O tarado de Kiev
Essa turma “do lado de lá”, parece que veio sob encomenda. Nunca falha. É mesmo farinha do mesmo saco bolsonarista. Embora separados por um Moro, eles agem da mesma forma, sempre. Bolsonaro foi à Rússia hipotecar total apoio à Putin. Em contrapartida, Mamãe Falei, do MBL, foi à Ucrânia “salvar” as refugiadas pobres e louras ucranianas. Antes, o deputado federal Kim Kataguiri (UB) saudou o nazismo alemão. O tarado de Kiev acabou com a própria candidatura ao governo de São Paulo e inviabilizou a permanência de Sérgio Moro no Phodemos.
Bipolar, bêbado ou gafe?
Esse pessoalzinho do MBL costuma minimizar ou terceirizar a culpa. Como não podem culpar sempre o PT, saem com explicações estapafúrdias. Ao chegar em São Paulo, o tarado de Kiev saiu com esta: “O que falei não é o que penso…São 2 contextos diferentes: uma coisa é o Arthur que foi lá fazer a missão e saiu, a outra é o Arthur que saiu e mandou um áudio privado num grupo de amigos”. A desculpa dele é que é bipolar.
Só esgoto
O MBL tá bem, hein. Kim Kataguiri defendendo partido nazista. Arthur do Val defendendo assédio a mulheres ucranianas. Pessoas com falas criminosas não deviam estar em cargos representativos da população. Abriram o esgoto da política e não foi só o Bolsonaro que saiu de lá. O esgoto de onde saiu essa gente precisa ser fechado.
Repúdio
Quando foi decidido pela filiação do Arthur do Val – Mamãe Falei no Podemos, o então presidente estadual de São Paulo, Igor Soares, deixou imediatamente o comando do partido por não concordar com a postura deste parlamentar. “Agora, ao ter acesso a postura sexista do deputado sobre as mulheres ucranianas, tenho convicção que fiz a melhor escolha”, disse Igor Soares.
Repúdio 2
E de palco em palco, de holofote em holofote, o 🤡 é aplaudido cada vez mais (ainda que secretamente) pelos cidadãos de bem, conservadores, patriotas da moral e dos bons costumes da família extra-conjugal tradicional cheira pó brasileira.
Traição
Após Hildon Chaves (PSDB), de Porto Velho, desta vez a traição ao grupo de Expedito Júnior vem de Paulo da Remap, de Machadinho D´Oeste e Marcélio Brasileiro, de Nova Mamoré, que declararam apoio à reeleição do governador Marcos Rocha(UB).
Não vai não
O problema é que o senador Marcos Rogério perdeu o timing, ou seja, dormiu no ponto. Perdeu a oportunidade de se lançar candidato ao governo. Ficou esperando Bolsonaro ungi-lo ministro ou líder do governo. Nenhuma coisa, nem outra. A Abin deve ter descoberto algo escabroso do senador. Recentemente um ex-assessor dele foi envolvido numa operação da PF por suspeita de tráfico de drogas. Ele continua foragido. Essa pedra no sapato do senador poderá incomoda-lo também se candidato for ao governo de Rondônia.
Expedito Júnior
Quem saiu no prejuízo foi o ex-senador Expedito Júnior (PSDB), em vias de ingressar no PSD. Expedito contava com a candidatura de Hildon Chaves (PSDB) ou Marcos Rogério (PL) ao governo para se lançar ao Senado.
Os prés ao governo
Antes tínhamos sete prováveis candidatos ao governo. Hoje, apenas dois (por enquanto). Saíram de campo Confúcio Moura (MDB), Hildon Chaves (PSDB) e Ivo Cassol (Progressistas). Marcos Rocha (UB) deve enfrentar a “Frente Democrática” formada por sete ou oito partidos, liderada pelo PT, leia-se Anselmo de Jesus.
Os prés ao Senado
Além do favorito Expedito Júnior (PSD), segundo as pesquisas, disputarão a única vaga: Ramon Cujuí (PT) e Jaime Bagattolli (PSL).
Os prés a Federal
Os nomes mais fortes para deputado federal: Fátima Cleide (PT), Jesualdo Pires (PSB), Samuel Costa (PCdoB), Ro13erto Kuppê (PT), Claudio Carvalho (PT), Pimenta de Rondônia (PSOL), Alessandra Lulas (PT), Dr. Welison Nunes (Avante), dentre outros.
Os prés a Estadual
Já para deputado estadual, esses nomes estão em evidência: Hermínio Coelho (PT), Sid Orleans (PT), Everaldo Fogaça (Republicanos), Dra. Taíssa Souza (PV-Guajará), Professora Lílian (PT-Guajará), Raí Ferreira (PSD), dentre outros.
Estevam bolsonarista
A juíza Patrícia Martins Conceição, da 37ª Vara Cível de São Paulo, determinou o bloqueio das contas bancárias da Igreja Renascer em Cristo. Isso ocorreu porque as empresas Nova Dengucho e Nova Munin iniciaram um processo por conta de uma dívida no pagamento do aluguel de um templo na Vila Andrade (SP). As informações são do colunista Rogério Gentile do UOL. Segundo as empresas, a dívida acumulada totaliza R$ 761,7 mil. O imóvel foi alugado pela igreja entre 2012 e 2016. São essa gente que se diz ser de família, de bem e conservadora.
Cultura
É hoje o lançamento do livro “Do outro lado”, do jornalista Cícero Moura. É um evento cultural de grande importância para seu autor, pois será tornado público o trabalho desenvolvido ao longo de meses ou anos de muita dedicação. Será às 19h, na Livraria Cultura, do Porto Velho Shopping. Trata-se de um romance espírita com desfecho surpreendente. Segundo Cícero, que já foi repórter na Rede Amazônica, a obra de 120 páginas já estava disponível ao público de forma virtual, mas agora será feito o lançamento físico.



