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quarta-feira, outubro 7, 2026
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Coluna Zona Franca

Por Roberto Kuppê (*)

Há males que vêm para o bem

Pensando bem, foi bom Lula ter saído em segundo lugar no primeiro turno. A iminência de uma derrota no segundo turno despertou um tsunami de sentimento verdadeiramente patriótico, levando milhares de eleitores lulistas a se mexer. Se Lula tivesse terminado o primeiro turno à frente de Flávio, com certeza estaria acomodado contando com a vitória em 25 de outubro. E iria sofrer uma derrota na certa. Agora, com a realidade batendo à porta, está todo mundo se mexendo, correndo contra o tempo. Ufa! Antes tarde do que nunca.

Mudança do vento

Ontem este articulista estava deveras pessimista com a reeleição de Lula. Mas os ventos estão mudando de direção. O que parecia improvável passou à possibilidade.

Renan Santos e Augusto Cury

O perigo da ascensão do fascismo é tão grande que até o ex-candidato à presidência Renan Santos do Missão cogita apoiar Lula. Augusto Cury, também. Eles sabem o que significa ter Flávio Bolsonaro na presidência da República, que não governará para a população. Governará visando exclusivamente vingança contra Alexandre de Moraes e pela soltura de Jair Bolsonaro. Esse é o plano de governo de Flávio Bolsonaro que não apresentou até agora o que fará pela população brasileira. Disse que vai manter os programas sociais do governo Lula. Ah, tá. Na verdade vai transformar o Brasil numa Argentina onde a população está comendo carne de burro. Também vai transformar o Brasil numa Venezuela que hoje é quintal dos Estados Unidos. Tragédia anunciada.

Renan Santos e Augusto Cury 2

Eleitores de Cury e Renan Santos tem demonstrando esse senso de responsabilidade com o Brasil. Eles sabem que uma eleição de Flávio Bolsonaro pode significar no mínimo 20 anos de família Bolsonaro no poder, sem chance de alternância e com poucas possibilidades de exercer uma oposição. Já Lula disputa sua última eleição, e fazer oposição a ele no Congresso seria uma tarefa bem mais simples, dada a atual conjuntura do parlamento.

O que pode acontecer sob Flávio

Não é nada alentador. Essa tranquilidade que o brasileiro tem vivenciado sob o governo Lula está prestes a se transformar em uma convulsão social se Flávio Bolsonaro se eleger presidente da República. É ao que está se encaminhando segundo os últimos movimentos após Flávio sair na frente no primeiro turno. O sentimento do “já ganhou” é nítido no semblante dos bolsonaristas. Tanto que já estão falando em composição do futuro ministério sem mesmo o eleitor saber o plano de governo de Flávio Bolsonaro. O eleitor está votando às cegas sem saber o que lhes reserva se Flávio virar presidente. Não será por falta de aviso. Ele mesmo está falando, inclusive até mexer na Constituição. Boa coisa não é. Com certeza vai alterar o número de ministros do STF para mais, além de outras medidas antidemocráticas que vão interferir na política e na justiça brasileira. O Brasil não será mais o mesmo. Convulsões sociais, greves, manifestações, crise na Educação, nos direitos humanos e o fim de alguns benefícios essenciais para a sobrevivência humana é o que vem por aí sob um governo fascista.

O que pode acontecer sob Flávio 2

O governo Flávio Bolsonaro (em caso de vitória, claro), passará os dois primeiros anos perseguindo o STF. Nos dois últimos tentarão fazer alguma coisa pelo povo. Só atrasará a revolução tecnológica que o governo Lula prometia. Só tirará direitos e acabará com benefícios sociais. Fim de governo.

Eleitor anestesiado

O eleitor de Flávio Bolsonaro está indo votar como o gado vai para o abate. Mal sabe o que o espera. Nós sabemos. Serão vítimas do próprio voto. Da própria burrice. É burrice mesmo. O próprio ex-presidente Bolsonaro disse isso com todas as letras: “Os idiotas dá pra trazer pro nosso lado”. Nikolas Ferreira também disse: “A burrice ajudou o brasileiro a não ser de esquerda”. Eles estão rindo dos próprios eleitores que os elegem. Mas, esses eleitores não têm capacidade cognitiva para entender. Nem desenhando. Talvez sofrendo na própria pele sob um governo desumano que vislumbra vir por aí se se concretizar a tendência eleitoral.

Não é mais ladrão

Depois de chamar Flávio Bolsonaro de ladrão, Ronaldo Caiado (PSD) aderiu à campanha. Flávio Bolsonaro recebeu também o apoio de Romeu Zema (Novo), além do ex-presidente Michel Temer (MDB). Caiado exaltou o ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado e preso por tentativa de golpe de Estado, de quem foi colega de Congresso por 20 anos, dizendo que sempre foram autênticos e tiveram muita coragem ao longo da trajetória. O ex-governador de Goiás prometeu uma mobilização integral dos goianos em prol da eleição de Flávio Bolsonaro como presidente do Brasil.

Compra de votos

A compra de votos comeu solta em todo o país no primeiro turno. No segundo também haverá. Como? Direta e indiretamente. Mais de três mil prefeituras administradas por bolsonaristas Brasil afora, irrigadas por emendas parlamentares não fiscalizadas, “estimulam” os munícipes a votarem em Flávio Bolsonaro. Alguns, ameaçados de perder o Bolsa Família e até o Pé de Meia! Cestas básicas distribuídas sem limites. Funcionou. Flávio Bolsonaro no segundo turno. Para o segundo turno com certeza a campanha será irrigada por milhões de dólares dos Estados Unidos e, pasmem senhores, de Daniel Vorcaro. Isso mesmo. Vorcaro já está na campanha do irmãozão Flávio Bolsonaro. A eleição dele significará a liberdade de Vorcaro. E o fim do Caso Master.

Redes sociais e influencers

Este articulista há anos vem alertando os lulistas sobre a importância das redes sociais (Facebook, Instagram, X, etc), além de influencers. Sequer a esquerda curte as postagens pro-Lula. Comentar e compartilhar, nem pensar. Não leem matérias de interesse da esquerda. Leem só o título da matéria. Agora, na iminência de perder as eleições, a campanha de Lula acordou. Tardiamente? Talvez. Mas, nunca é tarde para corrigir os erros. Estão neste momento convocando influencers de esquerda para um verdadeiro combate aos bolsonaristas nas redes sociais. O clima é de guerra.

Ana Elisa e Pedro Rousseff

Deputados federais eleitos pelo PT de Minas Gerais, Ana Elisa e Pedro Rousseff têm, nesta quarta-feira (7), uma conversa com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em Brasília (DF), para discutir a atuação nas redes sociais durante o 2° turno. A conversa reservada deve acontecer logo depois de uma agenda de Lula com os deputados federais eleitos que integram a bancada ligada ao governo. Segundo apurou O Fator com fontes ligadas ao governo federal, a intenção é aproximar os dois mineiros da campanha presidencial e aproveitar a atuação que eles já desenvolvem nas plataformas digitais, sobretudo na comunicação com o público mais jovem.

Ana Elisa e Pedro Rousseff 2

Aos 21 anos, Ana Elisa foi a deputada federal mais jovem eleita no país, enquanto Pedro Rousseff, de 26 anos, também chega à Câmara com trajetória marcada pela atuação nas redes. No caso de Ana, o convite ocorre depois de uma cobrança pública à estratégia digital do presidente. Ainda no domingo (4), ela afirmou que a esquerda precisa rever a forma como utiliza as redes sociais e criticou a presença digital da campanha de Lula.

Três vozes negras no Congresso Nacional

Vai ter negro no Congresso Nacional, sim. As eleições dos petistas  Renato Freitas (PR), Ana Elisa (MG) e Jones Manoel (PE), vão dar mais do que um colorido especial na Câmara Federal. Vão ser três vozes para combater parlamentares brancos e fascistas. “Não é apenas representatividade. É o povo negro ocupando espaços de poder, fazendo sua voz ecoar onde as grandes decisões do país são tomadas. Da resistência à conquista. Da periferia ao Congresso. Nossa voz, nossa história e nossos direitos precisam estar presentes!”.

Davi Alcolumbre não é confiável

O presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União Brasil-Ap), não é confiável. Não vai aprovar o fim da escala 6×1. Vai negociar com Flávio Bolsonaro. Querem apostar?

Neutro é sabão

Este articulista tem o dever cívico de se manifestar politicamente. Principalmente quando a democracia está em perigo. Não é arroubo de um jornalista esquerdista. É a visão de que a ascensão de Flávio Bolsonaro à presidência será o fim da democracia conquistada à custa de muito sangue e vidas. Jovens eleitores que estão do lado de Flávio Bolsonaro desconhecem a história política do Brasil. Desconhecem os horrores que foi a Ditadura Militar. Desconhecem a fome que assolou o país até 2002 e só acabou graças às políticas sociais implementadas pelo governo petista. É contra a volta da fila do osso que este articulista se expõe dessa maneira, sem medo de ser feliz.

Victória Bacon

É com pesar que a coluna registra a morte da jornalista Victória Bacon, amiga deste articulista. Era a única bolsonarista que tinha livre trânsito nos grupos administrados por nós. Victória Ângelo Bacon tinha 45 anos. Morreu na manhã de terça-feira (6), em Porto Velho. Ela estava internada no Hospital da Unimed desde o dia 24 de setembro, após passar mal. Victória teve uma trajetória marcada pela atuação no jornalismo rondoniense e na educação. Além de jornalista e professora, também trabalhou como secretária executiva e tradutora. Ao longo dos anos, participou de diferentes momentos da imprensa de Rondônia e ficou conhecida pelo conhecimento, inteligência e firmeza na defesa de suas posições. Sua personalidade marcante também era uma característica lembrada por colegas e pessoas que acompanharam sua carreira. Descanse em paz! RIP.

Restos a pagar

As redes sociais estão inundadas por cobranças de formiguinhas de candidatos que não pagaram seus colaboradores. Amanhã a coluna vai publicar, a pedido, a lista de ex-candidatos que deixaram de honrar seus compromissos.

Nelson Canedo coleciona vitórias

Com histórico de viradas, disputas apertadas e resultados inéditos, o advogado rondoniense  Nelson Canedo comandou jurídicos de Marcos Rogério e Fernando Máximo em 2026 e campanhas vitoriosas de Marcos Rocha, Léo Moraes, Hildon Chaves e Mauro Nazif. Nestas eleiçõesNelson Canedo coordenou juridicamente, ao mesmo tempo, as campanhas de Marcos Rogério ao Governo de Rondônia e de Fernando Máximo ao Senado Federal. As duas terminaram com resultados históricos. Marcos Rogério foi eleito governador ainda no primeiro turno, com 56,86% dos votos válidos. Segundo Canedo, o resultado teve dimensão especial porque, em 36 anos de eleições diretas no estado, Rondônia havia decidido uma disputa pelo Governo no primeiro turno apenas uma vez, em uma eleição de reeleição. Fernando Máximo, por sua vez, foi eleito senador com 570.799 votos, tornando-se, conforme relata o advogado, o candidato ao Senado mais votado da história de Rondônia.

Flávio Bolsonaro fala em mudar a Constituição

Flávio Bolsonaro afirmou que pretende usar o avanço da direita no Congresso para “mudar a Constituição” e “redemocratizar o país”. “Já temos maioria no Senado e na Câmara, para a gente mudar a Constituição para redemocratizar o país”, declarou Flávio durante evento em Goiânia que oficializou o apoio do ex-governador Ronaldo Caiado (PSD) à sua candidatura no segundo turno. “O Brasil já me deu um Congresso muito mais à direita do que ele já é hoje. Com maioria no Senado para fazer o presidente do Senado, com maioria na Câmara para fazer o presidente da Câmara”, afirmou. Na Câmara, o partido passou de 98 deputados eleitos em 2022 para 121 neste ano. No Senado, a bancada aumentou de 15 para 28 integrantes. Apesar do avanço, o PL sozinho não dispõe dos votos necessários para alterar a Constituição. A aprovação de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) exige o apoio de três quintos dos parlamentares em cada Casa: pelo menos 308 dos 513 deputados e 49 dos 81 senadores. (Metrópoles)

PP e União Brasil

Mudanças
Orlando Pedroso

Mas PP e União Brasil decidiram apoiar Flávio Bolsonaro no segundo turno da eleição presidencial. A decisão foi tomada por unanimidade pelas Executivas Nacionais dos dois partidos, que formam uma federação, após reunião com dirigentes estaduais, deputados e senadores. Além disso, o endosso de Republicanos e Podemos também deve vir ainda hoje, ampliando a coalizão que possibilita mudar a Constituição. (Globo)

6×1 “oportunista” 

Flávio Bolsonaro também classificou como “oportunista” a proposta de acabar com a escala 6×1 defendida pelo governo Lula e afirmou que seu projeto para flexibilizar a jornada de trabalho é “infinitamente melhor”. A declaração foi feita enquanto o Senado começa a discutir a PEC. Pelo projeto apoiado por Flávio, a remuneração seria proporcional ao número de horas trabalhadas. (Folha)

Redução da maioridade penal

O candidato do PL ainda usou o dia para defender a redução da maioridade penal para 16 anos e instituir a castração química de pedófilos e estupradores caso seja eleito presidente. “Vamos arregaçar com vagabundo”, afirmou Flávio durante evento em Goiânia. O candidato disse que o resultado das eleições para a Câmara e o Senado dará condições para avançar com propostas de endurecimento da legislação penal. (Estadão)

Voltou a receber visitas

E a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestou a favor de que Jair Bolsonaro volte a receber visitas do filho Flávio antes do fim da restrição imposta pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). (g1)

Espírito de vingança

Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado e coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro, afirmou que não haverá “espírito de vingança” contra o Supremo Tribunal Federal (STF) na próxima composição do Senado, mas disse que a Casa não será omissa diante de eventuais crimes de responsabilidade cometidos por ministros da Corte. “Deixamos claro que, na hora que houver algum crime de responsabilidade por um ministro do STF, o Senado não vai se omitir. E hoje ele tem se omitido”, afirmou Marinho após se reunir com o presidente do Supremo, Edson Fachin, em Brasília. (CNN Brasil)

Abertura automática de impeachment

Marinho ainda voltou a defender uma mudança no regimento do Senado para permitir a abertura automática de processos de impeachment quando o pedido tiver o apoio de pelo menos 49 senadores. Pela proposta, o presidente da Casa perderia a prerrogativa de impedir o andamento de um pedido que alcançasse esse número de assinaturas. (Folha)

Abertura automática de impeachment 2

Há cerca de um mês o ministro Gilmar Mendes se reuniu com Flávio Bolsonaro e Rogério Marinho e ouviu que dificilmente Alexandre de Moraes evitará uma investigação sobre sua conduta. (Globo)

Gilmar arquivou investigação por estupro

E o ministro Gilmar determinou o arquivamento da investigação por estupro contra o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL), candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro. (Metrópoles)

Débora do Batom

Já o ministro Alexandre de Moraes autorizou a progressão de Débora Rodrigues dos Santos, conhecida como “Débora do Batom”, para o regime semiaberto. Ela foi condenada a 14 anos de prisão por participação nos atos de 8 de janeiro de 2023. (Estadão)

Gilmar e Moraes

Em 48h, Gilmar e Moraes deram quatro sinalizações favoráveis ao bolsonarismo. Além dessas decisões, Moraes ainda determinou à PGR que se manifeste sobre um pedido de visita de Flávio a Jair Bolsonaro e arquivou uma investigação contra o senador Marcos do Val e os blogueiros bolsonaristas Oswaldo Eustáquio e Allan dos Santos. (CNN Brasil)

Enquanto isso…

O presidente nacional do PT, Edinho Silva, afirmou que o presidente Lula estuda retirar do presidente da República a atribuição exclusiva de indicar ministros do STF e criar alguma forma de participação da sociedade civil no processo. (CNN Brasil)

Salve-se quem puder

Roseann Kennedy: “A estratégia de recuo dos ministros do STF também aponta para o início da dinâmica do ‘salve-se quem puder’. A Corte já vislumbra um eventual governo de Flávio Bolsonaro e sabe que será muito mais difícil evitar o avanço dos pedidos de impeachment no Senado. Além disso, o novo presidente da República vai indicar pelo menos mais três ministros para o STF. E se for Flávio, a turma de Moraes terá seu poder ameaçado”. (Estadão)

Força-tarefa digital

A campanha petista prepara uma força-tarefa digital para ampliar a presença do presidente Lula nas redes sociais no segundo turno e pretende incorporar à estratégia parlamentares eleitos e influenciadores de esquerda com forte alcance nas plataformas. Lula deve se reunir ainda hoje com nomes como Ana Elisa (PT-MG), Erika Hilton (PSOL-SP) e Sâmia Bomfim (PSOL-SP). A intenção é discutir formas de melhorar o desempenho digital da campanha. A campanha também avalia incorporar influenciadores de esquerda à mobilização. Entre os nomes está Jones Manoel (PSOL-PE), eleito deputado federal com a segunda maior votação de Pernambuco. (g1)

O legado de Lula

Flávia Tavares. “O legado de Lula vai ser digno de ser enaltecido quando ele sair da disputa eleitoral. Enquanto nela estiver, precisa convencer e entregar. Falar de futuro, não do que já fez no passado. A campanha de Lula foi pouco profissional, feita por quem vê Lula com olhos de militante, com olhos apaixonados, não por quem compreende que num país ainda dividido ao meio é importante convencer, conquistar, batalhar, ouvir” . (Meio)

Interferência nas eleições brasileiras

A missão de observação eleitoral da Organização dos Estados Americanos (OEA) afirmou que a interferência de atores políticos estrangeiros nas eleições brasileiras chegou ao “extremo” de incluir insultos contra uma das candidaturas. A avaliação consta do relatório da missão que acompanhou o processo eleitoral no Brasil. O documento não informa quem fez as declarações nem identifica o candidato que teria sido alvo dos ataques. (CNN Brasil)

Lobby de Eduardo Bolsonaro

Documentos da Casa Branca e do Congresso dos EUA citam o lobby do ex-deputado Eduardo Bolsonaro por sanções contra o ministro do STF Alexandre de Moraes e detalham um fundo do governo americano que, cinco dias antes do primeiro turno, liberou em sigilo US$ 1 milhão para ações contra o Supremo. (UOL)

João de Deus

A Justiça de Goiás condenou João Teixeira de Faria, o João de Deus, e o Centro Espírita Dom Inácio de Loyola a pagar R$ 20 milhões por danos morais coletivos pelos abusos sexuais cometidos em Abadiânia (GO) entre a década de 1980 e 2018. A decisão, do juiz André Luiz Figueiredo Ligório, determina que o valor seja destinado, após o trânsito em julgado, a fundos públicos voltados à proteção e ao atendimento de mulheres vítimas de violência sexual, com preferência para iniciativas no município de Abadiânia. Para garantir o pagamento da indenização, a Justiça manteve o bloqueio da Fazenda Agropastoril Dom Inácio, avaliada em R$ 41 milhões. (Metrópoles)

Breakfast

Por hoje é só. Este é o breakfast, o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção com os temas de destaque da política em Rondônia e do Brasil.

(*) Roberto Kuppê é jornalista e articulista político,  com informações do Canal Meio

Contato: [email protected]

O conteúdo opinativo acima é de inteira responsabilidade do colaborador e titular desta coluna. O Portal Mais RO não tem responsabilidade legal pela opinião, que é exclusiva do autor.

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