Mamata no MEC
O ministro da Educação, Milton Ribeiro, foi flagrado afirmando que o Governo Federal prioriza prefeituras ligadas a dois pastores que não tem cargos públicos. “Foi um pedido especial que o Presidente da República fez para mim”, disse.
E a mamata não tinha acabado com Bolsonaro na presidência? A corrupção acabou com o fim da Lava Jato (ufa!). Não há toma lá dá cá. Mas, essa notícia de que vazou uma gravação dando conta de que as verbas bilionárias do MEC estariam sendo irrigadas para redutos de políticos evangélicos só pode ser fake news. Essa gente é do bem. É Deus, Pátria e Família. (Contém ironia, por favor).
Candidatos evangélicos
Em Rondônia teremos pelo menos dois candidatos ao governo terrivelmente evangélicos e bolsonaristas: o atual governador Marcos Rocha (UB) e o senador Marcos Rogério (PL). Os dois são unha e carne com Bolsonaro. Não tem como diferenciar um do outro no quesito bolsonarista. Essa divulgação do áudio do ministro da Educação pode alcançar os candidatos bolsonaristas direta ou indiretamente.
Ser bolsonarista
Bolsonarista é aquele que disse que era corrupção o áudio ilegal da Dilma querendo nomear o Lula (que provou ser inocente) como ministro, mas diz que não é corrupção o áudio do ministro dizendo que prioriza verbas para amigos de pastores a mando do Bolsonaro.
É ou não é?
Tem rachadinha, escândalo da vacina, tráfico de influência, os filhos comprando mansões, orçamento secreto nas mãos do centrão, mas tem gente que ainda acredita que no governo Bolsonaro não tem corrupção. Melhor acreditar logo no Papai Noel e no coelhinho da Páscoa também, né?
Lula, sábio demais
“O fato de ser adversário não quer dizer que você é inimigo. O Alckmin está se filiando ao PSB, os partidos e nós ainda vamos ter que conversar e eu ainda estou definindo a candidatura. Se nos aliarmos e ganharmos as eleições, tenho certeza que podemos fazer um grande governo”, disse Lula no Twitter, hoje. Lula dá um nó na direita.
Sucessão em RO
São, por enquanto, quatro os pré-candidatos ao governo de Rondônia. Além do governador Marcos Rocha que vai à reeleição, são pré-candidatos: Anselmo de Jesus (PT), Marcos Rogério (PL) e Léo Moraes (Podemos). São três de direita e apenas um da esquerda. Não há favoritos. A disputa está equilibrada.
Senado Federal
Para o Senado, pelo menos cinco devem disputar a única vaga que será deixada por Acir Gurgacz (PDT), que encerra o ciclo de oito anos de mandato. Expedito Júnior (PSD), Ramon Cujuí (PT), Mariana Carvalho (PSDB), Jaime Bagattoli (PL) e Jaqueline Cassol (PP).
Fátima forte
Para a Câmara Federal o PT vai apostar todas as fichas na ex-senadora Fátima Cleide. Além dela, o PT deve lançar Alessandra Lunas e mais quatro candidatos fortes. Cleide vai fortalecer o governo Lula na Câmara Federal.
Mais federais
Dr. Welison (Avante), Jesualdo Pires (PSB), Claudio Carvalho (PT), Ro13erto Kuppê (PT), Pimenta de Rondônia (PSOL), dentre outros.
Contra armas!
Será lançada, nesta terça-feira (22), às 19h, no Senado Federal a Frente Parlamentar pelo Controle de Armas, pela Paz e pela Vida. A iniciativa tem como objetivo promover um amplo debate no Congresso Nacional sobre controle de armas e munições e seus benefícios sociais, além de formular, aprimorar e apresentar proposições para o aperfeiçoamento desta política. Composta por parlamentares no exercício do mandato, além de organizações sociais e entidades da sociedade civil, entre elas os Institutos Sou da Paz e Igarapé, e de instituições policiais e militares interessadas, a Frente não tem objetivos político-partidários. “A criação da frente mostra o engajamento de parlamentares e da sociedade civil num momento em que o Senado pretende votar o PL 3723 e uma reação de parlamentares contra o desmantelamento da política de controle de armas”, comenta Felippe Angeli, gerente de advocacy do Instituto Sou da Paz. “É importante também pois forma uma unidade em defesa do debate cívico sobre essa questão, especialmente após ameaças sofridas por senadores”, diz.
Contra armas! 2
Atualmente, tramita no Senado um projeto de lei que altera pontos importantes da legislação sobre controle de armas e munições no país e é alvo de grande pressão de lobistas. A proposta está na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), sob a relatoria do senador Marcos do Val (Podemos-ES). Após senadores contrários ao novo texto conseguirem adiar a votação, alguns deles passaram a receber ameaças nas redes sociais e por email, além de se tornarem alvos de diversos tipos de pressão.
Bela atuação
Enquanto o MEC faz lambança com o dinheiro da educação, o senador Confúcio Moura (MDB-RO) demonstra que ele seria um excelente ministro da Educação. “Nós colocamos R$ 23 milhões aqui, e mais R$ 25 milhões para vinte e três municípios para aquisição de equipamentos tecnológicos. Esses 23 municípios chegarão perto, mais ou menos de R$ 48 milhões só na área de tecnologia para escolas e para a cidade de Ariquemes”.



