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segunda-feira, julho 13, 2026
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Samuel Costa apresenta plano para combater o vício em apostas e fortalecer a saúde mental em Rondônia

O pré-candidato ao Governo de Rondônia pelo PSB, Samuel Costa, utilizou as redes sociais para fazer um alerta sobre o crescimento da ludopatia, o transtorno relacionado ao vício em jogos de azar e defendeu que o Estado trate o problema como uma prioridade de saúde pública.

Na publicação, Samuel afirmou que milhares de rondonienses têm sido atraídos por plataformas de apostas esportivas, cassinos online e jogos como o chamado “tigrinho”, movidos pela expectativa de obter renda rápida. Segundo ele, a realidade tem sido marcada pelo endividamento, perda do patrimônio, conflitos familiares e agravamento dos transtornos mentais.

Assista o vídeo: https://www.instagram.com/reel/DattKbOuVf2/?igsh=MnhpMGZkMGNqeTBs

“Ouvi o relato de uma pessoa que perdeu tudo. Depois de esgotar as economias, contraiu dívidas, entrou em depressão e hoje vive sendo ameaçada por agiotas. Infelizmente, essa história não é um caso isolado”, destacou.

Diante desse cenário, Samuel Costa defendeu a proibição da publicidade de BETs e plataformas de apostas, argumentando que a medida deve seguir o mesmo princípio adotado no combate à propaganda de cigarros, para reduzir a exposição da população, especialmente dos jovens, aos estímulos que incentivam o jogo compulsivo.

Como proposta de governo, o pré-candidato anunciou a criação do primeiro Hospital Psiquiátrico Estadual de Rondônia, voltado ao atendimento especializado em saúde mental, incluindo pessoas que sofrem com dependência em jogos de azar. O plano também prevê a implantação de uma rede estadual de acolhimento com funcionamento 24 horas por dia, sete dias por semana, composta por equipes multiprofissionais para atender pacientes e oferecer suporte às famílias em todas as regiões do estado.

Para Samuel Costa, a ludopatia deve ser enfrentada com políticas públicas baseadas em prevenção, tratamento e reinserção social. “Quem sofre com a ludopatia não precisa de julgamento. Precisa de tratamento, acolhimento e esperança. É hora de proteger as famílias de Rondônia e colocar a saúde mental como prioridade”, concluiu.

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