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quarta-feira, março 11, 2026
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Lulistas correm para reafirmar que as obras da ponte em Guajará-Mirim são do governo Lula

PORTO VELHO- Uma verdadeira corrida ao cartório para registrar a paternidade sobre a construção da ponte binacional que ligará o Brasil à Bolívia na fronteira, em Guajará-Mirim (RO), verificou-se nos últimos dias, após as informações de que o DNIT vai licitar a referida obra em meados de outubro. Ninguém quer ser pai de filho feio, mas dessa obra, o alvoroço nas redes sociais é intensa.

O advogado e ativista  Samuel Costa, é um dos entusiastas da construção da ponte, já avisou que “Lula é o pai da ponte binacional Brasil e Bolívia”. “No cenário político de Rondônia, tem havido controvérsias em relação à paternidade da ponte binacional Brasil e Bolívia. Políticos locais tentam esconder o fato de que o projeto e execução da obra é uma iniciativa do Governo Lula, presidente do Brasil, e que sua construção só está sendo possível graças à visão humanitária do atual Governo Federal, mesmo tendo recebido apenas 30% dos votos no estado”, disse Samuel Costa.

A deputada estadual Claudia de Jesus (PT-RO) também comemorou o anúncio da licitação enfatizando que a obra representa um importante passo para fortalecer a integração regional e internacional. A deputada lembrou a importância desse avanço para o estado de Rondônia e elogiou o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) por priorizar e dar importância ao olhar para a região com a construção da ponte.

“A abertura da licitação representa um avanço significativo nesse projeto de grande relevância para a região amazônica e para o país como um todo. Com a construção da ponte, o governo federal demonstra seu compromisso com o estado em promover a integração e o desenvolvimento do Brasil, fortalecendo os laços de cooperação entre as nações vizinhas. Será uma grande obra do governo Lula para Rondônia”, declarou a deputada.

Pode ser uma imagem de 5 pessoas e texto que diz "COVERADIAERL voltou Confúcio Moura confirma licitação para construção da ponte binacional Brasil-Bolívia, em Guajará-Mirim Objeto de tratado assinado em 1903, a obra é indispensável para acesso ao Pacífico para a regulação de transações comerciais entre o Brasil e os países andinos SENADOR CON FÚCIO MOURA"O senador Confúcio Moura (MDB-RO), mais comedido, lembrou que a construção da ponte binacional Brasil-Bolivia, em Guajará-Mirim, “mais do que autor ou dono, tem heróis e herdeiros”, disse. Prometida no Tratado de Petrópolis lá em 1903, a ausência da obra tem imposto aos brasileiros e aos bolivianos sofrimentos diários para o desenvolvimento de suas atividades laborais, sociais e mercantis. “Nesse tempo, muitas vidas foram perdidas, deixando órfãos e órfãs do descaso. Construí-la significa integrar os dois países, expandir as suas economias, gerar emprego e, sobretudo, melhorar a vida de quem mora nos dois lados da fronteira”, afirmou o senador.

Neste sentindo, o senador confirmou a vinda do ministro dos Transportes, Renan Filho, para anunciar pessoalmente a obra e vistoriar obras em cursos, em Rondônia. “Já fechamos uma agenda com o ministro em Rondônia para agosto, na qual trataremos das obras em curso, muitas obras; inauguraremos outras e lançaremos mais, todas essenciais para o fortalecimento da economia do estado e do Brasil. O olhar do governo federal está voltado para Rondônia”, disse Confúcio.

Ainda sobre a ponte, a ex-senadora Fátima Cleide (PT-RO) lembrou que, ao terminar o mandato dela em 2010, deixou carimbado os recursos para a construção da ponte. Ou seja, o dinheiro para as obras está parado há 13 anos e está destinado exclusivamente para a construção da ponte.

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