O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) entendeu que as manifestações de Pabllo Vittar e Marina durante os shows no Lollapalooza, na sexta-feira (25), se enquadram como propaganda eleitoral e vetou novos atos políticos no festival. A decisão ocorreu após o partido do presidente Jair Bolsonaro, o PL, entrar com uma ação no tribunal.
A decisão liminar do ministro Raul Araújo determinou multa de R$ 50 mil para a organização do festival caso outros artistas se manifestem politicamente no evento. O Lollapalooza encerra hoje a sua nona edição no Brasil, com presença de Emicida e Planet Hemp no lugar do Foo Fighters, após a morte do baterista Taylor Hawkins.
Splash tentou contato com as assessorias do Lollapalooza e de Pabllo Vittar, mas ainda não obteve um posicionamento. Emicida, que também criticou Bolsonaro em sua apresentação, não vai se pronunciar.
A decisão do TSE acata parcialmente pedido feito pelo PL, partido do presidente Jair Bolsonaro, que entrou com uma ação no tribunal contra os organizadores do evento, sob a alegação de propaganda eleitoral antecipada em favor do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A cantora maranhense pediu a saída do atual mandatário e segurou uma bandeira com o rosto do petista estampado durante sua apresentação no primeiro dia do festival.
Na ação, além de Pabllo Vittar, o partido de Bolsonaro também cita nominalmente a cantora britânica Marina que, durante sua performance, mandou o presidente brasileiro ir “se f*der”..
Fonte: UOL




