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terça-feira, maio 12, 2026
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PT nacional confirma 11 candidatos aos governos estaduais incluindo Rondônia

Partido também conta com 16 alianças regionais; Edinho Silva afirma que 90% da campanha está organizada…

Segundo o site Poder 360, o ex-deputado federal Expedito Netto é mesmo o candidato do Partido dos Trabalhadores em Rondônia.

O PT contabiliza 11 palanques próprios e 16 alianças estaduais para a campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições de outubro de 2026. Faltam menos de 6 meses para o 1º turno. O presidente do partido, Edinho Silva, disse que a organização está avançada: “Estamos com 90% da campanha do presidente já organizada nos Estados. São poucos Estados que precisamos de ajustes”.

Durante o encerramento do 8º Congresso do PT, neste domingo (26.abr.2026), em Brasília, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, falou em 12 palanques e 16 alianças considerando o Rio Grande do Sul. Mas, no Estado gaúcho, pela 1ª vez o PT não terá candidato próprio ao governo. O diretório do PT no Estado insistia na candidatura de Edegar Pretto (PT), mas a direção nacional determinou, em 10 de abril, apoio à candidatura de Juliana Brizola, do PDT, por considerá-la uma líder “com maior legitimidade para liderar essa construção”. Pretto irá compor a chapa da pedetista como vice.

A legenda disse que falta decidir: Alagoas, Paraíba e Maranhão –o último Estado é citado como o caso mais delicado.

Edinho Silva afirmou a jornalistas que as direções estaduais terão autonomia para montar seus próprios calendários eleitorais. Com 11 palanques próprios e 16 alianças, o PT reconhece que não terá apoio formal de governadores em todos os Estados. Em alguns, Lula assegurou espaço com aliados, como no Rio de Janeiro, com Eduardo Paes (PSD), pré-candidato ao governo estadual.

O Poder360 tem acompanhado a montagem dos palanques ao longo dos últimos meses. Dos palanques próprios do PT, contabiliza 11 confirmados ou encaminhados:…

Bahia – Jerônimo Rodrigues; Ceará – Elmano de Freitas; Distrito Federal – Leandro Grass; Espírito Santo – Helder Salomão; Mato Grosso do Sul – Fábio Trad; Piauí – Rafael Fonteles; Rio Grande do Norte – Carlos Eduardo Xavier; Rondônia – Expedito Neto; Roraima – Antônia Pedrosa; São Paulo – Fernando Haddad.

O Maranhão é o caso mais travado. A ruptura entre o governador Carlos Brandão (PSB) e Flávio Dino, ministro do STF e ex-governador do Estado, criou um racha que chegou à Justiça e ainda não foi resolvido. Dino é ex-ministro de Lula e próximo do presidente.

Na Paraíba, o PT deve abrir mão de candidatura própria e apoiar Lucas Ribeiro, do PP. O acerto ainda não está fechado. Em Alagoas, o PT não lançará candidatura própria. A aposta é na aliança com o MDB e no apoio a Renan Filho, ex-ministro dos Transportes de Lula, que confirmou a candidatura ao governo. A articulação dos Calheiros enfrenta resistência do ex-presidente da Câmara, Arthur Lira (PP).

Poder360

 

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