Um caso confirmado de coqueluche em um bebê, no fim de março em Porto Velho, colocou a saúde em alerta — mas, segundo as autoridades, a situação está sob controle e não há surto no estado.
A confirmação mobilizou equipes de vigilância, que intensificaram o monitoramento e as ações de prevenção em todo o estado.
O que aconteceu
O caso foi registrado no final de março e rapidamente acompanhado pelas equipes de saúde.
Desde então, o estado reforçou medidas como investigação epidemiológica, monitoramento de contatos e bloqueio sanitário para evitar novos registros.
Situação controlada
De acordo com a Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa/RO), o caso foi contido.
“A resposta foi imediata. Fizemos toda a investigação e hoje não há risco para a população”, afirmou o diretor-geral do órgão, Gilvander Gregório de Lima.
A notificação da doença é obrigatória, o que permite agir rápido diante de qualquer suspeita.
Vacinação em alta
Um dos principais pontos destacados pelas autoridades é a cobertura vacinal.
Atualmente, a vacina pentavalente está com 97% de cobertura, acima da meta estabelecida.
Mesmo assim, o alerta continua.
“Não é motivo para pânico, mas precisamos manter a vacinação em dia”, explicou a gerente de Vigilância Epidemiológica, Luma Kubota.
Gestantes também devem se vacinar com a DTPA, que protege os bebês nos primeiros meses de vida.
Sintomas e riscos
A coqueluche não foi erradicada e pode surgir de forma isolada.
Os principais sintomas são:
- Tosse por mais de 10 dias
- Crises intensas de tosse
- Dificuldade para respirar
- Vômitos e apneia em casos graves
Bebês e crianças menores de 2 anos são os mais vulneráveis.
A orientação é clara: ao perceber sintomas, procurar uma unidade de saúde imediatamente.
Contexto e prevenção
O estado afirma que segue abastecido com vacinas, distribuídas para todas as regionais de saúde.
Além disso, a campanha contra a gripe segue até julho, ampliando a proteção contra doenças respiratórias.
O que vem agora
A vigilância segue ativa e monitorando possíveis novos casos.
Por enquanto, o cenário é de controle — mas a recomendação é manter atenção e a vacinação em dia para evitar novos registros.




