O metafísico é um cara diferente, é aquele personagem que vive em estado crônico.
Vive com capacete de alumínio, no lugar do boné, reza pra pneu.
Daí procurou uma psicóloga.
No auge do ápice, O metafísico (um título já) queria que a Psi
se embandeirasse desse jeito:
Psi![]()
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A Psi que ele achou, num daqueles dias, disse-lhe que ia “desler” as metafísicas do ser.
Conversando com um amigo dela, a Psi
(sempre de coração azul) disse que O metafísico (um ser importante em Nárnia) apresentava sinais estranhos.
O metafísico tinha uma coisa parecida com a Síndrome de Estocolmo, derivada da mãezinha (a tadinha já tinha falecido mas não levou seus pecados).
Nesse dia, a Psi
, num dia bastante crítico e crônico, disse ao metafísico – melhor dizendo, não disse, e mandou-lhe figurinhas de WhatsApp.
Essas aqui: .
Depois disse-me, ainda, que na sua inteligência líquida, O metafísico entendeu outra síndrome.
Entendeu que era “Síndrome de estou como?”.
Estocolmo?
Estou como?
(Perguntou a Psi
pra si mesma)
O metafísico estaria como, nessa altura do campeonato?
A Psi
, já cronicamente, riu e chorou compulsivamente.
Me disse tempos depois que as metafísicas dariam outra crônica.
Não faço jus à Psi
(azulada), mas trago hoje essa história….
… que não terminou de coração aberto.
Vinício Carrilho Martinez




