O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) vai comunicar os locais onde deverão ficar os banheiros químicos e a Amazon Fort seguirá as orientações na elaboração do projeto, que deve ser enviado até 22 de março ao Iphan, que, por sua vez, se comprometeu a fazer a análise do projeto até 30 de março.
A reunião ocorreu por iniciativa do MPF, na tentativa de buscar uma solução para a reabertura do Complexo da EFMM. O procurador da República Gabriel de Amorim ressaltou que o acordo é um passo importante para devolver à população rondoniense um dos seus principais atrativos turísticos, onde Rondônia começou.
Participaram da reunião a superintendente do Iphan, Alyne Maya Rufino dos Santos, a servidora do Iphan, Mônica Castro de Oliveira, os representantes da Amazon Fort, Iuri Daniel Serrate Faria, Normando Lira e Renato Juliano Serrate de Araújo, o promotor de Justiça Jesualdo Erípedes Leiva de Faria, representando o Ministério Público do Estado de Rondônia (MPRO), o titular da Superintendência do Patrimônio da União (SPU) em Rondônia, João Batista Nogueira, a servidora da SPU, Margarete Barroso, e os diretores Jerrold Trevor França Scorgie, Moacyr Rodrigues Pontes Netto, Dalmo Luiz Roumié da Silveira, representando a Prefeitura Municipal de Porto Velho.



