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sábado, novembro 7, 2026
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Nova 364 mantém cronograma de obras e serviços em diferentes trechos da BR-364

A Nova 364 informa o cronograma de obras e serviços de manutenção na BR-364 para o período de 12 a 18 de julho. As frentes de trabalho estão distribuídas ao longo do trecho sob concessão, entre Vilhena e Porto Velho, contemplando os municípios de Ariquemes, Cacoal, Candeias do Jamari, Itapuã do Oeste, Jaru, Ji-Paraná, incluindo o Anel Viário, Ouro Preto do Oeste, Pimenta Bueno, Presidente Médici, Porto Velho e Vilhena.

As atividades incluem serviços de conservação, pavimentação, drenagem, sinalização e tecnologia, com foco na segurança viária e na melhoria das condições de tráfego.

Em diferentes trechos da rodovia, as equipes atuam na implantação e manutenção de sinalização e dispositivos de segurança, além de serviços de conservação da faixa de domínio, como manejo da vegetação, limpeza das margens e retirada de resíduos. Nos municípios de Presidente Médici, Ariquemes, Jaru, Ji-Paraná, incluindo o Anel Viário, Itapuã do Oeste, Candeias do Jamari, Porto Velho e Vilhena.

Os serviços de pavimentação estarão concentrados em Vilhena, Pimenta Bueno, Cacoal, Ariquemes, Itapuã do Oeste, Ouro Preto do Oeste, Candeias do Jamari e Ji-Paraná, incluindo o Anel Viário, com tapa-buraco, fresagem e recomposição, microrrevestimento, reparos profundos e controle tecnológico do pavimento. Em toda a extensão da rodovia, as equipes também executam serviços de drenagem, com limpeza e manutenção de dispositivos para garantir o escoamento da água.

Durante a semana, haverá operações de Pare e Siga em diferentes pontos da BR-364, com intervenções previstas em Vilhena, Pimenta Bueno, Cacoal, Presidente Médici, Ji-Paraná, Jaru, Ariquemes, Itapuã do Oeste, Candeias do Jamari, Ouro Preto do Oeste e Porto Velho, em horários que variam entre 7h e 18h, conforme o trecho e a frente de serviço.

A Nova 364 reforça que todas as intervenções e eventuais paralisações são atualizadas em tempo real no aplicativo oficial da concessionária. Informações sobre as condições da rodovia e atendimento aos usuários também podem ser obtidas por meio do Centro de Controle Operacional (CCO), cujos contatos estão disponíveis no site e no aplicativo.

Jirau Energia celebra 13 anos com corrida inédita e foco na saúde mental

A Jirau Energia abre, a partir desta segunda-feira (13), as inscrições para a 1ª Corrida Jirau Energia, evento comemorativo aos 13 anos de operação comercial da empresa e que reforça o compromisso com a promoção da saúde mental, da qualidade de vida e do bem-estar. O evento acontecerá em 20 de setembro, na Usina Hidrelétrica Jirau, em Porto Velho (RO), e contará com caminhada de 3 km, corridas de 5 km e 10 km e a Corrida Kids. A organização é da Podium Sport e seguirá as normas da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAT).

Com o objetivo de incentivar a prática esportiva, promover saúde e qualidade de vida e fortalecer a integração entre colaboradores, parceiros e comunidade, foram disponibilizadas 500 vagas para participação no evento. Desse total, 100 são destinadas ao público geral, 200 aos empregados da Jirau Energia e outras 200 a crianças, idosos, pessoas com deficiência (PCDs) e jovens de baixa renda. As inscrições custam R$ 60 e devem ser feitas exclusivamente pela plataforma Sympla, até 23 de agosto ou enquanto houver vagas. As provas de 5 km e 10 km serão disputadas nas categorias masculino e feminino, tanto para o público em geral quanto para empregados próprios e terceirizados da Jirau Energia. A caminhada terá percurso de 3 km. Já a Corrida Kids é voltada a crianças de 5 a 13 anos, com percursos definidos de acordo com a faixa etária.

A competição distribuirá premiações em dinheiro. Serão contemplados os cinco primeiros colocados das categorias Geral e empregados Jirau, nas provas de 5 km e 10 km, nos naipes masculino e feminino. A premiação em dinheiro será de R$ 1.000 para o primeiro colocado, R$ 800 para o segundo, R$ 600 para o terceiro, R$ 400 para o quarto e R$ 200 para o quinto. Os vencedores também receberão troféus.  Todos os inscritos receberão kit com camiseta oficial, número de peito e medalha de participação. A largada está prevista para ocorrer às 6h30, e os participantes deverão chegar ao local com pelo menos 30 minutos de antecedência.

Para o Coordenador de Saúde e Segurança da Jirau Energia, Gabriel França, a corrida reforça o compromisso da empresa com a promoção da saúde, além de aproximar a empresa da comunidade por meio do esporte. “Mais do que uma competição esportiva, a 1ª Corrida Jirau Energia incentiva hábitos saudáveis, integração e bem-estar. Queremos reunir colaboradores, familiares, moradores da região e visitantes em uma experiência que fortaleça a cultura da prevenção e valorize a saúde física e mental”, destaca.

Serviço

1ª Corrida Jirau Energia

Data: 20 de setembro de 2026

Local: Usina Hidrelétrica Jirau (Usina Hidrelétrica Jirau (“UHE Jirau) – BR 364, S/N°, Km 824, Distrito de Jaci-Paraná)

HORÁRIO PREVISTO DE LARGADA: 6h concentração, 6h30 largada, observando sempre o horário local de Porto Velho – RO.

Modalidades: Caminhada (3 km), corrida (5 km e 10 km) e Corrida Kids

Inscrições: Sympla https://www.sympla.com.br/evento/1-corrida-jirau-energia/3493025?algoliaID=d0e40cded2c5f941dbc7c85bf84f740d

Valor: R$ 60,00

Prazo: até 23 de agosto ou enquanto houver vagas.

Caso tenha interesse nesta ou em outras pautas da Usina Hidrelétrica Jirau, estamos à disposição.

Idoso é encontrado morto com sinais de violência em União Bandeirantes

O que parecia ser uma morte natural acabou se transformando em um caso de polícia. Um idoso de 63 anos foi encontrado morto com sinais de violência na tarde desta segunda-feira (13), em União Bandeirantes, distrito de Porto Velho.

A vítima foi identificada como Orestones Emiliano da Silva, de 63 anos. O corpo estava na Linha Triângulo, nas proximidades da Rua das Pacas.

A Polícia Militar foi acionada por moradores para atender a ocorrência. Durante a confirmação do óbito, uma médica percebeu que as lesões apresentadas por Orestones não eram compatíveis, a princípio, com uma morte por causas naturais.

O idoso apresentava um afundamento no lado esquerdo da testa e havia grande quantidade de sangue no rosto, o que levantou a suspeita de que ele possa ter sido vítima de violência.

Com a descoberta dos indícios, a Perícia Técnico-Científica foi chamada para realizar os exames no local. Equipes da Força-Tarefa da Polícia Civil também iniciaram as investigações para esclarecer como o crime aconteceu e identificar um possível autor.

Um dos filhos da vítima contou aos policiais que o pai permaneceu online no WhatsApp por volta das 3 horas da madrugada. Depois desse horário, ele não respondeu mais às mensagens nem às tentativas de contato da família.

O corpo só foi encontrado por volta das 15 horas, quando um vendedor de picolés passava pela região. Ao perceber que o idoso estava sem sinais de vida, ele avisou os familiares.

Parentes e amigos disseram à polícia que Orestones não tinha conhecimento de desavenças, ameaças ou qualquer tipo de inimizade que pudesse explicar o ataque.

O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), onde passará por exames que deverão apontar a causa da morte. A Polícia Civil segue investigando o caso para esclarecer o que realmente aconteceu.

Coluna Zona Franca

Por Roberto Kuppê (*)

Todos contra venda da Caerd

Pela primeira vez políticos de Rondônia se posicionam contra a venda de uma estatal para a iniciativa privada, no caso, a Caerd. A mesma posição não ocorreu contra a venda da Ceron para a Energisa e a concessão da BR-364 para o consórcio Nova 364. Antes tarde do que nunca. Tanto o pré-candidato ao governo de Rondônia Hildon Chaves (UPr), quanto o bolsonarista Marcos Rogério (PL), se posicionaram contra com veemência. Já o pré-candidato Samuel Costa (PSB), que também é contra a venda da Caerd, ficou impressionado com as posições de Hildon Chaves e Marcos Rogério. O fato é que a venda da Caerd será prejudicial à população. Empresas privadas buscam o lucro e nem sempre a qualidade nos serviços. A coluna não encontrou as posições dos demais pré-candidatos ao governo de Rondônia.

Todos contra venda da Caerd 2

Hildon Chaves afirmou que vê “com muita estranheza” a pressa repentina do Governo do Estado em realizar o leilão de concessão dos serviços de água e esgoto da empresa, marcado para o próximo dia 29 de setembro, na Bolsa de Valores de São Paulo, no valor de R$ 8,47 bilhões e com duração de 35 anos.

Todos contra venda da Caerd 3

Marcos Rogério afirmou ser contra uma decisão dessa dimensão ser tomada no fim da gestão. Segundo ele, uma concessão com prazo de mais de três décadas não deveria ser definida “no apagar das luzes” de um mandato.

Todos contra venda da Caerd 4

Samuel Costa observou que parte dos pré-candidatos ao governo estadual passou anos defendendo a redução do Estado, privatizações e terceirizações, mas, diante do debate sobre a concessão dos serviços de água e esgoto, passou a adotar um discurso contrário à privatização.

Até Camargo

O pré-candidato à vice-governador Delegado Camargo (Podemos) também está contra a privatização da Caerd. Ele protocolou um Projeto de Decreto Legislativo para sustar os efeitos do Edital de Concorrência Pública Internacional nº 90496/2025/SANE/SUPEL/RO e da Resolução nº 2/2026/SEDEC-MRAERO, que deram andamento ao processo de concessão regionalizada dos serviços públicos de abastecimento de água e esgotamento sanitário em Rondônia.

Convenções estaduais

As convenções partidárias para as Eleições Gerais de 2026 ocorrem entre 20 de julho e 5 de agosto. Até o presente momento apenas MDB, PT, PL e PSB divulgaram as datas de suas respectivas convenções que homologarão seus pré-candidatos em Rondônia. PSB dia 20; MDB, PL e PT dia 25 de julho.

Prêmio merecido

O senador Confúcio Moura (MDB-RO), recebeu o Prêmio IHPEC de Liderança 2025, fazendo jus à vasta folha de serviço prestada à população de Rondônia. O Prêmio IHPEC de Liderança é uma honraria concedida pelo Instituto Haverroth de Política, Estatística e Comunicação (IHPEC), baseada em pesquisas de opinião pública que reconhecem políticos, gestores e personalidades que se destacam anualmente nos municípios do estado de Rondônia

A primeira dama

A deputada estadual Ieda Chaves (UPr) poderá ser primeira dama pela segunda vez. Será que ela vai subir a “rampa” do Palácio Rio Madeira? Pelas pesquisas, o nome dela está entre os possíveis deputados estaduais reeleitos. Já Hildon Chaves está em terceiro, perseguindo de perto o segundo colocado ao governo de Rondônia. Hildon e Ieda estão casados há mais de 30 anos. Mais de 30 anos de casamento nos ensinaram que parceria se constrói todos os dias. “Eu e o Hildon Chaves sempre caminhamos lado a lado. Muito antes da vida pública, já dividíamos sonhos, desafios, responsabilidades e decisões. Construímos nossa família, nossa história e aprendemos que as maiores conquistas acontecem quando existe respeito, confiança e companheirismo. Cada um tem sua personalidade, seu jeito de enxergar o mundo, mas sempre tivemos algo em comum, que é a certeza de que enfrentar a vida juntos faz toda a diferença. E é justamente essa parceria que atravessa o tempo. Seguimos compartilhando a vida, celebrando as conquistas e encarando cada novo desafio com a mesma confiança que nos uniu desde o começo”, disse Ieda.

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Falando em possível primeira dama, esta é a advogada Patrícia Rigotti, esposa do senador Marcos Rogério (PL). Não desgruda do marido quer onde ele vá. “Toda caminhada começa muito antes de ser anunciada. Começa no propósito, nas escolhas e no compromisso com as pessoas. É com esse sentimento que seguimos adiante, com pés no chão e olhar no futuro”, disse Patrícia Rigotti, com uma sólida formação acadêmica e especializações em Contabilidade, Compliance e Direito Tributário, além de um MBA em Recuperação de Créditos Tributários e Previdenciários.

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E essa é a médica Gabi Selhorst, esposa do pré-candidato Expedito Netto (PT). A pré-candidata à primeira dama de Rondônia. é uma ativista na defesa das mulheres, principalmente na saúde. A mãe da Cecília e da Catarina adora a profissão que escolheu “Ser médica é muito mais do que tratar doenças — é cuidar de pessoas, acolher dores e celebrar conquistas. Que orgulho dessa missão!”, disse Gabi Selhorst.

 

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E essa é mais uma pré-candidata à primeira dama de Rondônia. Bruna Lourenço Hecktheuer, esposa de Pedro Abib (MDB), católica e casada há 10 anos com o pretendente ao Palácio Rio. É advogada, PhD em ciência jurídica, assessora jurídica e pesquisadora na Faculdade Católica de Rondônia. Bruna é companheira de verdade. Aceitou o desafio de percorrer todo o estado de Rondônia num motor home, ou casa sobre rodas, como queiram.
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Curiosidade

Todos os sete pré-candidatos ao governo de Rondônia possuem curso superior e são advogados. Impressionante.

Moraes proíbe visita de Flávio

Como era esperado, a carta do ex-presidente Jair Bolsonaro lida por seu filho e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), teve repercussões negativas. O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, suspendeu por 90 dias as visitas de Flávio a seu pai, que cumpre prisão domiciliar. Na prática, os dois só poderão se encontrar após o primeiro turno das eleições. Na decisão, Moraes afirmou que Flávio utilizou a visita para obter um documento destinado à publicação na internet, o que, segundo o ministro, burlou a proibição imposta ao ex-presidente de usar redes sociais, direta ou indiretamente, por meio de terceiros. O ministro também deu prazo de 48 horas para que a defesa de Bolsonaro esclareça se o ex-presidente tinha conhecimento de que a carta seria divulgada nas redes sociais. Além disso, encaminhou cópia da decisão e dos vídeos ao procurador-geral eleitoral para avaliar eventual prática de propaganda eleitoral antecipada. (g1)

Moraes proíbe visita de Flávio 2

Flávio Bolsonaro classificou como “desproporcional” e “desarrazoada” a decisão de Moraes. Durante transmissão ao vivo em seu canal no YouTube, Flávio afirmou que a medida representa uma tentativa de interferência no processo eleitoral e disse que o pai foi deixado “incomunicável”. Segundo o senador, a decisão reforça um sentimento de “injustiça” entre os apoiadores do ex-presidente. Flávio também criticou o que chamou de falta de critério por parte do STF, argumentando que outras cartas escritas por Jair Bolsonaro e divulgadas publicamente em ocasiões anteriores não foram alvo de restrições ou sanções semelhantes. (CNN Brasil)

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O senador também comparou as restrições impostas ao pai com o período em que o presidente Lula (PT) esteve preso, entre 2018 e 2019, dizendo que o petista pôde fazer articulação política, mandar cartas e dar entrevistas da prisão. O deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) rebateu, argumentando que, diferentemente de Bolsonaro, Lula não estava proibido de fazer manifestações públicas. “Flávio Bolsonaro não leu a carta de Jair Bolsonaro por ingenuidade. Sabia que a decisão judicial proibia o uso das redes sociais, direta ou indiretamente, e transformou a própria violação da medida cautelar em estratégia política.” (Metrópoles)

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Já a defesa do senador afirmou que a medida viola garantias constitucionais e direitos previstos na Lei de Execução Penal. Em nota, os advogados sustentam que a decisão retira de Bolsonaro o direito de receber visitas de familiares e de manter comunicação com o mundo exterior. A defesa também argumenta que Flávio atua como advogado do pai e, por isso, a restrição impede o exercício da prerrogativa profissional de comunicação entre defensor e cliente, prevista no Estatuto da Advocacia. (g1)

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Nos bastidores do STF, ministros avaliam que Alexandre de Moraes pode ter ido além do necessário ao questionar a carta. Segundo relatos de integrantes da Corte, há dúvidas sobre a possibilidade de considerar que o ex-presidente descumpriu as medidas cautelares apenas por ter redigido o documento. Na avaliação desses ministros, não há proibição para que Bolsonaro escreva cartas durante a prisão domiciliar, o que tornaria controversa a adoção de novas sanções com base exclusivamente nesse ato. (Globo)

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Wálter Maierovitch: “Moraes acerta ao separar Flávio, o boneco de ventríloquo, de Jair Bolsonaro. O ex-presidente golpista não pode se manifestar sobre questões políticas, como ocorreu na carta lida por seu filho; e quem está impedido de se manifestar politicamente não pode ter porta-voz”. (UOL)

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Já pensou se vira moda presidiário mandar cartinhas para seguidores e comparsas? Vorcaro, Fernandinho Beira-mar e Marcola também vão querer escrever cartas para orientar suas respectivas turmas. Ou só Bolsonaro pode? “Ain, o Lula escreveu…”. É diferente. Lula não estava proibido de escrever. Lula teve bom comportamento nos 580 dias preso na PF de Curitiba. Ao contrário, todos os dias Bolsonaro tenta um golpe prá deixar a prisão domiciliar. Deveria estar na Papuda.

Definição de palanques

Malu Gaspar: “A decisão faz da ex-primeira-dama [Michelle Bolsonaro] a principal interlocutora do marido em um momento pivotal da guerra travada com o enteado, com o avanço do calendário eleitoral na definição de palanques estaduais e realização de convenções partidárias”. (Globo)

Porta-voz

Mônica Bergamo: “Na visão de interlocutores, o copo pode ser visto como meio cheio: isolado do pai, o pré-candidato teria maior autonomia para tomar decisões sobre alianças nacionais e palanques nos estados. (…) Como Jair Bolsonaro disse que ele, e não a madrasta Michelle Bolsonaro, é seu porta-voz, ela, que será praticamente a única pessoa, com exceção dos advogados, a ter contato direto com o ex-presidente, não poderá falar em nome dele”. (Folha)

Emendas parlamentares

O deputado Gilberto Abramo (Republicanos-MG) aparece como autor formal de R$ 6 milhões em emendas parlamentares que, segundo a Polícia Federal, foram direcionadas pelo ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (Republicanos-MG) a municípios de Minas Gerais. De acordo com a investigação, os recursos foram liberados em dezembro do ano passado por meio de emendas de comissão. Embora Abramo figure nos registros oficiais da Câmara e do governo federal como solicitante das verbas, a PF sustenta que as indicações eram, na prática, comandadas por Cunha. (Estadão)

TariFlávio

O governo decidiu aguardar a decisão final dos Estados Unidos sobre a imposição de novas tarifas às exportações brasileiras antes de definir uma eventual resposta ao governo Donald Trump. O prazo para a Casa Branca anunciar se colocará em vigor as tarifas adicionais de 25% e 12,5% termina amanhã. No Palácio do Planalto, a avaliação predominante é de que as medidas devem ser confirmadas. Apesar disso, negociadores brasileiros trabalham com a possibilidade de que Washington amplie a lista de produtos isentos. (g1)

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Ainda assim, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que não acredita na adoção de novas tarifas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros. “Não vai ter tarifaço”, disse ao participar do lançamento de uma turbina movida a etanol, em São José dos Campos (SP). Nos bastidores, o governo brasileiro ainda aguarda uma última reunião com o representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), Jamieson Greer. (CNN Brasil)

Estados Unidos x Irã 

Os Estados Unidos ampliaram sua ofensiva militar contra o Irã com uma nova rodada de ataques ordenada pelo presidente Donald Trump. Antes dos bombardeios, Trump havia antecipado a ofensiva em entrevista a uma rádio. O Comando Central dos EUA (Centcom) anunciou ainda que retomará oficialmente, às 16h (horário de Washington) desta terça-feira, o bloqueio naval de embarcações com destino ou origem em portos iranianos. Trump afirmou que cobrará uma taxa de 20% sobre o valor das cargas que cruzarem o estreito. Com isso, os preços globais do petróleo fecharam o dia com alta superior a 9%. (CNN)

Filme sobre o genocídio em Gaza

Ontem este articulista assistiu ao filme “A voz de Hind Rajab”, sobre uma menina palestina de 6 anos que tentou ser salva de ataques de soldados israelenses em Gaza. Baseado em fatos reais, o drama mostra a crueldade a que fora submetida a população palestina. O filme acompanha a agonizante tentativa dos voluntários da Cruz Vermelha de resgatar Hind Rajab, presa sob fogo cruzado dentro de um carro. Em permanente contato telefônico com a menina, cuja voz no filme é real, eles enfrentam o desafio de coordenar uma operação de resgate em um ambiente de violência implacável. O filme é tenso do começo ao fim. Está na Netflix.

Onda de calor

A onda de calor que atingiu a Europa Ocidental na segunda quinzena de junho causou mais de 10 mil mortes além do esperado para esta época do ano, sendo mais de 9 mil entre idosos, de acordo com a EuroMOMO, rede apoiada pelo Centro Europeu de Prevenção e Controle de Doenças e pela Organização Mundial da Saúde. Altas temperaturas podem causar a morte por hipertermia ou agravar doenças cardiovasculares e respiratórias. Cientistas afirmam que a onda de calor teria sido “praticamente impossível” sem as mudanças climáticas causadas pela ação humana. (DW)

Açúcar na Via Láctea

Pela primeira vez uma equipe de astrônomos encontrou açúcar fora do Sistema Solar, próximo a uma nuvem de gás e poeira situada perto do centro da Via Láctea, a cerca de 26 mil anos-luz da Terra. Chamada eritrulose, a substância é um açúcar formado por quatro átomos de carbono pertencente à mesma ampla família de moléculas de outros açúcares essenciais à vida, sendo encontrada em frutas vermelhas na Terra, como framboesa e morango. O estudo foi publicado na revista científica Nature Astronomy. Os pesquisadores afirmam que moléculas como a eritrulose podem ter se formado ainda na nuvem que deu origem ao próprio Sistema Solar, antes mesmo de o Sol e os planetas existirem. (g1)

Vacina contra vírus do Ebola

A Universidade de Oxford deu início ao primeiro ensaio clínico em humanos de uma vacina contra a cepa Bundibugyo do vírus do Ebola como parte do esforço para conter o surto que se espalhou pela República Democrática do Congo e Uganda. O estudo vai avaliar a segurança e a resposta imunológica da ChAdOx1 BDBV em 50 adultos saudáveis com idades entre 18 e 55 anos. A vacinação deve começar nas próximas semanas, dependendo da aprovação regulatória. O imunizante foi desenvolvido utilizando a mesma plataforma de vetor viral da vacina contra a covid-19 da Oxford/AstraZeneca. (g1)

Google e os veículos jornalísticos 

O Google apresentou sua defesa ao Cade argumentando que o órgão não teria competência para obrigar a empresa a remunerar veículos jornalísticos pelo uso de conteúdo em ferramentas de inteligência artificial, e que essa obrigação só poderia vir do Legislativo. A big tech comparou uma eventual remuneração obrigatória a um imposto. O processo investiga o Google por exibir conteúdo jornalístico em suas plataformas sem remunerar os veículos que o produziram e por desviar tráfego direto desses sites. (Globo)

Waze com inteligência artificial

O Waze anunciou uma série de novidades com inteligência artificial para o Brasil. A principal é o Map Mate, que permite relatar ocorrências no mapa por voz, usando frases naturais, com o Gemini interpretando o comando e gerando a sugestão de atualização. Também chegam o Modo Moto, que calcula o tempo de viagem para motociclistas considerando restrições e obstáculos específicos, e o modo “Menos falante”, que reduz as instruções por voz durante a navegação. O aplicativo também passa a permitir buscas por destinos em linguagem natural, como “cafeteria aberta agora”, e ganha navegação personalizada com base no histórico do usuário. (g1)

Califórnia x Paramount

A Califórnia e outros 11 estados americanos processaram a Paramount para tentar barrar a compra da Warner Bros. Discovery por US$ 110 bilhões. A alegação é que a fusão reduziria a concorrência na distribuição de filmes e na TV a cabo, onde as duas empresas juntas controlariam canais como CNN, MTV, Cartoon Network e Nickelodeon. Os estados pedem que a Paramount adie a conclusão do negócio até o final do processo, caso contrário buscarão uma liminar. Para a Paramount esse processo ainda adiciona um risco financeiro, já que a cada trimestre de atraso para conclusão do negócio a empresa pagará US$ 650 milhões em taxas aos acionistas da Warner. (Reuters)

80 anos de João Bosco

Um dos principais nomes da MPB, João Bosco vai comemorar seus 80 anos a partir de 31 de julho, com o lançamento de Amigos Novos e Antigos — Parte 1, um EP de seis faixas que conta com as participações de Zeca Pagodinho, Mart’nália, Tiago Iorc, Cesar Camargo Mariano e Hamilton de Holanda. O álbum completo chega em 25 de setembro, sucedido por uma turnê nacional com início no Rio em 2 de outubro, no Qualistage, Barra da Tijuca. O disco inclui faixas compostas em parceria com Aldir Blanc, amigo de longa data, morto pela covid em 2020. (Globo)

Michael Jackson

Dirigido por Antoine Fuqua, Michael, longa baseado na vida e obra do rei do pop, Michael Jackson, segue quebrando recordes. A cinebiografia se tornou a primeira da história a ultrapassar a marca de US$ 1 bilhão em arrecadação mundial. Antes, o filme estrelado por Jaafar Jackson e Colman Domingo já havia alcançado o posto de cinebiografia de maior bilheteria de todos os tempos, superando Oppenheimer, de Christopher Nolan. Também se tornou a cinebiografia musical de maior bilheteria de todos os tempos, passando Bohemian Rhapsody, sobre a trajetória da banda Queen. (Rolling Stone)

Digger

A Warner Bros lançou o primeiro trailer de Digger, filme estrelado por Tom Cruise e dirigido por Alejandro González Iñárritu. Descrito como “uma comédia de proporções catastróficas”, o filme acompanha Digger Rockwell, um magnata do petróleo que pode ter desencadeado um desastre ecológico global de grandes proporções. Ele é o único capaz de resolver o que parece ser uma crise de derretimento acelerado de um iceberg, e recebe ordens do presidente dos EUA (John Goodman) para salvar o planeta. Mas a solução para o problema pode custar até US$ 18 trilhões. (Variety)

Breakfast

Por hoje é só. Este é o breakfast, o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção com os temas de destaque da política em Rondônia e do Brasil.

(*) Roberto Kuppê é jornalista e articulista político,  com informações do Canal Meio

O conteúdo opinativo acima é de inteira responsabilidade do colaborador e titular desta coluna. O Portal Mais RO não tem responsabilidade legal pela opinião, que é exclusiva do autor

Samuel Costa critica mudança de discurso de pré-candidatos e alerta para “estelionato eleitoral” em vídeo sobre a CAERD

VIDEO Marcos Rogério critica concessão bilionária da Caerd e cobra explicações do governo

Hildon Chaves alerta sobre leilão bilionário da Caerd:  “muita pressa e pouca transparência”

VIDEO Marcos Rogério critica concessão bilionária da Caerd e cobra explicações do governo

A proposta de concessão da Caerd voltou ao centro do debate político em Rondônia. A possibilidade de entregar os serviços de água e esgoto por 35 anos, em um contrato que impactaria 40 municípios, está sendo questionada por causa do momento em que a medida avança: nos meses finais do atual governo e em meio ao processo eleitoral.

O senador e pré-candidato ao Governo de Rondônia, Marcos Rogério, afirmou ser contra uma decisão dessa dimensão ser tomada no fim da gestão. Segundo ele, uma concessão com prazo de mais de três décadas não deveria ser definida “no apagar das luzes” de um mandato.

Marcos Rogério destacou que o governo teve oito anos para discutir o tema com a população, apresentar estudos, explicar tarifas, metas, fiscalização, riscos e garantias do contrato. Na avaliação dele, essas discussões deveriam ter ocorrido antes de uma decisão considerada estratégica para o estado.

O pré-candidato também afirmou que uma eventual concessão pode afetar diretamente a população caso ocorram aumentos nas tarifas, falhas na prestação do serviço ou problemas na execução do contrato.

Outro ponto levantado por Marcos Rogério foi a existência de informações sobre um suposto direcionamento do processo. Mencionou rumores de que uma empresa ligada a um grupo político poderia estar por trás da movimentação.
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O senador também questionou se o governador tem conhecimento sobre o andamento da proposta, lembrando que o chefe do Executivo está em viagem oficial à China. Marcos Rogério levanta dúvidas sobre quem estaria conduzindo as decisões enquanto o governador está fora do país.

Além da Caerd, o pré-candidato citou questionamentos envolvendo mudanças na área da saúde em Vilhena, mencionando a saída da Santa Casa e a entrada de uma empresa, com referência a um aumento de aproximadamente R$ 130 milhões em contrato. Segundo ele, água e saúde são áreas essenciais e as duas situações merecem maior transparência.
Marcos Rogério afirmou que sua posição não é contra a concessão em si, mas contra o momento em que ela estaria sendo conduzida. Ele defende a suspensão do processo até que haja mais debate e esclarecimentos.

O senador ainda declarou que, caso seja eleito governador, não pretende aceitar decisões tomadas “no apagar das luzes” da atual gestão. A discussão sobre a concessão da Caerd deve continuar no centro do debate político nas próximas semanas, diante dos impactos que uma eventual medida poderá ter sobre os municípios e consumidores de Rondônia.

Samuel Costa critica mudança de discurso de pré-candidatos e alerta para “estelionato eleitoral” em vídeo sobre a CAERD

O pré-candidato ao Governo de Rondônia, Samuel Costa (PSB), publicou um vídeo nas redes sociais em que critica o que classifica como uma mudança de postura de adversários políticos em relação à privatização da Companhia de Águas e Esgotos de Rondônia (CAERD) e ao papel do Estado na prestação de serviços públicos.

No vídeo, Samuel afirma que parte dos pré-candidatos ao governo estadual passou anos defendendo a redução do Estado, privatizações e terceirizações, mas, diante do debate sobre a concessão dos serviços de água e esgoto, passou a adotar um discurso contrário à privatização.

Assista ao vídeo:

https://www.instagram.com/reel/DawaBUZu5EG/?igsh=d2M4cTFzdDJ6enk3

“Discurso muda. Histórico, não. O eleitor precisa avaliar a trajetória e as posições defendidas ao longo da vida pública, e não apenas as promessas feitas durante a campanha”, afirma.

O pré-candidato também faz referência ao edital publicado pelo Governo de Rondônia para a concessão dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário em 40 municípios, em um contrato estimado em R$ 8,47 bilhões e com duração prevista de 35 anos. Segundo ele, o tema exige transparência e amplo debate com a sociedade.

Na gravação, Samuel sustenta que o eleitor deve analisar o histórico de votações, declarações e posicionamentos dos candidatos antes de decidir seu voto. Ele argumenta que a mudança de discurso em período eleitoral pode confundir a população e afirma que o que chama de “estelionato eleitoral” deveria ser tratado com maior rigor no debate público, embora o termo não corresponda a um crime específico previsto na legislação brasileira.

Sem citar nomes, Samuel também menciona experiências como a privatização do setor de distribuição de energia elétrica em Rondônia e a discussão sobre a concessão da BR-364 para defender que o eleitor acompanhe com atenção propostas relacionadas à participação da iniciativa privada em serviços públicos essenciais.

Ao final do vídeo, o pré-candidato deixa um recado aos eleitores: “O voto exige memória. Quem muda de discurso apenas para ganhar votos não merece um cheque em branco. O eleitor consciente vota com memória, não com propaganda.”

Neidinha Suruí destaca desenvolvimento sustentável e elogia propostas de Samuel Costa para Rondônia durante encontro em Porto Velho

No último final de semana, durante evento realizado no Hotel Golden Plaza, em Porto Velho, a pré-candidata ao Senado pelo PSB em Rondônia, Neidinha Suruí, defendeu a construção de um modelo de desenvolvimento que concilie crescimento econômico, preservação ambiental e geração de emprego e renda para a população. Reconhecida nacionalmente por sua atuação em defesa dos povos indígenas, da floresta e da sustentabilidade, Neidinha afirmou que é possível fortalecer a economia rondoniense por meio de políticas públicas voltadas à agricultura familiar, ao manejo sustentável e à valorização dos recursos naturais.

Na ocasião, Neidinha Suruí parabenizou o pré-candidato ao Governo de Rondônia, Samuel Costa (PSB), por inserir o debate ambiental como um dos eixos centrais de suas entrevistas e propostas para o Estado. Segundo ela, discutir sustentabilidade deixou de ser apenas uma pauta ambiental e passou a ser uma necessidade econômica, social e estratégica para o futuro de Rondônia.

“É possível produzir alimentos de qualidade, gerar emprego, fortalecer a agricultura familiar e, ao mesmo tempo, preservar o meio ambiente. Esse é o caminho para um desenvolvimento que beneficie toda a sociedade”, destacou a pré-candidata.

Samuel Costa reforçou que Rondônia precisa ampliar o debate sobre as mudanças climáticas e seus impactos na produção agrícola, na segurança alimentar, na disponibilidade de água e na qualidade de vida da população. Para ele, a preservação ambiental deve caminhar lado a lado com o incentivo à produção sustentável, especialmente entre os pequenos produtores rurais.

O pré-candidato defendeu ainda que a educação ambiental seja fortalecida desde a educação básica, formando novas gerações conscientes da importância da preservação dos recursos naturais. “Precisamos ensinar nossas crianças e jovens que cuidar da natureza significa cuidar da própria vida. O meio ambiente é um direito de todos e uma responsabilidade compartilhada entre o poder público e a sociedade”, afirmou.

Neidinha Suruí ressaltou que Rondônia reúne potencial para se tornar referência em desenvolvimento sustentável, conciliando produção agrícola, conservação ambiental e inclusão social. Segundo ela, investimentos em tecnologias sustentáveis, assistência técnica, crédito para a agricultura familiar e valorização das comunidades tradicionais podem impulsionar a economia do Estado sem comprometer as riquezas naturais da Amazônia.

O encontro, realizado no Hotel Golden Plaza, reuniu lideranças políticas, pré-candidatos, apoiadores e representantes da sociedade civil para debater propostas voltadas ao futuro de Rondônia. Entre os temas discutidos, ganharam destaque a sustentabilidade, a agricultura familiar, a preservação ambiental e a construção de políticas públicas capazes de promover desenvolvimento econômico aliado à proteção dos recursos naturais.

A defesa de um modelo econômico sustentável tem ganhado espaço no debate político estadual, especialmente diante dos desafios impostos pelas mudanças climáticas e da necessidade de garantir crescimento econômico com responsabilidade ambiental.

Confúcio Moura consolida protagonismo nacional e transforma Comissão de Infraestrutura em vitrine de resultados para Rondônia

Reconhecido entre os “Cabeças do Congresso” pelo DIAP, senador presidiu debates estratégicos, relatou projetos estruturantes e impulsionou medidas de impacto social e econômico para o país e para Rondônia.

 

Reeleito neste ano pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (DIAP) como um dos cem “Cabeças do Congresso Nacional”, o senador Confúcio Moura (MDB-RO) consolidou sua posição entre os parlamentares mais influentes do Legislativo brasileiro. À frente da Comissão de Infraestrutura do Senado, transformou o colegiado em um espaço decisivo para discutir investimentos, destravar projetos estratégicos e aprovar medidas com reflexos diretos na economia e na vida da população.

Sob sua presidência, a Comissão de Infraestrutura deu visibilidade às principais demandas de Rondônia e debateu obras estruturantes para o desenvolvimento do estado e da Região Norte. Entre elas, projetos ligados à duplicação de rodovias, construção de ferrovias, dragagem do Rio Madeira, melhorias da malha viária rural e integração dos diferentes modais de transporte.

Um dos marcos de sua atuação foi a relatoria do Projeto de Lei nº 2.646/2020, que modernizou o financiamento da infraestrutura brasileira ao criar as debêntures de infraestrutura emitidas por concessionárias de serviços públicos. Com a nova legislação, os recursos captados poderão ser destinados a projetos de infraestrutura e de produção econômica intensiva em pesquisa, desenvolvimento e inovação, fortalecendo a capacidade de investimento do país.

Durante sua gestão na Comissão, Confúcio também coordenou o debate sobre o novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), em audiência com a então ministra do Planejamento, Simone Tebet. O programa prevê investimentos de R$ 1,5 trilhão até 2026 e outros R$ 320 bilhões nos anos seguintes, destinados a obras de infraestrutura em todo o Brasil.

Além dos grandes investimentos, a presidência da Comissão também foi marcada pela defesa de iniciativas voltadas ao cidadão. Entre elas está o Projeto de Lei nº 575/2024, que assegura aos consumidores de energia elétrica bônus de até 10% na tarifa em caso de redução do consumo.

Outro destaque foi a aprovação de proposta que isenta, por até três meses, o pagamento da conta de energia elétrica para famílias atingidas por enchentes e alagamentos, limitado ao consumo mensal de até 200 quilowatts-hora. A medida prevê que os custos da isenção sejam cobertos pelo Fundo Nacional para Calamidades Públicas, Proteção e Defesa Civil (Funcap).

A atuação ganhou ainda mais relevância em outubro de 2023, quando a Comissão acompanhou os impactos da suspensão temporária das atividades da Usina Hidrelétrica Santo Antônio, em Porto Velho, reforçando o debate sobre segurança energética e infraestrutura na Região Norte.

Ao resumir sua atuação, Confúcio Moura destaca que o trabalho na Comissão sempre buscou unir desenvolvimento econômico e responsabilidade social.

“Foram muitos resultados. Trabalhamos para ampliar os investimentos em infraestrutura, fortalecer a economia e, ao mesmo tempo, proteger as famílias nos momentos de maior dificuldade”, afirmou o senador.

Estado laico? Só quando convém?

Por Edson Silveira

Há dias em que a política brasileira consegue superar qualquer roteiro de humor. Enquanto Porto Velho enfrenta problemas reais — ruas esburacadas, unidades de saúde lotadas, falta de vagas em creches, transporte público precário, drenagem deficiente, insegurança e tantos outros desafios — eis que surge a grande prioridade legislativa do momento: aprovar uma lei autorizando a leitura da Bíblia nas escolas.

Que genialidade.

Fica apenas uma pequena pergunta: quem foi que proibiu a leitura da Bíblia nas escolas?

Alguém consegue apontar uma única norma, um decreto, uma portaria ou uma decisão judicial que impedisse um estudante de ler sua Bíblia no intervalo das aulas? Ou um professor de utilizar uma passagem bíblica em uma discussão sobre literatura, história ou filosofia, dentro dos limites pedagógicos?

Não.

Porque essa proibição simplesmente nunca existiu.

Ou seja, cria-se uma “solução” para um problema imaginário. É a política da fumaça: quando faltam respostas para os problemas concretos, inventam-se guerras culturais para produzir manchetes e curtidas nas redes sociais.

O mais curioso é que muitos dos defensores dessa lei vivem repetindo que o Brasil é um país de liberdade. Mas parece que confundem liberdade com espetáculo político.

A Constituição Federal já assegura plenamente a liberdade religiosa. Mais do que isso: estabelece que o Brasil é um Estado laico.

Estado laico não significa um Estado contra a religião. Significa exatamente o contrário: um Estado que respeita todas as crenças e também quem não possui nenhuma. É um Estado que não escolhe vencedores nem perdedores no campo da fé.

Quando o poder público começa a produzir leis simbólicas privilegiando uma tradição religiosa específica, abre uma porta delicada. Se hoje é a Bíblia, amanhã será qual outro livro sagrado? O Alcorão? A Torá? Os Vedas? O Livro dos Espíritos? Os textos das religiões de matriz africana?

Ou a regra vale para todos, ou deixa de ser um Estado verdadeiramente laico.

O problema nunca foi a Bíblia.

A Bíblia dispensa políticos para existir. Ela atravessou milênios, impérios e perseguições sem precisar de vereador, deputado ou prefeito fazendo propaganda em seu nome.

Quem precisa da Bíblia para aparecer não é a Bíblia.

São alguns políticos.

Há algo profundamente contraditório em transformar um livro que ensina humildade em instrumento de marketing eleitoral.

Jesus jamais pediu que governantes aprovassem leis para aumentar sua popularidade. Pelo contrário: criticou a religiosidade usada como espetáculo público e condenou aqueles que faziam da fé uma vitrine para conquistar aplausos.

Enquanto isso, a população continua esperando soluções para aquilo que realmente muda sua vida.

Onde estão as leis para reduzir as filas da saúde?

Onde estão as iniciativas para melhorar a aprendizagem?

Onde estão os projetos para recuperar a infraestrutura da cidade?

Onde estão as medidas para gerar emprego e renda?

Esses temas, aparentemente, dão muito mais trabalho do que aprovar uma lei simbólica que rende vídeos, fotografias e discursos emocionados.

É muito mais fácil posar ao lado de uma Bíblia do que enfrentar os problemas administrativos de uma capital.

No fim das contas, a sensação é inevitável: alguns parlamentares parecem acreditar que administrar uma cidade consiste em produzir manchetes religiosas enquanto os problemas concretos seguem aguardando atendimento.

A fé merece respeito.

A Constituição também.

E Porto Velho merece muito mais do que demagogia travestida de defesa dos valores cristãos.

Porque governar uma cidade exige coragem para enfrentar a realidade — não criatividade para fabricar problemas inexistentes e depois posar como herói por “resolvê-los”.

Enquanto isso, a população segue esperando o verdadeiro milagre: uma gestão que trate como prioridade aquilo que realmente faz diferença na vida das pessoas.

Edson Silveira – advogado, administrador, professor e militante do PT/RO

Hildon Chaves alerta sobre leilão bilionário da Caerd:  “muita pressa e pouca transparência”

Pré-candidato questiona “urgência repentina e zero debate” no leilão de R$ 8,47 bilhões da Companhia de Águas e Esgotos de Rondônia, marcado para o dia 29 de setembro, na Bolsa de Valores de São Paulo

O ex-prefeito de Porto Velho e pré-candidato ao Governo do Estado, Hildon Chaves (Federação União Progressistas), questionou a proposta de privatização da CAERD (Companhia de Águas e Esgotos do Estado de Rondônia), apresentada pelo governo estadual.

Em entrevista concedida no fim de semana ao programa Repórter do Povo, na Rádio Rio Madeira, em Porto Velho, Hildon Chaves afirmou que vê “com muita estranheza” a pressa repentina do Governo do Estado em realizar o leilão de concessão dos serviços de água e esgoto da empresa, marcado para o próximo dia 29 de setembro, na Bolsa de Valores de São Paulo, no valor de R$ 8,47 bilhões e com duração de 35 anos.

“O meu questionamento é que essa Parceria Público-Privada (PPP) ocorra justamente no apagar das luzes desse governo, depois de atravessar praticamente todos os oito anos de mandato sem tocar no assunto, e justo agora, às vésperas de uma eleição, tomar uma decisão dessa importância”, alertou Hildon.

“Os órgãos de controle, em especial o Tribunal de Contas do Estado, da forma mais diligente possível, precisam tomar pé dessa situação e avaliar com profundidade a forma como está sendo conduzido esse modelo de privatização”, afirmou Hildon. Quarenta municípios do Estado fazem parte do contrato. Pelo cronograma já estabelecido, a entrega das propostas das empresas interessadas, na Bolsa de Valores (B3), ocorrerá uma semana antes do leilão.

REPETINDO A BR-364

“Rondônia enfrenta, há décadas, graves problemas relacionados ao tratamento de água e principalmente de esgoto, mas a verdade é que neste momento, sem informações aprofundadas, sou totalmente contrário a este leilão”, disse o pré-candidato.

“Nada justifica uma privatização bilionária sem se realizar um amplo debate com envolvimento de toda a sociedade”, avaliou. “Minha avó já dizia que gato escaldado tem medo de água fria”, ironizou Hildon, ao comparar o leilão da Caerd com o processo que culminou na privatização da BR-364.

“O cenário está se repetindo, naquela oportunidade também não houve debate público e o resultado foi o pedágio mais caro do país, sem uma contrapartida imediata em obras, uma conta pesada que é paga todos os dias pelos cidadãos rondonienses”, raciocinou. “Quando encarece o frete, tudo fica mais caro, desde o arroz e o feijão até o gás de cozinha”.

Hildon lembrou que o mesmo ocorreu em relação à Energiza. “Quando alguém precisa ir até a Energiza é maltratado, recebe um péssimo atendimento, as reclamações são enormes, pessoas simples não sabem lidar com aquelas máquinas, e se atrasar o pagamento já ocorre um desrespeito absurdo, sem falar nas contas altíssimas, sem nenhuma justificativa aparente”.

“Para um governo que já está no fim, com todo respeito, isso não cheira bem”, disse. “Por que então não fazem a toque de caixa as obras que são tão necessárias na Saúde?”, questionou. “Claro que não interessa, quando se trata da Saúde não existe pressa, não tem urgência, pois se apenas 5% desse interesse todo fosse para a Saúde, certamente já salvaria muitas vidas”, disse Hildon. “Mas como se trata de uma privatização de quase 8,5 bilhões de reais, daí a urgência aparece do nada, é caso de vida ou morte”.

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