Quando o assunto é emergência, segundos valem tudo — e Porto Velho quer ganhar tempo nessa corrida contra a morte.
A cidade vai passar a contar com motolâncias, motos equipadas para atendimento de urgência, que prometem chegar antes das ambulâncias e iniciar o socorro imediato.
Hoje, o atendimento depende só de ambulâncias. E o problema é claro: trânsito, distância e até equipes ocupadas atrasam o socorro.
Em muitos casos, a ambulância ainda fica presa no hospital aguardando atendimento do paciente, o que reduz a disponibilidade para novas ocorrências.
Resultado? Demora no atendimento e risco maior para quem precisa de ajuda urgente.
É aí que entram as motolâncias.
Com mais mobilidade, elas conseguem furar o trânsito e chegar primeiro ao local, começando os primeiros socorros até a chegada da ambulância.
O modelo não é novo. Já funciona em outras cidades do país e tem como foco principal reduzir o tempo de resposta e salvar mais vidas.
O prefeito Léo Moraes destacou o impacto da medida.
“É uma solução moderna. As motolâncias chegam primeiro, iniciam o atendimento e dão uma resposta mais rápida. Isso significa mais eficiência e mais vidas salvas”, afirmou.
A expectativa é que, nas próximas semanas, as motolâncias comecem a operar na cidade.
Com isso, o município quer ampliar a capacidade de atendimento, diminuir o tempo de espera e tornar o socorro mais ágil. Na prática, a mudança pode fazer a diferença entre viver e morrer.




