A Assembleia Legislativa de Rondônia terá uma nova cara em 2027. O PT reelegeu Cláudia de Jesus e elegeu Fátima Cleide. A surpresa foi a não reeleição da deputada Ieda Chaves (UPr) que teve uma boa atuação na Assembleia Legislativa. Paulo Moraes Jr, irmão do prefeito de Porto Velho, Léo Moraes (Podemos), também está entre os eleitos.
Fátima Cleide, muito emocionada, agradeceu os votos recebidos. “Hoje, meu coração transborda gratidão. Cada voto recebido representa uma história, uma esperança e uma confiança que levarei comigo para a Assembleia Legislativa. Ser eleita deputada estadual é uma grande honra e uma enorme responsabilidade com o povo de Rondônia. Recebo essa missão com humildade, coragem e disposição para ouvir, cuidar e trabalhar pelo nosso estado. A todos que acreditaram em mim e caminharam ao meu lado, meu carinho e meu agradecimento. Vou honrar essa confiança com trabalho e compromisso”, disse Fátima Cleide.
Veja a lista abaixo:
Laerte Gomes (PSD) — 32.032 votos
Nim Barroso (PL) — 29.027 votos
Delegado Lucas Torres (PL) — 27.976 votos
Jean Mendonça (PL) — 25.746 votos
Luizinho Goebel (PL) — 25.679 votos
Cássio Gois (PSD) — 24.985 votos
Ismael Crispin (PP) — 24.421 votos
Cláudia de Jesus (PT) — 23.964 votos
Paulo Moraes Jr (PODE) — 23.349 votos
Dra. Taíssa Sousa (PL) — 22.100 votos
Edevaldo Neves (PRD) — 21.652 votos
Alan Queiroz (PL) — 20.183 votos
Dr. Luís do Hospital (NOVO) — 20.065 votos
Pedro Fernandes (PRD) — 18.564 votos
Jean Oliveira (PRD) — 18.446 votos
Wiveslando Neiva (PL) — 18.241 votos
Alex Redano (REPUBLICANOS) — 15.366 votos
Jurandir Oliveira (PSD) — 14.989 votos
Delegado Araújo (PP) — 14.699 votos
Laércio Torres (AVANTE) — 14.038 votos
Fátima Cleide (PT) — 13.701 votos
Marcelo Cruz (AVANTE) — 11.921 votos
Fernando Silva (REPUBLICANOS) — 10.207 votos
Dr. Gilber (NOVO) — 9.462 votos





E o futuro do Brasil está nas mãos de 158 milhões de eleitores aptos a votar. Hoje é o dia no qual o todo poderoso eleitor selará o próprio destino e o de milhões de pessoas. Se reeleger Lula o Brasil terá um rumo. Se eleger Flávio Bolsonaro, outro rumo totalmente diferente. Quem viu Fernando Collor ser eleito em 1989 e Jair Bolsonaro em 2018, já tem ideia do que espera se eleger o filho do ex-presidente. Em 2026, com todas as informações que já tem, o eleitor saberá exatamente em quem está votando. É só o primeiro turno, mas o resultado de hoje determinará quem será o vencedor no segundo turno. Mesmo que, às vezes, quem sai na frente no primeiro turno pode não vencer no segundo.
Estas duas pesquisas estão com cara de que foram manipuladas para atender a interesses do mercado e de grupos criminosos. Afinal, Lula tem colocado na cadeia grandes empresários e políticos criminosos ligados ao PCC e CV. Se elas foram manipuladas para influenciar o eleitor indeciso, só saberemos após abrir as urnas.
Os números da Quaest para Rondônia parecem coerentes. Desde o início da campanha o senador Marcos Rogério (PL) vem liderando. É o candidato mais identificado com o bolsonarismo que predomina no estado de Rondônia. Ademais, o principal adversário Adailton Fúria (PSD) perdeu apoios importantes, se fragilizando. Perdeu o apoio do governador Marcos Rocha (PSD) que passou a apoiar Hildon Chaves (UPr). Ontem o candidato ao Senado, Luis Fernando (PSD) em destaque no círculo, estava com Hildon Chaves na carreata. Já vice-governador Sérgio Gonçalves (UPr), que deveria apoiar Hildon Chaves, declarou votos ao senador Marcos Rogério, além de outros candidatos do PL. Se houver segundo turno, Adailton Fúria terá que rever suas estratégias que claramente não deram resultados positivos.
Segundo as últimas pesquisas, Rondônia poderá eleger dois bolsonaristas raiz para o Senado Federal, fazendo jus ao bolsonarismo predominante. A petista Luciana Oliveira até tentou romper a bolha mas lutar contra o obscurantismo reinante é uma tarefa quase impossível. Nem a bolsonarista Silvia Cristina (UPr) conseguiu vencer no próprio campo, estando em terceiro lugar na Quaest.
Lula assumiu, em 2023, um país devastado: instituições sob ataque, fome de volta, orçamento capturado. Reconstruiu o Estado sem abrir mão da democracia. Os resultados estão aí. O Brasil saiu do Mapa da Fome, o desemprego chegou aos menores níveis da série histórica, a renda do trabalhador voltou a crescer, a inflação caiu para a meta e o real se fortaleceu. A reforma tributária, enterrada por décadas, foi aprovada. A isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil corrige uma injustiça antiga e passa a conta aos super-ricos.
Por hoje é só. Este é o breakfast, o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção com os temas de destaque da política em Rondônia e do Brasil.
Mais do que carros enfileirados, buzinas e bandeiras, o ato chamou atenção pela presença de quem saiu de casa só para ver o candidato passar. Em calçadas, esquinas e portas de comércio, moradores acenavam e gritavam o nome de Hildon, num clima de apoio à sua candidatura ao Governo de Rondônia.
O tamanho da mobilização levou apoiadores a chamá-la de histórica, uma das maiores já feitas por uma campanha política no Estado. O resultado também reforça a força do candidato em Porto Velho, seu principal reduto eleitoral.