Sem a pretensão de ser “candidato a governador”, Orleans vincula suas prioridades à sua trajetória profissional, aos cargos que ocupou e as necessidades expressada nas dezenas de sugestões que recebeu das pessoas
Após uma semana de campanha oficial, percebe-se que, apesar da crise política e institucional instalada no país, os candidatos que se apresentam ao eleitorado trazem ainda velhos chavões e lugares-comuns sobre como veem os mandatos que buscam e como se comportarão politicamente, caso sejam vencedores no pleito. É uma confusão em relação ao que cada cargo em disputa possui como atribuições institucionais e constitucionais e, mais ainda, um carnaval de proposições totalmente desconectadas da realidade e de viabilidade. Com isso, perde o eleitor, perde a democracia.
No entanto, no meio do caos programático, um nome e uma plataforma se destacam. Em apenas cinco dias de exposição nas redes sociais – fora a divulgação via materiais impressos, a única forma de conhecermos os candidatos – já é possível constatar que “a grife” Sid Orleans entrega o que dele se espera. Propostas claras, objetivas, limitadas ao escopo do cargo que disputa, alinhadas com o seu perfil político e sua trajetória profissional e aos cargos que ocupou – sem falar na apresentação visual esmerada e de excelente bom gosto.
Tendo a saúde como prioridade – afinal, Orleans é enfermeiro de formação e foi secretário municipal de saúde – as propostas do candidato transita em todas as áreas, sempre com o cuidado de não querer “ser governador”, como a maioria dos que se apresentaram parece almejar.
Estamos no início de uma campanha relâmpago e as propostas e as ambições dos candidatos podem ser ajustada nos próximos dias. Que venham os ajustes e tragam ao debate a realidade nossa de cada dia.



