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segunda-feira, fevereiro 16, 2026
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Banda do Vai Quem Quer explica decisão de manter trio elétrico parado durante desfile

A Banda do Vai Quem Quer esclareceu, nesta segunda-feira (16), os motivos que levaram a organização a manter o trio elétrico parado durante o desfile realizado no último sábado (14), em Porto Velho. A decisão foi tomada diante das fortes chuvas e de riscos à segurança ao longo do percurso.

Segundo a diretoria do bloco, no horário previsto para o início do desfile, uma intensa chuva atingiu a cidade, ao mesmo tempo em que foram identificados pontos com fiação elétrica rebaixada no trajeto oficial. Diante desse cenário, a organização optou por não deslocar o trio elétrico, seguindo orientações técnicas e protocolos de segurança do Corpo de Bombeiros e da concessionária de energia responsável pela rede elétrica da área.

A Banda informou que a decisão teve como único objetivo preservar a vida de foliões, artistas e equipe técnica. A combinação de chuva forte, estruturas metálicas e redes elétricas representa alto risco de acidentes, como choques elétricos e curto-circuitos, com possibilidade de consequências graves.

A organização também lembrou um episódio ocorrido em 2015, no município de Humaitá, quando uma jovem de Porto Velho morreu eletrocutada em cima de um trio elétrico durante uma forte chuva. O acidente envolveu o mesmo trio que tradicionalmente também desfila na Banda do Vai Quem Quer, fato que reforçou a cautela adotada neste ano.

Em nota, a presidente da Banda, Siça Andrade, e a diretora de Comunicação, Yalle Dantas, afirmaram que a decisão foi difícil, mas necessária.
“Trabalhamos o ano inteiro para oferecer o melhor desfile à população. Ninguém mais do que a organização queria ver o trio nas ruas. No entanto, a chuva não cessou e as condições não eram seguras. Preferimos manter a banda tocando, com o trio parado, para dar continuidade à festa com segurança”, destacaram.

A Banda do Vai Quem Quer reiterou o compromisso com a segurança do público e afirmou compreender a frustração de parte dos foliões, mas reforçou que a preservação da vida deve sempre estar acima de qualquer expectativa festiva.

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