 2026 não será diferente em um cenário fragmentado e muito acirrado.
Mas, afinal onde entra Léo Moraes?
O prefeito de Porto Velho, Léo Moraes, aceitem ou não, é um fenômeno quando o assunto é eleição. Em 2020 levou Cristiane Lopes ao 2º turno, que por sinal botou pânico em Hildon Chaves, que venceu a eleição por conta da pandemia devido à altíssima abstenção no 2º turno. Depois veio 2024 e Léo dobrou de joelhos a poderosa estrutura do então prefeito Hildon e da família Carvalho.
Com altíssima aprovação entre os prefeitos das capitais, Léo aparece como o 3º melhor avaliado do Brasil. Com um forte carisma, que tornou sua marca desde os tempos de liderança estudantil, Léo transformou-se em apoio necessário para qualquer candidato a Governador. Porto Velho tem aproximadamente 280 mil eleitores, sendo o maior colégio eleitoral de Rondônia. Com o interior fragmentado com seus candidatos, a importância de Porto Velho fica evidente e necessária para qualquer um dos candidatos.
Diferentemente do prefeito anterior, que aliás será um dos candidatos, Léo conseguiu em apenas um ano e quatro meses superá-lo na aprovação popular. Faltou ao antecessor de Léo o carisma, magnetismo, atração, simpatia e fascínio que não se produz ou se cria. É natural e espontâneo. Aliás, o apoio de Léo terá um peso enorme nas eleições em outubro, que decidirá o próximo Governador pelos próximos 4 anos a partir de 5 de janeiro de 2027.
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