Grandes bancos de investimento de Wall Street à Faria Lima estão de olho no montante trilionário movimentado pelo esporte mais popular do mundo. De assessoria em aquisições de clubes históricos a financiamento para as principais ligas, bancos como Goldman Sachs e JPMorgan estão descobrindo que o futebol europeu é uma fonte lucrativa de receita em um momento em que a atividade mais ampla de M&A (fusões e aquisições) continua a desacelerar. No Brasil, BTG Pactual e XP também estão atentos ao esporte, com a ajuda da mudança da lei que previu a criação da SAF (Sociedade Anônima de Futebol) e de uma nova onda de investidores e dirigentes de clubes.
Leia matéria completa da Bloomberg aqui




