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quinta-feira, novembro 5, 2026
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HAITI PEDE APOIO DA SEDUC PARA INSERÇÃO DE HAITIANOS NA EDUCAÇÃO

HAITIO primeiro secretário da Embaixada do Haiti no Brasil, Pierre-André Rigaud, se reuniu nesta terça-feira (11) com o secretário de Estado da Educação (Seduc), Emerson Castro, para debater sobre a inclusão dos imigrantes haitianos que residem atualmente em Rondônia na educação, desde a básica até ao ensino superior público.

Rigaud informou que os haitianos ainda encontram dificuldades no acesso à educação devido à legalização de documentos pessoais. “Alguns não conseguem ingressar na universidade por conta da sua própria legalização”, explica Pierre-André. Ele disse estar em contato com a Secretaria de Estado de Assistência Social (Seas) para discutir a questão da legalidade da documentação dos imigrantes.

Junto na visita com o primeiro secretário, Marília Pimentel, chefe do Departamento de Línguas Vernáculas da Universidade Federal de Rondônia (Unir), contou que cerca de 16 mil haitianos já passaram por Porto Velho e, mais de três mil continuam residindo na capital, grande parte está fora de sala de aula.

A professora comentou que é necessário formar um programa para a inserção dos haitianos nas escolas, faculdades ou universidade e garantir vagas para os imigrantes. “Assim como há uma lei específica para educação indígena, é importante lembrar que esses imigrantes têm direito à educação. E uma parceria com a Seduc é de extrema importância, até mesmo para diminuir a burocratização nesse processo de ingresso às escolas”, ressaltou.

Emerson Castro afirmou que a proposta de inclusão educacional dos haitianos é necessária, já que os dois países só têm a ganhar. “É uma política de ganho bilateral. Os imigrantes que moram aqui têm que ser abraçados e garantidos os seus direitos à legalização e educação. E, com certeza, é de grande importância ampliar laços com este projeto de inserção”, avaliou.

Além do primeiro secretário e a representante da Unir, estiveram presentes na reunião a coordenadora do curso de Relações Internacionais do Centro Universitário de Brasília (Uniceub), Renata de Melo, e o pesquisador Geraldo Cotinguiba, mestrando do Programa de Pós-Graduação em História e Estudos Culturais.

Texto: Halex Frederic
Fotos: Quintela
Assessoria Seduc

Consulado Britânico busca parceria público-privada com Rondônia

INVEST

A viabilidade para formação de parceria entre o governo de Rondônia e empresas inglesas foi tratada na manhã desta terça-feira (11) pelo chefe da Casa Civil, Marco Antonio de Faria, presidente do Conselho Gestor de Parcerias Público-Privadas (CGPPP), ao receber em seu gabinete o representante do Consulado Britânico no Brasil, Lucas Hernandes Corrêa, que veio a Porto Velho conhecer as potencialidades, perspectivas do Estado, os projetos de PPP, principais dificuldades para implementação e avaliar o entendimento do Estado sobre a falta de investidores em áreas específicas, como telemedicina, equipamentos, engenharia, arquitetura e outras.

Na reunião, que contou ainda com a participação do vice-presidente do CGPPP, Hiran Castiel; do secretário-geral, Antônio Fortunato; e do gerente de Programas, Odacilvio Sergovia; o representante do Consulado Britânico, que é advogado com especialização em políticas de saúde, falou sobre o interesse de empresas inglesas especialistas em saúde, comércio e investimentos, e explicou que sua visita tem como proposta obter informações que possibilitem pensar estratégias para que essas empresas ingressem no mercado brasileiro.

Lucas Hernandes disse que na visita ao Amazonas foi constatada a dificuldade de locomoção na área da saúde para atender a população. A solução, segundo ele, seria a instalação de centros interligados via tecnologia, a partir de um centro de intercâmbio com base no Hospital Universitário ainda a ser construído.

Marco Antonio de Faria, por sua vez, falou sobre o interesse do governador Confúcio Moura pela parceria público-privada e destacou as potencialidades do Estado, como a madeira, ampliação do plantio de soja, piscicultura, além de muita água como fonte geradora de energia elétrica, entre outras. Enquanto Antônio Fortunato citou as áreas da saúde, saneamento e prisional como prioritárias para as PPPs no Estado, ressaltando que as duas primeiras  estão sendo trabalhadas paralelamente, enquanto a prisional ainda está na fase de análise de propostas.

O Hospital Estadual de Urgência e Emergência (Heuro) é a principal obra desse tipo de parceria, em que compete ao governo a parte física-predial, cabendo à iniciativa privada a responsabilidade pelos equipamentos e a gestão.

Texto: Veronilda Lima
Fotos: Ésio Mendes

Posicionamento da Santo Antônio Energia sobre a Ação Civil

logo_stoantonioenergia_3(2)(3)A Santo Antônio Energia teve conhecimento da Ação Civil Pública Processo n.º 0002427-33.2014.4.01.4100, proposta pelo Ministério Público Federal – MPF, Ministério Público Estadual de Rondônia, Defesa Civil Estadual, Defesa Civil Municipal e Ordem dos Advogados do Brasil Subseção de Rondônia – OAB/RO, que resumidamente tenta imputar à empresa os impactos decorrentes da cheia histórica em Porto Velho e região ocasionada, de acordo com institutos especializados, pelas chuvas torrenciais e inéditas na Bolívia e no sul do Peru, na bacia de captação do rio Madeira.
A empresa informa que ainda não foi citada no referido processo, mas que está preparada para contestar todos os pontos divulgados pela mídia, já que todos os estudos utilizados para elaboração do EIA/RIMA foram analisados, avaliados e aprovados pelos órgãos licenciadores.
Atualmente, o Rio Madeira apresenta uma vazão de aproximadamente 55mil m3/s (cerca de 55 milhões de litros de água por segundo), volume 20% superior à última maior cheia ocorrida em 1992 e que causou grandes danos à região. Ou seja, é preciso entender que vivemos uma cheia absolutamente atípica, sem registro semelhante nos últimos 100 anos e que infelizmente tem causado impactos em toda a região norte, como no Acre e no Amazonas.
Solidária a esta situação, a empresa vem prestando apoio humanitário à Defesa Civil Municipal para as famílias desabrigadas, entregando, até o momento, mais de quatro mil cestas básicas, 26 mil litros de água mineral, mais de quatro mil litros de combustível, 13 mil quilos de carne, além de disponibilizar caminhonetes, caminhões baú e caminhões, materiais de apoio, como impressoras e rádios comunicadores, além de duas embarcações, para o resgate de famílias no Baixo Madeira.

ENCHENTE DO MADEIRA: HISTÓRIAS DE QUEM PERDEU QUASE TUDO, MAS, NÃO PERDEU A ESPERANÇA

HIS1Para muitas famílias atingidas pela enchente do rio Madeira, denominada como histórica, o resultado pode ser resumido em uma única palavra: tragédia. “Só não foi pior porque não perdemos a vida”, disse a jovem senhora Amanda Cruz, da localidade de São Miguel, no médio Madeira, grávida de quadro meses e mãe de outras duas crianças, ela está refugiada na Escola Quatro de Janeiro, em Porto Velho,  e divide uma sala com mais oito membros da família.

São mais de 40 escolas que estão funcionando como abrigos em Porto Velho, além do Ginásio Cláudio Coutinho que poderá receber nesta quarta-feira (12) as mais de 40 famílias que estão nas Escolas Castelo Branco e Duque de Caxias, há cerca de um mês. Nas escolas, servidores municipais e estaduais se revezam em turnos mantendo a ordem nas escolas, supervisionando cozinhas, quando comunitárias, limpeza e lavanderia. “Aqui a rotina é diferenciada do que eles vivem comumente nos lugares onde moram”, explicou Tânia Guedes.

HIS2As histórias de cada desabrigado acabam com o mesmo final: a surpresa de uma enchente tão arrasadora que obrigou pelo menos cinco mil pessoas a deixarem suas moradias e se abrigarem em casa de familiares ou em abrigos públicos.

Escola Duque de Caxias

HIS3Assim é a história de dona Francisca Braga, moradora do São Sebastião, nas proximidades do Posto Fiscal, na Avenida dos Imigrantes. Ela contou que como em anos anteriores, quando a água começou a se aproximar de casa, buscou abrigo na paróquia da comunidade, mas doze dias depois precisou ir para a Escola Duque de Caxias, porque as águas também ameaçavam a igreja.

Moradora no bairro, desde quando se chamava Balsa, dona Francisca disse que a esperança de logo retornar para casa era tanta que nem tirou tudo de dentro da casa, mas à medida que ia se surpreendendo com a marca da água nas paredes, achou melhor retirar algumas coisas, mas ainda assim  perdeu guarda-roupa,  cama, sofá, uma tevê e até o rack que acabara de comprar. “A gente conseguiu colocar muita coisa no alto, só que a água alcançou”.  A pensionista disse que agora é só esperar para ver o que vai acontecer, “não podemos ir contra Deus, ele sabe de tudo que está acontecendo”, desabafou, confiando na fé.

HIS4Além de dona Francisca, sua filha e vizinha Tatiana também está desabrigada. “O meu marido tirou logo tudo de casa e deixou na casa de um parente assim só perdemos o sofá e o armário, o resto tá tudo guardado”.  Tatiana e dona Francisca só não sabem se poderão voltar a morar no mesmo endereço, é que a força da correnteza já destruiu parcialmente as casas de madeiras de ambas, levando parte das paredes rio abaixo. Pelo menos foi o que constataram ao visitar o local no final de semana. “Tá muito feio por lá e deu muita tristeza ver a minha casa sendo destruída”, salientou a viúva.

HIS5 Magno Rodrigues e a mulher Ivone Bezerra estão unidos na batalha da sobrevivência. O casal mora no Beco Gravatal, no antigo bairro dos Milagres. Ele presta serviço nas redondezas, trabalhando com carga e descarga de caminhões e carretas, e também foram iludidos pelas chuvas de anos anteriores. “A gente já morava lá há mais de 13 anos e como em outras enchentes, colocamos tudo que foi possível pra cima, só que desta vez não deu certo, a água veio e tomou conta de tudo”. Na pressa de reunir objetos importantes, Magno conta que seus documentos acabaram ficando para trás e hoje nem documento tem. O prejuízo só não foi maior porque como estava resolvendo pendências do Bolsa Família, os documentos dos filhos e da esposa estavam na bolsa. “A primeira coisa que eu fiz foi pegar a bolsa, nossa sorte porque as certidões de nascimento estavam nela”, disse Ivone.

HIS6A sala de aula improvisada virou a casa da família, que reúne além do casal, dois filhos adolescentes e dois pré-adolescentes. A mesa de madeira e as cadeiras vieram de casa, mas o guarda roupa já foi uma aquisição nova da família. “Nossas roupas estavam jogadas, não tinha onde guardar e já que perdemos o móvel lá de casa, resolvemos comprar esse aqui”, destacou a moradora. Segundo ela, o momento não é o melhor para fazer dívidas, mas o armário era necessário. A sala é equipada com muitas lâmpadas, central de ar e ventiladores. “A gente tem que dar graças a Deus, porque estamos num paraíso, tem muita gente por aí em pior situação”.

HIS7O marido diz que “ainda não caiu a ficha. Só vejo que é real quando passo por lá e vejo a nossa casinha se acabando dentro da água”.  Magno e Ivone, além de dona Francisca e Tatiane não estão sozinhos na triste jornada, com eles estão mais de 50 pessoas” na Escola Duque de  Caxias, muitas sem saber o que será da vida quando as águas recuarem.

Escola Estudo e Trabalho

HIS8Ana Lúcia Freire, moradora da rua Jaci Paraná, no Mocambo, disse que resistiu o quanto pôde para buscar refúgio no abrigo da Escola Estudo e Trabalho, no bairro Areal.    “Só saímos quando não tinha mais sentido permanecer com as crianças naquele lugar”. A família de Ana Lúcia foi a segunda a se instalar na escola.  O que trouxe foi salvo, o que deixou para trás, já deu por perdido. “A água está passando da janela,  o que tem lá dentro não presta mais”, sentenciou.

Ana Lucia trabalha com venda de lanche e o marido faz limpeza em quintais e ambos estão parados. Do futuro ela espera tudo, uma vez que acha muito difícil poder morar no mesmo lugar. “Eu passo lá e vejo tudo destruído e o pior é que nós não temos onde morar”.

HIS9Sem direito a privacidade, José Edilamar é aposentado, a cerca de dois anos teve uma das pernas amputadas em função do descontrole do diabetes. Com mais de 50 anos, ele acabou tendo que assumir a criação dos dois filhos de quatro e seis anos e divide a sala da escola Estudo e Trabalho com a família de Ana Lucia. Devidos às limitações acaba sendo socorrido pelos novos amigos e vizinhos.   Ele é, possivelmente, o desabrigado mais  antigo da capital. Contou que morava no São Sebastião até o ano passado, mas depois da enchente sua moradia foi condenada pela Defesa Civil. Começou a receber do poder público municipal uma ajuda de custo de R$ 180,00 para pagar o aluguel. Foi morar no bairro Nacional, onde conseguiu um imóvel por R$ 300,00, mas novamente foi expulso de casa por causa da enchente. “Alagou tudo e estou na mesma situação sem casa, sem móveis, sem nada”.

Escola Quatro de Janeiro

HIS10Nove pessoas de uma mesma família, entre elas três crianças, saíram há pouco mais de um ano da localidade de São Sebastião do Uatumã, no interior do Amazonas. O destino foi a comunidade Aliança, nas imediações de São Carlos, região ribeirinha de Porto Velho. O objetivo era acompanhar o marido de Tereza Brito, um carpinteiro, especializado na fabricação de canoas. A mudança, segundo Tereza, ficou em Humaitá, onde alugaram uma casa e todos seguiram para a Aliança, e se instalaram em um prédio público (o posto de saúde). Para socorrer os primeiros desabrigados do lugar, a família teve que buscar outro refúgio, mas segundo Tereza foi por poucos dias, porque em seguida todos foram removidos pela Defesa Civil para Porto Velho e instalados na Escola Quatro de Janeiro. “Não tinha mais onde a gente ficar”.  Os móveis em Humaitá se perderam, porque a casa ficou alagada e a família chegou a Porto Velho praticamente com a roupa do corpo.

HIS11“Ficamos rodados”, resume Tereza, usando um termo popular. “Agora vamos ter que trabalhar  pra voltar para São Sebastião do Uatumã e continuar a vida por lá, onde pelo menos temos uma casa”.

HIS13Maria Helena Ferreira, tia de Amanda disse que não está sendo fácil, pois tinha uma vida com muitas atividades em casa e na roça. Segundo ela, que mora em São Miguel há 24 anos, nunca houve tamanha enchente no lugar. “Meu marido preparou umas marombas (uma espécie de estrado flutuante feito com madeira para salvar objetos e animais) mas não adiantou nada. A água invadiu tudo com muita força e tivemos que deixar nossa casa”.

Texto: Alice Thomaz
Fotos: Marcos Freire

 

CAERD-INTERRUPÇÃO NO ABASTECIMENTO

CAERD comunica à população que em virtude do rompimento da rede adutora de água bruta em aço diâmetro 800mm da Captação do Rio Madeira, localizada na Estrada de Ferro Madeira Mamoré Km 5, o abastecimento de água do Sistema Principal da cidade de Porto Velho está comprometido desde às 20:00 horas do dia 10.03.2014.

As equipes de manutenção encontram-se no local da ocorrência desde as primeiras horas do dia de hoje, mas devido a necessidade de utilização de solda elétrica e a rede adutora estar localizada em área alagada, afetada pela cheia do Rio Madeira, os serviços estão sendo realizados com certa cautela requerendo maior tempo que o normal.

O prazo para a conclusão dos serviços está estimado para o esta terça-feira, dia 11, às 22:00h. Comunicamos ainda que apesar do Sistema entrar em operação, a recuperação se dará lentamente em virtude da necessidade de pressurização da malha de rede de distribuição.

Desde já pedimos a compreensão de todos.

EVO MORALES, POR QUE NÃO TE CALAS?

Lula para Evo Morales: “Porque não te calas?”
cha1Claro que não terá sido assim, mas o certo é que o falastrão cocalero calou-se. Dele não se ouviu um pio sobre as enchentes que assolam seu país e pelo qual ele responsabiliza desde sempre as usinas do Madeira. Comenta-se em Brasília que emissários de Lula procuraram Morales e pediram, “em nome da irmandade bolivariana”, que poupe o governo brasileiro nesse período pré-eleitoral. O presidente da Bolívia já disse ao senador Raupp que irá exigir o ressarcimento dos danos. Consta que seus advogados já estão preparando ações judiciais mas, pelo visto, vão deixar o assunto para depois das eleições. Com certeza Evo será atendido, qualquer que seja o resultado.
Quatro dos nove Departamentos (estados) do País vizinho estão literalmente submersos, em uma confirmação ampliada daquilo contra o que as autoridades bolivianas têm reclamado desde o início das obras de Jirau. Chaves fez uma única visita às áreas atingidas e tudo o que fez foi conclamar a população a abandonar a região e nada mais foi dito. Todos os protestos e exigências de reparação financeira ficam por conta dos dirigentes dos Departamentos atingidos. Todos de oposição, vale lembrar.
É claro, também, que a pressão do governo boliviano poderia amplificar o coro dos descontentes com o tratamento dado pelo governo brasileiro à tragédia que atinge nossa região, claramente decorrente da falta de planejamento ambiental na implantação das barragens. Disso os especialistas asseguram que não há como Santo Antônio e Jirau se esquivarem. Basta um simples comparativocom a hidrelétrica de Tucuruí para perceber a disparidade. Tucuruí, no rio Tocantins, foi construída com vertedouros para até 110 mil metros cúbicos por segundo. As barragens do Madeira, com volume de água muito maior, possuem vertedouros menores, com previsão máxima de 84 mil m3/s.

Embora respondam com evasivas irônicas a qualquer questionamento sobre a ausência de estudos de análise de riscos no planejamento original, nenhuma das usinas possui. Tudo foi conduzido – e aprovado – a toque de caixa para atender ao anseio por energia farta e barata do lado governamental. E à avidez comercial dos consórcios. As perspectivas de efeitos desastrosos nos chamados impactos de vizinhança sempre foram tratadas como algo que se ajeita mais adiante. A prioridade foi e ainda é produção comercial. O problema é que com a elevação das águas não há uma disparidade entre montante e jusante suficiente para a operacionalização das turbinas.  Elas são horizontais mas nem tanto. Tem que haver espaço para a água sair com força, caso contrário não funcionam.
Esta, sim, é a principal preocupação do governo – danem-se os atingidos pela catástrofe. Todo o raciocínio é quantificado em votos. Se Rondônia estiver submersa mas não houver racionamento de energia no resto do país, cuja produção hidrelétrica está perigosamente próxima de tornar inevitável a providência, então o custo/benefício é considerado amplamente favorável para a eleição dos gafanhotos petistas bolivarianos. Rondônia, com menos de dois milhões de votos seria uma perda aceitável.
Não sou vidente, messiânico ou catastrofista como chegaram a dizer alguns pascácios que, agora, constatada a dimensão da tragédia, enfiaram as respectivas violas nos locais adequados. Mas é óbvio que vem mais desastre por aí, especialmente quando as águas baixarem. O asfalto alagado vai desaparecer. Da mesma forma que os barrancos das margens do rio e até algumas comunidades ribeirinhas. A recuperação vai custar provavelmente metade do custo de uma usina. E o governo não terá caixa para nos socorrer, pois com certeza irá atender prioritariamente à Bolívia. E nem o Doutor Pangloss seria tão otimista a ponto de afirmar que os alagamentos deste ano possam ser apenas “um ponto fora da curva”.

TODOS OS PREFEITOS DAS CIDADES ABORDADAS PELO FANTASTICO SOBRE EDUCAÇÃO SÃO DO PSDB

A maioria das prefeituras retratadas do PSDB
A maioria das prefeituras retratadas do PSDB
O programa Fantástico, da Rede Globo,  exibiu domingo sobre a impressionante “situação precária das escolas públicas em Alagoas, em Pernambuco e no Maranhão”.  Buscando informações mais detalhadas, a começar pelos nomes e partidos dos prefeitos dos municípios citados, encontramos o seguinte:.
Jaboatão dos Guararapes/PE – Prefeito: Elias Gomes da Silva (PSDB)
Joaquim Gomes/AL – Prefeito:  Antônio de Araújo Barroso (PSDB)
Codó/MA – Prefeito: José Rolim Filho (PV)
Lembrando que o governador de Alagoas, desde 2007, é o Teotônio Vilela Filho, também do PSDB.
O governador de Pernambuco, desde 2007, é o Eduardo Campos, do PSB, cujo slogan  “dá pra fazer mais”.
A governadora do Maranhão é a Roseane Sarney, do PMDB. E a família Sarney comanda o Estado do Maranhão desde os tempos das capitanias hereditárias. O Fantástico não deu esses meros “detalhes”. Assim como não falou nada a respeito da Lei 9394/96, mais conhecida como Lei das Diretrizes e Bases da Educação Nacional. É nessa lei que ficaram atribuídas as corresponsabilidades dos entes da Federação sobre a educação. A LDB encarregou aos Municípios (prefeituras) de cuidarem do ensino fundamental; os Estados (governos estaduais) de cuidarem do ensino médio; e a União (governo federal) de cuidar do ensino superior. Por que a produção do programa não procurou ouvir os prefeitos e governadores responsáveis pela condição de precariedade das escolas retratadas? A sociedade não teria o direito de ouvir as justificativas desses administradores públicos? Por que o Fantástico não foi perguntar aos prefeitos e secretários de educação o que eles estão fazendo com o dinheiro do Fundeb – O Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica – que é repassado religiosamente pelo governo federal? O governo federal cumpre com a sua parte. Se há prefeituras e governos estaduais que não cumprem com as suas, que se expliquem perante o povo.
Fonte: maisro.com.br

Confirmado: Dilma acena ao PMDB com retirada de candidatura do PT em seis estados, incluindo RO

Governo petista tem melhorado o nível de vida do brasileiro
Dilma dá adeus à candidatura de Padre Ton

A formação das alianças regionais entre o PMDB e o PT para as eleições de outubro foi o principal assunto no encontro de ontem (10) entre a presidenta Dilma Rousseff,  o vice-presidente Michel Temer e os líderes do PMDB na Câmara dos Deputados e no Senado. No dia 5 de outubro, será realizado o primeiro turno das eleições para presidente da República e os governadores e serão eleitos senadores e deputados.

As duas legendas trabalham para manter o máximo de alianças possíveis no próximo pleito eleitoral. O presidente nacional do PMDB, senador Valdir Raupp (RO), que participou do encontro, disse que a presidenta Dilma acenou com a possibilidade de o PT abrir mão de candidatura própria ao governo de seis estados – Maranhão, Goiás, Alagoas, Paraíba, Tocantins e Rondônia – em prol do PMDB, em uma tentativa de melhorar a relação entre os dois partidos.

 

SENADOR MAGNO MALTA QUER PUNIR ATÉ CRIANÇAS POR CRIMES, MAS, POSA COM TRANQUILIDADE ENTRE DEPUTADOS CORRUPTOS DE RONDÔNIA

Magno Malta acompanhado só com "limpeza"...
Magno Malta acompanhado só com “limpeza”…

Uma demagogo, hipócrita e oportunista. Esta é a faceta do senador Magno Malta (PR-ES), que veio ao Estado de Rondônia fazer campanha para presidência da República utilizando verbas e passagens aéreas pagas pelo contribuinte. Sob a alegação de que veio ao Estado (também foi ao Acre e Amazonas) para fazer palestras sobre segurança, na verdade está fazendo campanha para presidência da República. A despeito de combater a criminalidade, Malta defende a redução da maioridade penal para 12 anos, isto, é o que se diz cristão, quer ver crianças atrás das grades. A proposta do senador é que qualquer pessoa, de qualquer idade, que cometa um crime definido como hediondo (homicídio qualificado, latrocínio, extorsão mediante sequestro e estupro) deixe de ser considerada inimputável e pague pelo seu crime. O parlamentar ignora o Estatuto da Criança e do Adolescente que prevê a defesa, apoio e reeducação de menores infratores. Ignora os direitos universais da criança.

O senador recebeu apoio do pastor Valdemiro Santiago diante de 70 mil pessoas, na Praça do Papa, em Vitória.
O senador recebeu apoio do pastor Valdemiro Santiago diante de 70 mil pessoas, na Praça do Papa, em Vitória.

Magno Malta que é evangélico, esteve na Assembleia Legislativa recepcionado por notórios deputados corruptos como Flávio Lemos (PR-RO) pego pela Operação Termópilas e investigado por desvios de verbas públicas, Maurão de Carvalho (PP), idem Operação Termópilas e Nilton Capixaba (PTB-RO), mais conhecido como sanguessuga, do escândalo das ambulâncias. Contra a corrupção Magno Malta não move um palito. Também o senador capixaba está envolvido com o “apóstolo” Valdemiro Santiago, da Igreja Mundial, que tem defendido bandidos como o pastor Marcos Pereira, preso por diversos crimes.

Fonte: maisro.com

Campeão pela seleção brasileira, Lúcio é confirmado no jogo contra VEC

O zagueiro Lucimar da Silva Ferreira, o conhecido Lúcio, ex-capitão e campeão pela Seleção Brasileira de 2002, faz parte do elenco do  Palmeiras, que enfrenta o VEC, nesta quarta-feira, 12, no estádio  “Portal da Amazônia”. Ele está confirmado para o confronto esportivo.

Lúcio foi campeão com a seleção “canarinho” em 2002A informação é do Globo Esporte. Ao site, Lúcio pediu respeito ao  VEC, por ser um time que não é conhecido, para evitar surpresas. “O lado difícil é que não conhecemos e passa a impressão de que vai ser muito  fácil. E é aí que mora o perigo. Temos de entrar concentrados porque do  outro lado estarão onze jogadores muito motivados por jogar contra o  Palmeiras”, analisou o atleta.

Com um currículo de fazer inveja a qualquer atleta do futebol  mundial, o defensor  já foi: campeão alemão, italiano, da Liga dos  Campeões e da Copa do Mundo, entre outros.