Por Édson Silveira
As imagens desta última semana dizem muito sobre a campanha em Rondônia. Há bandeiras, caminhadas e gente disposta a ocupar as ruas pelo projeto de Lula, Expedito Netto e Luciana Oliveira. Para quem acompanha essa trajetória de perto, é difícil não reconhecer a energia de uma militância que segue presente e confiante na reta final do primeiro turno.
Essa presença tem um valor político que vai além das fotografias. Cada atividade abre espaço para uma conversa, para ouvir uma cobrança e para apresentar uma proposta. É nesse contato direto que uma campanha mostra sua capacidade de dialogar com o estado. A chamada “virada”, se vier, terá de ser construída também nesses encontros.
O PT chega a esse momento com Expedito Netto na disputa pelo governo, número 13, e Luciana Oliveira para o Senado, 133. Para deputado federal, apresenta Professora Márcia Regina 1331, Jabá Moreira 1333, Anselmo de Jesus 1312, Israel Trindade 1345, Ramon Cujui 1313, Elzilene da CUT 1300 e Sara Maria 1330.
Na disputa estadual, há nomes como Fátima Cleide 13133, Cláudia de Jesus 13123, Sid Orleans 13222, Cidão do PT 13345, André do Sindicato 13111, Dasilva 13013, Giovana Barros Sindicalista 13333, Núbia Fernandes 13777, Chiquinho do PT 13113, Francimar Simão 13456 e Professora Léo Simão 13789. É uma nominata com trajetórias e experiências distintas, que merece ser conhecida e debatida pelos eleitores.
Na minha avaliação, o que essa reta final já revelou é a disposição desse grupo de fazer campanha com presença, conversa e alegria. O resultado pertence às urnas. Até lá, as ruas de Rondônia seguem sendo o lugar onde candidaturas e população se encontram — e onde a política ganha voz, rosto e sentido.
Édson Silveira
Advogado, administrador, professor e militante do PT/RO



