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quinta-feira, novembro 5, 2026
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Quem está subindo? Nova pesquisa eleitoral deve revelar cenário em Rondônia

Uma nova pesquisa eleitoral do Instituto Phoenix foi iniciada no sábado (15) em Rondônia, encerrou a coleta na terça-feira (18) e deve ter os resultados divulgados no final de semana, segundo dados do TSE e da direção da empresa.

O levantamento ouviu 961 eleitores sobre as disputas para governador, senador, deputado federal e deputado estadual.

As entrevistas foram realizadas em várias regiões de Rondônia. O levantamento foi presencial, com aplicação de questionários estruturados em abordagem domiciliar entre eleitores com 16 anos ou mais.

ELEIÇÕES 2026: Hildon Chaves cobra seriedade dos adversários no primeiro debate da Band

Candidato ao Governo de Rondônia pela Federação União Progressistas, Hildon Chaves alertou que seus adversários “precisam ter compromisso com a verdade e parar de prometer soluções mágicas que não existem”

O ex-prefeito de Porto Velho e candidato a governador pela Federação União Progressistas, Hildon Chaves, participou do primeiro debate entre os candidatos ao Governo de Rondônia, realizado na manhã desta terça-feira (18), em Porto Velho, pela Rondovisão TV, afiliada da Band. Além de Hildon, outros cinco candidatos participaram do debate: Pedro Abib (MDB), Adailton Furia (PSD), Expedito Netto (PT), Marcos Rogério (PL) e Samuel Costa (PSB). O encontro foi mediado pelo jornalista Marcelo Reis e dividido em sete blocos.

Hildon Chaves cobrou seriedade de seus adversários na corrida ao Governo do Estado. “É preciso que os candidatos tenham compromisso com a verdade. Aqui mesmo, alguns candidatos prometeram resolver o problema do pedágio. Isso é falta de respeito à população”. Hildon disse que “o papel aceita tudo e de boas intenções o inferno está cheio. Depois de toda a omissão que vimos acontecer sobre o pedágio, chegar no momento eleitoral e assumir que vai acabar com essa cobrança, num passe de mágica, denota fraqueza moral”.

Hildon afirmou que muitos candidatos têm “soluções mágicas pra tudo”. E completou: “alguns prometem a terceirização da saúde, mas esse não é o caminho. Tudo começa pela gestão. Vamos organizar a rede, fortalecer os municípios, oferecer uma tabela vantajosa, que seja viável para os municípios. Faremos uma integração, foi assim que transformamos a capital, e assim iremos administrar o Estado”.

Ele ressaltou que atuou durante anos como promotor de Justiça em questões relacionadas à saúde pública. “Sei muito bem o que precisa ser feito para acabar com esse caos e essa vergonha. A maioria dos nossos adversários têm uma saída mirabolante para cada situação, ao passo que nós não precisamos provar nada, pois nós já fizemos”.

TECNOLOGIA

No primeiro bloco, Hildon respondeu a uma pergunta formulada pela emissora de TV, sobre a importância de investimentos em tecnologia para o Estado. “Encontramos a capital na “Idade da Pedra” em termos de tecnologia. Implantamos mecanismos e programas, pois tudo isso se relaciona à gestão e viabiliza as entregas para a população. Sem tecnologia não chegamos a lugar nenhum”, assinalou.

Hildon apontou que a questão fiscal do Estado é “dramática”. Segundo ele, “o Estado está absolutamente falido. Agora é o momento da população escolher. Colocamos nossa experiência como gestor público e privado e faremos por Rondônia tudo que fizemos por nossa capital e muito mais”.

SAÚDE

Hildon declarou que a saúde é o maior gargalo do estado. “Temos acompanhado a peregrinação de milhares de pessoas, percorrendo centenas de quilômetros em busca de atendimento médico. Estamos vendo a fila da vergonha, até cinco anos de espera por um exame de imagem”, disse.

O candidato também falou sobre a prática da “ambulancioterapia”. Segundo Hildon, “não faz sentido deslocar um paciente por centenas de quilômetros para um procedimento simples. Não precisamos reinventar a roda. Vamos usar o exemplo do “SUS Paulista”, em que as pessoas recebem atendimento no município e na região onde moram”.

“Construiremos e entregaremos o novo Hospital João Paulo II em dois anos e meio, da mesma forma que entregamos nossa bela rodoviária de Porto Velho, em apenas um ano e meio”, avisou. E afirmou que é preciso “regionalizar a saúde onde é necessário”. Para Hildon, “não tem cabimento privatizar a saúde”. Hildon destacou que irá “construir um novo João Paulo II do zero. Chega de enrolação. O tal Heuro já deu. Assumo aqui o compromisso com a população de entregar o novo João Paulo em dois anos e meio”.

ESTRADAS VICINAIS

Hildon também abordou a questão da infraestrutura. “Esse é um tema muito caro pra nós. Mudamos a realidade de milhares de pessoas na capital. Fizemos 820 km de asfalto, enquanto outros prefeitos fizeram 40 km, por mandato”. Ressaltou que “os recursos são suficientes para atender a demanda do povo. Investir em infraestrutura é fundamental. Vamos dar prioridade às estradas vicinais do Estado”, declarou.

Ele ainda respondeu a uma pergunta gravada pela presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Porto Velho, a empresária Joana Joanora, sobre investimentos no setor de comércio e serviços. “A principal função do governo é induzir desenvolvimento, nossos empresários são verdadeiros heróis. Sou empresário e conheço as dificuldades de quem empreende”, destacou. “Quem gera empregos no país é o setor de comércio e serviços”.

REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA

Sobre o tema da regularização fundiária, Hildon afirmou que a “questão fundiária em Rondônia é uma tragédia”. E detalhou: “na criação do Estado, em 1982, as terras da União deveriam ter sido arrecadadas pelo Estado, mas isso não foi feito. É preciso enfrentar isso imediatamente. Amapá e Roraima, apesar de mais novos, já resolveram essa questão. Minha expectativa é que os senadores possam resolver essa injustiça em relação a Rondônia”.

Para Hildon, essa questão “atrasa o nosso desenvolvimento. As terras são da União, mas em outros estados, como o Mato Grosso, foram incorporadas ao patrimônio do Estado. Precisamos que a nossa bancada federal resolva essa situação que as bancadas de outros estados já resolveram. Como governador, farei tudo que puder para que isso seja tratado como prioridade”, declarou.

Em relação à agricultura familiar, Hildon comentou que “é um dos grandes motores da economia de Rondônia, mas nossos pequenos agricultores estão abandonados. Tive oportunidade de fazer uma reunião com a equipe da SUDAM, durante a Rondônia Rural Show. Eles me perguntaram o motivo de Rondônia não acessar os recursos a fundo perdido para a agricultura familiar, e eu respondi a eles que nenhum técnico do atual governo teve coragem de se levantar da cadeira e acessar esses recursos”.

TRAJETÓRIA

No encerramento do evento, Hildon destacou sua trajetória pessoal e profissional. O candidato relembrou sua chegada a Vilhena, onde iniciou sua carreira como promotor de Justiça. Hildon ressaltou que já possuía experiência consolidada em gestão privada antes de assumir a prefeitura de Porto Velho, e que a gestão pública foi uma consequência natural desse percurso.

“Tivemos uma carreira de 21 anos como promotor de Justiça. Isso foi muito importante, porque eu sei o que não pode ser feito. Tivemos uma experiência empresarial de 25 anos, ao lado de minha esposa, Ieda Chaves, onde empregamos 1.300 funcionários. Não sou um político de carreira, sou um cidadão que tem muita gratidão ao nosso Estado. Aqui construímos nossas vidas e é essa gratidão que me moveu a ser prefeito da capital e, agora, governador de Rondônia”, afirmou.

“É nesse cenário que decidimos colocar o nosso nome, tendo Cirone Deiró como nosso vice, um homem digno, correto, empresário bem-sucedido, assim como nós, para enfrentar essa eleição. Iniciamos a nossa caminhada com os pés no chão, sem apoio do Governo do Estado, nem da Prefeitura da Capital, sem apoio do Congresso Nacional, nem do Governo Federal. Uma candidatura feita apenas por homens e mulheres de bem. E se assim a população quiser, será a candidatura que fará a “mudança de chave” também para o nosso Estado de Rondônia”, concluiu.

ASSESSORIA

O debate que fortaleceu a democracia em Rondônia

Por Édson Silveira

O debate entre os candidatos ao Governo de Rondônia, promovido pela Band Rondônia, foi um momento relevante para a formação da consciência política dos eleitores.

Participaram Adailton Fúria, Expedito Netto, Hildon Chaves, Marcos Rogério, Pedro Abib e Samuel Costa. A presença de todos garantiu pluralidade e permitiu que a população conhecesse melhor as propostas, diferenças e o comportamento dos postulantes diante do contraditório.

Na minha avaliação, Expedito Netto, candidato do PT, teve uma participação bastante positiva. Demonstrou segurança, equilíbrio e firmeza na defesa de suas posições, inclusive nos momentos de maior confronto.

Um desses momentos ocorreu quando Samuel Costa, do PSB, acusou Expedito de participar de uma suposta tentativa de “golpe” para retirar sua candidatura, a partir de uma decisão da Executiva Nacional do próprio PSB.

Expedito respondeu de forma objetiva e serena. Afirmou que é candidato do Partido dos Trabalhadores, legenda à qual pertence com orgulho, e que integra o time do presidente Lula. Acrescentou que, se Samuel tem problemas ou divergências com a Executiva Nacional de seu partido, é dentro do próprio PSB que deverá buscar explicações e resolver a questão.

A resposta foi correta. Cada legenda possui autonomia e instâncias próprias. Não é razoável atribuir ao candidato de outro partido a responsabilidade por disputas internas do PSB.

Samuel Costa, aliás, assumiu durante o debate a postura de verdadeiro franco-atirador. Foi o mais agressivo entre os participantes, procurando confrontar os adversários e elevar o tom em diversos momentos. A combatividade faz parte do debate político, mas precisa estar acompanhada de propostas claras e de responsabilidade nas acusações.

Hildon Chaves aparentou muito nervosismo e, em vários momentos, mostrou-se disperso. Para alguém que pretende governar o estado, é fundamental demonstrar equilíbrio, concentração e segurança, especialmente diante de questionamentos e situações de pressão.

Adailton Fúria, por sua vez, esforçou-se para fugir da pecha de candidato do governador Marcos Rocha. Procurou construir uma imagem de independência, mas teve dificuldades para se desvincular politicamente do atual governo estadual. Essa ligação certamente continuará sendo cobrada durante a campanha.

Marcos Rogério apresentou um discurso repetitivo. Recorreu várias vezes às mesmas ideias e argumentos, sem conseguir trazer a renovação ou a profundidade que o debate exigia. Pareceu mais preocupado em reafirmar posições já conhecidas do que em apresentar soluções novas para os problemas de Rondônia.

Pedro Abib também participou do encontro e teve a oportunidade de apresentar suas posições, contribuindo para a pluralidade necessária ao processo democrático.

Nesse cenário, Expedito Netto destacou-se pelo equilíbrio. Não se deixou provocar, reafirmou sua identidade política e demonstrou segurança ao declarar que pertence ao PT e faz parte do time do presidente Lula.

Essa postura é relevante porque Rondônia precisa ampliar sua capacidade de diálogo com o Governo Federal. O estado demanda investimentos em infraestrutura, saúde, educação, agricultura familiar, habitação, saneamento, geração de empregos e proteção ambiental. Para isso, será necessária uma articulação política eficiente e uma relação institucional produtiva com o governo do presidente Lula.

O debate também permitiu que os eleitores observassem algo que vai além das propostas: o comportamento de cada candidato quando pressionado. Governar exige serenidade, capacidade de diálogo, firmeza e equilíbrio para enfrentar crises e tomar decisões difíceis.

Apesar das divergências e dos momentos mais tensos, prevaleceu, de maneira geral, um ambiente de civilidade. Isso deve ser valorizado. A política não pode se reduzir a ataques pessoais, intolerância ou agressões. O debate deve servir para confrontar ideias, comparar projetos e orientar escolhas mais conscientes.

Independentemente da preferência partidária de cada cidadão, a democracia se fortalece quando os candidatos comparecem, apresentam suas propostas e aceitam o contraditório. A população também ganha ao reunir mais elementos para avaliar quem demonstra preparo e condições para governar Rondônia.

A Band Rondônia está de parabéns pela iniciativa e pela realização do debate com a participação de todos os candidatos. Que novos encontros ocorram ao longo da campanha, preservando a pluralidade, o respeito e o compromisso de discutir os verdadeiros problemas do estado.

No conjunto, o debate foi positivo. Na minha avaliação, Expedito Netto saiu fortalecido ao demonstrar firmeza, equilíbrio e identidade política. Não escondeu de onde veio, a qual partido pertence nem ao lado de quem pretende governar.

No fim, a maior vencedora foi a democracia.

Quanto mais debate, mais informação. E quanto mais informação, mais consciente será o voto.

Édson Silveira
Advogado, administrador, professor e militante do PT/RO

Coluna Zona Franca

Por Roberto Kuppê (*)

E o vencedor 🏆 foi…

A coluna assistiu ao debate. Dos seis candidatos ao governo de Rondônia, o vencedor foi a assessoria jurídica (Nelson Canedo) combinada com o marketeiro (Marcelo Vitorino) do candidato Marcos Rogério (PL). A postura comedida do candidato não cedendo aos ataques dos adversários foi uma estratégia imposta pela equipe. “Quando o Direito e marketing jogam do mesmo lado, a estratégia começa nos bastidores muito antes de o candidato pisar no palco”, ponderou o advogado Nelson Canedo. MR escapou da primeira armadilha.

Fúria, nem tanto

O candidato Adailton Fúria (PSD) também foi orientado a não atacar os adversários, principalmente Marcos Rogério. Até tentou mas preferiu mostrar-se comedido para não aumentar a temperatura. Saiu ileso do embate.

Samuel pegou Netto

Quem não conseguiu se safar de uma saraivada de ataques foi o candidato Expedito Netto (PT) que não se preparou para enfrentar Samuel Costa (PSB). Costa, desde o início da campanha, planejava mirar sua metralhadora em Marcos Rogério (bolsonarista), mas, por ironia do destino, teve que recalibrar contra justamente a esquerda da qual faz parte. Nesse debate a esquerda perdeu feio.

Pedro Abib e Hildon Chaves

No debate o conhecimento acadêmico de Pedro Abib (MDB) foi mais enfático do que a não experiência política. Já Hildon Chaves (UPr), mostrou que a experiência dele como prefeito será importante para governar o estado de Rondônia. Durante o confronto, Hildon afirmou que pretende construir um novo Hospital João Paulo II, unidade que classificou como uma “vergonha” para Rondônia.

Tudo pra dar certo

“Esse estado precisa ser destravado, tá parado, é um estado com potencial maravilhoso. Eu não quero que outra criança continue ouvindo aquela promessa que eu ouvia há 40 anos e que até hoje a gente não viu acontecer. Nós temos que fazer acontecer”, declarou Marcos Rogério durante o debate.

Capacidade de gestão

”O estado de Rondônia precisa de um governador que tenha capacidade de gestão, coragem para tomar decisões e disposição para defender, de verdade, os interesses da nossa população”, disse Adailton Fúria no debate.

Retornando aos poucos

Este articulista ainda convalesce de uma forte gripe que o deixou longe dos teclados por cinco dias. Voltando devagar com as devidas orientações médicas de continuar descansando.

Fim da escala 6×1

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), assinou os despachos para dar andamento a três propostas consideradas prioritárias pelo governo Lula: as PECs da Segurança Pública e do fim da escala 6×1 e o projeto que cria uma política nacional para minerais críticos. A expectativa é que a PEC que acaba com a escala 6×1 seja encaminhada diretamente à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e, depois, ao plenário. (CNN Brasil)

Missão

Já o candidato do Missão à Presidência, Renan Santos, afirmou que a proposta para acabar com a escala de trabalho 6×1 é uma “maluquice” e prometeu enterrar a medida caso seja eleito. Ele também defendeu o fim da Justiça do Trabalho e uma nova reforma trabalhista. (g1)

Flávio não participará de debates

O Candidato do PL ao Planalto, Flávio Bolsonaro, decidiu que não participará de debates no primeiro turno a menos que o presidente Lula também compareça. O temor dele é que, sem o petista, os demais candidatos de direita passem a atacá-lo a fim de atrair seus eleitores. Lula já disse que pretende participar apenas do debate organizado pela Rede Globo em 1º de outubro. Os dois candidatos, no entanto, confirmaram a presença em entrevistas individuais no Jornal Nacional. (Folha)

Recebeu ameaças

Flávio Bolsonaro afirmou ter recebido mais de 1,8 mil ameaças de morte desde que anunciou a proposta de classificar facções como PCC e Comando Vermelho como organizações terroristas. O senador disse que reforçou sua segurança e passou a usar colete à prova de balas. (Globo)

Disputa travada

Flávia Tavares: “As campanhas para as eleições de 2026 começaram oficialmente, mas a sensação de parte expressiva do eleitorado é de que a disputa travou antes mesmo de engrenar. Com Lula e Flávio Bolsonaro consolidados no topo e com pouca oscilação, o eleitor não-militante e não-engajado olha para o cenário com desânimo e sem perspectiva de futuro.”  (Meio)

Banco Master

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) marcou para 8 de setembro o julgamento de um processo que apura fraudes no mercado de capitais envolvendo o Banco Master, o banqueiro Daniel Vorcaro e outros integrantes de sua família. A investigação trata de possíveis irregularidades na terceira emissão de cotas do Brazil Realty FII. Segundo a CVM, são apuradas suspeitas de operação fraudulenta, violação de deveres fiduciários e informacionais e embaraço à fiscalização. (g1)

Fundação FHC

A Fundação FHC lança mais uma edição dos Cadernos Vale a Pena Perguntar. Nesta edição, seis especialistas, ouvidos entre maio e junho de 2026, analisam as dinâmicas do crime organizado no Brasil, seus impactos sobre a sociedade e a política e os desafios para combatê-lo. (Meio)

Donald Trump X Lula

O Departamento de Estado americano trocou o responsável pelas relações com os países da América Latina em meio ao período de tensão entre os governos de Donald Trump e Lula. Juan Pablo Segura assumiu como secretário-assistente de Estado para Assuntos do Hemisfério Ocidental, substituindo Michael Kozak, que ocupava o posto interinamente. Ao assumir, Segura afirmou que trabalhará para implementar a política de Trump para a região, com foco no combate a cartéis e ao narcotráfico, na segurança das fronteiras e na prosperidade econômica. A mudança tem impacto direto na interlocução com Brasília. (Folha)

Glória Menezes

A arte dramática sofreu mais uma grande perda nesta terça-feira, com a morte da atriz Glória Menezes, aos 91 anos, no Rio de Janeiro. Nascida em Pelotas (RS), mudou-se aos seis anos para a capital paulista, onde deu início aos mais de 60 anos de uma carreira brilhante. No teatro, deixou sua marca com o diretor Antunes Filho, primeiro com Devoção à Cruz, que lhe rendeu o prêmio de atriz revelação, em 1959, e no ano seguinte com As Feiticeiras de Salém, conquistando o Prêmio APCA. Nas telas, deslanchou como atriz ao interpretar Rosa em O Pagador de Promessas, filme que venceu a Palma de Ouro no Festival de Cannes. Nas novelas, fez história ao colaborar com a modernização da interpretação audiovisual no país, ao lado do marido Tarcísio Meira. O casal esteve junto em vários títulos de sucesso, como Espelho Mágico, Guerra dos Sexos e A Favorita. (Folha)

Carlos Cesare

Também morreu, em São José dos Campos, o ator e palhaço Carlos Cesare, mais conhecido por interpretar o personagem Pablo do programa Qual é a Música, exibido no SBT em 1986, com apresentação de Silvio Santos. (UOL)

Festival de Brasília

Quase cancelado por falta de verba, o Festival de Brasília anunciou a lista de indicados para sua 59ª edição, que acontece entre 11 e 19 de setembro, no Cine Brasília. Foram selecionados sete longas e 12 curtas para a Mostra Competitiva Nacional, além de quatro longas e oito curtas para a Mostra Brasília. O evento será aberto com a exibição do longa A Pele Morta, de Denise Moraes e Bruno Torres. O festival terá como homenageadas a atriz Julia Lemmertz, que receberá o Troféu Candango de Conjunto da Obra, e a cineasta Tata Amaral, que será reconhecida com o Prêmio Leila Diniz. (Globo)

Vídeo Latino

Anitta foi indicada ao prêmio de Vídeo Latino no MTV Video Music Awards. Ela concorre com Choka Choka, uma parceria com Shakira, que concorre com nomes de peso da música pop atual, como Bad Bunny, Karol G e Rosalía. Madonna lidera a lista, com 11 indicações, incluindo as principais categorias, como Vídeo do Ano, Artista do Ano e Música do Ano. Taylor Swift chega com nove nomeações, seguida por Ariana Grande e Sabrina Carpenter, com sete cada. A cerimônia do VMA 2026 será dia 27 de setembro, em Los Angeles. (UOL)

Lei Seca

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) aprovou nesta segunda-feira novas regras para a fiscalização da Lei Seca. A resolução atualiza os procedimentos e regulamenta a possibilidade de testes para identificar outras substâncias psicoativas. Uma das principais mudanças é a criação de uma etapa inicial de triagem nas operações de fiscalização, com agentes utilizando equipamentos de pré-teste de alcoolemia, para verificar possíveis sinais da presença de álcool. (UOL)

Emissões de metano 

Um estudo divulgado nesta terça-feira pelo Observatório do Clima aponta que as emissões de metano no Brasil chegaram a 21 milhões de toneladas em 2024, com a agropecuária respondendo por cerca de três quartos do total. Mesmo o país tendo se comprometido em reduzir as emissões em 30% até 2030 na COP26, em Glasgow, o volume emitido não parou de crescer desde então. (g1)

Cotidiano Digital

A OpenAI lançou nesta terça-feira um modo feito para adolescentes, o “ChatGPT for Teens”, que limita conversas de alto risco envolvendo automutilação, violência, distúrbios alimentares e conteúdo sexual explícito. Segundo a empresa, o chatbot também vai reforçar proteções contra sugerir que possui sentimentos pessoais e passa a incluir ferramentas de estudo que priorizam explicações detalhadas em vez de respostas prontas para lições de casa. A companhia também afirma monitorar mais de 2 mil sinais para identificar usuários menores de 18 anos e ativar o modo automaticamente, mesmo quando a idade informada no cadastro for falsa. (New York Times)

Inteligência artificial

E uma pesquisa da CNN Brasil em parceria com o Instituto Locomotiva mostrou que 67% dos brasileiros que usam inteligência artificial se sentem mais inteligentes por causa da tecnologia. Ao mesmo tempo, 51% admitem terem ficado mais preguiçosos. Segundo o levantamento, 31% dos entrevistados não aprendem um assunto do zero sem recorrer à IA. Outros 25% não tomam decisões financeiras sem consultá-la, e 22% não resolvem conflitos pessoais sem o auxílio da ferramenta. (CNN Brasil)

YouTube

O YouTube passará a contar visualizações públicas desde o primeiro frame do vídeo a partir do dia 24 de agosto, uma mudança que deve fazer os números subirem mais rápido e também que aproxima a plataforma de padrões usados pelo TikTok e Instagram. A métrica anterior seguirá disponível no Analytics, agora com o nome de “visualizações engajadas”. Segundo o YouTube, a atualização não altera pagamentos nem regras de elegibilidade do Programa de Parcerias. (UOL)

Breakfast

Por hoje é só. Este é o breakfast, o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção com os temas de destaque da política em Rondônia e do Brasil.

(*) Roberto Kuppê é jornalista e articulista político,  com informações do Canal Meio

Contato: [email protected]

O conteúdo opinativo acima é de inteira responsabilidade do colaborador e titular desta coluna. O Portal Mais RO não tem responsabilidade legal pela opinião, que é exclusiva do autor.

Contran aprova novas regras para fiscalização da Lei Seca

O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) aprovou nesta segunda-feira (17) novas regras para os procedimentos de fiscalização da Lei Seca (Lei nº 11.705/2008), que busca inibir o consumo de bebidas alcoólicas por motoristas em todo o Brasil.Segundo a Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República, os conselheiros não criaram nenhum novo tipo de infração, limitando-se a atualizar e regulamentar alguns procedimentos de fiscalização em vigor desde 2013.

Com a nova regulamentação, os conselheiros estabeleceram critérios claros para a triagem de condutores, bem como para a aplicação dos testes de presença de álcool e/ou de outras substâncias psicoativas e para os retestes.

A resolução também define novos critérios para o uso dos equipamentos de fiscalização e prevê a atualização do Manual Brasileiro de Fiscalização de Trânsito, para padronizar a atuação dos agentes de trânsito em casos em que os condutores se recusem a se submeter ao teste de alcoolemia.

“Para o condutor que não realizar o procedimento, a regulamentação diferencia os enquadramentos; disciplina como cada situação deve ser registrada e determina que, em uma mesma abordagem, não sejam lavrados simultaneamente autos de infração por dirigir sob influência de álcool ou outras substâncias psicoativas e por se recusar ao exame comprobatório destinado a verificar essa condição”, antecipou a Secom.

Ainda de acordo com a secretaria, as novas regras nacionais já são aplicadas nas operações nacionais da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e em vários estados, como Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro.

Triagem e reteste

A resolução institui uma fase de triagem durante as operações de fiscalização de trânsito, durante a qual o órgão responsável poderá empregar o pré-teste ou o teste passivo de alcoolemia.

“O resultado dessa primeira verificação terá caráter exclusivamente orientativo e, isoladamente, não poderá fundamentar autuação ou caracterizar a condução sob influência de álcool”, informou a Secom, explicando que, nesses casos, será necessária a continuidade das avaliações probatórias previstas na norma.

A nova regra determina em quais situações o reteste deverá ser realizado. “A medida será necessária quando algum fator técnico ou operacional comprometer a obtenção de um resultado válido, inclusive para afastar eventual detecção de álcool residual no trato respiratório superior”, acrescentou a Secom.

Caso o motorista alegue ter ingerido algum produto que possa ter deixado temporariamente resíduos de álcool na boca, como bombons de licor, enxaguantes bucais e pão de forma, uma nova avaliação terá que ser feita “posteriormente”, antes de qualquer conclusão.

Nos casos em que registrarem auto de infração, os agentes de fiscalização deverão anotar ao menos dois sinais observados que confirmem a alteração da capacidade psicomotora do condutor.

A nova resolução estabelece que, para identificar outras substâncias além do álcool, os servidores dos órgãos de trânsito poderão usar equipamentos tecnicamente certificados por organismos certificados pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). A regulamentação estabelece os procedimentos para o uso desses equipamentos, sem vincular a fiscalização a uma tecnologia ou ferramenta específica.

A resolução entrará em vigor assim que for publicada no Diário Oficial da União ─ o que, segundo a Secom, deve ocorrer em breve ─, com exceção das alterações que atualizam as fichas de fiscalização e os códigos de enquadramento das infrações, que começam a valer 60 dias após a publicação. Durante esse período, continuarão em uso os códigos atualmente vigentes.

Para explicar as principais mudanças resultantes da resolução, a Secom elaborou um texto com perguntas e respostas básicas sobre a medida. Veja abaixo os principais esclarecimentos.

O que são substâncias psicoativas?

São substâncias capazes de alterar o funcionamento do sistema nervoso central e comprometer a capacidade de dirigir, como substâncias ilícitas e outras substâncias que determinem dependência.

O equipamento identifica qual substância foi consumida?

Sim. A Resolução prevê que o auto de infração deverá conter, entre outras informações, o tipo de substância detectada pelo equipamento.

O equipamento informa a quantidade da substância?

Não. O resultado é qualitativo, indicando a presença da substância psicoativa, e não sua concentração.

Os equipamentos poderão ser utilizados imediatamente?

A utilização dependerá da disponibilidade dos órgãos fiscalizadores e da existência de equipamentos certificados conforme os requisitos estabelecidos pela Resolução.

Somente poderão ser utilizados equipamentos certificados no âmbito do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade (SBAC), por organismo regulado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro).

A pessoa poderá se recusar a realizar o teste?

A recusa continua sujeita às consequências previstas no art. 165-A do CTB, conforme disciplinado pela Resolução. E os agentes de fiscalização ainda poderão usar os sinais de alteração da capacidade psicomotora, pois a verificação dos sinais permanece como um dos meios de fiscalização previstos na Resolução.

O bafômetro deixa de existir?

Não. O etilômetro continua sendo utilizado normalmente para fiscalização do consumo de álcool. A novidade é a inclusão de equipamentos específicos para outras substâncias psicoativas.

A fiscalização pode ser realizada mesmo sem o novo equipamento?

Sim. A verificação dos sinais de alteração da capacidade psicomotora continua sendo um dos meios legalmente previstos para a fiscalização, assim como o etilômetro nos casos de consumo de álcool.

Agência Brasil

Sindicatos dos Farmacêuticos e dos Hospitais chegam a um acordo de 17% de reajuste

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Após uma primeira reunião de mediação em 11/08/2026, realizada pela Superintendência Regional do Trabalho e Emprego, do Ministério do Trabalho e Emprego (SRTE-MTE), uma segunda mediação aconteceu na tarde desta terça-feira (18), conduzida pelo mediador João Anselmo, entre o Sindicato dos Farmacêuticos (SINFAR) e o Sindicato dos Estabelecimentos de Serviços de Saúde (SINDESSERO), que representa os Hospitais de Rondônia, quando finalmente as partes chegaram a um acordo.

Os farmacêuticos de hospitais estão sem Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) desde junho de 2021, acumulando nestes últimos cinco anos uma perda inflacionária de 30,95%. Com isto, os salários de hospitais e farmácias que eram equivalentes em 2021, atualmente estão com uma enorme diferença, sendo que nas farmácias o valor do piso para jornada de 44 horas semanais é de R$ 4.583,38 e nos hospitais de apenas de R$ 3.500,00.

O SINFAR, até a mediação anterior, manteve a reivindicação de recuperação de todas as perdas inflacionárias de 30,95% e os hospitais ofereciam apenas 10%. Nesta segunda mediação, com a atuação do mediador da SRTE, as partes chegaram a um acordo no sentido de repor parte das perdas nesta negociação, com os hospitais concedendo 10% de reajuste imediato e mais 7% em seis meses, totalizando 17% de reposição. O restante das perdas, que correspondem a 13,95% serão objeto de nova negociação na data-base de junho de 2027.

Além desta conquista econômica, a negociação contempla a renovação de todas as cláusulas da CCT-2021 e a efetivação do desconto da contribuição assistencial, no valor de R$ 120,00 reais, em duas parcelas semestrais referentes a junho e dezembro, nos moldes estabelecidos pelo STF, inclusive assegurando um prazo de 10 dias, em edital a ser publicado, para que o trabalhador que não queira contribuir com o sindicato possa manifestar o seu direito de oposição.

Ao final deste difícil e longo processo negocial o presidente do SINFAR, Antonio de Paula Freitas, destacou que “é importante o trabalhador dar sua contribuição assistencial e ainda se filiar para contribuir mensalmente para o Sindicato, fortalecendo a entidade que luta pelos seus direitos”.

Fonte: SINFAR-CUT.

“Nós temos tudo pra dar certo”, diz Marcos Rogério ao defender propostas no debate da Band

Propositivo, candidato apresentou soluções para saúde, infraestrutura e desenvolvimento

“Esse estado precisa ser destravado, tá parado, é um estado com potencial maravilhoso”. Com uma postura propositiva, Marcos Rogério (PL) marcou sua participação no primeiro debate entre os candidatos ao Governo de Rondônia, realizado nesta terça-feira (18), pelo Grupo Rondovisão, afiliado à Band. Ao longo do encontro, apresentou propostas para saúde, infraestrutura, produção e desenvolvimento econômico, defendeu a descentralização dos serviços públicos e reforçou a necessidade de transformar planejamento e orçamento em entregas para a população.

Realizado na sede do Singaro, em Porto Velho, com mediação do jornalista Marcelo Reis, o debate reuniu os seis candidatos ao Governo. Logo no primeiro bloco, ao tratar da saúde, Marcos Rogério defendeu uma mudança na forma de conduzir o Estado, assumindo, como governador, a responsabilidade pela execução das políticas públicas.

“Eu queria dizer que as pessoas que me acompanham há muito tempo me conhecem como senador da República, trabalhando de fora para dentro, de terno e gravata. Agora o jogo é outro, é trabalhar de dentro para fora, como governador”, disse ao explicar o motivo pelo qual quer ser governador.

Saúde mais perto das pessoas

Na saúde, Marcos Rogério apontou a descentralização como prioridade. O candidato defendeu levar especialistas e exames para mais perto da população do interior, reduzindo a necessidade de deslocamentos até Porto Velho. Entre as ferramentas apresentadas estão a telemedicina e o telematriciamento, além do fortalecimento da atenção especializada.

“A gente tem que descentralizar, fazer o atendimento chegar perto das pessoas. Custa mais barato, tira as pessoas do sofrimento e funciona”, afirmou.

O candidato também defendeu a construção de um novo hospital de urgência em Porto Velho e de um hospital de trauma no interior, além de uma atuação mais direta do governo para reduzir filas e garantir atendimento.

Infraestrutura para conectar Rondônia

Na infraestrutura, Marcos Rogério associou conectividade e desenvolvimento. Segundo ele, Rondônia precisa voltar a pavimentar rodovias estaduais, recuperar estradas e construir ligações capazes de aproximar municípios, distritos e regiões produtoras.

“O que deve puxar o desenvolvimento, melhorar a qualidade de vida da população, de quem trabalha, de quem produz, é asfalto, é conexão”, disse.

Entre as obras citadas estão a pavimentação da RO-101, ligando Porto Velho a União Bandeirantes; da RO-458, entre Alto Paraíso e Triunfo; e da RO-420, no Vale do Jamari. Marcos Rogério também defendeu a retomada da Rodovia do Boi como alternativa para reduzir a dependência da BR-364.

Produção e logística

Ao tratar do escoamento da produção, Marcos Rogério destacou que o avanço da soja mudou o perfil de utilização das rodovias de Rondônia. Com cargas circulando também durante o período chuvoso, defendeu estradas melhores, pontes de concreto, bueiros adequados e mais pavimentação.

“O Estado precisa voltar a pavimentar, voltar a construir asfalto”, reforçou.

Segundo o candidato, Rondônia possui entre seis e sete mil quilômetros de rodovias estaduais, mas apenas cerca de 1,5 mil quilômetros são asfaltados. Para ele, melhorar essa estrutura significa reduzir o custo logístico, garantir segurança no escoamento e transformar a força do setor produtivo em desenvolvimento.

Competitividade, emprego e impostos

No campo econômico, Marcos Rogério criticou os impactos da reforma tributária sobre estados que utilizam incentivos fiscais para gerar competitividade. Ele defendeu medidas para proteger empregos e investimentos, argumentando que compensações financeiras não substituem postos de trabalho eventualmente perdidos.

O candidato também rejeitou o aumento de impostos como alternativa para elevar a arrecadação. “Essa é a receita errada, é a receita do atraso”, afirmou. Para Marcos Rogério, infraestrutura, produção e crescimento econômico devem ampliar a capacidade de desenvolvimento e geração de receita do Estado.

Capacidade de fazer acontecer

Marcos Rogério também relacionou os problemas enfrentados por Rondônia à falta de planejamento e capacidade de execução. Ao citar a evolução do orçamento estadual, sustentou que o desafio está nas escolhas e na capacidade de transformar dinheiro público em obras e serviços.

Nas considerações finais, retomou a própria história. Nascido em uma linha rural do município de Ji-Paraná, lembrou que ainda criança ouvia falar do potencial de Rondônia e de um futuro de prosperidade que, segundo ele, ainda precisa se concretizar.

“Eu não quero que outra criança continue ouvindo aquela promessa que eu ouvia há 40 anos e que até hoje a gente não viu acontecer. Nós temos que fazer acontecer”, declarou.

Marcos Rogério encerrou defendendo união e capacidade de execução para fazer o Estado avançar. “Só tem um caminho pra gente sair dessa situação. É parar com a divisão, é parar com as brigas, com as intrigas, é unindo um time, é unindo propósitos pra fazer aquilo que o estado precisa, pra caminhar pra frente, pra ser destravado”, concluiu.

Assessoria

Samuel Costa ganha destaque no primeiro debate ao Governo de Rondônia

O primeiro debate com os candidatos ao Governo de Rondônia, realizado pelo Rondovisão, afiliada à Band, colocou frente a frente os principais nomes que disputam o Palácio Rio Madeira. O candidato Samuel Costa (PSB) ganhou destaque ao apresentar propostas e defender suas ideias de forma firme, coerente e objetiva.

Durante o confronto, Samuel Costa apresentou propostas consideradas inovadoras para áreas como saúde e educação, além de abordar temas relacionados ao desenvolvimento econômico e social de Rondônia. Com discurso técnico e críticas aos problemas enfrentados pela população, o candidato buscou se diferenciar pela apresentação de medidas concretas para a administração estadual.

A atuação de Samuel Costa também repercutiu nas redes sociais. Diversos internautas publicaram mensagens de apoio e parabenizaram o candidato, destacando sua preparação, conhecimento técnico e desempenho durante o debate.

Para apoiadores, Samuel Costa demonstrou segurança ao responder aos questionamentos e conseguiu apresentar suas propostas de maneira clara, mantendo uma postura firme diante dos demais candidatos.

O debate marcou um dos primeiros momentos de confronto direto entre os postulantes ao Governo de Rondônia e ampliou a exposição das propostas que estarão no centro da disputa eleitoral de 2026.

Assista o debate na íntegra:

Passou no concurso? Seduc pode chamar mais professores ainda em 2026

A Seduc deve convocar novos professores aprovados no cadastro reserva do concurso público de 2026 ainda este ano. A previsão é que isso aconteça após a conclusão da posse dos 1.083 professores já chamados para as vagas imediatas.

O processo de posse está sendo realizado em todo o estado pela Superintendência Estadual de Gestão de Pessoas (Segep).

Depois dessa etapa, serão definidos os próximos candidatos a serem convocados, conforme a necessidade da rede estadual e as regras do concurso.

Em alguns municípios, não houve candidatos suficientes para preencher todas as vagas. Por isso, a Seduc deverá divulgar as regras para o remanejamento de localidade.

Com a chegada dos novos servidores efetivos, vagas atualmente ocupadas por contratos emergenciais deverão ser substituídas gradualmente.

Mais de 128 mil inscritos

O concurso da Seduc teve provas realizadas em março de 2026 e recebeu mais de 128 mil inscrições.

Organizado pelo Ibade, o certame possui dois editais: o Edital nº 1/2026, para Professor Classe C, e o Edital nº 2/2026, para Técnicos Educacionais.

Para os cargos de Técnico Educacional, foram convocados 1.573 candidatos para as vagas imediatas.

Nesse caso, as vagas previstas são consideradas preenchidas e não há previsão de convocação do cadastro reserva de técnicos em 2026.

Entre os cargos de nível médio estão Agente de Limpeza e Conservação, Agente de Alimentação e Agente de Atividades de Secretariado.

Hildon Chaves: “governador tem que ser excelente gestor e combater a corrupção”

O ex-prefeito de Porto Velho e candidato a governador pela Federação União Progressistas, Hildon Chaves, concedeu entrevista segunda-feira (17) ao programa “O Povo na TV”, da TV Norte Rondônia, afiliada ao SBT. Hildon reafirmou que, se for eleito governador, terá dois pilares fundamentais: “uma gestão de qualidade e o combate sem trégua à corrupção”.

Hildon falou sobre sua chegada a Vilhena, em 1992, após ser aprovado em concurso aos 22 anos, como o promotor mais jovem do Brasil; de seu casamento com Ieda Chaves, com quem tem um casal de filhos; da construção de um grande grupo educacional, com 1.300 funcionários e mais de 15 mil alunos; e de suas realizações nos oito anos em que foi prefeito de Porto Velho.

“Conheci a hoje deputada estadual Ieda Chaves em Cacoal, onde nos casamos, depois inauguramos um colégio em Pimenta Bueno, que mais tarde se transformou numa grande instituição de ensino”, recorda Hildon. “Moramos em Ariquemes, depois viemos para Porto Velho, tivemos nossos filhos, e depois de 21 anos eu optei por deixar a carreira como promotor de Justiça para me dedicar aos negócios”, contou.

Hildon comentou sobre a decisão de se lançar na política. “Sempre gostei da atividade política, mas a candidatura como prefeito foi quase por acaso, na minha cabeça, foi uma forma de agradecer a essa terra que me deu tantas coisas boas”, declarou. “Fiz o meu melhor por Porto Velho, foi o maior desafio da minha vida, mas fizemos uma gestão com muitas entregas e, tanto eu quanto todo meu secretariado, deixamos a prefeitura sem um processo sequer, somos ficha limpa”.

GOVERNO DO ESTADO

Hildon confirmou que, quem assumir a administração de Rondônia, terá um “desafio gigantesco” pela frente. “O estado está em frangalhos”, disse. “Escolher um governador para o Estado é como construir uma casa. Se você precisa contratar um construtor, com certeza vai querer alguém capacitado, experiente, honesto para fazer a sua casa. Não vai querer alguém que nunca construiu nada, que só faz promessas e que pode acabar derrubando as paredes em cima da sua cabeça”, comparou.

“Muitos candidatos têm soluções mágicas para tudo, mas a realidade não funciona assim. As pessoas dizem que confiam em mim e que sou a pessoa certa para colocar Rondônia nos trilhos, porque sabem da minha experiência e que já provei do que sou capaz quando administrei a capital. Acredito que a população necessita, acima de tudo, de eleger um gestor qualificado”, afirmou Hildon.

“Temos problemas em praticamente todas as áreas, mas com a nossa experiência adquirida, sabemos como resolver e temos a credencial necessária para governar”, confirmou. “A capital tem o segundo maior orçamento do Estado, só é menor do que o próprio governo”, lembrou Hildon. “Administrar não é para qualquer um, mas temos 25 anos de experiência em gestão privada, oito anos à frente da capital, faremos todas as entregas necessárias, queremos apenas que a população escolha alguém que já provou, que é honesto e capaz”.

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