“A sociedade civil será nossa parceira na construção de um estado melhor para todos e todas”, disse o candidato da Frente Democrática”
Em recente entrevista concedida ao jornalista Carlos Caldeira Daniel Pereira, da Frente Democrática, respondeu indagação sobre como combater a corrupção no Governo, notadamente nas licitações públicas, dizendo que a principal ferramenta é “o governador dar exemplo de austeridade e não “passar a mão na cabeça” de ninguém, abrindo procedimento investigativo quando se observa o menor indicio de irregularidade.”
Daniel explicou que pretende seguir exemplos já em uso no Paraná, incentivando a apoiando a criação de um Conselho Estadual de Desenvolvimento Econômico e Social -SEDES, formado por representantes da sociedade , entidades classistas e populares, que acompanhariam, de maneira independente, as atividades do Governo, disponibilizadas amplamente em canais específicos, assegurando a transparência. “Trata-se de um organismo apartidário, independente e, embora fomentado pelo governo, não teriam subordinação”, explicou Daniel, citando também a viabilidade de implantação do Observatório Social, ferramenta testada com sucesso também com sucesso em cidades do Paraná, onde a sociedade civil acompanha com zelo todos os processos licitatórios.
Essas duas propostas tem o apoio das federações da indústria (FIERO), comércio(FECOMERCIO)e agricultura (FETRARON), Federação das Associações de Indústria e Comércio (FACER), alem de iniciativas empresariais no mesmo sentido, em Rolim de Moura, Cacoal e Ji-Paraná, sob inspiração de Silvio Barros, ex-prefeito de Maringá e hoje consultor do SEBRAE nacional e de Rondônia sobre esse tema.
O candidato da Frente lembrou que quando deputado estadual presidiu uma CPI que investigou desviou de recursos da merenda escolar. “A prática nociva praticamente foi extinta com a descentralização, na medida em que a merenda passou a ser adquirida pelas próprias escolas, que criaram um conselho para isso. Dessa maneira além de se ter transparência, se fortaleça a economia nos municípios, já que tudo é comprado na própria cidade, inclusive dos produtores inscritos no modelo agricultura familiar”, frisou Daniel.
No entendimento de Daniel Pereira, para acabar com corrupção é precisar combater a causa, porque os efeitos já terão causados prejuízos irreversíveis.



