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terça-feira, abril 28, 2026
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Coluna Zona Franca

 

Ponte Dom Moacyr

Há dois projetos de lei em andamento no Senado Federal a respeito da ponte sobre o rio Madeira (Abunã), iniciada no governo Dilma e os restantes 10% finalizados no governo Bolsonaro no ano passado. Um dos projetos foi apresentado pelo deputado federal Mauro Nazif (PSB-RO) que sugere o nome de Dom Moacyr Grechi, arcebispo emérito de Porto Velho e que já foi bispo também em Rio Branco em 1972. O outro some sugerido seria o do ex-governador do Acre, Wanderley Dantas, de autoria do senador Márcio Bittar (União Brasil). As últimas movimentações nos PLs aconteceu em março deste ano, mas para seguir a tramitação, precisam ser analisados pelo legislativo.

Esse trabalha

Por falar na ponte (Dom Moacyr Grechi), o que o governo Bolsonaro tem feito pela infraestrutura do estado de Rondônia, tem nome: Elias Rezende, ex-DER. Ele que é pré-candidato a deputado federal pelo União Brasil, realmente tem serviços prestados. Ao lado do  ex-ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, Elias Rezende fez história no DER, mudando a infraestrutura de rodovias, concluiu obras paralisadas e fez muito asfalto.

 

Fábio Sphera

“A mudança que você quer está na decisão que você toma”. Essa é a frase motivacional do pré-candidato a deputado estadual Fábio Sphera (Patriotas-RO). A decisão que ele tomou foi bastante calculada, já que é um construtor, cuja essência é a base. Sem base sólida não há nada que se sustente.  O desejo de mudança é o que move Fábio o jovem empresário.

Você sabia?

Que a Lei Municipal nº 524, de março de 2014, que reserva vagas de estacionamento para gestantes e mãe de colo em centros comerciais é de autoria de Sid Orleans, ex-vereador de Porto Velho? Pois é. Além dessa, mais de 40 leis foram criadas pelo ex-vereador e que assistem toda a população de Porto Velho. Sid Orleans tem intensificado presença no ambiente digital recebendo apoiadores e, ao mesmo tempo, exibindo todo o trabalho que desempenhou durante dois mandatos como vereador da Capital.

Violência em PVH

Porto Velho deverá fechar 2022 como a cidade mais violenta do País. Todos os dias notícias de assassinatos, a maioria deles, sem solução. É uma demonstração de que o governo Bolsonaro conseguiu transformar o Brasil num Afeganistão. A farta distribuição de armas para os CAC (colecionadores, atiradores desportivos e caçadores),  travestidos de gente de bem, na verdade, estão vendendo armas para a bandidagem.

Pastor armado

Que tempos estranhos. Pastor evangélico ex-ministro da Educação, Milton Ribeiro, andando armado no aeroporto. Sinistro. Se ex-ministro evangélico anda armado pra lá e pra cá, imagina um que não seja terrivelmente evangélico. Eles estão se preparando para uma guerra civil. Essa gente travestida de gente de bem é mais perigosa do que os bandidos propriamente ditos. Falando nisso, e a CPI do MEC? Será que agora o senador  Randolphe Rodrigues (Rede-AP) consegue mais assinaturas?

Lobista ilegal

Esse é o senador Zequinha Marinho (PL-PA), defensor dos lobbies da madeira ilegal, do garimpo, da grilagem e do agron egócio, negacionista climático também denunciado pela prática da rachadinha. Marinho nasceu em Tocantins, próximo da fronteira com o Pará, estado onde fez carreira política. É pastor da Assembleia de Deus. Já precisou de uma ambulância de emergência e ficou esperando? Bom, em 2006 ele foi apontado por uma ex-assessora do Ministério da Saúde como um dos deputados federais envolvidos no “Escândalo dos Sanguessugas”. Assim como o terrivelmente evangélico Nilton Capixaba (PTB-RO). Vai vendo, Brasil, onde estamos metidos.

Sem oposição

O governador de Rondônia, coronel PM Marcos Rocha (União Brasil), está sem oposição. A maioria da Assembleia está fechada com ele. A maioria dos prefeitos, idem. Logo, as mazelas na saúde e na segurança pública ficarão submersas, sem críticas e nem cobranças. O colapso na saúde de Rondônia não vem sendo tratado com a urgência que necessita. Pessoas morrendo nos corredores dos hospitais, sem atendimento. Esse é o quadro real da saúde em Rondônia.

Denúncias graves

Controladoria-Geral da União (CGU) participou no início deste mês da Operação Incompatibilidade. A ação decorreu de um trabalho investigativo realizado em parceria com a Polícia Federal (PF) e o Tribunal de Contas do Estado de Rondônia (TCE/RO). As investigações começaram em agosto de 2021, a partir de denúncia registrada na Polícia Federal, trazendo notícias de que a empresa responsável pelos exames de HLA recebia pagamentos sem a devida contraprestação pelos serviços prestados, mediante possível fraude no número de atendimentos realizados, cobrando da Secretaria de Estado de Saúde de Rondônia os valores máximos permitidos pela legislação (e não pelos reais exames realizados).

Denúncias graves 2

Essa divergência de quantitativo entre as informações geradas pela Fhemeron e pela empresa contratada geraram impacto no valor que deveria ser pago pelos serviços oferecidos. Em 2021, a empresa recebeu R$ 1,2 milhão pelos serviços prestados. O potencial prejuízo ao erário pode chegar a R$ 427 mil. Atualmente, o contrato está vigente até o mês de outubro de 2022, com valor anual estimado em R$ 2,8 milhões.

Mais nomes para Federal

Os nomes mais fortes para deputado federal, são estes: Fátima Cleide (PT), Jesualdo Pires (PSB), Elias Rezende (União Brasil), Samuel Costa (PCdoB), Claudio Carvalho (PT), Dr. Fernando Máximo (União Brasil),  Pimenta de Rondônia (PSOL), Alessandra Lunas (PT) e Almir Suruí (PDT).

Mais nomes para Estadual

Já para deputado estadual, eis a lista. Adriano de Castro (Avante), Hermínio Coelho (PT), Sid Orleans (PT), Bosco da Federal (PL), Everaldo Fogaça (Republicanos), Mayara Kalb (Cidadania), Fábio Sphera (Patriotas), Ieda Chaves (União Brasil), Dra. Taíssa Souza (PSC-GUAJARÁ), Vandeir Leite (PT), Professora Lílian (PT-Guajará), Raí Ferreira (PSD), dentre outros. 

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