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sábado, agosto 1, 2026
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Quando um menino sonha em ser produtor de café

Há alguns dias, durante uma conversa com pequenos produtores em Nova Brasilândia d’Oeste, ouvi uma história que ficou comigo.

Uma mãe contou que, ao ser perguntado na escola o que queria ser quando crescesse, seu filho respondeu com convicção:

“Quero ser produtor de café.”

Foi o único da turma a fazer essa escolha.

Aquela resposta não falava apenas de uma profissão. Falava de esperança.

Durante muito tempo, muitos jovens deixaram o campo porque acreditavam que o futuro estava nas cidades. Hoje, essa realidade começa a mudar. A cafeicultura de Rondônia se transformou. O café passou a representar tecnologia, qualidade, inovação e orgulho para milhares de famílias.

Tive a oportunidade de participar dessa caminhada. Como governador, apoiamos políticas que fortaleceram a produção, mas essa transformação só foi possível graças ao trabalho e à dedicação dos produtores rurais.

Nova Brasilândia d’Oeste é um exemplo dessa mudança. O município se tornou referência na produção de café e mostra que a agricultura familiar pode gerar desenvolvimento, renda e oportunidades.

Por isso, quando uma criança sonha em ser produtora ou produtor de café, ela demonstra que enxerga dignidade no trabalho da família e acredita que o campo pode oferecer um futuro promissor.

Essa talvez seja a maior conquista da nossa cafeicultura. Mais do que prêmios ou recordes, é ver uma nova geração querer permanecer na terra, inovar e dar continuidade à história construída por seus pais.

Enquanto houver um menino ou uma menina dizendo, com orgulho, “quero ser produtor de café”, teremos a certeza de que o futuro do campo continuará florescendo em Rondônia.

A essência, a emoção e a mensagem foram preservadas, mas o texto ficou cerca de 30% menor, com uma leitura mais fluida e impacto mantido no início e no encerramento.

Por Confúcio Moura

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