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quarta-feira, agosto 12, 2026
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Da escuta à análise técnica: como Marcos Rogério construiu seu plano de governo

Documento nasceu das demandas da população, passou por especialistas e resultou em 228 projetos

O plano de governo de Marcos Rogério (PL) foi construído em etapas: primeiro, ouvindo a população; depois, confrontando as demandas com estudos e dados sobre Rondônia; e, por fim, submetendo as propostas à análise de especialistas. O processo resultou em 228 projetos, organizados em dez eixos, com definição de responsáveis e indicação das fontes de recursos.

A primeira etapa ocorreu por meio da Rota 22. As oficinas percorreram diferentes regiões do estado e chegaram também a distritos como União Bandeirantes, Nova Califórnia, São Carlos e comunidades do Baixo Madeira. A proposta era ouvir quem conhece de perto os problemas de cada lugar.

“Um plano de governo precisa partir da realidade de quem vive Rondônia. Fomos ouvir as pessoas onde elas estão, entender os problemas de cada região e transformar essas demandas em propostas que possam ser executadas”, afirma o senador e candidato ao Governo de Rondônia.

As oficinas tiveram microfone aberto e diferentes formas de participação. As contribuições foram registradas em totens, tablets e também em formulários impressos, utilizados para que moradores de localidades com dificuldade de acesso à internet não ficassem de fora.

Produtores rurais, comerciantes, professores, profissionais da saúde, policiais, bombeiros, servidores públicos, representantes da indústria, cooperativas, juventude, igrejas, cultura, esporte e pessoas com deficiência estiveram entre os segmentos ouvidos. A própria população votou nas prioridades e a saúde ficou em primeiro lugar.

O trabalho não terminou com a escuta. As demandas foram cruzadas com estudos como o Plano de Desenvolvimento Estadual Sustentável (PDES-RO), o Plano Regional de Desenvolvimento da Amazônia (PRDA) e o Plano Mestre Portuário.

Depois vieram as rodadas técnicas, com médicos e gestores do SUS, profissionais da segurança, engenheiros, professores, pesquisadores, assistentes sociais, agrônomos, técnicos do agro, economistas e contadores públicos.

“Ouvir é o ponto de partida. Depois é preciso saber o que pode ser feito, como fazer e de onde virá o dinheiro. Nosso plano foi construído com esse cuidado: juntando o que a população disse com conhecimento técnico e planejamento”, destaca Marcos Rogério.

O resultado foi um documento com dez eixos e 228 projetos. Segundo a apresentação, nenhuma proposta foi incorporada sem passar por revisão técnica e ter responsável definido.

O plano foi registrado no Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TRE-RO) na última sexta-feira (7), mesma data em que Marcos Rogério formalizou sua candidatura ao Governo do Estado.

Assessoria

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