Reflexão
Dizer que é cristão e apoiar a destruição da Amazônia, das populações indígenas, da fauna e da flora, parece contraditório. Se acreditam no Criador, não podem destruir sua criação (de RK).
Fotaça
Essa foto mostra o quanto o ex-presidente da República se identifica com as populações indígenas do Brasil. Nos últimos anos ocorreram um desmonte da Funai, bem como do Ibama, órgãos que protegem os indígenas e o meio ambiente. Nunca a Amazônia esteve tão ameaçada da extinção como agora. Desmatadores e destruidores da fauna e da flora não percebem que estão acionando o gatilho das tragédias climáticas não só do Brasil, como do mundo. Porque a Terra é uma engrenagem só, que se alimenta e se mantém firme com todo o meio ambiente em harmonia. Desmatar a Amazônia é como se ferisse o pulmão do mundo.
Anemia
O desmatamento desenfreado da Amazônia reflete também na saúde de jovens indígenas. Conduzido por pesquisadores da britânica Lancaster University, da Universidade de São Paulo (USP), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e da Universidade do Pará, o estudo, já revisado, e recém-publicado pela Scientific Reports (do grupo Nature) expõe um paradoxo: o avanço do desmatamento na floresta amazônica, impulsionado pela criação de áreas de pastagem para bois, tende a reduzir a oferta de carne de caça para indígenas, ribeirinhos e comunidades tradicionais amazônicas, grupos socialmente vulneráveis. Enquanto o pasto avança, no entanto, a possibilidade da carne bovina chegar ao prato dessa população segue sendo remota. Com menos carne disponível, as crianças da região ficam sujeitas à anemia. A informação é da CNN.
Novo ministro do MEC
Após queimar a cara do presidente Bolsonaro no MEC, Milton Ribeiro tem um substituto, Victor Godoy. Mas não esperem grandes coisas. No currículo Lattes do novo ministro da Educação, consta graduação em andamento desde 1999 e duas especializações. Desta forma não seria contratado em nenhuma faculdade do Brasil. Mas comandará todas neste pseudo governo.
Federação ok
PT, PCdoB e PV registram nesta segunda-feira (18) o estatuto e o programa da Federação formada entre as siglas, denominada de “Brasil da Esperança (FE Brasil)”. O anúncio foi feito em nota assinada pelos presidentes dos três partidos: Gleisi Hoffmann (PT), Luciana Santos (PCdoB) e José Luís Penna (PV). A primeira presidenta da FE Brasil será a deputada Gleisi Hoffmann (PT); a primeira vice-presidenta, Luciana Santos (PCdoB), e o segundo vice, José Luís Penna (PV). O mandato é de um ano, com rodízio entre os presidentes de cada um dos partidos, podendo haver recondução por decisão unânime”, explica o site do PT.
Sucessão estadual

A menos de seis meses das eleições de 2 de outubro, são agora cinco os nomes como pré-candidatos ao governo de Rondônia: Marco Rocha (União Brasil), Marcos Rogério (PL), Léo Moraes (Podemos), Anselmo de Jesus (PT) e Didas Cordeiro (PSTU). Mas, quem é Didas, o novo postulante? Ele é jornalista, da Rádio Comunitária Transamazônica de Porto Velho. É rondoniense da capital, nascido na capital e exerce a profissão há 12 anos. Didas é deficiente visual.
Federal/estadual

Os nomes mais fortes para deputado federal, são estes: Fátima Cleide (PT), Jesualdo Pires (PSB), Samuel Costa (PCdoB), Claudio Carvalho (PT), Dr. Fernando Máximo (União Brasil), Pimenta de Rondônia (PSOL), Alessandra Lunas (PT) e Almir Suruí (PDT).
Já para deputado estadual, eis a lista. Adriano de Castro (Avante), Hermínio Coelho (PT), Sid Orleans (PT), Bosco da Federal (PL), Everaldo Fogaça (Republicanos), Mayara Kalb (Cidadania), Ieda Chaves (União Brasil), Dra. Taíssa Souza (PSC-GUAJARÁ), Vandeir Leite (PT), Professora Lílian (PT-Guajará), Raí Ferreira (PSD), dentre outros.



