Jogada de mestre
O PDT de Ciro Gomes já está colhendo os frutos da aquisição do marqueteiro João Santana (ex-Lula). Para atrair o eleitorado de Bolsonaro (anti-petistas), e assim se preparar para herdar os votos do presidente caso ele seja impitimado, Ciro Gomes agora é a favor do voto impresso, defendido por bolsonaristas. Em vez de bater diretamente em Lula, João Santana, maquiavelicamente vai transformando Ciro Gomes num novo e eventual “mito”. Está funcionando, pelo menos na mídia e nas redes sociais. É um dos assuntos mais comentados do final de semana.
Jogada de mestre 2
Coube ao presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, anunciar a adesão ao discurso do voto impresso. E não deu outra. Ele gerou polêmica nas redes sociais nesta quinta-feira (27) ao defender a proposta do voto impresso em vídeo publicado em seu perfil oficial. Na gravação, o dirigente pedetista afirmou que “sem a recontagem, a fraude impera”, o que gerou revolta nas redes.
Fora Bolsonaro
Acontecerá amanhã, em todo o País, manifestações pedindo mais vacinas, comida na mesa e Fora Bolsonaro. O evento está sendo organizado por várias entidades ligadas a esquerda. Em Rondônia, duas cidades constam como participantes. Guajará-Mirim, cuja concentração será as 9h30 no Parque Circuito, e Porto Velho, em frente à praça da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, às 8 horas.
Fora Bolsonaro 2
Levantamento do PoderData, braço de pesquisas do site Poder 260, divulgado nesta quinta-feira (27), mostra que o número de brasileiros que quer o impeachment do presidente Jair Bolsonaro bateu o recorde da série histórica e atingiu o índice de 57%. Há três meses, esse número era de 46%. Já o número dos que acham que Bolsonaro deve continuar no cargo despencou 10 pontos: eram 47% da população no último período analisado e, agora, são 37%.
Bolsonaro sitiado
Reportagem da revista britânica “The Economist” aponta que Jair Bolsonaro se rendeu ao clientelismo ao cooptar o apoio do centrão enquanto a sua popularidade despenca. “O apoio do Centrão nunca é gratuito”, destaca o texto. Nesta linha, a publicação ressalta que “o governo distribuiu mais de R$ 20 bilhões por meio de emendas de relator” e que “pelo menos R$ 3 bilhões foram encaminhados por meio do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) atendendo a indicações de parlamentares”.
Bolsonaro sitiado 2
“O escândalo, que a imprensa chamou de ‘tratoraço’, é a mais evidente prova até agora da participação de Bolsonaro na política clientelista. A situação se desdobra juntamente com um desastre de relações públicas ainda maior: uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga como o governo lidou com a pandemia. As duas crises demonstram como Bolsonaro tem se enfraquecido cada vez mais e como o Congresso”, destaca a reportagem. A informação é do Brasil 247.
Clonagem de Zap
O governo federal publicou hoje (28/05) a lei 14.155, que prevê punições severas para fraudes e golpes cometidos em meios eletrônicos. O texto altera o Código Penal brasileiro para agravar penas como invasão de dispositivo, furto qualificado e estelionato praticados em meio digital, além de crimes cometidos com o uso de informação fornecidas por alguém induzido ao erro pelas redes sociais, contatos telefônicos, mensagem ou e-mail fraudulento. As penas podem chegar até 8 anos de prisão, mais multas.
Clonagem de Zap 2
Caminho sem volta
Ou a CPI da Pandemia vira pizza ou o senador Marcos Rogério (DEM-RO) está “no sal”. Hiper mega criticado pela defesa alucinante de Bolsonaro na CPI, o senador evangélico estás nos trends topics de forma negativa. Toda hora sai algo contra ele nas redes sociais. Ontem o youtuber Felipe Neto fez mais uma crítica ao senador. O influenciador falou sobre a intervenção de Marcos Rogério, que tentou defender o presidente da República após uma crítica do também senador Randolfe Rodrigues. “Não pode falar de Jair Bolsonaro que o Senador Marcos Rogério fica totalmente ouriçado. É igualzinho um pincher”, declarou Felipe.
Eleições 2022
As próximas eleições gerais em 2022 ainda são uma incógnita e só tem um favorito para presidente da República: Lula. No estado de Rondônia, com eleitorado dominado por bolsonaristas, a coisa está feia para os defensores do presidente. Daqui a pouco eles começam a se afastar, mas não poderão tirar a tatuagem I Love Bolsonaro da testa. Dentre eles, o senador Marcos Rogério (DEM-RO) que jogou por terra a possibilidade dele se eleger governador. O prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves (PSDB), idem, que não conduziu bem a questão da pandemia. Nesse vácuo, o ex-governador e ex-senador Ivo Cassol (Progressistas) poderá emplacar o nome dele.
Marcos Rocha
Com o pior índice de vacinação do País, Rondônia é governada por um político alinhado ao presidente Bolsonaro. Relatório aponta que Rondônia tem a segunda maior taxa de mortes por Covid-19 em todo o país. Estudo foi realizado em conjunto entre TCE-RO e CGU. Documento aponta Pimenteiras do Oeste, Guajará-Mirim e Porto Velho como os municípios com a situação mais crítica no estado. Marcos Rocha é um dos piores governadores do Brasil. Foi um dos convocados a depor na CPI da Covid.
A esquerda tem chances
Com o favoritismo de Lula, a esquerda rondoniense começa a sonhar com a volta ao poder. O PT ou o PSB podem, pela primeira vez, ocupar a cadeira de governador. Ramon Cujuí ou Fátima Cleide, do PT e Jesualdo Pires, do PSB, são os nomes mais fortes da esquerda para a disputa em 2022. O senador Acir Gurgacz (PDT), também poderá disputar pela esquerda, porém, com escassas chances.
Corrida ao Senado
Apenas uma vaga de senador em 2022. Devem disputá-la, os seguintes nomes: Jaime Bagattoli (PSL), Jaqueline Cassol (Progressistas), Anselmo de Jesus (PT) e Hermínio Coelho (PT).
Federal e estadual
Vários nomes estão circulando como potenciais candidatos a cargos eletivos, seja para a Câmara Federal, seja para a Assembleia Legislativa. Para Câmara Federal: Ramon Cujuí (PT), Anselmo de Jesus (PT) ou Fátima Cleide (PT), Luiz Claudio (PL), Bosco da Federal (PTB), Fernando Máximo (Patriotas), George Braga (MDB), Roberto Kuppê (PT), Alessandra da Fetagro e Lionilda Simão do Sintero do PT. Estadual: Dr. Wellison Nunes (PDT), Dabson Bueno (MDB), Pimentel (MDB), Samuel Costa (PCdoB), Sid Orleans (Cidadania), Everaldo Fogaça (Republicanos), Wendell Mendonça (Cidadania), Edson Silveira (PT), Fatinha (PT), dentre outros.



