A situação do Hospital João Paulo II voltou ao centro do debate político — e com críticas duras. O ex-prefeito de Porto Velho e pré-candidato ao governo, Hildon Chaves, defendeu a construção imediata de uma nova estrutura para a unidade.
Segundo ele, o hospital hoje não comporta a demanda.
O que aconteceu
Durante entrevista ao canal SIC TV., Hildon afirmou que o João Paulo II está “completamente afogado”.
Apesar de elogiar a equipe médica, ele criticou as condições do prédio.
“Os profissionais são extraordinários, mas trabalham em um lugar totalmente inadequado”, disse.
Críticas à estrutura
O pré-candidato destacou que o hospital concentra diversas especialidades, mas enfrenta problemas estruturais.
Para ele, a situação já passou do limite.
“Não dá mais para aceitar. É uma realidade que precisa ser resolvida imediatamente”, afirmou.
Promessa de novo hospital
Hildon defendeu a construção de uma nova unidade do zero.
Ele citou como exemplo a rodoviária da capital, construída durante sua gestão.
Segundo ele, seria possível entregar um novo hospital em até 3 anos.
“É plenamente realizável”, garantiu.
Ataque à gestão atual
O ex-prefeito também criticou tentativas anteriores de modernização do hospital.
Segundo ele, houve erro no modelo adotado.
Ele ainda fez uma acusação direta sobre o contrato.
“O empresário foi preso quatro vezes. Era possível perceber o problema rapidamente”, declarou.
Contexto da saúde
Hildon destacou que o João Paulo II é hoje a principal referência para casos graves.
Segundo ele, não há outra estrutura mais adequada, nem na rede pública nem privada, para emergências na capital.
A declaração reforça a pressão por mudanças na saúde estadual.
Cenário político
A fala ocorre em meio à pré-campanha ao governo de Rondônia.
Hildon deixou recentemente a presidência da AROM para disputar o cargo.
Ele destacou sua experiência à frente da Prefeitura de Porto Velho por 8 anos.
O que vem agora
O debate sobre a situação do hospital deve ganhar força nos próximos meses.
A proposta de um novo João Paulo II entra no centro das discussões sobre saúde pública no estado.




