Existem algumas prefeituras que têm buscado integrar a gestão ambiental e urbana de maneira mais eficiente. Um exemplo notável é o Programa Cidades Sustentáveis, que conta com o compromisso de prefeitos de várias cidades brasileiras, incluindo capitais. Este programa promove a expansão da agenda ambiental dentro da gestão pública, incentivando práticas sustentáveis e a criação de políticas públicas que considerem a preservação dos recursos naturais e a redução dos impactos ambientais negativos.
Outro exemplo é a cidade de Curitiba, conhecida por sua gestão ambiental inovadora e sustentável. A cidade implementou várias iniciativas, como a coleta seletiva de resíduos e a criação de áreas verdes, que integram a gestão ambiental com o planejamento urbano.
Esses exemplos mostram que é possível alinhar a gestão ambiental e urbana de forma a promover um desenvolvimento sustentável e melhorar a qualidade de vida dos cidadãos.
Curitiba em 2025 tentou unir meio ambiente com agricultura e abandonou o modelo, porém integrando urbanismo e meio ambiente vem dando certo.
Nesse sentido se o prefeito Leo Moraes criasse uma secretaria de desenvolvimento ambiental e urbanismo seria mais coerente.
Outro aspecto interessante e inusitado na reforma administrativa da Prefeitura de Porto Velho, foi transferir a gestão do contrato do resíduo sólido para EMDUR. Os exemplos mais recentes que empresas publicas participam da gestão dos resíduos são os respectivos: São Paulo e Paraná, no entanto, a participação se resume basicamente ao tratamento e destinação final dos resíduos. E não uma empresa publica fazendo a gestão de um contrato, do qual, uma empresa terceirizada é contratada para prestação do referido serviço. Esse papel caberia mais uma secretaria de meio ambiente, que tem funções administrativas de licenciamento e fiscalização de atividades correlacionadas a impactos ambientais locais.
Edjales Benicio de Brito
Especialista em Gestor Ambiental



