Por Édson Silveira
Se depender de parte da oposição, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não poderá mais nem respirar em público. Agora o novo “crime” seria assistir a um desfile de escola de samba. É isso mesmo: a turma que dizia defender a liberdade agora quer criminalizar até o carnaval. A criatividade para fabricar escândalos é inversamente proporcional à capacidade de ganhar eleição.
A legislação eleitoral brasileira é cristalina. Não existe inelegibilidade por aplauso, por abraço ou por presença em evento cultural. Para afastar um presidente eleito é preciso crime eleitoral comprovado, com gravidade e impacto real. Mas, quando faltam votos, sobra fantasia. E, curiosamente, não é fantasia de carnaval: é fantasia jurídica.
O que vimos foi um chefe de Estado sendo homenageado pelo povo. Salvador, Recife, Rio de Janeiro e diversas cidades do Brasil repetiram a mesma cena: aplausos, carinho e reconhecimento. Sem vaias, sem hostilidade. Apenas a demonstração espontânea de que Lula continua sendo o maior líder popular do país. Isso dói em quem apostou no ódio como projeto político.
A tentativa de transformar essa homenagem em escândalo é apenas mais um capítulo da velha estratégia: perder no voto e tentar vencer no tapetão. Foi assim com Dilma Rousseff, em um impeachment que até muitos de seus articuladores hoje reconhecem como erro histórico. Foi assim com o próprio Lula, vítima de perseguição judicial anulada pelo Supremo Tribunal Federal. E agora tentam novamente, como se o Brasil não tivesse memória.
A verdade é simples: enquanto a oposição vive de criar crises imaginárias, o governo trabalha. O país cresce, o emprego volta, o salário melhora e o Brasil recupera respeito internacional. Isso explica o desespero. Afinal, é difícil disputar com quem governa para o povo.
No fundo, esse barulho todo revela medo. Medo de enfrentar Lula nas urnas. Medo de perder novamente. Medo de que o Brasil siga avançando.
Quem tem história para contar não precisa inventar escândalos. Lula foi, é e continuará sendo celebrado pelo povo brasileiro.
E para desespero dos adversários: não há lei que proíba aplausos.
Salve Lula, o melhor presidente da história do Brasil.
Edson Silveira
Advogado, administrador, professor, membro da executiva estadual do PT/RO e pré-candidato a deputado federal pelo PT/RO




