Nada não
A união político eleitoral entre Hildon Chaves (PSDB) e Marcos Rocha (UB), está sendo o assunto do momento, até nesta terça de carnaval. Está nos TT (trends topics) tupiniquim. No Cai N’Água é o que se fala entre um tambaqui assado e uma Cristal. Mas, porém, todavia e contudo, a reação popular não foi lá essas coisas como o esperado pelos marketeiros do governador em processo de reeleição. A alta rejeição de Bolsonaro atinge também o governador.
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Dizem até que Hildon Chaves poderá voltar atrás e disputar o governo, caso Marcos Rocha não reaja nas pesquisas. O fato é que Marcos Rocha continua em baixa e sem possibilidades de reeleição fácil, como apregoam seus assessores e comissionados.
Zero a zero
A adesão de Hildon Chaves ao bolsonarismo tem a validade de um gol anulado pelo VAR. Por enquanto, não há favoritos nestas eleições em Rondônia. O placar continua 0X0. Qualquer um tem as mesmas chances. Quem viver, verá.
Se esbaldando
Enquanto a guerra que ele apoiou mata centenas de civis na Ucrânia e familiares de vítimas de Petrópolis ainda escavam a procura de corpos, o presidente Bolsonaro está no Guarujá fazendo o que ele mais gosta nestes 30 anos de política: gastar o suado dinheiro do contribuinte em farras. E ainda debocha: “Eu não tenho direito a folga?”. É um folgado mesmo.
Bolsonaro e Putin
As falas do presidente Jair Bolsonaro (PL) sobre a Rússia e a Ucrânia neste domingo (28) repercutiram de forma positiva no país governado por Vladimir Putin. Veículos de notícias russos apoiadores do líder soviético reproduziram as declarações como se fossem de apoio a Putin. Diferente de Estados Unidos e Europa, as opiniões de Bolsonaro em coletiva de imprensa ontem não foram condenando a Rússia. Além de falar que é um “exagero” chamar de massacre o cerco que o exército russo fez na capital Kiev, ele afirmou que o Brasil precisa “ter responsabilidade” em termos de negócios com a Rússia, porque depende de fertilizantes.
MDB coin
O MDB de Rondônia não vai lançar candidato ao governo (e nem ao Senado), mas é um partido importante nestas eleições. Quem tiver o MDB como aliado tem boas chances de se eleger governador. É o que disse o senador Confúcio Moura: “ninguém se elege sem o apoio do MDB”. Ah, “coin” quer dizer moeda. O MDB é uma moeda valiosa nestas eleições.
Amir Lento
Só não contem com a “força” do ex-senador que só aparece de quatro em quatro anos. Que, aliás, só se tornou senador com a morte de Olavo Pires em 1990.
Os prés ao governo
Antes tínhamos sete prováveis candidatos ao governo. Hoje, apenas dois (por enquanto). Saíram de campo Confúcio Moura (MDB), Hildon Chaves (PSDB) e Ivo Cassol (Progressistas). Marcos Rocha (UB) deve enfrentar a “Frente Democrática” formada por sete ou oito partidos, liderada pelo PT, leia-se Anselmo de Jesus. A “Frente” será lançada amanhã, dia 2 de março.
Os prés ao Senado
Além do favorito Expedito Júnior (PSD), segundo as pesquisas, disputarão a única vaga: Ramon Cujuí (PT) e Jaime Bagattolli (PSL). Só os fortes.
Os prés a Federal
Os nomes mais fortes para deputado federal, são estes, por enquanto: Fátima Cleide (PT), Jesualdo Pires (PSB), Samuel Costa (PCdoB), Ro13erto Kuppê (PT), Claudio Carvalho (PT), Pimenta de Rondônia (PSOL), Alessandra Lulas (PT), Dr. Welison Nunes (Avante), dentre outros.
Os prés a Estadual
Já para deputado estadual, a lista é longa. Hermínio Coelho (PT), Sid Orleans (PT), Everaldo Fogaça (Republicanos), Dra. Taíssa Souza (PV-Guajará), Professora Lílian (PT-Guajará), Raí Ferreira (PSD), dentre outros.
Figuras nefastas
Sabem Silas Malafaia, Waldomiro Santiago, Edir Macedo, Magno Malta e outros canalhas? Já estiveram na mesma mesa de Lula, de quem hoje falam tão mal. Mas, querem saber? Eles vão sentar na mesa de Lula em 2023. Podem apostar. Eles não valem nada.
Caetano Veloso convida
Dia 9 de março (ás 15h) acontece em Brasília um grande evento contra as políticas ambientais do governo Bolsonaro. O objetivo é protestar contra uma série de projetos de lei que tramitam na Câmara e no Senado voltados a temas como flexibilização de licenciamento ambiental, liberação de novos agrotóxicos, exploração mineral e agropecuária em terras indígenas, abertura de unidades de conservação para exploração comercial, entre outros temas ligados ao setor. Além de Caetano Veloso, o ato contará com a participação de músicos e artistas como Nando Reis, Seu Jorge, Natiruts, Bela Gil e Maria Gadú.
Diversas organizações não governamentais ligadas ao meio ambiente também participam do ato, como Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB), Instituto Rondon, Greenpeace, 342 Amazônia, Mídia Ninja, MTST, Clima Info, Observatório do Clima, e Cimi. Artistas como Lázaro Ramos, Letícia Sabatella, Bruno Gagliasso e Christiane Torloni confirmaram presença.



