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terça-feira, março 31, 2026
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Senador Confúcio homenageia os professores finalistas do Global Teacher Prize e destaca a criatividade dos educadores brasileiros

A brasileira Debora Garofalo estava entre os concorrentes.

Em pronunciamento na segunda (25), o senador Confúcio Moura (MDB/RO)
homenageou os professores finalistas do Global Teacher Prize, e destacou as
iniciativas dos educadores que usam da criatividade para estimular o
aprendizado dos seus alunos, mesmo com sistema educacional fraco e sem
apoio.

“Eu vi a crença e a esperança em tudo isso. Eu vi que todos se envolveram
de corpo em alma na criação de oportunidades para os seus alunos”, disse
Confúcio ao citar a premiação da Fundação Varkey, considerada o ‘Nobel da
educação’, que premia anualmente o melhor educador do mundo.

Dentre os finalistas, em especial, o senador ressaltou o trabalho da
professora Débora Garofalo, da Escola Almirante Ary Parreiras, na periferia
de São Paulo. Por meio do projeto Junk Robotics, ela envolveu os alunos na
coleta e uso de resíduos para a produção de protótipos, utilizando
conceitos de física e eletrônica, e com isso, os fez descobrir um potencial
que até então desconheciam.

Confúcio afirmou, como esses professores, há outros tantos, que,
isoladamente, se rebelam contra a mesmice e o lugar comum das escolas e
enchem de entusiasmo os seus alunos. “Eu percebi que os finalistas têm em
suas aulas, como objetivo central, a ciência e a tecnologia, em suas
diversas variações. A partir de questões simples, conseguem obter
excelentes resultados”.

Para o parlamentar não há outro caminho para melhorar a educação no Brasil,
que não seja pelo professor, muitas vezes abandonado à própria sorte na
sala de aula. “O nosso professor está diante deste quadro: o desnivelamento
dos alunos, o pouco aprendizado nas séries iniciais, a indisciplina, a
falta de respeito, o enfrentamento da delinquência no entorno das escolas e
as consequências das drogas dentro e fora do ambiente escolar”, enfatizou .

Em tempo

O prêmio principal, de US$ 1 milhão, foi concedido ao professor Peter
Tabishi, do Quênia, que trabalha em uma escola rural, onde um terço de seus
alunos é órfão e 90% são extremamente pobres. Ele ainda doa 80% do que
ganha do salário para as causas e as necessidades essenciais da sua
comunidade. O evento de premiação foi realizado no último domingo (24), em
Dubai, nos Emirados Árabes.

Assessoria de comunicação

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