Lula/Alckmin
Acontece neste domingo (19), no restaurante A Figueira, em São Paulo, o jantar que poderá se tornar o grande acontecimento político deste final de ano. O jantar do grupo Prerrogativas, integrado por advogados, juristas e artistas, deve reunir Lula e Geraldo Alckmin pela primeira vez em público. Mais de 300 convites foram vendidos e 40 jornalistas foram credenciados, informa a jornalista Mônica Bergamo na Folha de S. Paulo.
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O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que hoje venceria as eleições presidenciais em primeiro turno, pretende fechar sua chapa presidencial até fevereiro de 2022 e também quer quebrar resistências internas, dentro do próprio Partido dos Trabalhadores, ao nome do ex-governador Geraldo Alckmin, com quem se encontrará no próximo domingo, em jantar do Grupo Prerrogativas. “Em conversas recentes com lideranças petistas do Senado, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) externou que a possível aliança com o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) em 2022 ‘seria muito importante’ para a governabilidade diante de uma eventual vitória eleitoral”, escrevem os jornalistas João Valadares e Cristiane Agostine, em reportagem publicada pelo Valor.
Ex-Ibope
A pesquisa IPEC (ex-Ibope) divulgada ontem, mostrando que se as eleições fossem agora a vitória seria do ex-presidente, em primeiro turno, com 56% dos votos válidos, ressaltou e consolidou as virtudes competitivas que o eleitor enxerga em Lula. Ele obteve 49% de intenções abertas de votos num cenário com poucos adversários e 48% numa cartela onde se põe como adversários dele nomes como “André Janones” do Avante, Cabo Daciolo, remanescente do pleito assimétrico de 2018 e até um cientista político chamado Luiz Felipe D’ávila de um partido “Novo” que se portou como propagador de todas as velhacarias nos últimos tempos. Antes do peru de Natal e dos fogos de réveillon ainda deverão sair novas pesquisas, como PoderData e DataFolha, e elas sacramentarão este cenário.
PT no ataque
Cansado de apanhar nas redes sociais, o PT de Rondônia muda o tom e vai partir para a defesa e para o ataque também. E já começou com a ex-senadora Fátima Cleide (PT-RO). Na semana passada, no interior de Rondônia, Fátima disse que é chegada a hora de o Partido dos Trabalhadores se organizar para enfrentar “o fascismo, que tentam institucionalizar no país”. “_ Essa é a hora de enfrentarmos o fascismo e tirá-lo, de vez, do Palácio do Planalto, neste momento, representado por Bolsonaro e seus aliados. Só assim, teremos de volta o Brasil que promoveu dignidade para as pessoas, com oportunidades de acesso aos direitos básicos de saúde, educação, moradia, segurança, lazer e democracia”, afirmou.
PL sob ataque
O Partido Liberal em Rondônia está sob ataque. O senador Marcos Rogério (DEM-UB), que já era esperado, vai assumir o PL num ataque de cima para baixo. Ou seja, foi até o coração do partido e conseguiu a destituição do ex-deputado federal Luiz Cláudio, que deverá migrar para outra sigla, possivelmente ao PP dos Cassol.
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O presidente Jair Bolsonaro (PL) sinalizou que não deve apoiar a possível candidatura do senador Marcos Rogério (DEM-RO) para governador em 2022. Aliás, nem ao governador Marcos Rocha (PSL) e nem Ivo Cassol (PP). O ex-capitão foi questionado durante conversa com apoiadores em Brasília, nesta terça-feira 14. “Tem estado que tem até quatro candidatos que me apoiam. Não posso ficar com um. Os três vão ficar chateados comigo”, declarou o presidente. “Eu tô no 2º turno. No 1º turno eu não tô com ninguém.” Com informações de Mais RO e Carta Capital
Ciro sob ataque
A PF cumpre mandados contra Cid e Ciro Gomes por esquema de corrupção: Operação deflagrada nesta quarta combate fraudes e corrupção em obra do estádio Castelão em Fortaleza, no Ceará. De acordo com a PF, Cid e Ciro Gomes integram ‘associação criminosa’ e receberam ‘pagamentos sistemáticos de propina’. Com esta operação Ciro Gomes deverá desistir da presidência.
Sucessão estadual
Com o enfraquecimento das candidaturas ao governo de Rondônia de Marcos Rogério (DEM-UB-PL), Ivo Cassol(PP), Marcos Rocha (PSL) e Hildon Chaves (PSDB), está em aberto a sucessão estadual. Sem favoritos, nomes como de Jesualdo Pires (PSB), Anselmo de Jesus (PT) e até Pimenta de Rondônia (PSOL) se animam para a disputa. Jesualdo Pires ainda não definiu a que cargo vai disputar, mas de deputado federal para cima tudo é possível.
É o fim de Rondônia
Deputados federais RO
Com uma bancada federal que só apoia o governo federal em detrimento do povo, novos nomes estarão na disputa por uma renovação total: Fátima Cleide (PT), Ramon Cujui (PT), Herbert Lins (Avante), Bosco da Federal (Cidadania), Anselmo de Jesus (PT), Roberto Kuppê (PT), Fernando Máximo (Patriotas), Williames Pimentel (MDB), Thiago Flores (MDB) e Thiago Tezari (PSD).



