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quarta-feira, abril 8, 2026
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Caso de coqueluche em bebê acende alerta em RO, mas situação está controlada

Um caso confirmado de coqueluche em um bebê, no fim de março em Porto Velho, colocou a saúde em alerta — mas, segundo as autoridades, a situação está sob controle e não há surto no estado.

A confirmação mobilizou equipes de vigilância, que intensificaram o monitoramento e as ações de prevenção em todo o estado.

O que aconteceu

O caso foi registrado no final de março e rapidamente acompanhado pelas equipes de saúde.

Desde então, o estado reforçou medidas como investigação epidemiológica, monitoramento de contatos e bloqueio sanitário para evitar novos registros.

Situação controlada

De acordo com a Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa/RO), o caso foi contido.

“A resposta foi imediata. Fizemos toda a investigação e hoje não há risco para a população”, afirmou o diretor-geral do órgão, Gilvander Gregório de Lima.

A notificação da doença é obrigatória, o que permite agir rápido diante de qualquer suspeita.

Vacinação em alta

Um dos principais pontos destacados pelas autoridades é a cobertura vacinal.

Atualmente, a vacina pentavalente está com 97% de cobertura, acima da meta estabelecida.

Mesmo assim, o alerta continua.

“Não é motivo para pânico, mas precisamos manter a vacinação em dia”, explicou a gerente de Vigilância Epidemiológica, Luma Kubota.

Gestantes também devem se vacinar com a DTPA, que protege os bebês nos primeiros meses de vida.

Sintomas e riscos

A coqueluche não foi erradicada e pode surgir de forma isolada.

Os principais sintomas são:

  • Tosse por mais de 10 dias
  • Crises intensas de tosse
  • Dificuldade para respirar
  • Vômitos e apneia em casos graves

Bebês e crianças menores de 2 anos são os mais vulneráveis.

A orientação é clara: ao perceber sintomas, procurar uma unidade de saúde imediatamente.

Contexto e prevenção

O estado afirma que segue abastecido com vacinas, distribuídas para todas as regionais de saúde.

Além disso, a campanha contra a gripe segue até julho, ampliando a proteção contra doenças respiratórias.

O que vem agora

A vigilância segue ativa e monitorando possíveis novos casos.

Por enquanto, o cenário é de controle — mas a recomendação é manter atenção e a vacinação em dia para evitar novos registros.

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