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quarta-feira, novembro 4, 2026
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Hildon quer modernizar escolas de Rondônia onde 84% não têm laboratório de ciências

Plano prevê melhorar a estrutura da rede estadual para garantir mais conforto, segurança e condições de aprendizagem aos estudantes

Hildon Chaves 44 quer levar para a rede estadual a experiência de melhoria das escolas adotada durante seus oito anos à frente da Prefeitura de Porto Velho. Na gestão municipal, um programa de repasse direto destinou R$ 29 milhões às 141 escolas para manutenção, reformas e ampliações, permitindo que problemas do dia a dia fossem resolvidos com mais rapidez.

O desafio agora é maior. Dados reunidos no diagnóstico da educação mostram que 47,1% das escolas públicas de Rondônia não têm biblioteca ou sala de leitura, 54% das estaduais não possuem quadra esportiva, 60,4% não contam com laboratório de informática e 84,4% não têm laboratório de ciências. Na prática, mais de oito em cada dez escolas ficam sem espaço adequado para aulas experimentais.

ESTRUTURA ESCOLAR – “Não existe educação moderna numa escola que ainda funciona com estrutura do passado. Em Porto Velho, nós investimos nas unidades e aprendemos que escola bem cuidada também ajuda o aluno a aprender. Vamos levar essa experiência para Rondônia, com ambientes mais seguros, confortáveis e preparados para o futuro”, afirma Hildon.

O Plano de Governo prevê um levantamento das condições de cada escola para definir onde os investimentos são mais urgentes. Entre as prioridades estão reformas, manutenção preventiva, climatização, acessibilidade, melhoria das instalações elétricas, conectividade e modernização tecnológica.

ESCOLA PREPARADA – Para Hildon, melhorar a educação também significa garantir que o estudante encontre dentro da escola condições para aprender e permanecer estudando. “Nosso jovem precisa sair da escola preparado para as oportunidades que existem onde vive. E isso começa com uma escola que funcione de verdade”, afirma.

Assessoria

Coluna Zona Franca

Por Roberto Kuppê (*)

Sucesso 

A coluna registra mais uma vez a monumental carreata do candidato à deputado estadual Sid Orleans (PT). Realmente digna do pretendente à uma das cadeiras da Assembleia Legislativa de Rondônia. Ao lado de Acir Gurgacz, de Gabi (esposa de do candidato ao Governo, Expedito Netto) e da liderança local Cristina “Mãezinha”, comitiva com dezenas de veículos percorreu o residencial de ponta a ponta, assumindo compromisso com a saúde e a educação da comunidade.

Sucesso 2

O Residencial Orgulho do Madeira, uma das mais populosas comunidades de Porto Velho, viveu um dia histórico de mobilização e esperança. Uma gigantesca carreata promovida pelo candidato a deputado estadual Sid Orleans (13222) e pelo candidato a deputado federal, Israel Trindade (1345) reuniu centenas de apoiadores em uma extensa fila de carros que tomou as ruas da região.

Acir Gurgacz

O candidato ao Senado Acir Gurgacz (PDT) aproveitou as celebrações do 7 de Setembro para reforçar uma das mensagens centrais de sua campanha: trabalhar para que Rondônia tenha mais oportunidades, desenvolvimento e condições para que sua população possa prosperar. Em vídeo divulgado nas redes sociais, Acir relacionou a Independência do Brasil à luta diária de quem trabalha para construir uma vida melhor. “Nesse 7 de Setembro, comemoramos a nossa independência com propósito e combatendo o bom combate. Como Jesus nos ensinou, vamos trazer mais orgulho e prosperidade pra nossa gente”, afirmou o candidato. A campanha também destacou a identificação de Acir com a história de Rondônia, Estado formado por pioneiros e por milhares de famílias que chegaram de diferentes regiões do país em busca de oportunidades.

Neidinha Suruí

O eleitor de esquerda consciente já escolheu Neidinha Suruí (PSB) para o Senado Federal por Rondônia. Ativista, ambientalista, indigenista, autêntica esquerdista. A simplicidade dela ganhou o coração de todos.

O caso Herbert Douglas

Primo em segundo grau deste articulista, Herbert Douglas, 23, foi brutalmente assassinado em Iguatu, interior do Ceará. Nascido em Guajara-Mirim, ele visitava parentes por parte de mãe. Se envolveu numa briga e o resultado foi ser assassinado por seguranças privados de um evento promovido pelo Rotary Clube. O corpo está sendo trasladado para Guajara-Mirim onde será sepultado. Os pêsames deste articulista aos pais e irmãos de Herbert Douglas.

Crise no STF e números ruins

A data seria para comemorar os 204 anos do Grito do Ipiranga, mas o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se viu pressionado por atos promovidos por candidatos de oposição e por números ruins nas pesquisas eleitorais. Em Brasília, Lula participou do tradicional desfile acompanhado dos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin. Mesmo com a preocupação de evitar infringir a lei eleitoral, Lula enfatizou em seu discurso dois temas centrais de sua campanha à reeleição: a soberania nacional e o combate ao feminicídio. O presidente também condenou os “falsos patriotas”, numa referência aos oposicionistas que incentivam sanções dos Estados Unidos ao Brasil. Se o discurso oficial ignorou o elefante na sala, a crise no STF, o mesmo não aconteceu nos bastidores. Antes da chegada de Lula, Fachin conversou por um longo tempo com o ministro da Justiça, Wellington Lima e Silva, e o advogado-geral da União, Jorge Messias. (g1)

Crise no STF e números ruins 

As tensões envolvendo os ministros do STF Alexandre de Moraes e André Mendonça podem ter ficado de fora do palanque oficial, mas o mesmo não aconteceu nos comícios feitos pelos que tentam derrotar Lula em outubro. Em São Paulo, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) abriu seu discurso gritando “fora Moraes” e “fora Lula”, prometendo, se eleito, trabalhar pelo impeachment do ministro. No palanque, o candidato contou dessa vez com nomes de peso do bolsonarismo, como o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG). O evento reuniu 28,5 mil pessoas, segundo o Monitor do Debate Político da USP (Universidade de São Paulo) e do Cebrap parceria com a ONG More in Common. A mesma bandeira contra Moraes foi levantada por Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão), que também fizeram campanha na capital paulista. Um pouco mais comedido, Augusto Cury (Avante) não atacou diretamente Moraes, mas cobrou investigações “doa a quem doer” e mandou “um abraço” para Mendonça. (UOL)

Patriotas da Shoppee

Desta vez não houve bandeira gigante dos Estados Unidos no ato bolsonarista em São Paulo, mas o alinhamento do bolsonarismo com Washington ficou explícito em um boneco inflável do presidente Donald Trump segurando Lula, que usava uniforme de presidiário. (Metrópoles)

Enquanto isso…

Pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira mostra que Lula e Flávio Bolsonaro estão numericamente empatados no segundo turno, ambos com 41% das intenções de votos. No primeiro turno, o presidente ainda lidera, com 36%, seguido do senador do PL com 28%. Augusto Cury confirmou seu crescimento e aparece com 8%, à frente de Renan Santos e Ronaldo Caiado, ambos com 3%, e Romeu Zema, com 2%. Flávio Bolsonaro é o candidato mais rejeitado: 55% não votariam nele em qualquer hipótese, mas Lula está bem perto, com 53% de rejeição. Outra má notícia para o petista é que seu governo é reprovado por 50% e aprovado por 43%. (g1)

BTG/Nexus

Números semelhantes foram apresentados na manhã de hoje pela pesquisa BTG/Nexus (íntegra), mas com ligeira vantagem para Flávio Bolsonaro, como nas duas sondagens anteriores. Em um eventual segundo turno, ele aparece um ponto percentual à frente de Lula, 46% a 45%, em empate técnico dentro da margem de erro. No primeiro turno, Lula tem 39%; Flávio, 35%; Cury, 9%; Caiado e Renan, 4%, cada; Zema, Samara Martins (UP) e Rui Costa Pimenta (PCO), 1% cada. Os demais não pontuaram. (Meio)

Empate técnico

Thomas Traumann: “Faltando menos de 50 dias para o segundo turno, a vantagem do presidente sobre Flávio Bolsonaro virou empate técnico, o programa eleitoral de TV não impulsiona o aumento da aprovação do governo e, para uma grande parcela da população, Lula e o ministro do STF Alexandre de Moraes se confundem. Ao menos no curto prazo, o escândalo envolvendo Moraes puxa Lula para baixo”. (Globo)

Crise sem precedentes

As implicações eleitorais da crise sem precedentes no Supremo Tribunal Federal (STF) estão fazendo com que o Executivo e parte da Corte esbocem um acordo que preserve o ministro Alexandre de Moraes ao menos até as eleições de outubro, informa Paulo Silva Pinto. Moraes foi citado em relatório tornado público pelo também ministro André Mendonça como tendo mantido contatos indevidos e recebido vantagens do banqueiro Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master. Moraes, em represália, denunciou Mendonça por abuso de poder e o incluiu no inquérito da fake news — a última medida foi anulada pelo presidente do STF, Edson Fachin. A análise das duas denúncias deve acontecer após o dia 22 de setembro, mas uma ala do Supremo ligada a Moraes prefere esperar o primeiro ou mesmo o segundo turno. (Poder360)

Crise sem precedentes 2

Em meio à crise, Fachin cancelou uma reunião que teria amanhã com dirigentes da OAB. Algumas representações estaduais da ordem chegaram a pedir o impeachment de Moraes, e o Conselho Federal da OAB disse que observa com “extrema preocupação” o cenário no tribunal. O presidente do STF não marcou uma nova data para o encontro. (CNN Brasil)

Crise sem precedentes 3

Dentro do STF, conta Bela Megale, o clima não poderia ser pior. Gilmar Mendes e Flávio Dino sequer cumprimentam Mendonça, e, dos ministros ligados a Moraes, apenas Cristiano Zanin ainda conversa com o colega. Embora tenha apoio de Nunes Marques e Luiz Fux, Mendonça está mais isolado que nunca. Dias Toffoli, que se declarou impedido de votar em ações que envolvam o Master, transita entre os dois grupos, enquanto a posição de Cármen Lúcia ainda é uma incógnita. (Globo)

Crise sem precedentes 4

Treze ministros aposentados e ex-presidentes do STF divulgaram nota em que pedem uma ação de Fachin para a “mais aguda crise” da Corte. Assinam o documento Celso de Mello, Rosa Weber, Néri da Silveira, Francisco Rezek, Sydney Sanches, Carlos Velloso, Ilmar Galvão, Nelson Jobim, Ellen Gracie, Cezar Peluso, Ayres Britto, Joaquim Barbosa e Eros Grau. Sem citar Moraes ou Mendonça, o texto pede que Fachin faça uma sessão pública para que o plenário do STF determine “imediata e rigorosa apuração, sob o devido processo legal, dos gravíssimos fatos cuja divulgação vem comprometendo o prestígio e a autoridade desse tribunal, a confiança do povo e até a estabilidade das instituições democráticas”. (Folha)

Crise sem precedentes 5

Fabiano Lana: “A operação de blindagem a Moraes tem fartos desdobramentos políticos, e nenhum deles beneficia eleitoralmente o presidente Lula. Para salvar um colega, ou mesmo as próprias peles, ministros do Supremo podem jogar a eleição nas mãos de um grupo que costuma se colocar como adversário da Corte. O discurso eleitoral de que Lula pode colocar mais quatro ministros políticos no STF tem apelo fora da bolha bolsonarista.” (Estadão)

Alemanha

O partido de extrema direita Alternativa para a Alemanha (AfD, na sigla em alemão) conseguiu uma vitória significativa neste domingo na eleição para o governo do estado da Saxônia-Anhalt. A legenda, que combate a imigração e a União Europeia e defende uma aproximação com a Rússia, obteve 44% dos votos, mas precisará montar uma coalizão para governar o estado. O chanceler Friedrich Merz se disse chocado e avaliou que o governo federal não pode “simplesmente seguir em frente como se nada tivesse acontecido”, embora tenha deixado claro que não pretende renunciar ou trazer a AfD para sua coalizão. (Guardian)

Cotidiano Digital

A OpenAI lançou na quinta-feira o Astra, seu modelo de inteligência artificial mais avançado até hoje. O sistema chegou ao programa Daybreak no mesmo dia e está sendo disponibilizado gradualmente nos planos pagos Pro, Plus, Enterprise e Business do ChatGPT. A empresa destaca as capacidades de codificação do modelo e apresentou o Astra como o melhor modelo de utilização de computadores do mundo, capaz de rodar em navegadores, planilhas e aplicativos como faria um humano, sem depender de integrações específicas por API. Em coletiva, o presidente Greg Brockman resumiu o lançamento como o início da “era da Inteligência Artificial Geral” e afirmou, questionado sobre o rótulo de AGI, que “todos têm uma definição diferente”, mas que não considera descabido dizer que a empresa alcançou esse patamar. (TechCrunch e VentureBeat)

Comissão Europeia

Falando em OpenAI, a companhia notificou a Comissão Europeia depois que um conjunto de seus agentes de inteligência artificial escapou de um ambiente de testes e invadiu um site colaborativo alemão, usando a plataforma como fórum privado para bots autônomos. Em publicação no X, a OpenAI reconheceu que sua abordagem em relação ao desalinhamento de IA precisa evoluir e anunciou planos para publicar uma estrutura padrão de relatórios sobre o tema em colaboração com reguladores globais. (Security Boulevard)

Huawei e Xiaomi

Enquanto a Apple ainda fará seu evento na próxima quarta-feira, a Huawei e a Xiaomi apresentaram nesta segunda seus novos smartphones dobráveis. A Huawei lançou um novo modelo da linha Mate, que se desdobra duas vezes até virar uma tela do tamanho de um tablet e custa a partir de 19.999 yuans, ou cerca de US$ 2.980. A Xiaomi foi por outro caminho com o 18 Fold, que, segundo o CEO Lei Jun, é mais leve que o iPhone Pro Max, e com processador que a empresa diz superar o chip da Apple em desempenho. Os preços variam entre US$ 1.540 e US$ 2.100. (Reuters)

Pisa

O Brasil segue como um dos países com pior desempenho no Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa na sigla em inglês), divulgado na madrugada de hoje. De acordo com o exame, aplicado em 91 países, 43,8% dos estudantes brasileiros ficaram abaixo do nível mínimo ao mesmo tempo em ciências, matemática e leitura, mais que o dobro da média da OCDE, de 19,7%. (g1)

Mapa-múndi

A ONU aprovou a substituição do mapa-múndi tradicional, de Mercator, por um modelo que representa com mais precisão o tamanho real dos continentes. O problema do mapa antigo, criado em 1569, estava na forma como ele achata o globo em uma superfície plana, o que faz países próximos à Linha do Equador parecerem menores do que são. Uma das distorções era com o continente africano, já que a África aparecia do tamanho da Groenlândia, quando, na verdade, é 14 vezes maior. A mudança foi aprovada com 164 votos a favor, seis abstenções e um único voto contrário, dos Estados Unidos. O novo modelo é o Equal Earth, desenvolvido em 2018 e já em uso pela União Africana desde fevereiro. (BBC)

Elton John

A experiência e o talento falaram mais alto no encerramento do primeiro fim de semana do Rock in Rio 2026. Aos 79 anos, Elton John deu uma pausa na aposentadoria para trazer pela primeira vez ao Brasil os sucessos que marcaram sua carreira. Antes dele, o público pôde se deliciar com Gilberto Gil, que, do alto de seus 84 anos, fez sua provável última apresentação no festival. O novinho Jon Batiste, com sua coleção de Grammys, também emplogou, mas a noite era dos veteranos. (g1)

Rock In Rio

Esta edição do Rock In Rio começou na sexta-feira honrando o nome e trazendo guitarras a pleno volume, a começar pelo punk estilizado dos suecos do The Hives. Já a banda americana Rise Against teve de tocar com instrumentos emprestados após o sumiço de seu equipamento. Mas serviu como aquecimento para a atração principal, Foo Fighters, velho conhecido do público brasileiro. O sábado foi na mesma pegada, com outro conhecido, o Avenged Sevenfold fechando a noite, que teve ainda Bring Me The Horizon e MGK. Já no domingo, a playlist mudou e o Parque Olímpico ganhou ares de rave comandada pelo DJ Calvin Harris, com Black Eyed Peas e Nelly também botando o povo para dançar. (g1)

Cinema americano

Em plena era do streaming, o cinema americano vai muito bem, obrigado. A alta temporada de lançamentos nos Estados Unidos, que vai de maio a setembro — verão no Hemisfério Norte —, contabilizou o recorde histórico de bilheteria, atingindo US$ 4,76 bilhões. O valor é ligeiramente maior que os US$ 4,755 bilhões registrados em 2013, puxados por Homem de Ferro 3, Meu Malvado Favorito 2 e Homem de Aço. Desta vez os destaques também vieram do papel — um dos quadrinhos, outro dos livros — com Homem-Aranha: Um Novo Dia e Odisseia, faturando US$ 932 milhões e US$ 589 milhões respectivamente no mercado doméstico. (Variety)

Breakfast

Por hoje é só. Este é o breakfast, o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção com os temas de destaque da política em Rondônia e do Brasil.

(*) Roberto Kuppê é jornalista e articulista político,  com informações do Canal Meio

Contato: [email protected]

O conteúdo opinativo acima é de inteira responsabilidade do colaborador e titular desta coluna. O Portal Mais RO não tem responsabilidade legal pela opinião, que é exclusiva do autor.

Carreata da Vitória: Sid Orleans e Israel Trindade mobilizam o Orgulho do Madeira com promessa de UBS e dignidade

Ao lado de Acir Gurgacz, de Gabi (esposa de do candidato ao Governo, Expedito Netto) e da liderança local Cristina “Mãezinha”, comitiva com dezenas de veículos percorreu o residencial de ponta a ponta, assumindo compromisso com a saúde e a educação da comunidade.

O Residencial Orgulho do Madeira, uma das mais populosas comunidades de Porto Velho, viveu um dia histórico de mobilização e esperança. Uma gigantesca carreata promovida pelo candidato a deputado estadual Sid Orleans (13222) e pelo candidato a deputado federal, Israel Trindade (1345) reuniu centenas de apoiadores em uma extensa fila de carros que tomou as ruas da região.

A concentração teve início no tradicional Restaurante Sabor do Acre e seguiu em direção ao Orgulho do Madeira, onde a comitiva cruzou o conjunto residencial de ponta a ponta. A ação foi calorosamente acolhida pelos moradores, impulsionada pelo apoio direto da grande liderança comunitária local, Cristina, carinhosamente conhecida por todos como “Mãezinha”, que abriu as portas da comunidade para o ato.

O evento contou com o reforço expressivo de importantes lideranças do campo político e social do Estado. Estiveram prestando apoio o ex-senador Acir Gurgacz e Gabi, esposa do candidato ao governo Expedito Netto, simbolizando a unidade em torno de um projeto de transformação e atenção especial às periferias e grandes residenciais da Capital.

A energia das buzinas, bandeiras e o apoio das famílias que saíram às portas e janelas para acenar demonstraram a força da pré-campanha e a sede da comunidade por investimentos reais e atenção do poder público.

Durante o percurso, o tom dos discursos e das conversas com os moradores reforçou um compromisso central: tratar o Orgulho do Madeira com o respeito e a dignidade que a comunidade merece.

Entre as principais propostas apresentadas por Sid Orleans (13222) e Israel Trindade (1345), destaca-se a luta imediata pela construção da tão aguardada Unidade Básica de Saúde (UBS) própria do residencial, um gargalo histórico para as famílias locais que hoje precisam se deslocar para garantir atendimento médico básico.

Além da saúde, área em que Sid Orleans possui ampla experiência e atuação comprovada, os candidatos assumiram o compromisso de cobrar e viabilizar a ampliação do acesso à educação pública de qualidade, com a construção de escola e creche no local para atender as centenas de crianças da comunidade.

Com o lema de que o Orgulho do Madeira não pode continuar esquecido, a carreata encerrou-se em clima de festa e renovação, deixando na comunidade a certeza de que a luta por direitos, saúde e estrutura terá defensores firmes na Assembleia Legislativa.

Coluna Zona Franca Especial 7 de Setembro

Por Roberto Kuppê (*)

Não procede

Segundo o ex-presidente do PSD, Expedito Júnior, não procedem as informações de que a candidata ao Senado Federal, Mariana Carvalho (UPr), estaria no grupo do candidato ao governo, Adailton Fúria (PSD). “Ela está com Hildon Chaves“, afirmou Expedito Júnior. Mariana está firme e forte com Mauricio Carvalho e Hildon Chaves na federação União Progressista. Mariana Carvalho, por sinal, está crescendo nas pesquisas de opinião pública.

Acir eclético demais

As recentes declarações de Acir Gurgacz(PDT), revelam uma estratégia eleitoral voltada à conquista de votos em diferentes segmentos políticos. O candidato afirma manter boas relações com Lula, Dilma Rousseff, Michel Temer e Jair Bolsonaro e declara pretender os votos tanto do eleitorado lulista quanto do bolsonarista.

Acir eclético demais 2

“Buscar diálogo com diferentes setores é legítimo. O problema surge quando essa aproximação é acompanhada de posições que parecem variar conforme o público ao qual o candidato se dirige”, disse Edson Silveira – advogado e membro da Executiva Estadual do PT/RO

Acir eclético demais 3

Em ambientes próximos ao PT, Acir enfatiza a disposição de dialogar com Lula e de colaborar com um eventual governo do campo progressista. Em declarações recentes, porém, criticou a pena aplicada a Jair Bolsonaro, admitiu a possibilidade de apoiar uma anistia e defendeu que o Senado analise pedidos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal.

Acir eclético demais 4

“Acir tem o direito de defender essas posições. No entanto, também deve reconhecer que elas produzem consequências políticas, especialmente entre os eleitores que se identificam com o PT e com o governo Lula“, disse. “Quando Acir critica a condenação de Bolsonaro, admite discutir anistia e defende a tramitação de pedidos de impeachment contra ministros do STF, aproxima-se de pautas que têm sido utilizadas pela oposição bolsonarista para questionar decisões judiciais e instituições democráticas“, disse Edson Silveira.

Breakfast

Por hoje é só. Este é o breakfast, o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção com os temas de destaque da política em Rondônia e do Brasil.

(*) Roberto Kuppê é jornalista e articulista político,  com informações do Canal Meio

Contato: [email protected]

O conteúdo opinativo acima é de inteira responsabilidade do colaborador e titular desta coluna. O Portal Mais RO não tem responsabilidade legal pela opinião, que é exclusiva do autor.

Acir quer o voto do PT mas adota posições próximas ao bolsonarismo

A tentativa de dialogar simultaneamente com campos políticos opostos pode comprometer sua credibilidade junto ao eleitorado petista

Por Edson Silveira

As recentes declarações de Acir Gurgacz(PDT), revelam uma estratégia eleitoral voltada à conquista de votos em diferentes segmentos políticos. O candidato afirma manter boas relações com Lula, Dilma Rousseff, Michel Temer e Jair Bolsonaro e declara pretender os votos tanto do eleitorado lulista quanto do bolsonarista.

Buscar diálogo com diferentes setores é legítimo. O problema surge quando essa aproximação é acompanhada de posições que parecem variar conforme o público ao qual o candidato se dirige.

Em ambientes próximos ao PT, Acir enfatiza a disposição de dialogar com Lula e de colaborar com um eventual governo do campo progressista. Em declarações recentes, porém, criticou a pena aplicada a Jair Bolsonaro, admitiu a possibilidade de apoiar uma anistia e defendeu que o Senado analise pedidos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal.

Acir tem o direito de defender essas posições. No entanto, também deve reconhecer que elas produzem consequências políticas, especialmente entre os eleitores que se identificam com o PT e com o governo Lula.

A questão central não é a defesa da independência parlamentar. Um senador deve exercer seu mandato com autonomia e avaliar cada matéria de acordo com suas convicções. O ponto em discussão é a coerência entre o discurso apresentado ao eleitorado petista e as posições adotadas em temas centrais para a direita bolsonarista.

Quando Acir critica a condenação de Bolsonaro, admite discutir anistia e defende a tramitação de pedidos de impeachment contra ministros do STF, aproxima-se de pautas que têm sido utilizadas pela oposição bolsonarista para questionar decisões judiciais e instituições democráticas.

Por isso, é legítimo perguntar qual será sua posição política no Senado: a de um parlamentar disposto a integrar a base de Lula ou a de um representante independente que também pretende atender às principais reivindicações do bolsonarismo?

Essa dúvida se torna mais relevante diante do histórico de Acir com o PT. O próprio candidato declarou recentemente que Dilma Rousseff não cometeu crime de responsabilidade. Ainda assim, votou pelo impeachment da presidenta em 2016.

A contradição exige esclarecimento. Se Dilma não cometeu crime de responsabilidade, qual foi a justificativa política para o voto favorável ao seu afastamento?

Para muitos militantes petistas, aquele voto permanece como um episódio de ruptura e de desconfiança. A tentativa de reaproximação com o eleitorado do PT não pode ignorar esse antecedente, tampouco tratá-lo como uma questão superada apenas porque uma nova eleição se aproxima.

A militância petista tem memória política. Sabe distinguir uma aproximação baseada em convicções de uma movimentação motivada por necessidades eleitorais. Por isso, não basta afirmar que será aliado de Lula. É necessário demonstrar, por meio de posições coerentes, qual compromisso pretende assumir com o projeto político que busca representar.

Dialogar com a direita, o centro e a esquerda faz parte da atividade parlamentar. O que precisa ser explicado é como Acir pretende conciliar a promessa de apoio a Lula com declarações que coincidem com pautas defendidas pelo bolsonarismo.

A candidatura não pode apresentar uma posição ao eleitorado petista e outra ao eleitorado conservador sem enfrentar as consequências dessa escolha. O eleitor tem o direito de saber quais princípios orientarão seu mandato e como ele se posicionará diante de conflitos entre o governo eleito, o Congresso e as instituições do Estado.

A confiança política não se constrói apenas com declarações de apoio ou registros de encontros com lideranças. Ela depende de coerência, trajetória e responsabilidade pelas decisões tomadas.

No caso de Acir, o voto pelo impeachment de Dilma continua sendo um elemento relevante para a avaliação da militância petista. As declarações recentes sobre Bolsonaro e o Supremo acrescentam novas dúvidas sobre sua posição política.

Acir pode buscar votos em diferentes campos. Isso faz parte da disputa eleitoral. Mas não pode exigir que o eleitor ignore as contradições entre seu discurso atual e suas decisões anteriores.

O eleitorado petista não é um grupo disponível para alianças circunstanciais. É uma militância que participou de disputas políticas decisivas, enfrentou o impeachment de Dilma, resistiu ao bolsonarismo e apoiou a eleição de Lula para defender a democracia e um projeto de governo.

Por isso, a pergunta que Acir precisa responder não é apenas se pretende apoiar Lula. É se suas posições e sua trajetória justificam a confiança daqueles que agora procura novamente.

Depois do voto pelo impeachment de Dilma e das recentes aproximações com pautas bolsonaristas, a decisão caberá à militância petista. Acir pode solicitar seu apoio, mas não pode presumir que ele esteja garantido.

Na política, declarações podem mudar. A memória dos eleitores, não necessariamente.

Acir perdeu meu VOTO!

 

Edson Silveira – advogado, administrador, professor e membro da Executiva Estadual do PT/RO

Coluna Zona Franca Especial de Domingo

Por Roberto Kuppê (*)

Marcos Rogério segue firme

Enquanto outras candidaturas ao governo de Rondônia enfrentam ora problemas judiciais, ora financeiros, ora desavenças internas, a do senador Marcos Rogério (PL-RO) segue no modo MRU, Movimento Retilíneo Uniforme. Graças ao planejamento da coordenação de campanha amparada pelo marketing e pela assessoria jurídica. Falando no jurídico, a equipe do advogado Nelson Canedo não está dando sossego para os concorrentes.

Monumental carreata

O candidato à deputado estadual Sid Orleans (PT), realizou ontem nos arredores do Orgulho do Madeira, em Porto Velho, uma grande carreata reunindo centenas de pessoas. Ao lado do candidato à deputado federal, Israel Trindade, Sid Orleans é um dos cotados para assumir uma das 24 cadeiras de deputado estadual. “De cima dá pra ter uma dimensão da força que tomou as ruas do Orgulho do Madeira em Porto Velho. Meu coração é só gratidão a cada pessoa que saiu de casa e fez parte desse momento com a gente”, disse o futuro deputado.

Fátima Cleide

A passagem de Fátima Cleide 13133, candidata a deputada estadual, e Márcia Regina 1331, candidata a deputada federal pelo PT, por Teixeirópolis foi marcada pelo carinho da militância, pelo reencontro com companheiros e, principalmente, pelo reconhecimento ao trabalho já realizado em favor do município. As duas candidatas foram recebidas pelo ex-prefeito Toninho, acompanhado de militantes e lideranças locais. Durante o encontro, Toninho declarou apoio incondicional às candidaturas de Fátima e Márcia, destacando especialmente a trajetória da ex-senadora e tudo o que Fátima Cleide ajudou a levar para Teixeirópolis durante seu mandato no Senado Federal.

Ruan Gladson e Everaldo Fogaça

O empresário Ruan Gladson, da Norte Burguer, declarou apoio à candidatura do vereador Everaldo Fogaça (PSD) a deputado estadual nas eleições deste ano. Durante a manifestação, Gladson destacou a atuação de Fogaça e afirmou que pretende contribuir com o projeto político do candidato.

Ruan Gladson e Everaldo Fogaça 2

Vereador de Porto Velho em seu terceiro mandato e candidato a deputado estadual pelo PSD, Fogaça tem construído uma trajetória marcada pela atuação em diferentes áreas, entre elas cultura, social e esporte. O trabalho desenvolvido no município também tem contribuído para o crescimento de seu nome no cenário político de Rondônia, consolidando o parlamentar como uma liderança de prestígio e com boa aceitação junto a diferentes segmentos da sociedade.

Casa da Mulher Brasileira

Com recursos federais aprovados durante a gestão passada e pela deputada estadual Ieda Chaves (UPr), a Casa da Mulher Brasileira em Porto Velho está sendo implementada pelo atual prefeito Léo Moraes (Podemos). A previsão é de inauguração em 2027.

Casa da Mulher Brasileira 2

Para muitas mulheres que vivem em situação de violência, o desafio não está apenas em denunciar o agressor. Em grande parte dos casos, a dependência financeira acaba se tornando uma das principais barreiras para o rompimento desse ciclo. Dados levantados pelos órgãos de atendimento apontam que cerca de 77% das mulheres assistidas dependem economicamente do autor das agressões, situação que frequentemente prolonga o sofrimento dentro do ambiente familiar.  A futura unidade será implantada na Avenida Guaporé com a Rua Atlas, no bairro Três Marias, zona Leste da capital, com investimento estimado em R$ 17.387.078,27.

Engana trouxa

O candidato ao Senado Federal, Bruno Scheid (PL), promete mundos e fundos, até projetos ilegais e inconstitucionais para se eleger. Depois de eleito vai dizer aos eleitores que não vai dar prá cumprir as promessas de campanha porque são ilegais.

7 de Setembro

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fará um pronunciamento em cadeia nacional em que afirmará que o Brasil não aceitará voltar à condição de “colônia de outras potências estrangeiras” e defenderá a soberania do país diante de pressões externas. A mensagem alusiva à Independência será transmitida neste domingo (6) e terá duração de três minutos e 43 segundos. Segundo o g1, o pronunciamento foi autorizado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) após pedido apresentado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom). O ministro Kassio Nunes Marques considerou que a divulgação da mensagem é de “interesse público”.

Flávio e Moro

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) declarou neste sábado (05) que o ex-juiz e senador Sergio Moro (PL-PR) está convencido de que ele não cometeu irregularidades na investigação das “rachadinhas”. A declaração foi dada durante visita à Cadeia Pública de Ponta Grossa (PR), onde está preso Filipe Martins, ex-assessor presidencial de Jair Bolsonaro (PL). Flávio e Moro acusaram, sem nenhuma prova, o Governo Lula de interferir na Polícia Federal, “esquecendo” do motivo que fez o ex-juíz a deixar o Governo Bolsonaro.

Flávio e Moro 2

Em abril de 2020, a demissão do então ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, pegou a extrema-direita de surpresa. Na ocasião, após um ano e quatro meses comandando a pasta, Moro alegou tentativa de interferência política do presidente Jair Bolsonaro na Polícia Federal (PF) para proteger seus filhos e aliados de investigações. Durante os quatro anos da gestão de Jair Bolsonaro, pelos menos 20 delegados de cargos de chefia na PF foram trocados ou afastados por divergências políticas ou insatisfação com investigações.

Flávio e Moro 3

Lembrando que quem sucedeu o juiz oportunista Sérgio Moro foi o terrivelmente evangélico, hoje ministro do STF que mais uma vez atua sob o comando do clã bolsonaro para eleger o 01 Flávio Bolsonaro, tendo assim as próximas 4 indicações para a suprema corte, e ter o controle absoluto dos três poderes da República brasileira!

Esquema com cassiterita de RO

Unidade Rondônia – RO

Apontada como uma das maiores produtoras e fornecedoras de estanho e soldas do mundo, a empresa brasileira White Solder virou ré na Justiça Federal sob a acusação de liderar um esquema de receptação, refino e “esquentamento” de minério ilegal que movimentou ao menos R$ 200 milhões entre os anos de 2020 e 2025. A organização, que possui sede em Ribeirão Preto (SP) e filiais em Manaus (AM) e Ariquemes (RO), operava sob a cobertura de um “compliance verde” de fachada. Apenas no período compreendido entre maio e agosto de 2021, a contabilidade apreendida pela Polícia Federal (PF) registrou o escoamento clandestino de mais de 525 toneladas de cassiterita — matéria-prima bruta da qual se extrai o estanho puro após processos de fundição e refino —, segundo reportagem do jornal O Globo.

Esquema com cassiterita de RO 2

A investida contra o ecossistema do garimpo ilegal revela que a “nova corrida” pelo estanho passou a rivalizar com o ouro tradicional em termos de liquidez e facilidade de escoamento em grande escala. O insumo refinado abasteceu grandes corporações multinacionais que adquiriram centenas de toneladas do metal acompanhadas por documentações formais e auditorias complacentes. Ao adotar uma postura de “cegueira deliberada”, grandes marcas globais acabaram financiando a devastação socioambiental e o ecocídio na Bacia Amazônica.

Esquema com cassiterita de RO 3

A investigação conduzida pelo Ministério Público Federal (MPF) em Manaus escancarou as fragilidades dos sistemas internacionais de rastreabilidade. Procuradores cruzaram relatórios de auditoria da White Solder com o banco de dados da Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC) e constataram que a refinaria brasileira constava formalmente como fornecedora ativa de estanho nos balanços de gigantes globais listadas nas Bolsas norte-americanas. Em virtude dessas descobertas, dez multinacionais que atuam no Brasil foram notificadas em procedimento cível para prestar esclarecimentos sobre falhas graves em seus mecanismos de due diligence socioambiental e de direitos humanos.

Esquema com cassiterita de RO 4

Diante do impacto devastador das atividades ilícitas, o MPF inovou ao protocolar a denúncia criminal, aceita pela 4ª Vara Federal de Roraima. Além de requerer a responsabilização penal e reparações diretas dos envolvidos, os procuradores estabeleceram um pedido de indenização no valor de R$ 1,7 bilhão. O montante possui caráter pedagógico e reparatório, cobrindo danos ambientais, patrimoniais e morais coletivos causados pela extração, transporte, industrialização e comercialização de cassiterita e ouro extraídos ilegalmente de territórios protegidos no âmbito das apurações da Operação Forja de Hefesto — denominação que faz referência à oficina mítica do deus grego do fogo e da metalurgia.

Esquema com cassiterita de RO 5

Breakfast

Por hoje é só. Este é o breakfast, o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção com os temas de destaque da política em Rondônia e do Brasil.

(*) Roberto Kuppê é jornalista e articulista político,  com informações do Canal Meio

Contato: [email protected]

O conteúdo opinativo acima é de inteira responsabilidade do colaborador e titular desta coluna. O Portal Mais RO não tem responsabilidade legal pela opinião, que é exclusiva do autor.

Samuel Costa apresenta soluções para os desafios de Rondônia em entrevista à Antena Hits

Candidato ao Governo afirma que Estado não sofre com falta de recursos, mas com falta de planejamento, gestão e investimentos estratégicos

O candidato ao Governo de Rondônia, Samuel Costa (PSB), apresentou propostas e fez críticas à forma como os recursos públicos vêm sendo administrados durante entrevista à Rádio Antena Hits 102.5 FM, transmitida em rede estadual. A apresentação foi conduzida pelo jornalista Carlos Araújo, do site Expressão Rondônia.

Durante a entrevista, Samuel Costa afirmou que o principal problema de Rondônia não é necessariamente a falta de receita, mas a ausência de planejamento capaz de transformar os recursos disponíveis em investimentos e serviços públicos de qualidade.

“Rondônia está parada por falta de investimento, e não por falta de receita. Então, onde foram parar tantos recursos?”, questionou.

“Se amanhã vier uma crise, Rondônia tem poupança?”

Samuel também levantou questionamentos sobre a capacidade financeira do Estado para enfrentar eventuais períodos de crise econômica. Para ele, uma gestão responsável precisa pensar não apenas nas despesas do presente, mas também na construção de uma reserva capaz de proteger Rondônia diante de cenários adversos.

“Se hoje cair uma crise econômica, Rondônia teria uma poupança para responder?”, provocou o candidato.

Na avaliação de Samuel, o planejamento orçamentário estadual precisa deixar de ser meramente repetitivo. Ele criticou o que classificou como um modelo de “orçamento incremental”, no qual o orçamento do ano seguinte simplesmente reproduz a estrutura anterior, acrescentando novos valores.

“Nosso orçamento é incremental: apenas repete o anterior mais o acréscimo, sem levar em consideração os indicadores.”

Segundo ele, a elaboração do orçamento deve estar vinculada a indicadores de desempenho, metas e resultados concretos, permitindo identificar onde o dinheiro público está sendo aplicado e quais políticas efetivamente estão melhorando a vida da população.

Saúde: “o problema é falta de gestão”

Ao abordar a saúde pública, Samuel Costa afirmou que os problemas enfrentados pela população também estão relacionados à gestão, especialmente ao sistema de regulação.

Para o candidato, é necessário reorganizar os mecanismos de regulação, ampliar a capacidade de atendimento e garantir que os pacientes tenham acesso mais rápido aos serviços de que necessitam.

A proposta, segundo Samuel, é transformar a gestão pública em uma ferramenta para resolver problemas concretos, evitando que recursos existam no orçamento enquanto pacientes continuam enfrentando dificuldades para conseguir atendimento.

A entrevista à Antena Hits faz parte da agenda do candidato de apresentação de suas propostas aos eleitores dos diferentes municípios de Rondônia, reforçando a estratégia de dialogar diretamente com a população sobre os principais desafios do Estado.

Samuel Costa questiona gestão do IPERON e defende rigor contra irregularidades com dinheiro público

Candidato ao Governo de Rondônia defende compliance, projeção atuarial e gestão responsável para proteger benefícios de cerca de 50 mil servidores, aposentados e pensionistas

O candidato ao Governo de Rondônia, Samuel Costa (PSB), concedeu entrevista ao jornalista Gleidson Silva, do site Hora 1 Rondônia, e colocou a Previdência dos servidores públicos estaduais no centro do debate. Durante a conversa, Costa destacou a importância da projeção atuarial, do compliance, da transparência e de uma gestão profissional do Instituto de Previdência dos Servidores Públicos do Estado de Rondônia (Iperon).

Segundo o candidato, cerca de 50 mil servidores públicos, aposentados e pensionistas dependem diretamente da sustentabilidade do sistema previdenciário estadual. Para Samuel, sem mecanismos efetivos de controle, transparência, conformidade e planejamento, os benefícios dessas pessoas podem ficar comprometidos no futuro.

“Não estamos falando apenas de números em uma planilha. Estamos falando da aposentadoria, da sobrevivência e da segurança financeira de aproximadamente 50 mil servidores, aposentados e pensionistas.”

Projeção atuarial para garantir o futuro

Samuel Costa defendeu que a Previdência estadual não pode ser administrada apenas olhando para as despesas do presente. Segundo ele, o governo precisa trabalhar com projeções atuariais confiáveis, capazes de demonstrar a evolução das receitas, despesas, obrigações futuras e capacidade de pagamento do sistema.

Na avaliação do candidato, a sustentabilidade previdenciária exige planejamento de longo prazo, acompanhamento permanente dos indicadores e decisões baseadas em dados.

“A Previdência precisa ser planejada hoje para garantir o benefício de amanhã. Não podemos esperar o problema chegar para depois tentar encontrar uma solução.”

Costa também defendeu o fortalecimento dos mecanismos de governança e fiscalização do Iperon, com maior transparência sobre investimentos, receitas, despesas, obrigações atuariais e resultados.

Compliance e transparência

Outro ponto enfatizado por Samuel foi a necessidade de implementar uma cultura permanente de compliance, com normas de integridade, controles internos, prevenção de irregularidades, auditoria e prestação de contas.

Para o candidato, administrar recursos previdenciários exige um nível elevado de responsabilidade, já que se trata de patrimônio destinado a garantir o futuro dos servidores públicos.

“Quem administra dinheiro público precisa prestar contas. Quem administra dinheiro da Previdência precisa prestar contas em dobro.”

Samuel defendeu que os segurados tenham acesso claro às informações sobre a situação financeira e atuarial do sistema, permitindo que a sociedade e os próprios servidores acompanhem a gestão dos recursos.

Samuel cita possíveis irregularidades e pede investigação

Ao abordar problemas relacionados à Previdência estadual, o candidato mencionou situações que, segundo ele, precisam ser rigorosamente investigadas pelos órgãos competentes, citando alegações de saques indevidos, aposentadorias fictícias, apropriação indébita e perdão de dívidas.

Samuel ressaltou que eventuais irregularidades precisam ser apuradas com base em documentos, auditorias e procedimentos legais, com responsabilização caso sejam comprovados ilícitos.

Para ele, não pode haver espaço para falta de transparência ou decisões que coloquem em risco o patrimônio previdenciário dos servidores.

Dinheiro público precisa ter controle

Na entrevista, Samuel Costa também defendeu uma mudança na cultura de gestão do Estado. Para o candidato, Rondônia precisa deixar para trás o modelo de administração baseado apenas na repetição de orçamentos e despesas e adotar uma gestão orientada por metas, indicadores, planejamento, controle e resultados.

A proposta é acompanhar permanentemente a aplicação dos recursos públicos e avaliar se cada política pública está produzindo os resultados esperados.

“Cada real público precisa ter finalidade, controle e resultado. Não existe dinheiro público sem responsabilidade pública.”

“Vou fazer acontecer”

Ao falar sobre sua preparação para assumir o comando do Estado, Samuel Costa destacou sua trajetória acadêmica e profissional.

“Vou fazer acontecer. Dos meus 36 anos, 20 anos foram estudando Direito, gestão pública e ciência política.”

Para o candidato, a formação acumulada ao longo de duas décadas representa uma preparação para enfrentar os desafios administrativos, fiscais e previdenciários de Rondônia.

Samuel afirmou que pretende colocar esse conhecimento à disposição da população e defendeu uma nova concepção de gestão pública: menos improvisação, mais planejamento; menos desperdício, mais eficiência; menos opacidade, mais transparência; e menos discurso, mais execução.

Para o candidato, proteger o Iperon significa proteger também a tranquilidade de milhares de famílias que dependem dos benefícios previdenciários.

“Vou fazer acontecer. Rondônia precisa de gestão, planejamento e responsabilidade. E quem trabalhou uma vida inteira tem o direito de receber sua aposentadoria com segurança.”

Em agenda com jovens da Zona Norte, Samuel Costa apresenta propostas para educação e esporte

Candidato ao Governo de Rondônia pelo PSB defende 100 escolas estaduais em tempo integral e recuperação de espaços públicos para a juventude

Em meio à campanha pelo Governo de Rondônia, o candidato Samuel Costa (PSB) se reuniu com jovens da Zona Norte de Porto Velho para apresentar propostas voltadas à educação, ao esporte e à redução das desigualdades sociais. Criado no bairro Nacional, na região, o candidato afirmou que pretende transformar a experiência vivida na periferia em políticas públicas capazes de ampliar oportunidades para crianças, adolescentes e jovens em todo o Estado.

“Sou cria do bairro Nacional e sei o quanto são importantes os investimentos para combater as desigualdades sociais. Como governador, vamos promover o bem-estar da juventude da periferia e oportunizar melhoria na qualidade de vida de todos”, afirmou.

Assista o vídeo:https://www.instagram.com/reel/Dc7TS8qOqCe/?stkn=Z291amN1bXd0bWxk

Entre as propostas apresentadas está o resgate e a recuperação de espaços públicos para ampliar o acesso ao esporte, ao lazer e a atividades de convivência. Para Samuel Costa, educação e esporte devem ocupar papel estratégico na formação da juventude e na construção de alternativas para a prevenção da violência e das desigualdades.

“O esporte e a educação transformam vidas. Vamos resgatar os espaços públicos e garantir que nossas crianças, jovens e adolescentes tenham acesso ao esporte, ao lazer e a oportunidades para construir um futuro melhor”, destacou.

100 escolas estaduais em tempo integral

Na área da educação, Samuel Costa propõe a implantação de 100 escolas estaduais em tempo integral ao longo de quatro anos. A proposta prevê unidades bilíngues, climatizadas e estruturadas para ampliar o tempo de permanência dos estudantes na escola.

O modelo também contempla alimentação durante todo o período escolar, com café da manhã, lanche, almoço, lanche da tarde e jantar.

Segundo o candidato, a iniciativa busca integrar educação, alimentação, esporte e formação cidadã, criando melhores condições para o desenvolvimento dos estudantes e ampliando as oportunidades para famílias que vivem nas periferias.

“Investir nas nossas crianças e na nossa juventude é investir no futuro de Rondônia”, concluiu Samuel Costa.

A proposta faz parte do conjunto de compromissos apresentados pelo candidato para a área social e educacional durante a campanha ao Governo de Rondônia.

Teixeirópolis não esquece quem trabalhou por sua gente: Fátima Cleide recebe apoio e fortalece o Time de Lula

Por Edson Silveira

A passagem de Fátima Cleide 13133, candidata a deputada estadual, e Márcia Regina 1331, candidata a deputada federal pelo PT, por Teixeirópolis foi marcada pelo carinho da militância, pelo reencontro com companheiros e, principalmente, pelo reconhecimento ao trabalho já realizado em favor do município.

As duas candidatas foram recebidas pelo ex-prefeito Toninho, acompanhado de militantes e lideranças locais. Durante o encontro, Toninho declarou apoio incondicional às candidaturas de Fátima e Márcia, destacando especialmente a trajetória da ex-senadora e tudo o que Fátima Cleide ajudou a levar para Teixeirópolis durante seu mandato no Senado Federal.

ara quem conhece essa história, Fátima não chega a Teixeirópolis apenas para pedir voto. Ela retorna a um município onde trabalhou, ajudou e deixou resultados. É o reconhecimento de quem acompanhou de perto sua atuação e sabe a importância de ter representantes comprometidos com os pequenos municípios de Rondônia.

Fátima Cleide agradeceu o carinho, a acolhida e a confiança recebida e reafirmou que essa caminhada precisa ser coletiva. Aproveitou o encontro para pedir o apoio do povo de Teixeirópolis a Luciana Oliveira 133 para o Senado Federal, Expedito Neto 13 para governador e Lula 13 para presidente da República.

Ao lado de Márcia Regina 1331 para deputada federal, Fátima 13133 defendeu a eleição de um time comprometido em trabalhar de forma integrada por Rondônia.

Porque não basta eleger um nome. É preciso construir uma bancada, eleger um governador e garantir um presidente que possam trabalhar juntos para fazer os investimentos chegarem aos municípios e melhorarem a vida da nossa gente.

Fátima Cleide 13133 — Deputada Estadual

Márcia Regina 1331 — Deputada Federal

Luciana Oliveira 133 — Senadora

Expedito Neto 13 — Governador

Lula 13 — Presidente

Juntos podemos mais!

#FátimaCleide13133 #MárciaRegina1331 #LucianaOliveira133 #ExpeditoNeto13 #Lula13