Uma grande força-tarefa foi mobilizada para atender famílias afetadas pela crise hidrológica na região do Baixo Madeira, em Porto Velho. A ação reúne secretarias municipais, órgãos estaduais e o Corpo de Bombeiros em uma missão humanitária que tenta amenizar os impactos enfrentados por moradores ribeirinhos.
A operação é coordenada pela Superintendência Municipal de Defesa Civil e atende principalmente os distritos de Calama e Demarcação, além de várias comunidades isoladas da região.
Segundo a prefeitura, cerca de 20 servidores atuam simultaneamente nas ações de assistência.
Entre os dias 16 e 18 de maio, a operação prevê a entrega de 5.700 quilos de alimentos, além de 11.580 litros de água mineral e 386 caixas de hipoclorito para ajudar no abastecimento das comunidades.
Além de Calama e Demarcação, a ação também alcança localidades como Patuá, Paracaúba, Independência, Cururu, Gleba do Cuniã, Ressaca, Ilha Nova, Terra Firme e outras áreas ribeirinhas.
O superintendente da Defesa Civil, Marcos Berti, destacou que a prioridade é garantir assistência básica às famílias atingidas.
“Essa ação tem foco em assegurar comida e água potável para as comunidades. É uma missão humanitária”, afirmou.
O prefeito de Porto Velho, Léo Moraes, disse que a integração entre os órgãos públicos é fundamental para reduzir os impactos causados pelas crises climáticas na região.
“O Baixo Madeira sofre recorrentemente com esses problemas, mas com planejamento e união conseguimos dar respostas mais rápidas à população”, declarou.
As comunidades atendidas estão sob o Decreto de Emergência nº 21.945, assinado em 24 de abril de 2026.
A expectativa é que novas ações continuem acontecendo enquanto durar a situação de emergência na região ribeirinha.



