A Polícia Militar decidiu fechar o cerco contra roubos e furtos nas áreas comerciais de Porto Velho. A Operação “Fecha Quartel” começou nesta sexta-feira (4) e vai colocar policiais administrativos e operacionais nas ruas da capital.
A operação terá duração inicial de 60 dias.
Durante esse período, a PM promete reforçar abordagens, fiscalizações e buscas em pessoas e veículos, principalmente nos locais apontados como mais vulneráveis à criminalidade.
Policiamento será reforçado nas três regiões
A estratégia será concentrada nos principais corredores comerciais da capital.
Na região Central, a atuação ficará sob responsabilidade do 1º Batalhão. Na Zona Leste, o policiamento será reforçado pelo 5º Batalhão.
Já na Zona Sul, as ações ficarão a cargo do 9º Batalhão.
Inteligência vai definir pontos de atuação
A operação não ficará restrita ao patrulhamento convencional.
Segundo a PM, o serviço de inteligência vai apontar locais onde deverão ocorrer ações de busca e apreensão.
As equipes também poderão realizar abordagens e fiscalizações de veículos e pessoas, além de encaminhar presos e materiais apreendidos à Central de Flagrantes.
Policiais administrativos também vão para as ruas
Um dos pontos que chama atenção na operação é a integração entre os efetivos administrativo e operacional da Polícia Militar.
A ideia é aumentar a presença policial nos corredores comerciais e em pontos estratégicos definidos a partir dos índices criminais levantados pelas unidades.
O patrulhamento terá equipes motorizadas e a pé, além de ações de policiamento comunitário e operações integradas com outros órgãos.
Objetivo é aumentar a sensação de segurança
A PM afirma que o combate aos crimes contra o patrimônio exige mais do que simplesmente colocar viaturas nas ruas.
A estratégia combina presença ostensiva, prevenção, resposta rápida, análise dos padrões criminais e aproximação com a comunidade.
Com a “Fecha Quartel”, a corporação pretende reduzir roubos e furtos e, ao mesmo tempo, aumentar a sensação de segurança de comerciantes, trabalhadores e consumidores que circulam diariamente pela capital.
A operação segue inicialmente pelos próximos 60 dias, com a atuação concentrada nos pontos considerados mais vulneráveis de Porto Velho.



