Rondônia está entre os quatro estados que não aderiram à proposta do governo federal para reduzir o preço dos combustíveis, segundo levantamento divulgado pelo g1. A medida prevê a concessão de uma subvenção — espécie de subsídio — a importadores de diesel como forma de conter a alta dos preços no país.
De acordo com a apuração, ao menos 20 estados e o Distrito Federal já sinalizaram apoio à iniciativa. A proposta do governo busca amenizar os impactos da volatilidade internacional do petróleo, que tem pressionado os valores nas bombas e afetado diretamente o custo de vida da população, especialmente no transporte e na cadeia de alimentos.
No entanto, Rondônia, ao lado de outros três estados, optou por não aderir ao programa até o momento. A decisão pode refletir diferentes avaliações sobre o impacto fiscal da medida, já que a adesão envolve contrapartidas e ajustes nas políticas estaduais relacionadas ao ICMS, imposto que incide sobre combustíveis.
Especialistas apontam que a não participação pode manter os preços mais elevados no estado em comparação com regiões que adotarem o subsídio, embora fatores logísticos e de distribuição também influenciem o valor final ao consumidor.
Enquanto isso, o governo federal segue negociando com as unidades da federação para ampliar a adesão ao programa, considerado estratégico para reduzir pressões inflacionárias e estabilizar o mercado de combustíveis no curto prazo.




