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quinta-feira, setembro 3, 2026
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Coluna Zona Franca

Por Roberto Kuppê (*)

Jaime Bagattoli

A CCJ do Senado aprovou na quarta-feira (2) a PEC que acaba com a escala 6×1 e reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas, sem redução salarial. O texto, uma das principais bandeiras do governo Lula, avançou com 23 votos favoráveis e apenas quatro contrários. Os votos contrários foram de Rogério Marinho (PL-RN), do Rio Grande do Norte; Teresa Cristina (PP-MS), do Mato Grosso do Sul; Hamilton Mourão (Republicanos-RS), do Rio Grande do Sul; e Jaime Bagattoli (PL-RO), de Rondônia.

Debate

O embate da REMA TV entre Adailton Fúria (PSD) e Marcos Rogério (PL), teve na saúde um dos momentos mais duros da noite: de um lado, a cobrança por investimentos concretos; do outro, a tentativa de justificar escolhas políticas e a destinação de recursos. Fúria questionou Marcos Rogério sobre a destinação de R$ 14 milhões em emendas para um museu em Brasília, cobrando explicações sobre por que recursos dessa dimensão não foram direcionados a áreas prioritárias em Rondônia, especialmente a saúde de Ji-Paraná. O candidato justificou corrigindo que foram R$ 500 mil para um projeto evangélico, e não R$ 14 milhões como Fúria acusou.

Painel Político checou

O Painel Político verificou três das principais afirmações do debate da REMA TV. Uma acusação estava inflada em quase 30 vezes; outras duas se confirmam — mas com contexto que os candidatos omitiram.

Painel Político checou 

1. A emenda do museu: o número não confere
O que foi dito: Adailton Fúria (PSD) acusou o senador Marcos Rogério (PL) de ter destinado R$ 14 milhões de emenda parlamentar à construção de um museu em Brasília, em 2020, ano de pandemia — e mandou publicar o extrato nas redes durante o debate.

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O que os documentos mostram: o número está errado, e a própria publicação de Fúria o desmente. A emenda individual de Marcos Rogério à obra foi de R$ 500 mil — R$ 478.814 mais R$ 21.186 empenhados, conforme o extrato que o próprio candidato do PSD divulgou. Os R$ 14 milhões (mais precisamente, R$ 14,29 milhões) são o valor global do Plano de Trabalho da obra inteira — o custo total da primeira etapa do museu, e não a quantia destinada pelo senador. Confundir o valor da obra com o valor da emenda inflou a acusação em quase 30 vezes.

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“Porto Velho é a pior capital das 27”: confirma-se. O que foi dito: Pedro Abib (MDB) afirmou que, após a gestão de Hildon Chaves (UB) à frente da prefeitura, Porto Velho figura como a pior entre as 27 capitais brasileiras no Índice de Progresso Social (IPS), e perguntou se isso decorreu de ineficiência ou corrupção.

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O que os dados mostram: a colocação se confirma. Na edição de 2024 do IPS Brasil, Porto Velho apareceu na última posição entre as 26 capitais e o Distrito Federal, com nota 57,10 — os piores indicadores sendo saneamento básico (a menor taxa entre todas as capitais) e segurança pessoal. Na edição de 2026 do mesmo índice, a capital rondoniense seguia entre as últimas posições, com 58,59, à frente apenas de Macapá em alguns recortes. Ou seja, a afirmação de que Porto Velho está entre as piores — e na última posição em 2024 — tem respaldo na fonte citada.

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O contexto que a pergunta embute: vale uma distinção que o debate não fez. O IPS mede resultado social do território (saneamento, segurança, ambiente), que depende de múltiplas esferas — município, estado e União —, e não isola a responsabilidade de uma única gestão. Atribuir a colocação exclusivamente à administração municipal é uma leitura política legítima, mas o índice, por si, não estabelece essa causalidade. A insinuação de “corrupção” embutida na pergunta é retórica de debate, não uma conclusão do estudo.

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3. ICMS é o principal custo da passagem — e é competência estadual
O que foi dito: no embate sobre passagens aéreas — em que Marcos Rogério perguntou e Expedito Neto (PT) respondeu —, argumentou-se que o principal custo da passagem em Rondônia é o ICMS, tributo de competência estadual, e não uma questão federal.

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O que se verifica: o argumento é majoritariamente correto, com nuances. A tributação estadual sobre o querosene de aviação (QAV) é, sim, reconhecida por empresas e especialistas como um dos principais componentes do preço das passagens no estado — ao lado de fatores como distância, baixa concorrência e pouca oferta de voos. E a competência é de fato estadual: o próprio governo de Rondônia já reduziu essa alíquota por decreto, de patamares como 19,5% (ou 25%, em versões anteriores) para faixas entre 6% e 3%, conforme o número de voos que a companhia oferece ao estado. O caso do Acre, que cortou o ICMS do QAV de 25% para 3% em 2019 e ampliou a conectividade, costuma ser citado como exemplo de que a alavanca estadual funciona.

Fachin promete ‘medidas cabíveis’

Em meio à guerra declarada entre ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) em torno das investigações sobre o Banco Master, o presidente da Corte, Luiz Edson Fachin, evitou antecipar qualquer decisão sobre a crise e se limitou a dizer que tomará providências nos próximos dias. Sem mencionar Alexandre de Moraes, André Mendonça ou o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, Fachin afirmou que ainda analisa os fatos e que “medidas cabíveis” serão adotadas depois de cumpridos os procedimentos internos da Corte. Fachin afirmou que a gravidade do momento exige preservar a credibilidade do Supremo. O presidente do STF acrescentou que os fatos conhecidos exigem “o devido encaminhamento institucional” e disse que ocupantes de cargos de alta responsabilidade estão sujeitos a limites. “A elevada autoridade do cargo não confere privilégios, mas impõe deveres, limites e responsabilidades”, afirmou. (g1)

Fachin promete ‘medidas cabíveis’ 2

Fachin iniciou uma rodada de conversas individuais com ministros do Supremo antes de decidir o destino do pedido de apuração que envolve Moraes. A iniciativa ocorre em meio à pressão interna para que Fachin evite tomar sozinho uma decisão sobre um caso que aprofundou as divisões no tribunal. Uma das possibilidades em discussão é submeter o pedido ao plenário, como defendeu o relator do caso, André Mendonça. A ala que apoia Moraes concorda, avaliando que uma decisão coletiva teria maior peso institucional diante da repercussão do caso. (Globo)

Na primeira sessão reinou a paz

Na primeira sessão do STF após a avalanche de acusações, versões e vazamentos que dragaram a corte para a maior crise de sua história, reinou a paz. Moraes participou normalmente da sessão e, em um movimento pouco usual, entrou no prédio do STF pela porta da frente. Mendonça, relator do caso, chegou pela garagem privativa e também não falou com a imprensa. No plenário, Moraes e Mendonça permaneceram sentados lado a lado. (CNN Brasil)

Lula e Gilmar

Pressionado por ministros do STF para que o governo se posicione sobre a crise no Supremo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu com o decano da Corte, Gilmar Mendes, no Palácio do Planalto. O encontro não constou da agenda oficial do presidente. Lula também se reuniu com Fachin, que procurou Lula no Palácio da Alvorada e afirmou que buscava uma “saída institucional” para a crise. (UOL)

Mendonça e Moraes

O dia seguinte à hecatombe detonada no Supremo com a divulgação por Mendonça das supostos conversas entre Vorcaro e Moraes, no entanto, não foi nada pacífico. Logo cedo circulou a informação de que o próprio Mendonça teve um encontro reservado com Vorcaro. A reunião ocorreu em 14 de março de 2025, em São Paulo, durou cerca de duas horas e foi realizada no endereço de um instituto fundado pelo próprio ministro. O encontro foi articulado durante semanas pelo advogado Ciro Rocha Soares e pelo deputado federal Cezinha de Madureira (PL-SP). As conversas indicam que ambos já haviam tratado com Mendonça sobre os problemas enfrentados pelo Master no Banco Central antes da reunião com Vorcaro. Mais tarde, Mendonça confirmou o encontro e disse que a reunião tratou única e exclusivamente de temas relacionados a precatórios. (ICL e g1)

Mendonça e Vorcaro

Horas depois, vieram à tona detalhes de um depoimento secreto que Vorcaro deu a integrantes do gabinete de André Mendonça sem a presença de representantes da Polícia Federal. Nele, Daniel Vorcaro acusou a PF de ter rejeitado uma tentativa de delação premiada para proteger o diretor-geral da corporação, Andrei Rodrigues. Vorcaro, no entanto, não apresentou provas da acusação nem detalhou a suposta relação que manteria com Andrei. O depoimento foi realizado na quinta-feira passada, na unidade prisional da Papudinha, após a defesa de Vorcaro alegar ao STF que ele se sentia ameaçado por investigadores e tinha receio de revelar o que sabia. (Estadão)

Mendonça e Vorcaro 2

Daniel Vorcaro afirmou ter sofrido tortura psicológica, maus-tratos e ameaças veladas na prisão para que não revelasse informações envolvendo a cúpula da Polícia Federal em uma eventual delação premiada. Vorcaro relatou que teve os olhos vendados durante uma transferência entre unidades prisionais, passou calor dentro de um camburão e ouviu de agentes responsáveis por sua escolta que, caso falasse sobre Andrei, permaneceria preso para sempre. (Folha)

PGR x Vorcaro 

Já a Procuradoria-Geral da República (PGR) afirmou que Daniel Vorcaro não apresentou fatos concretos nem elementos mínimos para sustentar as acusações de ameaças e intimidações feitas em depoimento ao gabinete de André Mendonça e pediu o arquivamento do caso. O pedido foi encaminhado pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet, ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Para Gonet, as declarações do ex-controlador do Banco Master não justificam a abertura de novas medidas investigativas. (Metrópoles)

Dark Horse

Em outra frente do caso Master, a PGR fechou um acordo de delação premiada com o empresário Antonio Carlos Freixo Júnior, que intermediou o envio de dinheiro de Daniel Vorcaro supostamente para financiar o filme Dark Horse, conta Malu Gaspar. Os recursos foram para o fundo Heavengate, administrado por um advogado ligado ao ex-deputado Eduardo Bolsonaro. Conforme revelou a revista Piauí, foram feitos pelo menos sete pagamentos ao fundo. O acordo agora vai para a mesa de Mendonça, a quem caba decidir pela homologação ou não. (Globo)

Nikolas e o “lindão” 

E novos detalhes da relação de Vorcaro com políticos seguem surgindo. Segundo Juliana Dal Piva revela que o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), um dos mais ativos do bolsonarismo, telefonou para o dono do Master em março de 2025 para liberar “um ativo de minério”. Na gravação, Nikolas chama Vorcaro de “Dani” e “lindão” e diz querer “mais proximidade” com o banqueiro. (ICL Notícias)

Nikolas e o “lindão”  2

Em diálogo mantido em abril de 2024 com o empresário Flávio Carneiro — investigado pela Polícia Federal sob a suspeita de atuar como sócio oculto do banqueiro —, Vorcaro reclamou abertamente da conduta do congressista. “Esse Nikolas eu banquei todos os voos dele”, declarou o dono do Banco Master. Irritado com a postura do político, o empresário sinalizou a intenção de reprimir publicamente o aliado: “Vou mandar soltar isso” (grafado originalmente como “Vouch mandar soltsr isso”).

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 Nos registros obtidos, o banqueiro não detalha o montante total investido nem a quantidade exata de deslocamentos custeados. O histórico de financiamento de transporte aéreo envolvendo o parlamentar e o banqueiro já havia registrado episódios anteriores. Durante a campanha do segundo turno das eleições de 2022, Nikolas Ferreira utilizou uma aeronave executiva pertencente a Daniel Vorcaro ao longo de dez dias. O itinerário cobriu o Distrito Federal e nove estados em agendas em favor da reeleição de Jair Bolsonaro (PL). Na ocasião, o deputado viajava acompanhado do pastor Guilherme Batista, da Igreja Batista da Lagoinha. Quando o uso do jatinho foi revelado pela imprensa, o congressista alegou desconhecer a propriedade da aeronave, afirmando ter sabido que o avião pertencia ao empresário apenas posteriormente.

Nikolas e o “lindão”  4

Procurada para prestar esclarecimentos sobre as revelações, a defesa de Nikolas Ferreira, representada pelo advogado Thiago Faria, classificou os questionamentos como sem fundamento e negou que o congressista tenha apagado postagens a pedido de terceiros. Contudo, levantamentos nas redes sociais indicam que uma publicação feita pelo parlamentar em 27 de abril de 2024, reproduzindo um discurso proferido na Câmara dos Deputados, foi removida de seu perfil oficial.

Guerra aberta

Pedro Doria: “Neste momento, há uma guerra aberta dentro do STF. Uma guerra de vazamentos seletivos. Não estamos mais no tempo da Lava Jato e, a essa altura, o Brasil não tem mais nada de ingênuo. Alexandre não é herói, mas Mendonça tampouco. Não existem heróis. Existe uma disputa de poder no coração da República, uma Polícia Federal quebrada em facções, o STF idem, como o Senado, a Câmara. É difícil que peçam, a nós brasileiros, que acreditemos na boa-fé de quem está nesse jogo”. (Meio)

Vantagem de Lula

A vantagem de Lula sobre Flávio Bolsonaro caiu para oito pontos no primeiro turno, enquanto os dois aparecem tecnicamente empatados em uma eventual disputa de segundo turno, segundo pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira. No primeiro turno, Lula lidera com 37% das intenções de voto, seguido por Flávio, com 29%. Augusto Cury aparece em terceiro, com 10%, consolidando-se como uma terceira força na disputa. Renan Santos tem 3%, enquanto Ronaldo Caiado e Romeu Zema registram 1% cada. No segundo turno, Lula e Flávio estão em empate técnico. O presidente aparece com 42%, contra 41% do senador. A pesquisa também mostra que Flávio e Lula são os candidatos com os maiores índices de rejeição. O senador é rejeitado por 55% dos entrevistados, enquanto 53% dizem conhecer Lula e não votar nele. (g1)

PEC 6×1 adiada

Inconformado com o adiamento para depois das eleições da votação pelo Senado da PEC que acaba com a escala de trabalho 6×1, o governo tenta articular uma sessão extra do Senado para votá-la este mês. A PEC foi aprovada na CCJ nesta quarta-feira, mas o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), adiou a votação em plenário após o próprio líder do governo, Randolfe Rodrigues (PT-AP), admitir que a maioria para a aprovação não era segura. O presidente Lula (PT) quer usar a mudança na escala como trunfo eleitoral. (UOL)

Aquecimento global

O aquecimento global deve atingir pelo menos 1,8°C mesmo no cenário mais otimista, bem acima da meta de 1,5°C acima dos níveis pré-industriais. É o que afirma um novo relatório do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), que diz ser “inevitável” ultrapassar a meta estabelecida pelo Acordo de Paris, o que provavelmente ocorrerá nos próximos anos, apesar de alguns progressos no combate à crise climática causada pela ação humana, impulsionada pela queima de combustíveis fósseis. O documento da ONU alerta que cada fração de aumento na temperatura intensifica eventos climáticos extremos destrutivos, como a submersão de ilhas e cidades costeiras. (Guardian)

Propagandas de bets

A Comissão de Ciência e Tecnologia do Senado aprovou nesta quarta-feira um projeto de lei que proíbe as propagandas das bets. O texto estabelece vetos de inserções nas mais diferentes mídias, desde rádio e TV a podcasts, redes sociais e serviços de streaming. Também proíbe patrocínio de casas de apostas a clubes, campeonatos e transmissões esportivas. A proposta tipifica como crime o ato de “divulgar, promover, veicular, anunciar ou intermediar a publicidade” de bets ilegais com pena que pode ir de um a quase nove anos. Congressistas tentam votar o PL até esta quinta-feira, antes que o Congresso seja esvaziado por campanhas eleitorais. (Folha)

Brendan Fraser

Tirado do ostracismo por um merecido Oscar em A Baleia, Brendan Fraser encara o desafio de viver o general Eisenhower em Pressão, destaque nas estreias de hoje no cinema. O longa retrata literalmente o clima que antecedeu o Dia D, a maior invasão anfíbia da História. O cardápio de filmes inclui ainda terror, comédia e um documentário que homenageia o saudoso Gonzaguinha.

Gracindo Júnior

Morreu nesta terça-feira, aos 83 anos, o ator e diretor Gracindo Júnior, conhecido por papéis em novelas como O Casarão, Dona Beija e O Salvador da Pátria. Nascido no Rio de Janeiro, onde faleceu, era filho do também ator Paulo Gracindo. Começou a carreira na Rádio Nacional, na década de 1950, estreando nos palcos em 1961. Militante do Partido Comunista, foi cassado pela ditadura e proibido de trabalhar no rádio. Foi um dos primeiros contratados da TV Globo, atuando em várias novelas, entre elas O Bem-Amado, de Dias Gomes, considerada um dos clássicos da teledramaturgia brasileira. Como diretor, trabalhou nas novelas Memórias de Amor e Marron-Glacé. (Folha)

E-books

Uma pesquisa realizada pela NielsenIQ BookData e apresentada nesta quarta-feira revela que o celular é o dispositivo mais usado por leitores de e-books e audiolivros no Brasil. Segundo o levantamento, que ouviu 3 mil brasileiros com mais de 10 anos, 72% preferem ler em smartphones, contra 23% em computadores, 19% em e-readers e 16% em tablets. Estima-se que cerca de 18 milhões de brasileiros passaram a ler mais depois de começar a consumir livros digitais ou versões em áudio. Ao todo, 49% da população com mais de 10 anos consumiu algum tipo de leitura digital nos 12 meses anteriores ao levantamento. (Globo)

Cotidiano Digital

Uma juíza federal decidiu que o Google não será obrigado a se desfazer de sua divisão de publicidade responsável por vender anúncios em espaços de outros editores. A companhia terá que mudar seu modelo de negócios de publicidade, mas ainda não há detalhes de quais medidas serão exigidas. A decisão acabou sendo uma vitória para a empresa, já que a punição ficou bem mais branda do que as impostas na Europa, onde o Google já pagou mais de US$ 10 bilhões em multas antitruste nos últimos anos. (Axios)

Breakfast

Por hoje é só. Este é o breakfast, o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção com os temas de destaque da política em Rondônia e do Brasil.

(*) Roberto Kuppê é jornalista e articulista político,  com informações do Canal Meio

Contato: [email protected]

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