O juiz federal Marcelo Antônio Cesca, que ganhou repercussão nacional após “protestar” no Facebook alegando que não conseguia voltar ao trabalho por ter sido diagnosticado com depressão, se internou na manhã desta quinta-feira (27) em uma clínica psiquiátrica do Lago Norte, área nobre de Brasília. Cesca, que ganhou fama de herói em seu perfil na rede social, não postava nada desde o último domingo (23) na rede social e pediu para um amigo avisar aos internautas sobre a internação nesta manhã. Pouco depois, ele usou o perfil pessoal para se manifestar dizendo que estava bem e estava esperando por visitas.
Na mensagem publicada no Facebook em relação à sua questão com o conselho, o juiz disse: “Eu agradeço ao Conselho Nacional de Justiça por estar há 2 anos e 3 meses recebendo salário integral sem trabalhar, por ter 106 dias de férias, mais 60 dias pra tirar a partir de 23/03/14, e por comemorar e bebemorar tudo isso numa quinta-feira […]”.
Em outra postagem deixada no perfil do juiz, um amigo escreveu: “Parabéns! Não sei se faria o mesmo, mas, agradeço a inusitada atitude. Quem sabe assim, o Poder Judiciário e especialmente seu órgão, o CNJ, sigam em frente com mais esta lição”.
Desde que foi considerado apto a exercer novamente as atividades, em maio de 2013, Cesca já recebeu R$ 26.515,97 de salário sem trabalhar.
Bolivianos enxergam relação entre Jirau e Santo Antônio com alagações no Beni
Estudos do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), que é o órgão de governo responsável para avaliar e aprovar o impacto ambiental e licenciamento ambiental, concluiu a análise do EIA RIMA (Estudo de Impacto Ambiental) das hidrelétricas do rio Madeira em setembro de 2006. Em março de 2007, oito especialistas do IBAMA emitiram um parecer técnico, que mostrou a inadequação do EIA e recomendou a elaboração de um novo, mais amplo e que incluía o impacto transfronteiriço em território boliviano.
No entanto, logo após a publicação deste relatório, mudou a administração do IBAMA e em julho de 2007, a nova administração concedeu licenças preliminares para as duas barragens, apesar das objeções de técnicos do IBAMA.
Técnicos e consultores bolivianos possuem provas técnicas de que a instalação das usinas de Jirau e Santo Antônio tem sido fator principal para o agravamento das enchentes na Bolívia, considerada uma dos maiores desastres naturais já vistos naquele país.
Esta imagem não é montagem. É verdadeira. Moradores se divertem no centro de Porto Velho alagado
Chove quase todo dia em Porto Velho (RO). O rio Madeira deve chegar ao nível de 19 metros no início de março. Dezenas de bairros inundados. O prefeito cancelou o carnaval de rua e decretou estado de calamidade pública. Sem carnaval, a população não perde o humor e, entre críticas e elogios, internautas reagem com muito humor. Nas redes sociais, publicam montagens de fotos que viram memes. Claro, tem gente que não está achando graça nenhuma.
Moradores relacionam cheia recorde com instalação de Jirau e Santo Antônio – hidrelétricas construídas sem planejamento para lidar com eventos extremo
Enquanto o nível do rio Madeira aumenta a recordes diários, moradores de Porto Velho e região metropolitana obrigados a deixarem suas casas enxergam mudança do padrão de cheias após a instalação das usinas hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio.
Ontem, dia 26, o rio atingiu o nível de 18,48 metros, 1,8 metros acima da cota de emergência determinada pela ANA (Agencia Nacional de Aguas). De acordo com o CPRM (Serviço Geológico do Brasil), os níveis máximos do rio Madeira em Porto Velho ocorrem entre os meses de março e abril em 95% dos casos. Esse ano, o nível do rio começou a bater recordes históricos ainda em meados de fevereiro, muito antes do que é esperado para a região.
“O rio encheu muito cedo. Nós que somos aqui da região, estamos acostumados com a cheia, mas não desse jeito e também não muito cedo. Sempre quando alaga um pouco aqui é em março, enquanto dessa vez começou a alagar no início de fevereiro. Pelo que sabemos, o rio só começa a secar em abril. E se ele continuar subindo até lá? Como vamos ficar?”, perguntou João Batista de Souza, 58, nascido e criado no entorno de São Carlos. Barqueiro, ele teve sua casa invadida pela água de um dia para o outro.
Assim como João, milhares de pessoas estão vendo suas casas, pertences e memórias sendo engolidas pelas águas do rio Madeira. Para buscar suas histórias, o Greenpeace percorreu os bairros alagados e visitou comunidades que estão completamente submersas.
Nesse percurso, a equipe encontrou um cenário desolador: pessoas desalojadas, muitas vivendo de forma precária em escolas (as aulas foram suspensas para receber as famílias), enquanto outras tentam salvar seus pertences como podem: carregando geladeira, freezer, fogão e colchões nas costas até os barcos que levam para os abrigos ou casas de parentes.
“O que estamos vendo aqui é a cheia histórica de um rio afetado pelas chuvas em suas nascentes na Bolívia e no Peru e que, em seu percurso, encontrou duas barragens, as usinas hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau, construídas sem planejamento para lidar com eventos como esse”, disse Danicley de Aguiar, da campanha Amazônia do Greenpeace. “E é preocupante quando pensamos que, em um cenário de mudanças climáticas, eventos extremos como esse devem acontecer com mais frequência e maior intensidade. O governo precisa reagir imediatamente para salvaguardar essas pessoas e seu modo de vida.”
Em São Carlos do Jamari, a cerca de cem quilômetros de Porto Velho, em alguns pontos a água está quase dois metros acima do nível da rua, e já avançou dois quilômetros adentro da comunidade. O Greenpeace registrou moradores sendo obrigados a abrir buracos no telhado para conseguir entrar em suas casas, já que a água cobria portas e janelas. Outros estão trabalhando para suspender o assoalho com tábuas de madeira, enquanto aguardam o nível da água subir ainda mais, como é o esperado.
Muitos moradores entrevistados falaram sobre o comportamento anormal do rio depois da chegada das usinas, que entraram em funcionamento em 2012 (Santo Antônio) e 2013 (Jirau): “As pessoas das usinas falam que as barragens não têm nada a ver, mas a pergunta que está na cabeça de todos é: por que então antes não acontecia isso? Meu pai morreu com 96 anos, nasceu e se criou nessa região e nunca falou que tinha acontecido algo assim”, disse seu João.
Marcio Santana de Lima, liderança da comunidade de São Carlos e coordenador do MAB (Movimento dos Atingidos por Barragens) concordou: “Agora tá tudo diferente, ninguém sabe quando o rio enche, quando vai secar”, disse. “O primeiro impacto [das hidrelétricas] foi o peixe, depois veio o desbarrancamento dos rios e por último essa cheia aqui… Sabemos o impacto que são essas hidrelétricas e sabemos que tem mais projetos aprovados para a região norte”, disse, com preocupação.
Para reduzir o impacto da cheia, no último dia 22, a Usina Hidrelétrica Santo Antônio desligou 11 turbinas após pedido da ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico). Isso ajuda a diminuir a vazão e o volume de água do rio. Mas, mesmo com esse procedimento, o Greenpeace verificou que a água continua atingindo as margens do rio Madeira com força, potencializando um fenômeno natural chamado na região de banzeiro, que causa o desbarrancamento das margens do rio.
Moradores de São Carlos, distantes apenas cerca de cem quilômetros das usinas hidrelétricas que surgiram como a grande promessa de desenvolvimento da região, tiveram sua energia cortada depois que as águas atingiram a usina termelétrica que abastecia a comunidade. Sem saber como vai ficar a sua situação e quando vão poder dormir tranquilos, o jeito vai ser “acender vela e esperar”, como bem disse seu João, o barqueiro que logo terá que abandonar sua casa devido ao avanço da água.
“Enquanto o restante do país sofre com a falta de água e os baixos níveis nos reservatórios, a hidrelétrica de Santo Antônio teve que desligar 11 turbinas por causa da cheia histórica do rio. Isso mostra a fragilidade do modelo energético perseguido pelo Brasil”, finalizou Danicley Aguiar.
O deputado federal Padre Ton (PT-RO), junto com outros parlamentares, fez um sobrevoo hoje pela manhã, nas regiões alagadas de Porto Velho, capital de Rondônia. Padre Ton publicou algumas fotos na página dele, no Facebook. As imagens são impressionantes.
Ainda pela manhã, o senador Acir Gurgacz (PDT-RO), esteve com o Coronel Caetano, coordenador estadual de Defesa Civil, o qual pôs a par dos últimos números da cheia do Madeira. Segundo o coronel, a Bolívia está sem chuvas há mais de 48 horas, mas o reflexo aqui (em Porto Velho) ocorre depois de quatro dias. No entanto, há previsão de chuva torrencial para este sábado na Bolívia, o que significa que o nível das águas aumentará ainda mais na metade da próxima semana. O prefeito da Capital, Mauro Nazif (PSB) decretou estado de calamidade pública pela manhã e o Ministério Público proibiu o carnaval e qualquer aglomeração que insinue festas relativas ao período momesco.
O acusado Rodrigo Guerreiro mantém imóvel alugado do prefeito Alex Testoni
O Ministério Público do Estado de Rondônia, juntamente com a Polícia Civil e a Polícia Rodoviária Federal, cumpriu, na manhã de quarta feira, 26 de fevereiro, mandados de busca e apreensão na sede da empresa Rede Multimídia de Jornalismo e nas residências dos sócios da referida empresa, todas no Município de Ouro Preto do Oeste/RO.
A ordem foi expedida pela Justiça Estadual de Rondônia a pedido do Ministério Público em razão de fortíssimos indícios de direcionamento e fraude nos processos licitatórios referentes às festas de fim de ano, no reveillon oferecido pela prefeitura municipal, notadamente quanto à contratação do show musical da banda “Gabriel Gava”, havendo indícios dos crimes de dispensa indevida de licitação, frustração do caráter competitivo da licitação, falsidade ideológica, formação de quadrilha, entre outros.
Rodrigo Guerreiro recebe verbas oficiais para fazer shows golpes
Conforme investigação realizada pelo Ministério Público, a Rede Multimídia de Jornalismo atuou como intermediária na contratação da banda sertaneja. Segundo os elementos de informação, essa empresa seria de fato da titularidade de Rodrigo Mota de Jesus, conhecido como “Rodrigo Guerreiro”, embora esteja em nome de terceiros, parentes ou amigos ligados a ele. Ademais, apurou-se que a sede da empresa estava abandonada, sem movimentação empresarial e a sua fachada não a identifica. (MP/OPO).
Fortes indícios de clientelismo
O citado escritório do “esquema” era mantido nas dependências do Restaurante Ranchão, às margens da BR 364, sendo que o imóvel é de propriedade da família do prefeito do município, Alex Testoni (PSD).
Além das buscas e apreensões no escritório e residências dos sócios da empresa a Polícia Civil e Rodoviária Federal, em apoio ao ministério Público procurou os responsáveis pelo setor de licitação e ordenação de despesas com o objetivo de obter os devidos esclarecimentos de todos os envolvidos na suposta fraude, os mesmos serão ouvidos durante a semana.
Além deste show investigado pelo MP, a mesma empresa já foi responsável por alguns shows evangélicos no interior e na capital de Rondônia, com concessões vultosas de dinheiro público, do aporte de até 250 mil, por parte de emendas de projetos de alguns deputados estaduais, entre eles, Flávio Lemos, Edvaldo Soares, Jean Oliveira, Jacques Testoni e Saulo Moreira, sempre capitaneadas pelo principal suspeito, Rodrigo Motta de Jesus, que se apresenta como fundador de uma suposta facção evangélica de jovens da igreja Assembleia de Deus de Ouro Preto do Oeste chamada “Nova Geração – Guerreiros de Cristo”, sendo estes em parte os responsáveis por estes eventos que contratam pastores e cantores gospel em grande parte no município de Ouro Preto do Oeste com o total apoio da prefeitura municipal, que disponibiliza a famosa “Praça da Liberdade” para a execução dos eventos.
Para o mês de abril, nos dias 20 e 26, já estão marcados sucessivamente dois shows gospel promovidos pela empresa vencedora da denuncia do Ministério Público na Praça da Liberdade, liberalmente cedida pela prefeitura municipal.
Os eventos contam ainda com a liberação do Ginásio de Esportes Agmar de Souza “Piauzão”, em Ouro Preto do Oeste, gentilmente cedido por parte da prefeitura, onde uma multidão de evangélicos assiste gratuitamente as atrações trazidas pela Rede Multimídia de Jornalismo – RMJ, algumas desta também realizadas no templo sede da igreja Assembleia de Deus em Ouro Preto.
Shows golpes tiveram até participação de Marcos Feliciano
Entre os artista de renome nacional do mundo gospel que figuram no hall de atrações divulgadas e intermediadas nos últimos anos pela empresa para nos municípios de Ouro Preto do Oeste, Ji-Paraná, Ariquemes, Rolim de Moura, Cacoal, Jaru, Espigão do Oeste, Pimenta Bueno e Porto Velho, em alguns casos ao custo de 20 reais o ingresso, e que segundo o Ministério Público encontra-se abandonada e sem movimentação empresarial, estão Chris Duran, Thales Roberto, Fernandinho, Davi Sacer, Matos Nascimento, David Quilan, André Valadão, Juliano Son e Pastor Cláudio Duarte, sendo estes dois últimos os próximos eventos agendados pela empresa investigada.
Alguns destes artistas evangélicos, que não são nada baratos por se tratarem de verdadeiros astros do universo gospel, também comparecem na agenda de apresentações da festa agropecuária do município, a AgriShow Norte de Ouro Preto, em parte patrocinada pela prefeitura, nos meses de setembro, como é o caso do cantor Fernandinho.
O que está por trás da licitação e o perfil do acusado
Curiosamente o prefeito do município, Alex Testoni está presente maciçamente em fotos recheadas de extrema intimidade pessoal no Facebook do principal suspeito da fraude investigada pelo Ministério Público, como se deixando fotografar comendo uma marmita no interior de seu gabinete administrativo, revelando um raro momento de solidão do prefeito, que em retribuição prestigia todos os shows promovidos pelo suspeito na igreja Assembleia de Deus de Ouro Preto do Oeste, o que ressalta o estreito relacionamento entre o suspeito e o prefeito.
Em poucos meses de atividade, o jovem passou a desfilar pela cidade e em viagens pelo Estado em uma caminhonete Triton esboçando repentinamente grande ostentação e riqueza em sua página do perfil no Facebook, o que atraiu a atenção de muitas pessoas, com joias e viagens constantes por todo país.
De forma antagônica, o suspeito investigado pelo Ministério Público, Rodrigo Motta (Rodrigo Guerreiro), que se diz tão defensor dos princípios cristãos exibia em seu Facebook, até o encerramento desta matéria, uma imagem de arma em punho, portando uma pistola calibre 9mm, posando de forma ameaçadora para impressionar os amigos e seguidores, numa visível postura de incitação a violência, através do post:
Nas redes sociais o acusado faz apologia ao crime
No final da tarde desta quarta feira o prefeito Alex Testoni foi visto de passagem pelas dependências do Ministério Público e Fórum de Ouro Preto do Oeste, porém, não há confirmação de que o mesmo tenha sido citado na denúncia do Ministério Público.
Fonte: +RO com informações da Gazeta de Rondônia e MP
O produtor cultural e vencedor de prêmios de cinema, Tino Alves, faz apelo aos amigos para que o ajude. A enchente do rio Madeira pegou-o de cheio deixando sem lar e sem nada para o sustento da família. Ele que vinha ajudando, entregando cestas para desabrigados, agora está necessitando de ajuda e pede sem meias palavras.
“Todos sabem das dificuldades que estou passando (vídeos e fotos no meu perfil) devido a alagação do Rio Madeira, fui atingido e tive que sair as pressas de casa, sem nem um aviso prévio das autoridades, saindo apenas com roupas, documentos eu, minha esposa, filhos e minha cadela, estamos divididos na cidade, em casa de parentes e amigos. Estava começando um trabalho em Cujubim, São Carlos e Cuniã, como estes lugares estão afetados, não sei quando iremos iniciar esta ação, estou sem trabalho e renda. Tenho que alugar uma casa em PVH, pois agora tenho a certeza de que as chuvas e esta cheia permaneceram por mais uns dois meses, existe ainda o pós cheia que com certeza será bem duro, não existe a possibilidade de eu tirar minhas coisas de lá, por falta de acesso.
Nunca pensei em fazer isto, mas sou artista e tenho que encarar também a realidade.
Estou precisando de algumas coisas que listo abaixo (os moveis podem ser emprestados)
GELADEIRA
FOGÃO
COLCHÃO
CAMA
PALETS
CAIXAS DE MADEIRA (VERDURA)
Como não estava esperando por isto e já esgotei todas as minhas reservas financeira (que não era muito) estou descapitalizado (faz tempo) e precisando pagar Aluguel, comprar comida (Acreditem fiz entrega de mais de 100 cestas básicas e não peguei nenhuma por acreditar que quem resistiu e ficou na comunidade tinha mais necessidade) além de outras despesas momentâneas. Deixo aqui a disposição dos amigos as contas de minha mãe a “Loirinha” e a da Najhara minha esposa”, apela.
Um bolão feita por apostadores de Colorado do Oeste (RO), faturou quase 1 milhão e meio de reais na Lotofácil, sorteada ontem. A informação foi confirmada à equipe de reportagem do Extra de Rondônia pelo grupo de amigos, que pediu sigilo sobre suas identidades. Ao todo o faturamento loterica coloradofoi de exatos R$ 1.341.782, 52 milhão. Cada apostador do bolão irá receber R$ 223. 630, 42.
Loterica de Colorado é pé quente
O resultado do jogo foi divulgado na noite desta quarta-feira, 26. O interior de Rondônia tem sido abençoado com a sorte. No ano passado um apostador de Pimenta Bueno faturou cerca de R$ 35 milhões de reais.
Por que o governo não decreta logo estado de calamidade pública? Estão esperando morrer pessoas? A tragédia já vem sendo anunciada há dias. Na Bolívia já morreram mais de 60 pessoas e dizimada mais de 500 mi, cabeças de gado. É, segundo técnicos, a maior enchente dos últimos 100 anos. E as águas de março ainda nem começaram a cair.
A expectativa dos técnicos da Defesa Civil Nacional é que na segunda-feira, 3, o nível das águas alcance 19,10 metros. A previsão é de mais chuva para a região. Caso isso ocorra, o trânsito na BR-364 deve ser fechado, inclusive para os comboios que, por enquanto, evitam uma crise de abastecimento no Acre. A estrada é o único meio rodoviário de ligação do Acre com as demais regiões do País.
O atual nível das águas do Madeira justificariam, às autoridades rondonieneses, a decretação de estado de calamidade pública. Isso só não ocorreu ainda porque, tecnicamente, o estado de calamidade exige que se tenha morte ou epidemia relacionada ao fenômeno natural. Essa informação foi repassada nesta terça-feira, 25, durante agenda do ministro da Integração nacional, Francisco Teixeira, em Porto Velho.
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