Não e mais nenhuma novidade que o Grego Original Pub é sua casa de rock de sexta a sábado em Porto Velho. Se você está procurando um local para festejar o seu aniversario com seus amigos, nos preparamos um serviço exclusivo para você aniversariante.
OPÇÕES
Você pode simplesmente reserva sua mesa e reunir sua galera. Aniversariante com a lista acima de 20 convidados tem desconto na entrada. Agora se aniversariante tem 90 convidados, ele tem opção de alugar o camarote.
CAMAROTE
O nosso camarote, que fica no piso superior da casa tem banheiro, bar e garçons exclusivos aos clientes do camarote.
ALUGUEL DO CAMAROTE
Existem dois valores para alugar o camarote do Grego. Com R$ 1.000,00 você pode alugar o camarote que será exclusivo para seus 90 convidados. Esse valor está incluindo a entrada na faixa dos seus 90 convidados, mais atendimento de serviços de garçons entre outras regalias.
A outra opção de aluguel e do camarote Open Bar, que custa R$ 5.000,00, para seus 90 convidados. Está incluindo entrada na faixa, cervejas, tira-gosto e caipirinha à vontade. Sem falar dos serviços de garçons.
Grego Original fica localizado na: Rua Senador Álvaro Maia, 2415, entre as ruas João Goulart e Guanabara, região Central de Porto Velho.
Informações: (69) 3223-0688/9957-7738/8152-1657/9902-1259 (esse é TIM) ou 9294-8895.
A Federação do Comércio de Rondônia está fazendo um chamamento para mais de 30 entidades, entre governamentais e não governamentais, além de representantes do Acre para discutir e viabilizar soluções para os inúmeros problemas deixados pelas enchentes ocorridas em vários municípios rondonienses e no Acre. O evento denominado de Reconstrução de Rondônia pós-cheia, acontecerá no dia 28, próxima segunda-feira, às 15 horas, no auditório do Aquarius Selva Hotel, em Porto Velho.
O objetivo do encontro, que será no formato mesa redonda, segundo o superintendente da Fecomércio, Rubens Nascimento, será o de encontrar soluções para os problemas agravados ou criados pela enchente e preparar as instituições sejam públicas ou produtivas para que em outras ocorrências não sejam surpreendidas. “Não queremos aqui fazer acusações sobre quem seja ou não responsável pelo desastre, mas encontrar soluções e promover a união visando o bem comum”, declarou.
De acordo com o superintende da Fecomércio os números exatos dos prejuízos ninguém sabe, mas estima-se que estes estejam na casa dos 3 bilhões e 500 milhões de reais, números que afetam a todos, seja o médio, o pequeno ou o micro comerciante ou até mesmo o informal com efeito dominó sobre toda a população atingida diretamente ou não pela cheia.
Os trabalhos serão coordenados pela Fecomércio, que fará a mediação dos temas. Das discussões espera-se que sejam traçados planos estratégicos para a recuperação do Estado, bem como um planejamento para que se tenha soluções para questões que há muito esperam definições, como alternativas de rota além da BR 364, formação de hidrovias ligando os rios Madeira e Guaporé, entre outras que envolvam diretamente questões como o abastecimento a localidades que ficaram isoladas, em Rondônia e no Acre. – O problema não é só nosso, mas de todos, por isso é importante a participação de representantes do Acre, que sofreu com o desabastecimento e teve que fazer aquisições de alimentos e outros produtos no Peru; não é hora de atitudes ou soluções isoladas, mas no conjunto, porque as mesmas precisam atender a todos – , lembrou o superintendente da Fecomércio.
Segundo ele, o governo federal aguarda que sejam apresentados os números e as necessidades para que recursos sejam destinados aos Estados e municípios, que contribuirão para a reconstrução do que foi perdido. Os convites para as entidades já foram expedidos e a expectativa da direção da Fecomércio é que haja uma resposta positiva de 100 por cento dos convidados. “É um momento muito importante”, concluiu Rubens Nascimento.
O senador Valdir Raupp (PMDB-RO) pediu aos senadores que aprovem a ampliação da idade para aposentadoria compulsória no serviço público de 70 para 75 anos.
Ele explicou que desde a constituição de 1946 o servidor é obrigado a se aposentar aos 70 anos, mesmo querendo e tendo condições de continuar trabalhando.
Valdir Raupp lembrou que quando essa regra foi criada a expectativa de vida do brasileiro era de aproximadamente 52 anos. Por isso, chegar aos 70 era muito mais difícil e o servidor poderia trabalhar a vida toda.
Em 2012, a expectativa de vida média no Brasil subiu para 74,6 anos. Para o senador, esse dado do IBGE revela que tem muito mais pessoas com 70 anos e em condições de continuar trabalhando. Por isso, ele propõe que o Congresso garanta esse direito ao servidor público.
– Os servidores públicos que desejassem poderiam então estender sua carreira um pouco mais, contribuindo para o engrandecimento do país. É o caso de diversos magistrados que, ainda no ápice de sua capacidade de julgar, com décadas de experiência e sabedoria acumuladas, poderiam continuar a abrilhantar os salões dos tribunais por outros cinco anos, abrilhantando ainda mais as decisões ali tomadas – ressaltou o senador.
Valdir Raupp lembrou que o arquiteto Oscar Niemeyer morreu aos 104 após manter-se ativo por toda a sua vida. Se ele tivesse se aposentado aos 70 anos, o sambódromo e o Memorial da América Latina não seriam como são, já que Niemeyer projetou essas obras quando já havia passado dos 75 anos.
Faltam 50 dias para o início da Copa do Mundo, marcada entre 12 de junho e 13 de julho em 12 cidades brasileiras. A abertura do torneio ocorrerá na Arena Corinthians, estádio também conhecido como Itaquerão, que ainda não foi concluído.
Ontem (22), o secretário-geral da Federação Internacional de Futebol (Fifa), Jérôme Valcke, visitou o Itaquerão e disse acreditar que, apesar do atraso nas obras, o estádio estará pronto para a partida entre Brasil e Croácia, partida de abertura da Copa de 2014, no dia 12 de junho.
De acordo com o Ministério do Esporte, as obras estão 99% concluídas e o clube de futebol Corinthians, proprietário da arena que terá capacidade para 68 mil torcedores, informou que o estádio será aberto ao público no sábado (26). Cerca de 5 mil crianças poderão visitar o Itaquerão e ajudarão a testar os acessos e os banheiros no setor Leste.
O primeiro jogo de futebol do novo estádio está programado para 1º de maio, dia em que operários da obra jogarão uma partida. São esperados de 10 mil a 15 mil espectadores. No dia 10 de maio, o Corinthians deverá jogar uma partida, com público esperado de 35 mil pessoas.
Já o evento-teste do Comitê Organizador Local (COL) da Copa está marcado para o dia 17 ou 18 de maio. Para esse dia, são esperadas 50 mil pessoas nas arquibancadas da Arena Corinthians.
O dançarino Douglas Rafael da Silva Pereira, encontrado morto ontem (22) no Morro Pavão-Pavãozinho, em Copacabana, morreu por causa de uma perfuração no pulmão, segundo apontou laudo do Instituto Médico Legal (IML). Cópia do documento foi entregue à família e divulgada nas redes sociais pelo advogado Rodrigo Mondego, da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).
No laudo, a causa da morte é descrita de forma sintética: “Hemorragia interna decorrente de laceração pulmonar decorrente de ferimento transfixante do tórax, ação perfuro-contundente”. O documento não detalha, no entanto, o que teria provocado o ferimento.
A morte de Douglas, que era conhecido pelo nome artístico DG e trabalhava como dançarino no programa Esquenta, da TV Globo, gerou revolta nos moradores do Pavão-Pavãozinho, assim que descobriram o corpo, no início da tarde de ontem. As pessoas desceram o morro e tentaram interditar ruas da região, sendo impedidas por um forte contingente policial, com a participação do Batalhão de Choque e do Batalhão de Operações Especiais (Bope). Os policiais atiraram bombas de efeito moral, gás de pimenta e dispararam balas de borracha contra a multidão. Tiros foram ouvidos no interior da favela.
Durante o confronto, um homem de aproximadamente 30 anos morreu com um tiro na cabeça, no alto do morro. Ele chegou a ser levado para o Hospital Municipal Miguel Couto, também na zona sul, mas já chegou morto, segundo a Secretaria Municipal de Saúde.
De acordo com moradores, um menino de 12 anos, identificado como Mateus, levou um tiro quando descia a Ladeira Saint Roman, quase na esquina com a rua Sá Ferreira e também morreu. Segundo vários relatos, o tiro partiu de um policial militar. Um PM da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) negou a versão dos moradores e disse que o menino teria sido atingido por uma pedra jogada pelos próprios manifestantes. No local onde Mateus teria caído, formou-se uma grande poça de sangue. Não foi possível confirmar a versão dos moradores nem a do policial, sobre o que aconteceu com o garoto e qual seria o seu estado de saúde.
Por causa da confusão, a Avenida Nossa Senhora de Copacabana ficou interditada até próximo da meia-noite. Muitos comerciantes das proximidades fecharam as portas e só alguns decidiram reabrir as lojas e bares, quando a situação se acalmou um pouco.
A construção de uma nova e moderna usina de calcário, situada entre os municípios de Espigão do Oeste e Pimenta Bueno, deverá aumentar em mais de dez vezes a atual produção desse mineral, que é insumo importante para elevar a produtividade da soja e de outras culturas dentro do estado.
O Governo do Estado investiu cerca de R$ 11 milhões na construção da nova usina – que será inaugurada dentro dos próximos 60 dias e terá capacidade para 400 mil toneladas de calcário por ano (hoje são 25 mil toneladas anuais).
Outra obra importante para a produção de grãos, especificamente no cone sul, foi anunciada recentemente pelo governador Confúcio Moura, que há poucos dias deu a ordem de serviço para a execução da Rodovia do Calcário (RO-482).
A nova rota vai diminuir em cerca de 220 km a distância do transporte de calcário para municípios da principal região produtora de grãos do estado. O novo acesso partirá da usina e seguirá por um trecho de 54 quilômetros, até encontrar a BR-364, a menos de 120 quilômetros de Vilhena.
Hoje, a distância da usina até Vilhena é de 558 quilômetros. Com a nova estrada, a distância a ser percorrida pelos caminhões será de 340 km, ou seja, uma redução de quase 220 quilômetros.
O governador confirmou que a nova estrada terá importância estratégica, vez que ajudará a diminuir o preço do frete no transporte de calcário. A abertura da estrada começará logo após o período das chuvas, dentro de poucos dias.
Isso significará uma diminuição significativa para os produtores, uma vez que o custo maior do calcário é pago pelo frete. Hoje, o valor da tonelada de calcário é de cerca de R$ 40.
A construção do novo complexo portuário da capital deverá receber perto de R$ 1 bilhão em recursos públicos e privados. O porto vai ocupar uma área na localidade de Porto Chuelo – cerca de 18 quilômetros depois de Porto Velho, à margem do Rio Madeira.
Além das obras do novo terminal privado de embarque de soja, do Grupo André Maggi, o complexo portuário rondoniense, com quase 30 milhões de metros quadrados, terá estrutura disponível para as empresas que vierem a se instalar na futura ZPE e no novo distrito industrial do Estado.
O novo complexo portuário e industrial de Porto Velho terá uma área total de 2.730 hectares, dos quais 258 hectares serão destinados à implantação da Zona de Processamento de Exportação de Rondônia. Serão R$ 260 milhões somente em recursos privados.
O DNIT investirá perto de R$ 74 milhões na construção da Rodovia Expresso Porto, da BR-364 até o novo complexo portuário, retirando o fluxo de caminhões pesados da zona urbana da capital.
A Eletrobrás também confirmou investimento pesado na construção de uma moderna subestação de energia, capaz de suprir as necessidades das empresas que serão instaladas.
A implantação da Zona de Processamento de Exportação também receberá investimentos públicos e privados e deverá estar totalmente concluída num prazo de 24 meses.
O presidente da Assembleia Legislativa de Rondônia, Hermínio Coelho, vai procurar os responsáveis pela intervenção do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio a Micro e Pequena Empresa ) no Estado, para se informar sobre o processo de investigação em andamento no órgão, a respeito de denúncias de peculato, esquema de lavagem de dinheiro, falsidade ideológica, associação criminosa e fraude em licitações. As acusações culminaram na prisão de diretores, que respondiam pela gestão do órgão, e outras 20 pessoas, entre empresários e funcionários do Sebrae, durante a Operação Feudo, deflagrada pela Polícia Federal no dia 11 de dezembro do ano passado.
O deputado Hermínio visitou a sede da Feempi e do Simpi Rondônia (Federação das Pequenas Empresas e Sindicato da Micro e Pequena Indústria) nesta semana e prometeu verificar o andamento das investigações, a pedido o presidente das entidades, Leonardo Sobral, que vem denunciando a ocorrência de fraudes no Sebrae/RO e vê a necessidade de pressa no andamento da intervenção porque o orçamento da instituição deste ano – calculado em R$ 45 milhões está parcialmente suspenso até que seja concluída a auditoria. “Neste momento difícil de Rondônia, que sofre com os impactos da cheia do Madeira,de patamares sem registro na história do Estado, mais do que nunca os micro e pequenos empresários necessitam de apoio para reconstruir a economia de Rondônia”, considera Leonardo Sobral.
“Temos muitos colegas nossos que estão com seus bares, restaurantes, mercearias, padarias e açougues alagados e precisando de acompanhamento técnico e recursos para retomar suas atividades” e completa “o pequeno está pagando a conta duas vezes, a primeira, quando utilizaram de forma inadequada os recursos do SEBRAE-RO e a segunda, agora, porque engessaram completamente o orçamento. Antes não tínhamos por causa dos desacertos, e agora não temos por causa dos “consertos”.
Sobral reclama da falta de resposta a um ofício enviado ao Sebrae Nacional, no qual solicita informações sobre o andamento das investigações. Hermínio Coelho disse que ficou sensibilizado com a situação e vai procurar a direção do órgão para verificar o andamento das investigações, podendo, se necessário, chamar os mesmos para falar sobre o assunto na Assembleia Legislativa. Recentemente o deputado federal Moreira Mendes fez um pronunciamento na Câmara Federal reforçando a necessidade de agilizar a conclusão das investigações para que a situação se normalize com brevidade na superintendência do Sebrae/Rondônia.
Vejam o vídeo e tirem suas conclusões. Raquel Sherezade trata Justin Bieber com carinho, amor, enquanto que, com um negro, trata com desprezo, desumanidade. Não é à toa que foi impedida de tecer “opiniões” no telejornal do SBT.
A presidente Dilma Rousseff disse ontem (21) que a indústria naval brasileira tem grande capacidade de gerar riquezas e fortalecer o produto nacional. O potencial para gerar empregos também foi citado pela presidente no programa semanal de rádio Café com a Presidenta.
Dilma lembrou que a indústria naval do país vive uma retomada a partir de decisão do governo de priorizar o produto nacional e passar a produzir no país os navios, plataformas e estaleiros de que a Petrobras necessita.
A presidente relatou que na última semana visitou um estaleiro em Ipojuca (PE) que não existia há dez anos e agora produz grandes navios e plataformas para a produção de petróleo.
— Pude comprovar mais uma vez a capacidade do Brasil de construir estaleiros, produzir navios, produzir plataformas e ter uma indústria naval forte e competitiva, que agora gera empregos e garante renda a milhares de trabalhadores e suas famílias aqui no Brasil.
Dilma apresentou dados sobre o aumento na geração de empregos provocado pela retomada da indústria naval. Segundo a presidente, atualmente, esse setor emprega quase 80 mil trabalhadores distribuídos pelos estaleiros no Nordeste, no Sudeste e no Sul. E, em 2017, a previsão é que sejam 100 mil os trabalhadores contratados na indústria naval. Em 2003, o setor empregava 7.465 pessoas, disse.
Ao final do programa, a presidenta lembrou que neste feriado nacional de 21 de abril é celebrado o Dia de Tiradentes, considerado por ela um símbolo da luta por um Brasil melhor, altivo e independente. Ela citou uma frase dita por Tiradentes — “Se todos quisermos, poderemos fazer deste país uma grande nação. Vamos fazê-la” — disse que o renascimento da indústria naval brasileira mostra que ele tinha razão.