Duas situações o senador de Rondônia Confúcio Moura (MDB) não encarna de jeito nenhum: preguicite crônica ou aceitar espaços apagados num cenário em que seu mandato pouco importaria à República. Mas importa sim, tanto que ele é um dos mais assíduos na Casa, conforme a própria secretaria do Senado noticiou recentemente.
Importa muito mais ao Estado de Rondônia, para o qual ele já destinou desde o início de seu mandato, até o momento, emendas em prol da saúde em Rondônia totalizando R$ 99,8 milhões; R$ 25,6 milhões para a educação; e R$ 28,4 milhões para tecnologia, incluindo os pontos Gesacs no valor de R$ 1,65 milhão em áreas remotas. Gesac é o Programa Governo Eletrônico – Serviço de Atendimento ao Cidadão, do Governo Federal.
Brevemente, o senador entregará computadores avaliados em R$ 6,20 milhões à Secretaria Estadual de Educação de Rondônia, no que inclui emendas de bancada de R$ 443,4 mil destinadas pela deputada Jaqueline Cassol ao município de Cacoal, e R$ 443,4 mil pela deputada Mariana Carvalho ao município de Vilhena.
O coração de Confúcio não tem inimigos, adversários, sim, o que é natural na política.
Cismaram agora que ele seria “inimigo do agronegócio”.
Desinformados e maldosos, porque pouco pesquisam e se contentam em fazer jornalismo “BNC Google”, ou seja, o da bunda na cadeira, coleguinhas que assacam a inverdade mais torpe na atual campanha, e insistem em colá-la no senador. Não cola.
Primeiramente, esses representantes do “jornalismo BNC” não são dados a estudar, nem conhecem as origens e as divisões do termo agronegócio, entretanto, digitam na tela como se o povo fosse acreditar em suas falácias.
Agro não é apenas “tec, pop e global”, conforme os olhos e a mente machucada de cada um deles possa compreender; é mais que isso, um leque com 12 partes ainda é pouco para resumi-lo na crítica boba que impingem a Confúcio Moura.
O agronegócio envolve vários estágios: cultivo, colheita, industrialização, exportação e pesquisa da produção de soja, milho, algodão, celulose, café, açúcar e tantos outros produtos agrícolas.
No governo, em dois mandatos, Confúcio sempre apoiou aqueles que fazem o produto agropecuário superar o nacional, alcançando mais de R$ 18 bilhões, algo escondido no noticiário oficial palaciano, porque o atual governador preferiu não irritar o dragão imperial. Não “pintaria” um clima agradável sentir que Rondônia produz acima da média nacional.
Confúcio sempre esteve ao lado dessa máquina agropecuária, tanto que, ao criar a Feira Rondônia Rural Show, abriu espaço a partir dos pequenos e logo em seguida possibilitou a entrada dos grandes vendedores de terras, máquinas e utensílios agrícolas e donos de animais de raça, a participarem ativamente dessa parte do agro.
Com o Banco do Povo, a Emater e a Agência Idaron, Confúcio fez o seu papel em benefício dessa classe imensa que não se limita apenas ao plantador, tampouco ao criador de gado nelore, holandês, ou às ovelhas, suínos e outros animais de raça.
No governo, Confúcio foi visto bem próximo aos dirigentes do setor, cobrando-lhes medidas enérgicas e pontuais. Assim, por exemplo, quando Goiás ameaçou não comprar peixe doente (olhos esbranquiçados) de Rondônia, ele determinou aos técnicos que acudissem a piscicultura, àquela altura rendendo 80 mil toneladas/ano ao estado; baixou muito no atual governo.
No Senado, ele ampliou sua visão e agora sabe ensinar: “O agro é também formado por segmentos de carnes de suínos, frangos, entre outros. E esse complexo não age em torno de um comando central, o que seria impossível, por ser grande demais.”
Logo, o senador jamais teria condições e chances de “ser inimigo” ou lutar contra um só desses segmentos. Estaria negando a própria condição de ter sido votado por um estado cujo eleitorado inclui representantes desses setores.
Em outros tempos, a mídia impressa não enfrentava a bem azeitada e precisa máquina de fake news montada e usada para atender à disputa política de atualmente. E aí, aqueles que vomitam xingamentos ou dores de cotovelo contra o senador, enxergando-o a fórceps como “inimigo do agronegócio”, fingem ignorar todas as diferenças entre o jornalismo profissional e o praticado por milicianos digitais, totalmente fora de prumo, sem precisão alguma.
Estrebuchando na agonia de uma campanha política que permite essa visão desfocada do papel e da imagem do senador Confúcio, repórteres milicianos liberados e amparados pelos salários do serviço público ao qual deveriam ser fiéis, mas não são, partem para o ataque.
Dizem esses infelizes, brevemente e sem nenhuma sustentação, que Confúcio é “inimigo do agronegócio”.
Primarismo doentio em querer acusar sem conhecer o trabalho do representante rondoniense.
O senador explica que, ao se falar a respeito do agronegócio não se deve apenas passar a impressão de que apenas grande produtores de grãos e de gado fazem parte do setor. Mas é o que está na cabecinha do “jornalismo BNC”.
Produzir frangos, suínos e leite é atribuição da pequena propriedade, também conhecida como agricultura familiar. Os desinformados pisam na bola.
Já os agricultores trabalham em parceria com as agroindústrias, que fornecem os insumos para a criação e industrializam e exportam os produtos. Essa parceria proporciona algumas centenas de empregos pelo interior do Brasil. Mas não é tudo: consultem os arquivos da Junta Comercial e da Receita Estadual (na Sefin) e notem quem comanda a economia rondoniense: em primeiro lugar, serviços.
O agro é “importante e fantástico” como diz o senador, porém, limitá-lo é ignorar a complexidade do assunto e impedir que as pessoas conheçam quem são t o d o s os representantes do setor.
E quem acredita que Confúcio seria um a mais no Senado, saiba que sua expressividade para nós todos, incluindo o próprio governo estadual, cresce a cada dia. Ele é um parlamentar que luta por Rondônia defendendo e proporcionando o avanço da tecnologia da informação em mais da metade dos municípios; trouxe para o estado, em parceria com o Instituto Federal, o projeto Cidades Inteligentes, entre outros que seguirá indicando a partir de 2023.
Recentemente, esteve na Agência Fluvial da Marinha do Brasil em Porto Velho, comprometendo-se a indicar recursos para melhorar seus equipamentos na imensidão das águas amazônicas regionais.
Confúcio é visto como anti-bolsonarista. Procurem saber quantas vezes ele votou favoravelmente a projetos do governo federal. Talvez mais do que os próprios aliados do presidente. É só consultar o site do Senado.
Perda de tempo para o leitor, dar atenção a fake news, entre as quais, a mais obediente ao preguiçoso jornalismo oficial disfarçado, a serviço da campanha eleitoral deste ano: a de que seria “inimigo do agronegócio”.
Confúcio apoia as diversas vertentes do agronegócio e a agricultura familiar, e deu início às compras da produção dos pequenos para melhorar a alimentação escolar. Iniciou também a produção agrícola em trezentos hectares da Fazenda Futuro, a única referência de resultados no Sistema Prisional do Norte brasileiro
Quando instalou a Escola de Agroecologia Abaitará, em Pimenta Bueno, não apenas impediu que filhos de agricultores fossem embora da casa dos pais, mas colocou até o inhame na balança comercial rondoniense. Esse produto recomendado para quem tem diabetes, alcançou no governo Confúcio a cotação de R$ 8 o quilo! Dois anos depois, segundo relataram técnicos da Emater, o inhame daqui já supria estados nordestinos na entressafra, aqueles que exportam para países europeus.
Em 2020, ao presidir a Comissão Mista da Covid-19 no Congresso, e, em 2021, a Comissão Temporária da Covid-19 no Senado, ele comemorou a aprovação da Medida Provisória 1.126/2022, que autoriza a compra de vacinas contra a Covid-19 pela iniciativa privada, revogando a obrigatoriedade de doação ao SUS de parte dos produtos.
Foi também Confúcio Moura, “graças a Deus”, como ele costuma dizer, que reconheceu o direito de todos os Povos Indígenas que aqui habitam, ao lhes entregar prontas dezenas de escolas com educação bilingue, algumas delas com o funcionamento na mediação tecnológica.
Autorizou diversos colégios militares com direções mistas, criou a direção democrática de escolas e construiu uma de suas escolas dentro do garimpo de cassiterita Bom Futuro, o maior a céu aberto do mundo, em Ariquemes.
Foi o governador que mais investiu em educação indígena, e o melhor: esteve lá com eles, na Ponta do Abunã, em Ji-Paraná, no Alto Guaporé, resgatando seus valores culturais e étnicos. Aos de Guajará-Mirim, contemplou com visitas do barco-médico que atendeu a diversas aldeias, curando cáries, oclusão dentária, tétano, verminoses e picadas de cobra.
Outra atuação notável, menos para o jornalismo que não apura e a campanha eleitoral que mente: é do senador Confúcio Moura e ainda tramita no Senado, o Projeto de Lei 2028/2020, que destina 80% dos valores referentes ao produto ou proveito decorrente da prática de crime de tráfico ilícito de drogas ou de lavagem de dinheiro, apreendidos ou recuperados no Brasil ou no exterior, para ações de enfrentamento da emergência de saúde pública de importância internacional decorrente do coronavírus (Covid-19).
Fez e fará muito mais.



