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quinta-feira, março 12, 2026
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Governador Marcos Rocha peita Lula e mantém escolas militares em Rondônia

O anúncio de encerramento do Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares (Pecim) pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mobiliza os governadores pela manutenção das escolas do modelo nas suas regiões. Até o momento, ao menos 12 Estados e o Distrito Federal já anunciaram que deverão manter o funcionamento das instituições de ensino. São eles: Rondônia, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Bahia, Piauí, Acre e Distrito Federal.

Durante uma live nas redes sociais, o governador Marcos Rocha (União Brasil) se posicionou sobre o polêmico tema do fim do Programa Nacional de Escolas Cívico-Militares (Pecim), decisão tomada pelo Ministério da Educação e da Defesa avalizado pela cúpula do Governo Federal.

Ao justificar o sucesso dos números na educação dos jovens quando esteve na direção do Colégio Tiradentes, em Porto Velho, o chefe do Executivo estadual propôs não apenas manter as 14 escolas gerenciadas pela Polícia Militar e Corpo de Bombeiros, mas também assumir as 4 escolas mantidas em parceria com o Governo Federal.

“Falei com a Casa Civil, Governadoria e a nossa Secretaria de Educação e decidimos manter e assumir essas escolas”, disse o governador Marcos Rocha, lembrando que a escola militar foi compromisso de campanha assumido com seu eleitorado.

A decisão do Governo do PT em acabar com o Pecim causou polêmica entre gestores públicos e alunos, pois o modelo adotado em vários estados mostrou-se eficiente não apenas na qualidade do ensino como também na disciplina dos jovens estudantes. Além de Rondônia, outros estados também decidiram manter o modelo de ensino.

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