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quarta-feira, novembro 4, 2026
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Hospital Universitário começa a atender pacientes no dia 28 de setembro

Estrutura receberá usuários da regulação municipal nas áreas de Oftalmologia, Cardiologia e Ortopedia 

Um prédio que representa um sonho antigo para a saúde e para o ensino em Porto Velho começa a ganhar uma nova rotina. Na tarde desta sexta-feira (18), os espaços do futuro Hospital Universitário reuniram representantes das instituições responsáveis por transformar o projeto em atendimento para a população.

A partir do dia 28 de setembro, pacientes que já aguardam na regulação começarão a ser atendidos no local. Nesta primeira etapa, serão contempladas as especialidades de Oftalmologia, Ortopedia e Cardiologia, além da realização de exames como raio-X, eletrocardiograma, tomografia, ultrassonografia e exames laboratoriais.

O início dos serviços é resultado da parceria entre a Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), Universidade Federal de Rondônia (UNIR), Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS (AgSUS) e Ministério da Saúde.

Para a reitora da UNIR, Marília Pimentel, ver o espaço começar a receber pacientes tem um significado especial. O curso de Medicina da universidade existe há mais de duas décadas e ainda não contava com um hospital universitário próprio.

“É a realização de um grande sonho. Aqui vai funcionar o Hospital Universitário de Porto Velho, em um prédio que foi doado pela Prefeitura. Enquanto avançamos nas adequações necessárias, conseguimos construir essa parceria para que o espaço já comece a atender a população. Será um hospital 100% SUS e também um hospital de ensino, que vai contribuir para formar ainda melhor os nossos profissionais”.

ATENDIMENTO 

Os serviços serão realizados por meio da Oferta de Cuidados Integrados (OCI). O modelo busca reunir, em uma mesma jornada de atendimento, a consulta especializada e os exames necessários para cada caso, tornando o caminho do paciente mais organizado dentro da rede.

De acordo com Rodrigo Alves, a parceria entre instituições foi fundamental para viabilizar o projeto

 

A Semusa ficará responsável pela gestão do espaço e pela regulação dos pacientes. Já a AgSUS custeará a operacionalização e a contratação de especialistas durante 120 dias.

Para a secretária municipal de Saúde, Sandra Cardoso, começar a utilizar a estrutura significa dar uma resposta a pacientes que aguardam atendimento especializado. 

“A partir do dia 28 vamos começar a atender pacientes que estão na fila. Teremos Ortopedia, Cardiologia e Oftalmologia, acompanhadas dos exames necessários para esses atendimentos. Enquanto avançamos para a implantação definitiva do hospital, esse espaço já poderá contribuir com quem está esperando por uma consulta ou exame”.

A união entre diferentes instituições foi apontada pelo diretor do Departamento de Estratégias para a Expansão e a Qualificação da Atenção Especializada do Ministério da Saúde, Rodrigo Alves Torres Oliveira, como fundamental para colocar o projeto em funcionamento. 

 Léo Moraes disse que a parceria permite antecipar o atendimento à população antes da implantação definitiva do Hospital Universitário

 

“Esse passo mostra que, quando o interesse da população está em primeiro lugar, conseguimos articular diferentes instituições. Estamos falando do Governo Federal, Ministério da Saúde, Ministério da Educação, AgSUS, Universidade Federal e Prefeitura. Juntos, estamos avançando para tornar realidade uma estrutura muito importante de ensino, assistência e pesquisa”.

Para o prefeito Léo Moraes, a parceria permite que a população comece a utilizar o espaço antes mesmo da implantação definitiva do Hospital Universitário.

“Temos pessoas esperando por uma consulta, por um exame e por uma resposta. Conseguimos unir diferentes instituições para que esse espaço não fique parado enquanto avançamos nas próximas etapas. A partir do dia 28, começamos com três especialidades e vários exames, fazendo essa estrutura já cumprir uma função importante para a população”.

O Hospital Universitário está localizado na Rua João Goulart, nº 2164, bairro São Cristóvão, em Porto Velho.

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

Coluna Zona Franca

Por Roberto Kuppê (*)

Reta final

Faltam 13 dias para as eleições de 2026. Frio na barriga. Em nível nacional a presidência de Lula está por um fio. O melhor governo de todos os tempos pode sucumbir às narrativas e fake news. As pesquisas indicam empate técnico com leve vantagem para Lula. A incógnita é para quem vão os votos dos indecisos.

Reta final 2

Em Rondônia é impressionante o crescimento da candidatura ao governo do estado de Expedito Netto (PT). Nos últimos 13 dias tem demonstrado que pode chegar no segundo turno. O último debate realizado na sexta-feira passada pelo Rondoniaovivo, ele se destacou. A militância com bandeiras e palavras de ordem foi marcante. E hoje, a SICTV realiza mais um importante debate com a presença dos seis candidatos. O debateda TV Norte (SBT) será dia 23, da TV Rondônia, dia 29 de setembro e da Rede TV (SGC), dia 1 de outubro.

Reta final 3

Por enquanto as pesquisas indicam que devem ir para o segundo turno Marcos Rogério (PL) e Adailton Fúria (PSD), mas o crescimento de Hildon Chaves (UPr) e Expedito Netto (PT) já entram no radar. Samuel Costa (PSB) também pode surpreender. Pedro Abib (MDB), não.

Reta final 4

Para o Senado Federal os nomes de Sílvia Cristina (UPr), Mariana Carvalho (UPr), Acir Gurgacz (PDT), Fernando Máximo (UPr) e Neidinha Suruí (PSB) estão no páreo. Bruno Pensão Atrasada, não.

Reta final 5

Jesualdo Pires, ex-prefeito de Ji-Paraná

Para a Câmara Federal, o nome de Jesualdo Pires (UPr) é unanimidade. Deverá ser eleito. Também são favoritos Ramon Cujui (PT), Jair Montes Jr (Avante), Joliane Fúria (PSD), Jaime Gazola (Podemos), Euma Tourinho (Podemos), Airton Gurgacz (PDT), Joao Guinho (PSOL), dentre outros.

Reta final 6

Para deputado estadual o nome de Fátima Cleide (PT), a mãe da Transposição de Servidores, disparou. Da mesma forma, Sid Orleans (PT) tem crescimento vertiginoso. No favoritismo também Everaldo Fogaça (PSD), Paulo Moraes Jr (Podemos), Ieda Chaves (UPr), Hermínio Coelho (Avante), Granemann (Avante), Giovanna Barros (PT), Francimar Simão (PT), dentre outros.

Projeção para deputado estadual

O ex-deputado estadual e presidente do Avante, Jair Montes, fez uma projeção de quantos deputados estaduais os partidos farão nestas eleições. Segundo o “cientista político”, o PL faz cinco, PSD quatro, Avante três, PRD três, União Progressista três, Republicanos de dois a três, Novo um ou dois, PT um e Podemos, um. Há controvérsias. Segundo Edson Silveira, o PT fará de dois a três deputados estaduais.

Banco Master 

O banco Master nasceu no governo Bolsonaro e morreu no governo Lula. Em 2019, durante o governo Temer, Daniel Vorcaro tentou se tornar banqueiro, mas foi barrado. Já no governo Bolsonaro ele conseguiu o que queria. Assim, o Banco Master, que tinha um patrimônio de R$ 200 milhões, cresceu com a ajuda do governo Bolsonaro, enquanto o dinheiro de aposentados e pensionistas começou a chegar ao banco.

Banco Master 2

Dos 19 entes federativos que investiram no Master, 17 eram bolsonaristas. As investigações apontam para um esquema que transformava o banco em caixa da família Bolsonaro e de seus aliados. O bolsonarista Cláudio Castro colocou R$ 3,7 bilhões dos aposentados do RJ nas mãos de Vorcaro. Já Ibaneis Rocha repassou R$ 8 milhões quando o banco já enfrentava dificuldades.

Banco Master 3

A relação de Vorcaro com a família Bolsonaro vai ainda mais fundo. Flávio Bolsonaro surge na história com pedido de R$ 132 milhões ao amigão banqueiro para financiar Dark Horse, filme sobre seu pai, Jair Bolsonaro. Agora, a Polícia Federal investiga suspeitas de desvio de recursos e lavagem de dinheiro envolvendo o financiamento desproporcional. Em 2025, durante o governo Lula, o Banco Central liquidou o Banco Master, e as irregularidades passaram a ser investigadas e o banqueiro da família Bolsonaro foi preso. A cronologia é simples: o Banco Master nasceu durante o governo Bolsonaro e foi investigado e liquidado durante o governo Lula.

Moraes e a esposa usaram avião de Vorcaro

A crise no Supremo Tribunal Federal (STF) ganhou mais um elemento de tensão neste domingo com a divulgação pelo jornalista Lauro Jardim de um vídeo no qual o ministro Alexandre de Moraes e a esposa, a advogada Viviane Barci, desembarcam, em agosto de 2025, de um jatinho que pertence ao banqueiro Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master. Em abril deste ano, após vir a público um contrato de R$ 131 milhões entre o banco e o escritório de Barci, o gabinete de Moraes soltou nota negando que o ministro tivesse usado em algum momento aeronaves de Vorcaro — mesmo com o vídeo, Moraes continua negando o uso do avião. (Globo)

Prime You

Danos colaterais
Spacca

O jatinho de Vorcaro era gerenciado pela empresa Prime You, mas o banqueiro mantinha controle sobre o uso da aeronave. Segundo mensagens de celular obtidas pela Polícia Federal, ele orientou uma funcionária responsável pela agenda de voos do avião a dar prioridade ao ministro e à esposa. Em nota, o escritório de Viviane Barci disse ter contratado o voo da empresa Prime Aviation e que a locação “não envolve qualquer vínculo pessoal com o proprietário da aeronave”. (Estadão)

Lula cita cinco ministros do STF

E na sexta-feira, sem citar nomes, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que cinco ministros do STF estariam ligados “direta ou indiretamente” ao Banco Master. Em entrevista a uma rádio, Lula voltou a defender uma reforma no Judiciário, mas disse que antes era preciso “resolver esse problema”, referindo-se às suspeitas. Ele criticou o contrato da esposa de Moraes e as relações atribuídas a Dias Toffoli com o banco, mas também acusou André Mendonça de “segurar informações” sobre o caso. (Poder360)

Ameaças ao processo eleitoral

Um relatório da Agência Nacional de Inteligência (Abin) alertou o Palácio do Planalto e o Tribunal Superior Eleitoral para “ameaças ao processo eleitoral” por parte do governo dos Estados Unidos. Como conta Mônica Bergamo, o documento afirma que presidente Donald Trump quer apoiar governos conservadores para reorientar política externa de países da América Latina e afastar a China de “ativos estratégicos e riquezas naturais”. Nesse clima, o presidente Lula embarcou neste domingo para Nova York, onde vai participar da Assembleia Geral da ONU e tentar, como em 2025, um encontro com Trump. (Folha)

Willer Thomaz e Flávio Bolsonaro 

A Polícia Federal e a Justiça Eleitoral estão investigando as ligações do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) com o advogado Willer Thomaz, suspeito de envolvimento com fraudes no INSS. Em março de 2025, antes de o escândalo da previdência vir a público e de Flávio ser lançado pelo pai como candidato à Presidência da República, ele participou de um safári na África do Sul na companhia do advogado. Em uma das fotos, o candidato do PL aparece com Thomaz e com o senador Weverton Rocha (PDT-MA), investigado pelas fraudes na previdência. O quarto adulto na imagem foi identificado como o empresário Carlos Alberto de Sá, que teve o indiciamento pedido em 2021 pela CPI da Covid. (Globo e piauí)

Pesquisa BTG/Nexus

A pesquisa BTG/Nexus divulgada na manhã de hoje (íntegra) confirma o cenário de empate técnico entre Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) em eventual segundo turno. O presidente lidera com 46%, com o senador logo atrás com 45%. Os dois também empatam na rejeição, mas com as posições investidas: 50% rejeitam Flávio, contra 49% rejeitando Lula. O levantamento mediu também a aprovação do presidente, com 50% desaprovando e 46% aprovando a atuação de Lula. (Poder360)

Bolsa Família

O ministro Gilmar Mendes, decano do STF, validou na noite de sexta-feira o decreto do presidente Lula (PT) reajustando em 15% os benefícios do Bolsa Família ainda no período eleitoral. Gilmar atendeu a uma petição da Defensoria Pública da União (DPU), respaldada pela Advocacia Geral da União (AGU) para que uma ação arquivada em 2024 no Supremo fosse reaberta. A ação, aberta pela DPU em 2020, tratava de um beneficiário desempregado do Bolsa Família que estaria em situação de rua devido ao baixo valor do auxílio. Em 2021, o STF determinou que o Executivo tomasse medidas para garantir que o benefício cobrisse necessidades básicas. Como Gilmar foi o último relator do caso, ele julgou a petição e concluiu que o mesmo princípio se aplicava ao reajuste dado por Lula. (Poder360)

Alternativa

O partido de extrema direita Alternativa para a Alemanha (AfD, na sigla em alemão) voltou a vencer uma eleição regional no país, num sério revés para o chanceler Friedrich Merz e sua União Democrata Cristã (CDU). Duas semanas após a vitória na Saxônia-Anhalt, a AfD obteve, segundo pesquisas de boca de urna, 38% dos votos no estado de Mecklenburg-Vorpommern. Merz voltou a classificar a vitória da AfD como “um desastre”, mas também viu seu partido perder para a legenda Die Linke (A Esquerda) em Berlim. O chanceler, porém, negou que vá fazer reformas para enfrentar os problemas econômicos e a divisão política que vêm atingindo o país. (CNN)

Risco Rússia

Chefes dos serviços de inteligência da Europa alertaram seus governos para o risco de a Rússia atacar o território de países da Otan e que a ofensiva ocorreria em questão de “meses, não anos”. O primeiro aviso veio do primeiro-ministro da Polônia, Donald Tusk, segundo o qual o regime de Vladimir Putin quer provar que o compromisso de ajuda recíproca da Otan “é mais teórico que prático”. O presidente francês Emmanuel Macron disse que o relatório da Polônia é “sólido e bem-documentado” e convocou uma reunião dos países do bloco. (Guardian)

Enquanto isso…

Donald Trump voltou a ameaçar o Irã, diante da falta de um acordo de paz. Segundo jornalistas, o presidente dos Estados Unidos disse: “Minha pergunta [ao Irã] agora é ‘se e quando eu vou explodir o país inteiro’”. (The Hill)

 14,4 milhões de pessoas com deficiência

As desigualdades sociais dificultam o acesso de pessoas com deficiência ao mercado de trabalho e à educação, além das limitações impostas pela condição física ou mental do indivíduo. Essas são as conclusões de um estudo divulgado pelo IBGE com base em informações do Censo Demográfico de 2022 e de outras fontes. O censo apontou 14,4 milhões de pessoas com deficiência no Brasil, 7,9% da população. O nível de ocupação nesse grupo era de 29%, contra os 55,8% das pessoas sem deficiência. As mulheres com deficiência têm nível de ocupação abaixo dos homens (24,4% e 35,4%). E pessoas pretas e pardas têm ocupação maior que as brancas, independentemente do gênero. Na educação o número é ainda mais gritante: 12,2% dos jovens de 15 a 29 anos com deficiência eram analfabetos, contra 1,0% da população geral. (IBGE)

Paulo Roberto Teixeira

Morreu neste fim de semana, aos 77 anos, o médico sanitarista Paulo Roberto Teixeira, um dos principais responsáveis pelas políticas de enfrentamento ao HIV e à Aids no Brasil. Em 2000, Teixeira foi um dos maiores defensores da quebra de patentes de remédios contra a doença, a fim de facilitar o acesso a eles pelos pacientes mais pobres via SUS. No ano seguinte, a Organização Mundial do Comércio (OMC) reconheceu que o direito à saúde está acima das regras de propriedade intelectual. A causa da morte não foi divulgada. (g1)

Chihuahua

Célebres pelo mau humor, os cães chihuahua têm agora uma justificativa para serem tão enfezados quanto são pequenos. Um estudo genético feito em raças de cachorros domésticos de toda a América Latina indicou que o cãozinho mexicano tem em sua bagagem genética traços de DNA de coiote, um canídeo selvagem típico das regiões áridas do México e dos Estados Unidos. Os cientistas que conduziram o estudo não sabem ainda se os genes do predador foram introduzidos de forma acidental ou numa tentativa, em um passado remoto, de cruzar coiotes com cães domésticos. (Folha)

Cultura

O rapper BK’ fez história ao se tornar o primeiro artista brasileiro de rap a fazer um show solo em estádio ao se apresentar para 50 mil pessoas no sábado no Nubank Parque, em São Paulo. A apresentação celebrou os 10 anos do álbum Castelos e Ruínas, com 39 músicas no setlist e participações especiais de Marina Sena, Marcelo D2, L7nnon, Djonga, Akira Presidente, entre outros. A turnê ainda passará por Porto Alegre, Salvador, Belo Horizonte, Curitiba e terminará no Maracanã, no Rio de Janeiro, em janeiro de 2027. (Billboard)

Netflix

O filme La Bola Negra, drama queer intergeracional, visto como uma das grandes apostas da Netflix para a temporada de prêmios, venceu o Prêmio do Público do Festival de Toronto, um dos principais indicadores de sucesso na corrida ao Oscar. O longa dirigido pela dupla espanhola Los Javis já havia sido ovacionado em Cannes, onde também venceu o prêmio de melhor direção. Na categoria de documentário, o vencedor foi Darlene Love: I Know Where I’ve Been, sobre a cantora que passou anos fornecendo vocais para grandes sucessos dos anos 1960 sem receber créditos. Já o Prêmio do Público Internacional ficou com Elsinore, dirigido por Simon Stone e estrelado por Andrew Scott. (Variety)

Se Eu Fosse Vivo

Aqui no Brasil, Se Eu Fosse Vivo… Vivia, do diretor mineiro André Novais Oliveira, venceu no sábado o Troféu Candango de melhor longa-metragem no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. É o segundo Candango do diretor, que já havia vencido com Temporada em 2018. Além do prêmio principal, o filme levou melhor roteiro e melhor figurino. A produção acompanha um casal de Contagem, município da grande Belo Horizonte, ao longo de cinco décadas, começando no registro cotidiano e caminhando para o realismo fantástico e a ficção científica. Pequenas Tragédias, de Daniel Nolasco, foi o grande vencedor técnico da noite, com cinco prêmios, enquanto o júri popular elegeu o documentário Tudo é Tempo, de Marcos Guttmann, como melhor longa. (Folha)

Cotidiano Digital

A Anthropic estaria estudando lançar um novo modelo de inteligência artificial para responder à pressão competitiva do GPT-6 Astra, da OpenAI, lançado no dia 3 de setembro. Esse possível lançamento da empresa iria na contramão do pedido público por uma desaceleração no desenvolvimento de modelos de IA feito pelo CEO, Dario Amodei. O GPT-6 Astra vem ganhando força no mercado corporativo e um levantamento da OpenRouter mostra que os desenvolvedores gastaram mais no modelo da OpenAI do que nos modelos da Anthropic pela primeira vez em mais de dois anos e meio. Ainda assim, a receita anualizada da Anthropic ultrapassou US$ 65 bilhões em julho, comparada com os US$ 9 bilhões do fim de 2025 e acima dos US$ 40 bilhões da OpenAI no mesmo período. A empresa também avalia adiar seu IPO para depois das eleições de meio de mandato nos EUA, em novembro. (Reuters)

Inteligência artificial

Uma pesquisa global do Pew Research Center, feita com 42 mil pessoas em 37 países, mostrou que 52% dos brasileiros estão mais preocupados do que empolgados com o avanço da inteligência artificial. Com isso, o Brasil se posiciona acima da média global de preocupação e praticamente empatado com os Estados Unidos. Entre os jovens brasileiros de 18 a 34 anos, o receio cresceu 12 pontos percentuais em um ano, de 32% para 44%, superando a mesma faixa etária em países como Estados Unidos, Austrália e Japão. O principal medo está relacionado ao mercado de trabalho, já que 42% dos brasileiros acreditam que a IA vai resultar em menos vagas de emprego, contra apenas 13% que apostam no efeito contrário. (Estadão)

Discord

Mais de um mês após a Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) determinar a suspensão das transmissões ao vivo no Discord no Brasil, a GloboNews identificou pelo menos duas ferramentas disponíveis na seção de atividades do aplicativo que permitem o compartilhamento de tela e a exibição de imagens em tempo real, sem qualquer bloqueio para usuários brasileiros. Após a denúncia da GloboNews, a ANPD afirmou ter solicitado esclarecimentos ao Discord e alertou que o descumprimento de medidas preventivas poderia resultar em multa diária. (g1)

Breakfast

Por hoje é só. Este é o breakfast, o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção com os temas de destaque da política em Rondônia e do Brasil.

(*) Roberto Kuppê é jornalista e articulista político,  com informações do Canal Meio

Contato: [email protected]

O conteúdo opinativo acima é de inteira responsabilidade do colaborador e titular desta coluna. O Portal Mais RO não tem responsabilidade legal pela opinião, que é exclusiva do autor.

Expedito Netto propõe ampliar educação em tempo integral em toda a rede estadual de Rondônia

Plano prevê implantação gradual, reformas nas escolas, parceria com o Governo Federal e concurso público para reforçar o quadro da educação

A implantação progressiva da educação em tempo integral em toda a rede estadual de Rondônia é uma das principais propostas de Expedito Netto para a área da educação. O candidato afirma que pretende concluir a expansão até o fim de um eventual mandato, com reformas nas escolas, ampliação de espaços pedagógicos, valorização dos profissionais e realização de concurso público no primeiro ano de governo.

A proposta prevê que os estudantes permaneçam mais tempo nas unidades de ensino, com acesso a atividades de esporte, cultura, ciência, tecnologia, alimentação e acompanhamento pedagógico. Para isso, segundo o candidato, será necessário adequar a infraestrutura escolar e ampliar o número de servidores.

Implantação gradual e apoio federal

A expansão da jornada escolar seria realizada de forma progressiva ao longo dos quatro anos de governo, alcançando municípios de diferentes regiões de Rondônia, inclusive localidades mais distantes dos principais centros urbanos.

Netto também defende uma parceria com o Governo Federal para obter recursos e apoio técnico por meio de programas nacionais voltados à educação integral. Entre essas iniciativas está o Programa Escola em Tempo Integral, do Ministério da Educação, criado para apoiar a ampliação de matrículas com jornada estendida nas redes públicas.

A adesão a programas federais, no entanto, não eliminaria a necessidade de investimentos próprios do Estado. A execução dependeria das regras vigentes, dos critérios de participação, da disponibilidade orçamentária e da capacidade de planejamento da administração estadual.

Reformas e novas atividades nas escolas

A ampliação do tempo de permanência dos estudantes exige mais do que aumentar a carga horária. As unidades de ensino precisariam contar com espaços adequados para alimentação, esporte, cultura, ciência, tecnologia, convivência e atividades pedagógicas complementares.

Também seriam necessários planejamento curricular, alimentação escolar compatível com a jornada ampliada e organização dos horários de professores e demais servidores.

Concurso público e valorização dos profissionais

Outra frente da proposta é o fortalecimento do quadro permanente da Secretaria de Estado da Educação e a redução da dependência de contratações emergenciais.

Expedito Netto afirma que pretende realizar, no primeiro ano de mandato, um concurso público para atender às necessidades identificadas na rede estadual. Ainda não foram informados o número de vagas, os cargos contemplados, o cronograma do certame ou a fonte de recursos para as novas contratações.

A implantação da educação em tempo integral exigiria uma revisão do dimensionamento do quadro de pessoal. Além de professores, a rede poderia precisar de mais técnicos, gestores, profissionais de apoio e equipes responsáveis por atividades esportivas, culturais e tecnológicas.

A proposta também dependeria de formação continuada e de melhorias nas condições de trabalho dos servidores da educação.

Benefícios e limites da educação integral

A educação em tempo integral pode ampliar as oportunidades de aprendizagem ao combinar o ensino regular com atividades de esporte, cultura, ciência, tecnologia e acompanhamento pedagógico.

O modelo também pode contribuir para atender famílias que trabalham durante o dia, oferecendo aos estudantes um ambiente escolar estruturado por mais tempo. No entanto, os resultados dependem da qualidade das atividades, da formação dos profissionais, da alimentação oferecida, da infraestrutura e da capacidade de gestão das escolas.

A simples permanência prolongada dos alunos nas unidades não garante, por si só, melhoria na aprendizagem. A jornada ampliada precisa estar vinculada a um projeto pedagógico consistente e a metas de desempenho e acompanhamento.

Desafios para a implementação

Para alcançar toda a rede estadual, a proposta precisará ser acompanhada de metas anuais, estimativas de custo, cronograma de reformas, definição das escolas prioritárias e mecanismos de transparência.

Entre os principais desafios estão a adequação da infraestrutura, a contratação e formação de profissionais, o financiamento contínuo da alimentação escolar, a organização do transporte e a adaptação das unidades localizadas em áreas mais distantes.

Também será necessário conciliar a expansão da jornada com a capacidade orçamentária do Estado e com os critérios dos programas federais. A articulação entre Governo Federal, Estado, municípios e comunidades escolares poderá ser decisiva para evitar uma implantação desigual entre as regiões.

A proposta de Expedito Netto reúne ampliação da jornada escolar, reformas, concurso público e cooperação federal. Para sair do plano político e alcançar toda a rede estadual, porém, dependerá de planejamento detalhado, recursos assegurados, capacidade administrativa e acompanhamento permanente dos resultados.

Edson Silveira
Advogado, administrador, professor e membro da Executiva Estadual do PT/RO

Fontes consultadas

* Ministério da Educação — informações sobre o Programa Escola em Tempo Integral e as diretrizes para ampliação das matrículas em jornada ampliada.
* Governo Federal — legislação, objetivos e mecanismos de apoio técnico e financeiro do Programa Escola em Tempo Integral.
* Rondônia ao Vivo — cobertura do debate entre candidatos ao Governo de Rondônia, realizado em 18 de setembro de 2026.
* IBADE — informações relativas aos concursos públicos da Secretaria de Estado da Educação de Rondônia (SEDUC/RO), 2026.

Samuel Costa apresenta propostas para enfrentar gargalos de Rondônia como Governador no Pah Pow Cast

O candidato ao Governo de Rondônia pelo PSB, Samuel Costa, participou do Pah Pow Cast, apresentado pelo jornalista Alisson Carreiro, em entrevista transmitida pela REMA TV, canal 5.1, e pelo YouTube da emissora.

Durante a conversa, Costa apresentou propostas para enfrentar os principais gargalos de Rondônia nas áreas de saúde, saúde mental, segurança, educação e infraestrutura, defendendo mudanças na gestão pública e a valorização dos servidores estaduais.

Assista a entrevista completa:

https://youtu.be/lyG81djUfEg

Na saúde, o candidato afirmou que pretende valorizar o servidor público estatutário e realizar concursos públicos para enfrentar o déficit de profissionais.

Costa também apresentou a proposta de entregar, em quatro anos, uma nova estrutura hospitalar para substituir o atual João Paulo II, aproveitando uma estrutura já existente da Polícia Rodoviária Federal, localizada a pouco mais de um quilômetro do hospital.

A proposta prevê a ampliação da oferta de leitos clínicos, enfermagem, centro cirúrgico e UTI, além da presença de médicos especialistas e da descentralização dos serviços de saúde para outras regiões do estado.

Saúde mental também é prioridade

Outro ponto destacado por Samuel Costa foi a necessidade de ampliar as políticas de saúde mental em parceria com os municípios, fortalecendo a rede de atendimento para pessoas que enfrentam depressão, ansiedade e outros transtornos mentais e psicológicos.

Para Costa, é necessário tratar a saúde mental como uma prioridade de saúde pública e ampliar o acesso da população ao atendimento especializado, especialmente nos municípios do interior.

“A depressão, a ansiedade e os demais transtornos mentais e psicológicos são uma pandemia silenciosa que precisa ser enfrentada com políticas públicas e cuidado com as pessoas”, destacou.

Ao falar sobre a transformação da saúde pública em Rondônia, Costa afirmou: “Vamos fazer em quatro anos aquilo que não foi feito em 40 anos.”

Ao longo do programa, o candidato também detalhou propostas para a segurança pública, educação e infraestrutura, reforçando a defesa de uma gestão voltada à melhoria dos serviços públicos e da qualidade de vida da população dos 52 municípios de Rondônia.

Fúria rompe com Rocha, mas quer apagar quem o colocou no palanque: se a criatura trai um aliado, será que não trairá seu eleitor?

Por Édson Silveira

Adaílton Fúria iniciou sua candidatura ao Governo de Rondônia com o apoio político do governador Marcos Rocha, presidente estadual do PSD. A aliança ajudou a apresentá-lo como o nome do grupo governista para a sucessão estadual.

Agora, o próprio Fúria afirma ter perdido o apoio de Rocha e diz que o governador estaria apoiando outro candidato. A antiga parceria, portanto, deixou de ser apenas uma disputa interna entre lideranças e passou a interessar diretamente ao eleitor.

Os fatos são claros: Fúria foi apresentado com o respaldo do grupo governista; Rocha participou da construção política de sua candidatura; e, posteriormente, a relação entre os dois se deteriorou. Se houve rompimento, ambos têm o direito de seguir caminhos diferentes. O que não podem fazer é reescrever a trajetória como se a aliança nunca tivesse existido.

Na política, candidaturas podem ser apresentadas como projetos coletivos e, depois, passar a ser vendidas como iniciativas independentes. O problema surge quando se tenta apagar a estrutura partidária, os palanques, as articulações e os padrinhos que ajudaram a colocar o projeto de pé.

Fúria tem responsabilidades a explicar. Não pode tratar o apoio de Rocha como uma bênção estratégica na origem e, depois, reduzi-lo a um detalhe inconveniente quando a relação azedou. Se o apoio era indispensável para lançar a candidatura, por que deixou de ser relevante para explicar sua consolidação?

A questão não é exigir submissão política nem impedir mudanças de rumo. Alianças terminam, divergências surgem e novas composições são legítimas. Mas quem participou de um projeto, pediu confiança e ocupou palanques precisa reconhecer sua origem e explicar por que decidiu se afastar dela.

É justamente nesse ponto que surge a desconfiança do eleitor. Quem rompe um acordo, abandona uma parceria e depois tenta apagar a própria história pode transmitir a impressão de que não respeita compromissos. Se não cumpre o que foi combinado com aliados, por que o eleitor deveria acreditar que cumprirá o que promete durante a campanha?

A política permite mudanças de posição, mas não transforma a quebra de acordos em prova de caráter. Ao contrário: quando alguém trai uma aliança e tenta apresentar o rompimento como se fosse uma descoberta repentina de princípios, o eleitor tem o direito de perguntar se está diante de uma convicção verdadeira ou de uma estratégia para enganá-lo.

Quem muda de lado por conveniência pode estar apenas trocando de discurso para preservar o próprio projeto. E quem tenta esconder os compromissos que o ajudaram a chegar até aqui corre o risco de parecer mais interessado em controlar a narrativa do que em dizer a verdade.

Rocha também tem responsabilidades. Se Fúria era o nome de seu grupo para a sucessão, quando deixou de ser? O governador mudou de avaliação? Houve quebra de compromisso? Ou a troca foi apenas uma decisão eleitoral? Se passou a apoiar outro candidato, precisa explicar por que abandonou o projeto que ajudou a apresentar.

A cobrança de coerência vale para os dois lados. Fúria não pode esconder o padrinho depois de utilizar sua força política. Rocha, por sua vez, não pode tratar a mudança como simples ajuste de rota sem esclarecer os motivos que levaram ao rompimento.

O eleitor observa esse tipo de comportamento com desconfiança porque sabe que a confiança política não se constrói apenas com discursos. Ela depende de coerência, lealdade e cumprimento de compromissos. Quem trai um aliado, nega a própria trajetória e tenta convencer o público de que nada aconteceu pode estar pedindo mais do que um voto: pode estar pedindo que o eleitor aceite ser enganado.

Na política, todos podem mudar de posição. O que não deveria mudar com tanta facilidade é a responsabilidade de prestar contas. A memória pública registra quem pediu apoio, quem ofereceu estrutura e quem mudou de lado quando a conveniência deixou de ser a mesma.

Por isso, o eleitor tem perguntas a fazer. Houve mudança de projeto, quebra de compromisso, cálculo eleitoral ou apenas uma disputa por espaço apresentada como princípio? Se Fúria não precisa mais de Rocha, por que precisou tanto dele para chegar até aqui? E, se Rocha deixou de apoiar Fúria, por que o apresentou como representante de seu grupo?

Quando a aliança era conveniente, os dois pareciam falar a mesma língua. Agora que o casamento político acabou, cada um parece ter descoberto que sempre foi solteiro.

O eleitor não é plateia de uma novela em que os personagens mudam de lado e fingem nunca ter aparecido no capítulo anterior. Se a criatura nega o criador, ambos precisam explicar quem criou o quê, quem ofereceu a estrutura, quem pediu confiança e por que a parceria terminou.

Mais do que isso: precisam entender que o eleitor desconfia de quem não honra acordos. Quem não cumpre compromissos políticos pode não merecer confiança para assumir compromissos maiores com a população. A urna não deve servir de prêmio para quem muda de discurso conforme a conveniência e depois tenta convencer o público de que sempre agiu por princípio.

A responsabilidade política não aparece apenas na hora de pedir votos. Também precisa comparecer quando chega o momento de justificar escolhas, rompimentos e conveniências.

Edson Silveira, advogado, administrador e professor

Samuel Costa assina Carta Compromisso com trabalhadores da SESAU e defende valorização da saúde pública

Candidato  assume compromisso com as reivindicações dos servidores da saúde e defende concursos, valorização salarial e descentralização dos serviços

O candidato ao Governo de Rondônia pelo PSB, Samuel Costa, recebeu uma comissão de servidores da Secretaria de Estado da Saúde (SESAU) e assinou a Carta Compromisso com as reivindicações dos trabalhadores da saúde do Estado de Rondônia.

Assista o vídeo: https://www.instagram.com/reel/DdefrEbONlb/?stkn=MTg0MXkwZjVwNmJnbQ==

Durante o encontro, Costa reafirmou seu compromisso com a valorização dos profissionais da saúde, destacando a necessidade de melhores condições de trabalho, valorização salarial e ampliação do quadro de servidores da rede estadual.

Entre as propostas apresentadas está a realização de concursos públicos de provas e títulos para cargos de nível superior, além de concursos para profissionais de nível fundamental e médio, com o objetivo de ampliar e fortalecer o atendimento da saúde pública em Rondônia.

Samuel Costa também defendeu a descentralização da saúde, com o fortalecimento dos serviços de média e alta complexidade nas diferentes regiões do estado.

“Descentralizar a saúde é fundamental. A média e a alta complexidade serão uma das nossas principais pautas. Vamos fazer concursos regionalizados e ampliar a presença dos profissionais onde a população mais precisa”, afirmou.

O candidato também assumiu compromisso com a valorização da carreira dos servidores públicos e defendeu a garantia do quinquênio, destacando sua importância para a trajetória funcional e para a construção de uma base previdenciária que assegure melhores condições aos trabalhadores.

“Essa é a luta da minha vida, a luta do meu coração: valorizar o servidor público. Os guerreiros da saúde merecem todo o nosso reconhecimento. Não mediremos esforços para promover o bem-estar da população. O servidor público precisa ser bem remunerado, valorizado e reconhecido. Esses heróis da vida merecem condições dignas para exercer seu trabalho”, declarou Samuel Costa.

A assinatura da Carta Compromisso formaliza o compromisso do candidato com as reivindicações apresentadas pelos trabalhadores da SESAU e reforça a proposta de colocar a valorização dos servidores e o fortalecimento da saúde pública entre as prioridades de um eventual governo.

Expedito Netto visita feira popular de Guajará-Mirim e conversa com moradores

Após participar de debate em Porto Velho, candidato iniciou agenda no município ouvindo feirantes, trabalhadores e consumidores

Menos de 24 horas depois de participar do debate entre os candidatos ao Governo de Rondônia, realizado na noite de sexta-feira (18), no Complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, Expedito Netto iniciou neste sábado (19) uma agenda em Guajará-Mirim.

A primeira atividade foi uma visita à feira popular do município. Entre as bancas e os corredores, o candidato conversou com feirantes, trabalhadores, consumidores e moradores, ouvindo demandas e conhecendo questões do cotidiano da cidade.

Durante a passagem, Netto recebeu cumprimentos e parou para conversar e tirar fotografias com moradores. Feirantes também aproveitaram a visita para falar sobre suas atividades, dificuldades e expectativas para Guajará-Mirim.

A agenda ocorre após a participação do candidato no debate de sexta-feira, quando apresentou propostas e respondeu a questionamentos dos adversários. Neste sábado, a programação teve início com contato direto com a população.

A agenda em Guajará-Mirim prossegue ao longo do dia com outros compromissos e encontros.

Édson Silveira – Assessoria de comunicação

Samuel Costa ganha protagonismo em novo debate e reforça discurso de mudança em Rondônia

Candidato do PSB foi incisivo nos confrontos, apresentou propostas para áreas prioritárias e aproveitou o debate na Estrada de Ferro Madeira-Mamoré para marcar diferenças em relação aos demais concorrentes

RONDÔNIA — O candidato ao Governo de Rondônia pelo PSB, Samuel Costa, ganhou protagonismo no debate realizado na noite desta sexta-feira (18), no Complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho. O encontro foi promovido pelo site Rondônia ao Vivo, Antena Hits e parceiros.

Com uma postura firme e respostas objetivas, Samuel Costa aproveitou o espaço para confrontar os demais candidatos e apresentar sua visão sobre os principais desafios enfrentados por Rondônia. Em diferentes momentos, questionou propostas dos adversários e procurou estabelecer uma linha clara entre seu projeto e o que classificou como continuidade política.

Assista o debate completo:

O candidato também apresentou propostas voltadas à redução das desigualdades sociais, segurança pública, educação, saúde e valorização do serviço público.

Na segurança pública, Costa defendeu o reforço do efetivo policial e medidas para ampliar a presença do Estado nas regiões de fronteira e nas principais rodovias. Na educação e na saúde, destacou propostas de expansão e fortalecimento da estrutura pública, com atenção especial às famílias que dependem diretamente dos serviços oferecidos pelo Estado.

Ao longo do debate, Samuel procurou adotar uma linguagem didática, traduzindo temas complexos em respostas diretas ao eleitor. A estratégia também serviu para reforçar um dos principais argumentos de sua candidatura: a defesa de uma alternativa aos grupos políticos que, segundo sua campanha, vêm se alternando no comando do Estado.

O desempenho foi celebrado pela militância e pelos apoiadores da candidatura, que consideraram Samuel Costa um dos principais destaques do debate. Para a campanha, o confronto reforçou a estratégia de apresentar o candidato como uma opção de mudança no cenário eleitoral rondoniense.

“Rondônia não precisa trocar seis por meia dúzia. Precisa de um projeto que coloque as pessoas no centro do governo”, tem defendido Samuel Costa durante a campanha.

Ao lado do candidato a vice-governador, Sargento Machado, Samuel Costa segue apresentando o projeto do PSB para o Governo de Rondônia sob o número 40.

Entre bandeiras, militância e esperança: ontem foi dia de ir para a rua

Ontem este escriba trocou a caneta pela bandeira e viveu mais um daqueles momentos que dão sentido à militância. Antes do debate-show promovido pelo Rondoniaovivo⁠, no histórico Complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, a praça ganhou bandeiras, militantes e apoiadores que foram acompanhar de perto esse momento da campanha.

E lá estava eu, fazendo aquilo que aprendi ao longo de tantos anos: conversando com gente, defendendo ideias e pedindo voto para o Time do Lula.

Com muito orgulho, pedi voto especialmente para minha amiga Márcia Regina 1331, candidata a deputada federal, que, ao lado de Fátima Cleide 13133, vem percorrendo Rondônia e construindo sua campanha junto à população.

Foi também momento de manifestar meu apoio ao conjunto de candidaturas que defendemos nesta caminhada: Lula 13, Expedito Netto 13 e Luciana Oliveira 133, além de Márcia e Fátima.

A política também se faz assim: no olho no olho, no aperto de mão, segurando a bandeira e ocupando as ruas.

Enquanto houver disposição para caminhar, conversar e defender aquilo em que acreditamos, este escriba estará por aí — com a bandeira na mão e muita sola de sapato pela frente.

Edson Silveira

Advogado, administrador, professor e militante do PT/RO

 

#TimeDoLula #Rondônia #Márcia1331 #Fátima13133 #Expedito13 #Luciana133 #Lula13

Expedito Netto cresce no debate e a militância mostra a força do 13

Por Edson Silveira

O debate promovido pelo Rondoniaovivo na noite desta sexta-feira, 18 de setembro, no histórico Complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, em Porto Velho, ganhou importância especial nesta reta final da campanha. Cinco candidatos ao Governo de Rondônia ficaram frente a frente para discutir saúde, educação, segurança, emprego, agricultura, municípios e política nacional.

Na minha avaliação, Expedito Netto saiu fortalecido do encontro. Demonstrou segurança, defendeu suas posições com clareza e procurou relacionar suas propostas para Rondônia à capacidade de buscar recursos e construir parcerias com o Governo Federal.

Esse desempenho pode ter efeitos importantes na reta final. Em uma eleição marcada por disputas acirradas e por grande circulação de informações nas redes sociais, o debate não serve apenas para apresentar propostas. Ele também ajuda a consolidar imagens públicas. Um candidato que transmite segurança, responde aos adversários e consegue explicar como pretende governar pode reduzir dúvidas entre eleitores indecisos e ampliar sua presença no debate político.

Foi isso que, a meu ver, Netto procurou fazer. Em vez de limitar sua participação a críticas ou slogans, tentou apresentar uma visão de governo baseada na articulação institucional. A mensagem foi clara: Rondônia precisa de um governador capaz de dialogar com prefeitos, deputados, senadores e com o Governo Federal para transformar programas e recursos em políticas públicas concretas.

Isso ficou evidente na discussão sobre educação. Netto mencionou recursos federais e a renegociação de dívidas como caminhos para ampliar os investimentos no setor. Também questionou Samuel Costa sobre suas propostas para a rede pública.

A importância desse momento está justamente na tentativa de transformar uma discussão abstrata sobre investimentos em uma questão prática: de onde virão os recursos, como serão aplicados e quais alianças políticas serão necessárias para viabilizar as promessas. Em uma eleição estadual, essa capacidade de explicar caminhos pode ser decisiva, especialmente para o eleitor que não escolhe apenas por identidade política, mas também por expectativa de resultados administrativos.

Nas considerações finais, Netto foi ainda mais direto. Defendeu o governo Lula, reafirmou sua identificação com as políticas sociais e destacou o Bolsa Família e a defesa dos trabalhadores. Não escondeu sua posição política nem tentou se afastar da polarização nacional, que também influencia a eleição em Rondônia.

Essa escolha envolve riscos e oportunidades. Ao assumir claramente sua ligação com o presidente Lula e com as políticas sociais, Expedito Netto fala diretamente com eleitores que valorizam programas de transferência de renda, investimentos federais e proteção aos trabalhadores. Ao mesmo tempo, coloca sua candidatura no centro da disputa ideológica, o que pode provocar resistência em setores mais identificados com a direita.

Mas a clareza também tem valor eleitoral. Em vez de tentar agradar a todos com um discurso indefinido, Netto apresentou uma identidade política reconhecível. Em uma campanha curta e intensa, ser compreendido pelo eleitor pode ser tão importante quanto ser lembrado. A candidatura que consegue explicar quem é, o que defende e com quais forças pretende governar tem mais condições de ocupar espaço no imaginário do eleitorado.

Enquanto o debate acontecia no palco, outro movimento ganhava força do lado de fora.

Na Praça da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, apoiadores acompanharam a transmissão por um telão. A cobertura jornalística registrou dezenas de pessoas, bandeiras e um clima de festa na área externa do complexo.

Foi nesse espaço que a militância petista também se destacou.

Quem acompanhou a chegada de Expedito Netto viu uma recepção marcada por energia, bandeiras, abraços e palavras de ordem. O grito ecoava:

“13 é Expedito! Dito! Dito!”

Mais do que uma palavra de ordem, a manifestação expressou o sentimento de uma militância que voltou a ocupar as ruas e decidiu apoiar sua candidatura com entusiasmo.

Essa mobilização pode influenciar a reta final de várias maneiras. Primeiro, porque uma campanha precisa transformar intenção de voto em participação efetiva. A militância ajuda a organizar reuniões, distribuir materiais, conversar com eleitores, acompanhar atividades e defender a candidatura nos bairros, nas comunidades e nas redes sociais.

Segundo, porque a presença nas ruas produz visibilidade. Bandeiras, atos públicos e manifestações coletivas ajudam a criar a percepção de que existe uma campanha viva, com capacidade de reunir pessoas e disputar espaços. Em eleições competitivas, essa percepção pode estimular apoiadores silenciosos a se manifestarem e convencer eleitores indecisos de que determinada candidatura tem força para avançar.

Terceiro, porque a militância funciona como uma rede de comunicação política. Cada apoiador se torna um ponto de contato com diferentes grupos sociais. A mensagem do candidato deixa de circular apenas no horário eleitoral ou nos perfis oficiais e passa a ser reproduzida em conversas familiares, ambientes de trabalho, associações, comunidades e grupos digitais.

É importante, porém, não confundir mobilização com resultado garantido. Uma manifestação animada não substitui votos, pesquisas, propostas consistentes ou capacidade de alcançar eleitores que ainda não decidiram seu voto. A militância pode demonstrar força, mas precisa converter entusiasmo em organização, presença territorial e diálogo com setores que não participam dos atos políticos.

Esse é o principal desafio de Expedito Netto nesta reta final: transformar a energia de sua base em crescimento eleitoral mais amplo. Para isso, será necessário combinar a identidade política do 13 com uma comunicação capaz de falar também sobre problemas concretos de Rondônia: atendimento na saúde, qualidade da educação, segurança pública, geração de emprego, apoio à agricultura e desenvolvimento dos municípios.

A mobilização petista pode cumprir papel decisivo nesse processo se conseguir unir convicção e capacidade de diálogo. Não basta repetir palavras de ordem; é preciso explicar por que a candidatura representa uma alternativa para o Estado, quais resultados pretende alcançar e como pretende construir as condições políticas e financeiras para governar.

Expedito chegou ao debate acolhido por seus apoiadores e entrou sabendo que, do lado de fora, havia pessoas acompanhando cada resposta e cada confronto. Essa energia tem peso em uma campanha. A militância não substitui votos, pesquisas ou propostas, mas revela capacidade de mobilização e presença nas ruas.

Também cria uma espécie de responsabilidade política. Quando um candidato é recebido por uma militância organizada, ele passa a carregar publicamente as expectativas daquele grupo. O entusiasmo das ruas precisa ser acompanhado por coerência no discurso, disciplina na campanha e capacidade de manter a unidade até o dia da votação.

Dentro do debate, Netto apresentou suas posições. Fora dele, sua militância demonstrou disposição para defendê-las.

Essa combinação pode ser especialmente relevante nos últimos dias de campanha, quando os eleitores passam a prestar mais atenção aos confrontos diretos, às declarações dos candidatos e aos sinais de crescimento ou enfraquecimento das campanhas. Um bom desempenho no debate pode gerar cortes para as redes sociais, comentários em grupos de mensagens e novas oportunidades de exposição. Uma militância ativa pode ampliar esse alcance e impedir que a candidatura desapareça em meio à disputa.

Na minha percepção, como alguém que acompanha a campanha nas ruas, essa combinação merece atenção: de um lado, uma candidatura que busca ampliar seu espaço eleitoral; de outro, uma militância petista cada vez mais presente, organizada e entusiasmada.

O debate pode ter ajudado a apresentar Expedito Netto como um candidato preparado para defender suas ideias e dialogar com diferentes níveis de governo. A mobilização do 13, por sua vez, mostrou que existe uma base disposta a ocupar as ruas e disputar a eleição com identidade própria.

A questão agora é saber se essa força será suficiente para alcançar os eleitores que ainda estão indecisos ou que acompanham a campanha à distância. A reta final costuma ser marcada por mudanças rápidas, e candidaturas que conseguem combinar mensagem clara, presença pública e organização podem ganhar espaço em pouco tempo.

O debate terminou, mas a imagem política daquela noite permaneceu.

Na histórica Madeira-Mamoré, enquanto os candidatos discutiam os rumos de Rondônia diante das câmeras, do lado de fora uma parte da disputa era travada no velho estilo das grandes campanhas populares: gente, bandeira, voz e entusiasmo.

O grito da militância resumiu a noite:

“13 é Expedito! Dito! Dito!”

Mais do que registrar uma recepção, aquela cena revelou o desafio e a oportunidade de Expedito Netto na reta final: transformar a força simbólica do debate e a energia das ruas em confiança, diálogo e votos.

Edson Silveira — advogado, administrador, professor e membro da Executiva Estadual do PT/RO

Coluna Zona Franca