O coordenador distrital de saúde indígena de Porto Velho, Eloy Angelo dos Santos Bernal, é um dos 11 que foram exonerados do Ministério da Saúde em resposta à crise sanitária do povo da Terra Indígena Yanomami, em Roraima.
Na sexta-feira (20) o Ministério da Saúde (MS) decretou emergência em saúde pública em decorrência da desassistência do povo ianomâmi. Os indígenas receberam a visita do presidente Lula (PT), que criticou o governo Bolsonaro por ter deixado a situação chegar a este estado.
O MS criou um Centro de Operações de Emergências para coordenar as medidas que serão empregadas. Crianças indígenas morreram em decorrência do impacto das atividades de garimpo ilegal na região.
As exonerações dos 11 coordenadores de saúde indígena foram publicadas no Diário Oficial da União e são assinadas pelo ministro da Casa Civil, Rui Costa.
Além de Eloy Angelo, foram exonerados: Adilton Gomes Assunção (Bahia); Alberto Jose Braga Goulart (Maranhão); Alexandre Rossettini de Andrade Costa (Interior Sul); Atila Rocha de Oliveira (Parintins); Gabriel Ribeiro Santos (Minas Gerais e Espírito Santo); Audimar Rocha Santos (Cuiabá), Igle Monte da Silva (Alto Rio Juruá); Luiz Antonio de Oliveira Junior (Mato Grosso do Sul); Marcio Sidney Sousa Cavalcante (Leste de Roraima); e Ruy de Almeida Monte Neto (Ceará).




