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segunda-feira, abril 6, 2026
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Prazo acaba e 11 governadores deixam cargos para disputar eleições

O jogo político virou de vez. Terminou neste sábado (4) o prazo para desincompatibilização — regra que obriga autoridades a deixarem seus cargos para disputar as eleições de outubro. E o impacto foi imediato: 11 governadores renunciaram.

Entre eles, nomes de peso já se movimentam mirando o topo.

Ronaldo Caiado (PSD-GO) anunciou que é pré-candidato à Presidência da República. Já Romeu Zema (Novo-MG) também deixou o cargo após dois mandatos e sinalizou que pode entrar na disputa, embora ainda não tenha oficializado.

A corrida ao Senado também ganhou força.

Nove governadores deixaram seus cargos com esse objetivo: Gladson Cameli (AC), Wilson Lima (AM), Ibaneis Rocha (DF), Renato Casagrande (ES), Mauro Mendes (MT), Helder Barbalho (PA), João Azevêdo (PB) e Antonio Denarium (RR).

Outro nome chama atenção.

Cláudio Castro (RJ) também renunciou para disputar o Senado, mas enfrenta um obstáculo: foi condenado à inelegibilidade até 2030 pelo TSE e deve concorrer sub judice.

Nem todos decidiram sair.

Nove governadores vão tentar a reeleição e seguem no cargo, já que a lei permite disputar um segundo mandato sem renunciar.

Outros optaram por ficar de fora da disputa.

Sete governadores decidiram concluir seus mandatos e não entram na corrida eleitoral deste ano.

Agora, o foco é outubro.

O primeiro turno acontece no dia 4, com cerca de 155 milhões de eleitores aptos a votar para presidente, governadores e parlamentares.

Se necessário, o segundo turno será no dia 25 de outubro, caso nenhum candidato alcance mais da metade dos votos válidos.

A partir de agora, a campanha começa de vez — e o cenário político já mostra que a disputa promete ser intensa.

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