Sucessão estadual
O vice. Definidas quatro candidaturas ao governo de Rondônia, em tese, a hora é a vez da escolha dos vices. Em tese porque definidos só mesmo após as convenções partidárias. Mas, quatro nomes já estão postos: odo governador Marcos Rocha (UB), Anselmo de Jesus (PT), Marcos Rogério (PL) e Léo Moraes (Podemos). Nomes para vices não faltam. Abundam.
Sucessão estadual 2

Jesualdo Pires (PSB) está na lista de pré-candidatos a vice-governador, em chapas de ideologias diversas: pode ser vice tanto de Léo Moraes (Podemos), quanto de Anselmo de Jesus (PT), sendo que ambos (Pires e de Jesus) são de Ji-Paraná. Pires já disse que será candidato a deputado federal, mas, as negociações estão em andamento. E Léo estaria de muda para o PP, de Ivo Cassol. Muita coisa pode mudar até junho.
PL sob ataque
Tentaram, mas não conseguiram “tomar” o PL do senador Marcos Rogério. Segundo fontes, o governador de Rondônia, Marcos Rocha (UB) até que tentou aportar no PL de Bolsonaro. Rocha está no União Brasil que não vai apoiar, pelo menos no primeiro turno, o presidente da República. Saia justa.
PL sob ataque 2
A tentativa frustrada fortaleceu o senador bolsonarista autor da frase “vai vendo, Brasil”, cunhada durante a CPI da Covid. Falando na CPI, que fim levou o relatório final? Ninguém foi responsabilizado, nem preso. Vai vendo, Brasil.
Avião, Rolex e cocaína
O senador Marcos Rogério não terá águas calmas durante a campanha dele ao governo de Rondônia. O terrivelmente bolsonarista vai ter que explicar o avião adquirido durante o mandato de deputado federal, o Rolex que ganhou durante a CPI da Covid e o ex-assessor foragido acusado de tráfico de cocaína.
Rolex
A polêmica do Rolex surgiu depois que o diretor-executivo da Precisa Medicamentos, Danilo Trento, assumiu em depoimento à CPI, que comprou um relógio de ouro em nome da empresa, alegando que foi um presente. A declaração de Danilo Trento foi o bastante para que os internautas passassem a relacioná-la com o fato de que Marcos Rogério tem um relógio igual e que, segundo a internet, “desfila de Rolex por Brasília”. Nem mesmo o senador Randolfe Rodrigues fugiu da brincadeira, aproveitando para ironizar o depoimento, também, no Twitter. Marcos Rogério negou que tenha ganhado o Rolex de presente. Que nunca teve contato algum com Danilo Trento ou com qualquer pessoa que o representasse e ameaçou processar quem produzir novos comentários ofensivos.
Pré-candidatos a federal
Um dos nomes da esquerda mais fortes para a Câmara Federal é o da ex-senadora Fátima Cleide (PT) que só espera o momento da lei eleitoral permitir para ir a campo a busca de votos.
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Ainda pela esquerda, o nome de Jesualdo Pires (PSB), ex-prefeito duas vezes de Ji-Paraná, é outro certo para a Câmara Federal. Pìres é cotado também para o Senado e para vice-governador.
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Já pela direita, o nome do advogado Dr. Welison Nunes (Avante) é um dos mais cotados para a Câmara Federal. Nunes que esteve em Brasília recentemente reunido com a cúpula do Avante, deve se filiar oficialmente ao partido nessa semana. Na foto, Dr Welison com o governador Marcos Rocha e Jair Montes (presidente estadual do Avante), num shopping de Brasília.
Deputado estadual
O pré-candidato a deputado estadual, vereador Everaldo Fogaça (Republicanos), está incomodando com o trabalho dele. Na semana passada, o vereador comunicou aos seus pares que um de seus assessores ou ele próprio, correm risco de vida por conta de ameaças proferidas por um suposto presidente de bairro e sua gangue, no bairro Monte Sinai, localizado na zona sul da capital de Rondônia. O vereador protocolou um expediente às autoridades pedindo garantia de vida e ´salvo-conduto´ para entrar nos bairros da capital, inclusive à Polícia Federal e ao TRE-RO, em virtude da campanha eleitoral que será realizada em 2022. “Estamos num país livre onde qualquer cidadão precisa ter respeitado seu direito de ir e vir”, salientou. Everaldo Fogaça disse ainda, que, as ameaças aconteceram na semana passada e que o tal líder comunitário, conhecido por ´Alex´, disse que no bairro Monte Sinai ´pode entrar´ apenas o vereador Edmilson Dourado.
Pergunta
Alguém já viu algum projeto da bancada evangélica pra ajudar os pobres e necessitados? A resposta é não, muito pelo contrário. A bancada evangélica vota junto com o Centrão os projetos de destruição de direitos e benefícios do governo Bolsonaro. De armas a jogos de azar, a bancada evangélica ajudou a aprovar projetos que destruirão a Amazônia e dizimar as populações indígenas.
Bancadas a Bíblia e da Bala
No Congresso Nacional existem as bancadas da Bíblia e da Bala. Mas, no andar da carruagem, elas se confundem e se fundem. O deputado federal Marcos Feliciano (PL-SP), é um dos exemplos. Ele pertence, claro, à bancada da Bíblia, mas defende ardorosamente o armamento civil, votando a favor. Ele foi aquele parlamentar que, logo depois da morte de Marielle, deu uma declaração à rádio Jovem Pan em que esquerdista demora a morrer porque a bala de uma arma não encontra o cérebro da vítima, que é do “tamanho de uma ervilha”.
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“Bem-aventurados os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus”. Feliciano se apresenta como o oposto do sentido desse frase, um dos pilares do Cristianismo, e seus discursos são um estímulo à violência.
Confúcio contra
Nas redes sociais, uma meme voltou com força, para prejudicar a imagem do senador Confúcio Moura (MDB-RO) que, na ocasião, há dois anos, votou contra o armamento da população civil. Em vez de receber críticas, o senador recebeu mais elogios e apoios. “Que Deus abençoe ele q com o voto ele vai salvando muitas vidas. Sem ter armas liberadas morrem muita gente. O brasileiro não tem educação suficiente para andar armado”, postou uma internauta.
Armas só matam
O resultado do armamento da população civil por Bolsonaro está aí, todos os dias sendo mostrado. Uma câmera de monitoramento flagrou o momento exato em que o jovem Ailson Augusto Ortiz, de 21 anos, é morto a tiros após uma briga de trânsito, na manhã de quinta-feira (24), em Cascavel, no Paraná. Há um mês, quatro pessoas morreram também no interior do Paraná numa disputa de terras. Todas estavam armadas.



