Triste com algumas reportagens sobre esporotricose com a cara do gato estampando a matéria, inclusive um folder da Prefeitura do RJ, dando a ideia de que o gato é o culpado pela doença. Faço aqui meu apelo: Não abandone seu gato e não dissemine a doença. Trate-o com responsabilidade e carinho! O fungo, que causa essa doença encontra-se instalado na vegetação, onde tem madeiras podres e entra no organismo através de rupturas na pele. É uma doença ocupacional que pode atingir pessoas do campo, que manipulam rosas por exemplo. Também chamada Doença do Jardineiro está disseminada por todos os continentes, principalmente em locais de clima úmido. A doença no Rio de Janeiro está tomando uma proporção muito grande, principalmente na baixada. ELA TEM CURA! Vejam um gato tratado pela Oitovidas. Trate seu gatinho! Não o abandone JAMAIS!!!
ESPOROTRICOSE: UMA DOENÇA QUE DEIXA SEU GATO MUITO FEIO
Mano promete Timão “definido” e deve voltar formação contra o Santos
A escalação de Ibson, Pato e Emerson deram dor de cabeça para o técnico Mano Menezes. Após a derrota por 1 a 0 para o São Bernardo, neste sábado, no Pacaembu, o comandante prometeu que o Corinthians terá uma formação fixa e não um rodízio de jogadores. A princípio, ele quer ver qual é o sistema ideal para seguir no restante da temporada. Contra o Santos, mais mudanças…
– O Corinthians vai ter uma equipe definida, mas o tempo não dá para falar. Depende, tenho que ver o que vai acontecer. Mas na décima rodada mais ou menos tem que ter uma equipe bem definida para o restante do ano. Para chegar firme para jogos mais decisivos – disse.
– Temos somente três jogos até agora, é pouco. E não é possível jogar todos jogos com a mesma formação. Temos que continuar treinando essa situação. Quando o prejuízo for maior dentro de campo, a gente vai retirar. Mas é bem provável que volte o Uendel para a próxima partida e vamos manter aquilo que a gente fez até aqui e que deu o melhor resultado. É importante, mas a temporada, lá na frente, é mais. É melhor pagar agora para depois poder lucrar – completou.
Quando a pergunta foi se ele conseguiu tirar alguma coisa de positiva na fraca atuação da equipe, Mano conseguiu levantar alguns pontos que o deixaram mais satisfeito.
– A equipe vem crescendo fisicamente, jogou num ritmo forte até o final. Mas a gente precisa melhorar muito a criação das jogadas. Fizemos isso bem nos dois outros jogos. Mas o adversário fechou os lados em alguns momentos e temos que criar outras alternativas. Hoje isso ficou bem evidente – concluiu.
Fonte: Lancenet
UM ANO DA TRAGÉDIA: Santa Maria prepara homenagem ao primeiro ano da tragédia na Boate Kiss
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Na véspera do primeiro ano da tragédia na Boate Kiss, que resultou na morte de 242 pessoas, a cidade amanheceu triste. Sem sol, com poucas pessoas nas ruas e com o comércio fechado, a cidade, que fica na região central do Rio Grande do Sul, prepara homenagens às vítimas do incêndio ocorrido durante apresentação da banda Gurizada Fandangueira, em uma festa de universitários. Por toda Santa Maria, é possível ver faixas brancas, balões e flores em frente a casas e lojas, além de laços brancos nas antenas dos carros que circulam nas ruas.
Vítima da tragédia da Kiss diz que passou a “valorizar a vida” Tempo é fundamental para recuperação de parentes das vítimas da boate Kiss Ex-segurança da Kiss relembra ‘o filme de terror’ causado pelo incêndio Santa Maria debate prevenção de tragédias em casas noturnas, como a Kiss Um ano após tragédia na Boate Kiss, projetos e investigação estão parados
Na noite deste domingo (26), parentes e amigos das vítimas do incêndio vão se reunir na praça central. À meia-noite, começará uma vigília e, às 3horas da manhã, os participantes seguirão em caminhada até o local onde funcionava a casa noturna. Amanhã (27), Santa Maria homenageará seus mortos durante todo o dia.
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Para o comerciante Antônio Morais, que perdeu a enteada Karina Knirch, de de 19 anos, a tragédia mudou a imagem da cidade. “Santa Maria era um local conhecido pelo vida, pela juventude, por ser um polo universitário, mas hoje está diferente, triste.” Vestindo camisetas em homenagem à jovem, Antônio e mulher viajaram de carro até Santa Maria, que fica a cerca de 60 quilômetros do local onde moram.
Em frente ao que restou da casa noturna, muitas pessoas passam para olhar, tirar fotografias e refletir por alguns instantes. Alguns se emocionam, como o turista cearense Pedro Paulo Carvalho. Com a família, ele passou alguns minutos olhando o lugar, dizendo que queriam ver onde aconteceu uma das maiores tragédias do país. “F icamos arrepiados. É muito triste”.
O prefeito de Santa Maria, Cezar Schirmer, decretou luto oficial nesta segunda-feira. O expediente interno nos serviços municipais será reduzido em uma hora, terminando às 15 horas. Já o atendimento ao público não será alterado, com expediente das 7h às 13h.
UM ANO DA TRAGÉDIA: Santa Maria se divide entre luto e cansaço
No dia seguinte ao incêndio da boate Kiss, em Santa Maria (RS), 35 mil pessoas saíram às ruas do município cobrando punição aos responsáveis pela tragédia.
Amanhã, quando completar um ano o incêndio que matou 242 pessoas, as manifestações programadas deverão reunir só uma pequena parcela daquela multidão.
A comparação é um retrato de uma cidade dividida.
Enquanto parte dos moradores quer esquecer o que aconteceu e retomar a rotina da cidade, familiares e vítimas mantêm a mobilização, apontando falta de resultados das investigações.
| Jorge Araujo/Folhapress | ||
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| Jovem vê fotos de vítimas da tragédia em barraca montada em praça de Santa Maria (RS) |
No comércio e no empresariado, o temor é que o abatimento da população gere a estagnação da cidade.
Os lojistas consideram 2013 um dos piores anos da economia local –em parte pela queda nas vendas associada à consternação pela tragédia.
Em editorial, o principal jornal local, o “Diário de Santa Maria”, afirmou que empresários estavam procurando a redação com pedidos para reduzir a cobertura da tragédia, o que ajudaria a cidade a recuperar o ânimo.
“Às vezes, a associação [de famílias de vítimas] quer que a cidade tenha a mesma dor deles. Parece que forçam a situação”, diz o empresário Luiz Fernando Pacheco, 46, que preside a Câmara de Comércio e Indústria local.
Adherbal Ferreira, 49, que perdeu a filha no incêndio e é um dos líderes da associação de famílias, afirma que os críticos não conseguem se colocar no lugar dos afetados pela tragédia.
“Tem gente que acha: ‘Deu, vamos parar com esse assunto’.”
A mobilização dos parentes dos mortos aumentou após a libertação, em maio passado, de quatro réus que respondem por homicídio devido à tragédia –dois sócios da boate, o vocalista da banda Gurizada Fandangueira e o produtor do grupo.
O fogo na casa noturna começou após o vocalista usar um artefato pirotécnico no palco. As chamas atingiram uma espuma fixada no teto, que liberou a fumaça tóxica.
Liderados por um movimento autônomo de familiares chamado “Do Luto à Luta”, parentes acamparam na Câmara Municipal, bloquearam uma rodovia e vem promovendo caminhadas.
Uma das últimas passeatas, no último dia 20, reuniu menos de cem pessoas.
Eles também mantêm, na principal praça da cidade, uma barraca fixa com fotos das vítimas. A cada dia, uma família é escalada para ficar de “vigília” no local.
Na cidade, pouca gente se dispõe a comentar a divisão abertamente. A professora Helena Rosa, que perdeu dois filhos no incêndio, diz que há pessoas que xingam os familiares que fazem a vigília.
“Dizem que deveríamos deixar os mortos descansarem, que a cidade está morrendo por nossa causa. Não sei se é insensibilidade ou ignorância”, declara.
O militar da reserva Nilson Hartmann, 66, considera que as famílias têm razão de protestar, mas acha que “não leva a nada” a mídia insistir no caso. “Quanto mais falam, pior é, mais complexado fica o pessoal. Não adianta atirar pedra no prefeito.”
Tragédia em Santa Maria – 1 ano
MOTIVAÇÃO
Enquanto alguns pais de jovens têm nos protestos uma motivação para o período de luto, outra parte das famílias prefere não participar.
Mãe de dois mortos no incêndio, Elaine Gonçalves, 62, apoia a associação dos familiares, mas achou melhor se retirar das manifestações.
Ela afirma que a participação em atos de memória piora seu sentimento de perda.
“Deitávamos no asfalto representando os mortos. Mas achei muito pesado, aquilo doía demais em mim. E, quando entrou a política no meio, eu saí”, diz Elaine.
Marta Beurer, 63, que perdeu um filho no incêndio, esteve em um protesto que se prolongou por dias na regional do Ministério Público.
Diz que participa por opção pessoal diante da perda.
“Foi a forma que achei de ir superando, de dar uma resposta a meu filho, da falta que ele me faz”, afirma.
Colaborou MELINA GUTERRES, em Santa Maria (RS)
Folha de S. Paulo
UM ANO DA TRAGÉDIA: Série policial ‘CSI’ tem episódio inspirado na tragédia da boate Kiss
O incêndio na boate Kiss, que matou 242 pessoas, inspirou um episódio da série CSI: Crime Scene Investigation, uma das mais populares séries policiais da atualidade. Sensibilizada com a tragédia, a escritora e produtora Liz Devine pesquisou elementos do ocorrido em Santa Maria para dar origem ao episódio “Torch Song”, que faz parte da 14ª temporada.
Cena do episódio Torch Song, inspirado na boateKiss (Foto: Reprodução)
O episódio será exibido pelo canal pago Sony na noite desta segunda-feira (27), data que marca um ano do incêndio na casa noturna. Na trama do programa, um incêndio atinge uma boate.
O fogo começa durante a apresentação de uma banda, assim como na Kiss. A equipe de investigação se desloca até o local para descobrir a causa das mortes.
“Isso foi inspirado no que aconteceu no Brasil”, diz a escritora no vídeo que divulga o episódio no canal.
Entenda
O incêndio na boate Kiss, em Santa Maria, na Região Central do Rio Grande do Sul, ocorreu na madrugada do dia 27 de janeiro de 2013. A tragédia matou 242 pessoas, sendo a maioria por asfixia, e deixou mais de 630 feridos.
O fogo teve início durante uma apresentação da banda Gurizada Fandangueira e se espalhou rapidamente pela casa noturna, localizada na Rua dos Andradas, 1.925.
O local tinha capacidade para 691 pessoas, mas a suspeita é que mais de 800 estivessem no interior do estabelecimento. Os principais fatores que contribuíram para a tragédia, segundo a polícia, são: o material empregado para isolamento acústico (espuma irregular), uso de sinalizador em ambiente fechado, saída única, indício de superlotação, falhas no extintor e exaustão de ar inadequada.
Ainda estão em andamento dois processos criminais contra oito réus, sendo quatro por homicídio doloso (quando há intenção de matar) e tentativa de homicídio, e os outros quatro por falso testemunho e fraude processual. Os trabalhos estão sendo conduzidos pelo juiz Ulysses Fonseca Louzada. Sete bombeiros também estão respondendo pelo incêndio na Justiça Militar. O número inicial era oito, mas um deles fez acordo e deixou de ser réu.
Entre as pessoas que respondem por homicídio doloso (com intenção), na modalidade de “dolo eventual”, estão os sócios da boate Kiss, Elissandro Spohr (Kiko) e Mauro Hoffmann, além de dois integrantes da banda Gurizada Fandangueira, o vocalista Marcelo de Jesus dos Santos e o funcionário Luciano Bonilha Leão. Os quatro chegaram a ser presos nos dias seguintes ao incêndio, mas a Justiça concedeu liberdade provisória aos quatro em maio do ano passado. Entre os bombeiros investigados, está Moisés da Silva Fuchs, que exerceu a função de comandante do 4° Comando Regional de Bombeiros (CRB) de Santa Maria.
Atualmente, a Justiça está em fase de recolher depoimentos dos sobreviventes da tragédia. O próximo passo será ouvir testemunhas. Os réus serão os últimos a falar sobre o incêndio ao juiz. Quando essa fase for finalizada, Louzada deverá fazer a pronúncia, que é considerada uma etapa intermediária do processo.
Se o magistrado “pronunciar” o réu, ele vai a júri (a pronúncia é a ordem para ir a júri). Outra possibilidade é a chamada desclassificação, quando o juiz não manda o réu para júri, mas reconhece que houve algum tipo de crime. Nesse caso, a causa será julgada sem júri. Também existe a chance de absolvição sumária dos réus. Em todas as hipóteses, cabe recurso.
No âmbito das investigações, três delas estão sendo conduzidas pela Polícia Civil. Além dos documentos sobre as licenças concedidas à boate Kiss, um inquérito apura as atividades da empresa Hidramix, responsável pela instalação de barras antipânico na boate, e outro analisa uma suposta fraude no documento de estudo de impacto na vizinhança do prédio onde ficava a casa noturna. O Ministério Público, por sua vez, investiga as responsabilidades de servidores municipais na tragédia.
UM ANO DA TRAGÉDIA: Ex-segurança da boate Kiss relembra horror de 27 de janeiro de 2013
Santa Maria – Grande parte dos moradores de Santa Maria (RS) ainda chora a morte das 242 pessoas, passado um ano da tragédia da Boate Kiss. Ao caminhar pela cidade é possível perceber a dor, em homenagens pelas ruas e no silêncio de muitos ao se perguntar sobre aquela madrugada de 27 de janeiro de 2013.
Segundo os sobreviventes, mais que no corpo, as cicatrizes marcam o lado psicológico de cada um. Rodrigo Moura, que trabalhava como segurança de palco na casa noturna, é uma dessas pessoas. Chamado de herói, o rapaz ajudou a quebrar a parede do banheiro da boate e participou da reconstituição feita pela Polícia Civil.
Quando o fogo começou, Moura estava ao lado do palco e pegou o extintor para tentar apagar, mas a ferramenta não funcionou. “Foi um filme de terror. Cada passo que eu dava era uma mão me segurando. Ninguém tem noção do que foi aquilo. Quando entrei para fazer a reconstituição, vi corpos empilhados e senti cheiro de sangue, porque tinha muita gente pisoteada, cortada.”
O rapaz conta que a roupa o ajudou a se salvar. Ele vestia uma camisa social branca e uma gravata, que molhou com água e colocou sobre o nariz para conseguir sair da boate. Mas, por ter ajudado a retirar vítimas do local, pouco tempo após a tragédia o segurança foi internado por 20 dias devido a inalação da fumaça. Hoje, a vida do jovem é marcada pelo incêndio.
“Não tem como esquecer. Às vezes, fecho os olhos e me lembro do horror. Tento olhar para a frente, mas a ferida ainda está aberta. Meses depois fui a uma boate em Salvador, mas não consegui me divertir. Fiquei perto da porta e passava um filme na minha cabeça”, relatou o ex-segurança da Kiss. Fonte: Diário de Canoas 
Justiça proíbe assembleia para fundação de novo Sindicato de Taxistas
Rondônia – Decisão judicial da 1ª Vara do Trabalho de Porto Velho do dia 20 de janeiro concedeu tutela de urgência, determinando que a Comissão pró-fundação do Sindicato dos Taxistas Autônomos do Estado de Rondônia e o subscritor do edital da comissão, Waldiney Souza Luz, se abstenham de realizar a assembleia convocada para constituição e fundação do sind TAXI/RO ou qualquer outra com a mesma finalidade, bem como, de praticar qualquer outro ato convocatório dos Taxistas e congêneres, ate a solução definitiva do processo, sob pena de multa pessoal de R$ 30 mil reais, além da incidência em crime de desobediência, em ato atentatório ao exercício da jurisdição, e em multa.
Na ação, ajuizada pelo Sindicato dos Taxista dos Transportes Escolares, Transportes Turísticos e Fretamento do Estado de Rondônia – SINTAX, afirma que, desde 22-01-2008, é organização sindical registrada do Ministério do Trabalho e Emprego e representa a categoria dos taxistas, condutores de transportes turísticos, todos os condutores de veículos urbanos, de tração mecânica, que dirigem transportes de passageiros e trabalhem de forma autônoma ou, sendo taxista, trabalhe como auxiliar (viração), com abrangência estadual e base territorial no Estado de Rondônia-RO.
O juiz do trabalho substituto Jobel Amorim das Virgens Filho afirma, na decisão, que a criação de novos sindicatos, inclusive por dissociação ou desmembramento, perpassa pela necessidade de atender a requisitos prévios, cabendo ao Ministério do Trabalho fiscalizar o atendimento ao princípio da unicidade. Diz, ainda, que o desmembramento sindical é o destacamento da base territorial de um sindicato preexistente e exige que, nesses casos, o edital expresse tal interesse e indique o CNPJ e razão social de todas as entidades sindicais atingidas por tal pretensão.
“O pretenso novo sindicato, além de prever a mesma base territorial, funda-se em edital que não apresenta o CNPJ do sindicato autor”, declara a decisão, concluindo que, pela análise do Estatuto do sindicato autor registrado no MTE, o pretenso novo sindicato, ressalvada a cognição sumária, afigura-se como pretenso sindicato concorrente na mesma base territorial.
O juiz, em sua fundamentação, declara que a ameaça à representatividade sindical do autor gera danos não apenas ao sindicato, mas à categoria representada, pois, no sistema de unicidade ainda vigente, faz-se necessário que os integrantes da categoria representada mantenham-se livres de dúvidas acerca do sindicato que os representa, sob pena de fragilizar a representatividade e, por conseguinte, o poder negocial, em prejuízo dos membros dessa categoria.
Intimados da decisão judicial, a Comissão pró-fundação do Sind Taxi/RO solicitou a revogação da decisão liminar, mas foi indeferido pelo juiz, por entender que os fatos envolvem a disputa por representação sindical e os requeridos terão a oportunidade de ampliar os debates fáticos e jurídicos. “Por ora, nada de novo trouxeram os requeridos para justificar a alteração do que já foi decidido na tutela de urgência, cujo fim maior é preservar a força sindical da categoria, enquanto a disputa por representatividade entre os envolvidos encontrar-se sub judice”, decidiu o juiz. Fonte: TRT14.
Debate sobre assessorias de imprensa
Em 1914, há exatos cem anos, o poeta e jornalista Emílio de Meneses, eleito para ser um dos 40 imortais, como são chamados os ocupantes de uma cadeira na Academia Brasileira de Letras (ABL), não pôde tomar posse. Seu discurso havia sido censurado, como contou o antropólogo Darcy Ribeiro (1922-1997) no livro Aos trancos e barrancos – como o Brasil deu no que deu. Escreveu Ribeiro: “O discurso ofendeu a casa”. Com um pedido da ABL para que Meneses fizesse algumas emendas em seu discurso, o poeta morreu, quatro anos mais tarde, sem tomar posse na Academia. O caso provavelmente não teria acontecido dessa maneira se Meneses tivesse, naquela época, um assessor de imprensa para ajudá-lo a tornar o seu discurso mais coerente com as normas da casa.
Embora as assessorias de imprensa tenham começado a surgir no Brasil somente na década de 1950, como conta Manuel Carlos Chaparro, doutor em Ciência da Comunicação, jornalista e professor da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo e um dos precursores da comunicação empresarial no país, foi junto com as assessorias que as informações passaram a ter uma espécie de filtro, capaz de ajudar as empresas e políticos, mas, ao mesmo tempo – e esse é o problema – bloquear o acesso público a algumas informações.
A tentativa de controlar a informação, embora negada pelas agências, é comum no dia a dia das redações. Enquanto esta matéria estava sendo produzida, a reportagem do EL PAÍS foi interrogada pela agência CDN, uma das gigantes do setor, sobre em qual editoria a reportagem seria publicada, em qual data, com quais outras pessoas a reportagem estava falando e até mesmo o nome da chefia de reportagem e – vejam só – “quem havia sugerido a pauta”. Esses são cuidados necessários ou trata-se de uma tentativa de intimidar o jornalista antes mesmo de a entrevista ser agendada?
“Fazemos isso para que possamos esclarecer o nosso cliente da melhor forma possível. Queremos entender o contexto da reportagem”, diz João Rodarte, presidente da CDN, que hoje emprega 400 pessoas e fatura 88 milhões de reais ao ano. Nesse caso, o cliente era ele mesmo, que concedeu uma entrevista por telefone ao EL PAÍS. Para Rodarte, a questão da isenção é muito clara para o jornalista, mas a coisa muda de cenário quando se trata de profissionais da assessoria de imprensa. “Aqui, nós trabalhamos para o cliente. Não somos isentos. Nosso papel é o de mostrar o nosso cliente e assegurar que ele tenha um posicionamento equilibrado e correto na imprensa”, diz. “O jornalista, quando está na redação, tem um código de ética. Mas quando ele vem para as agências, ele é um profissional da comunicação, não é um jornalista mais”.
Hoje, milhares de pessoas fazem esse trabalho de filtragem. Uma outra grande agência de relações públicas e assessoria de imprensa, a FSB, chega a empregar, sozinha, 650 funcionários e a faturar 145 milhões de reais. Para se ter uma ideia, o jornal O Estado de S. Paulo, fundado em 1875, tem 282 jornalistas, segundo o departamento de recursos humanos. A Folha de São Paulo, jornal de maior circulação no país, de acordo com a Associação Nacional de Jornais, emprega 400 pessoas, nas duas publicações do Grupo – Folha e Agora – como relatou Sérgio Dávila, editor-executivo da Folha.
Se a quantidade de assessores é muito maior que a de jornalistas, a informação corre então o risco de pender para o lado mais forte? “No mínimo, os assessores conseguem um espaço para colocar seus clientes e, no máximo, eles conseguem distorcer a informação”, diz o jornalista Mario Sergio Conti, ex-diretor de redação da revista Veja e atual colunista dos jornais Folha de São Paulo e O Globo. Conti escreveu também o livro Notícias do Planalto (Companhia das Letras), sobre os bastidores do impeachment do ex-presidente Fernando Collor. “Os assessores estão lá para colocar a versão do cliente, ou batalhar para que não seja publicada a versão de uma história que ele não queira, e até mesmo para bloquear algo que ele não queira que seja publicado”, diz.
Tanto quanto filtrar a informação, o que as assessorias fazem é oferecer suas notícias insistentemente para os jornalistas. Diariamente, centenas de sugestões de reportagens chegam às redações. “Isso compromete a notícia, porque ela deixa de ser uma busca do veículo de imprensa, para ser uma necessidade de uma fonte de vender os seus interesses”, afirma o jornalista Alberto Dines, que em seus mais de cinquenta anos de carreira, lançou diversas revistas e jornais no Brasil e em Portugal e hoje dirige o site de crítica da mídia O Observatório da Imprensa. Para Chaparro, da USP, a situação pode ser olhada de outra maneira: “Existe uma crise, porque a notícia não nasce mais de dentro das redações. Mas, será que é melhor um mundo onde só os jornalistas possam falar, invés de um lugar em que todos falem?”.
Se, por um lado, as agências têm muita abrangência, por outro, muitas redações parecem acomodadas com a situação, segundo Conti. “Claro que existe preguiça por parte dos jornalistas da redação”, afirma. Um caso que ilustra a fragilidade das redações diante das sugestões que vêm de fora, ocorreu no Brasil em 2006, quando o consultor de RH Ary Itnem surgiu na Avenida Paulista com um cartaz pedindo “um abraço”. Sua “teoria do abraço” dizia que era possível combater o mal estar corporativo com abraços, uma ideia desenvolvida pela “Confraria Britânica do Abraço Corporativo”. Itnem virou notícia em diversos veículos. Foi entrevistado por jornalistas renomados como Heródoto Barbeiro, na rádio CBN, e Gilberto Dimenstein, na Folha de S. Paulo.
Revelou-se, depois, que Ary Itnem nunca existiu. A grafia de seu nome (a palavra “mentira” ao contrário), seu personagem e sua teoria, foram inventados pelo jornalista Ricardo Kauffman, que transformou a história no documentário “O abraço corporativo” (2010). Ele mostra como poucas pessoas e pouco tempo para apuração em uma redação deixam qualquer veículo de imprensa suscetível a erros que podem ser graves, como o de publicar como verdadeira uma história que não existe. “A quantidade absurda de assessores em relação aos repórteres, o fato de os jornalistas saírem das redações em busca de salários melhores, isso tudo enfraquece o jornalismo”, diz Chaparro.
As previsões sobre o futuro sugerem que a demografia dessa relação deve continuar favorável às assessorias no embate com as redações. De acordo com o Ministério do Trabalho, existem hoje cerca de 145 mil jornalistas registrados. Um levantamento feito por um núcleo de pesquisa da Universidade de Santa Catarina (UFSC) em parceria com a Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), mostra que, a cada dez jornalistas, um é professor, quatro trabalham fora da imprensa e cinco ainda estão empregados na mídia. Mas o professor Samuel Lima, um dos responsáveis pelo estudo, afirma que esses dados estão mudando. “Há uma tendência de que, na nossa próxima pesquisa, que sai em 2017, encontremos mais profissionais atuando fora da mídia”.
Para Dines, essa balança desequilibrada desfavorece a sociedade. “A sociedade é quem mais perde, porque a imprensa não está enriquecendo o debate”, diz. Conti, por sua vez, acha que as assessorias vão continuar crescendo: “Hoje você não consegue falar com um cantor, por exemplo, sem antes ter que falar com meia dúzia de gente. Isso é um absurdo. Antes, a única coisa que você tinha que fazer, era ligar para as secretárias das fontes. Eu costumava ficar amigo das secretárias. Hoje não adianta mais”. Ainda que as perspectivas não sejam as melhores, ele é otimista. “Os dinossauros foram extintos, mas as baratas sobreviveram. Eu espero que o jornalista seja uma barata”. Fonte: El País
Apesar de lei severa, partidos estão preocupados com “fakes” da internet
Apesar de uma nova legislação eleitoral, mais severa em relação aos crimes da internet, os partidos estão preocupados com a ação “difamatória” dos “fakes” nas redes sociais, que aproveitam da falta de identificação para fazer ataques “políticos” durante a campanha eleitoral.
O presidente estadual do PT, o prefeito Paulo Duarte, afirmou que algumas pessoas usam o “território sem lei” da internet para promover ataques e “barbaridades” no processo político.
Paulo Duarte define estes “fakes” como covardes que devem ser coibidos durante a eleição (Foto: Arquivo)
“Estes fakes são covardes e não tem coragem de assumir seus atos, por isso é importante estabelecer limites durante a campanha, mas isto não significa que haja censura ao conteúdo da internet”, apontou ele.
Duarte ainda aponta que a população não aprova este tipo de atitude e acaba “desprezando” estas manifestações. “Iremos sempre defender uma campanha que tenha ao menos um nível razoável”.
Alceu Bueno, presidente do PSL, diz já ter sido vítima dos “fakes” e quer ação severa das autoridades (Foto: Arquivo)
O vice-presidente do DEM, o deputado Zé Teixeira, também ressaltou que apesar da “liberdade” da internet, é preciso se estabelecer regras judiciais para o seu uso, sem que isto atente contra a liberdade de expressão.
“Que cada um se identifique e se responsabilize por suas mensagens na internet, quem levantar falso testemunho será acionado na justiça, as autoridades precisam punir aqueles que atacam, mas usam outros nomes para se esconder”.
O presidente estadual do PSL, o vereador Alceu Bueno, também se posicionou por uma ação mais ativa em relação aos “fakes”, no qual ele mesmo já foi vítima.
“Muitas vezes estas pessoas são contratadas justamente para promover estes ataques, elas devem ser indiciadas, assim como os mandantes, muitas pessoas se tornam vítimas e precisam do rigor da justiça”, destacou ele.
Liberdade – Apesar do rigor e fiscalização aos fakes, os dirigentes partidárias defenderam o uso “amplo” com liberdade para que os candidatos possam usar a internet para apresentar propostas e conversar com a população.
“A velocidade e tecnologia da internet e rede social devem seu usadas, são inovações que a justiça (eleitoral) não estava preparada, mas são essenciais”, disse Paulo Duarte.
Alceu Bueno também apontou que ajuda aqueles candidatos que não possuem “grande estrutura” para divulgação de seu nome. “Mais uma ferramenta importante na busca por apoio durante a campanha”.
Já o deputado Lauro Davi, líder do PROS na Assembleia, ressaltou que as redes sociais possibilitam a liberdade de expressão, que nos outros meio de comunicação era limitada.
“Na internet você expõe sua opinião e projeto e não precisa que algum veículo (imprensa) tenha que divulgar a população. Cada um irá se preocupar com seu conteúdo e o político que for difamado pode procurar a justiça”.
Crimes – A nova legislação eleitoral constitui crime a contratação direta ou indireta de grupo de pessoas, que tenham a finalidade de emitir mensagens para ofender ou denegrir a imagem do candidato. Este crime pode ser punido com detenção de 2 até 4 anos e multa que varia de R$ 15 mil até R$ 50 mil.
Aquele que foi contratado para realizar esta “difamação” também será punido com detenção de seis meses até um ano. Além de multa que varia de R$ 5 mil até R$ 30 mil. Estas punições estão previstas na lei 12.891 do Código Eleitoral, especificadas no artigo 57. Fonte: Campo Grande News
ENTREVISTA ESPECIAL COM SANDRA ALMEIDA
Lançado extraoficialmente hoje, 26 de janeiro de 2014, o portal +RO (Mais Rondônia) traz sua primeira entrevista. Convidada pelo site a partir das redes sociais, Sandra Almeida, 56, professora do Estado de Rondônia, escritora e mãe de família expõe as impressões dela acerca dos últimos acontecimentos sociais, políticos, religiosos, esportivos. Nascida em Marumbi-(PR). Sandra Almeida foi filiada ao PT. Sem partido atualmente, não deseja se filiar a nenhum outro no momento. Não gosta de futebol, mas, tem um gosto musical apurado: adora todas as músicas de Chico Buarque.
+RO: – Como você vê o governo Dilma e o que achou do governo Lula no ponto de vista político e social?
Sandra Almeida: – Do ponto de vista político, tenho restrições. Escândalos e escândalos. Todos os partidos são corruptos, porém, o PT prometia ser diferente, portanto, senti-me traída. Do ponto de vista social, cumpriu as promessas. E anda a passos largos para o socialismo democrático, só não vê quem não quer.
+RO: Como você vê o governo Confúcio Moura? Nota de zero a 10.
Sandra Almeida: Infelizmente, deixou a desejar. Minha nota é 5 (cinco).
+RO:- Como você vê a administração Mauro Nazif? Nota de zero a 10
Sandra Almeida: Não resido em PVH, mas pelos comentários, está um caos. Nazif serve para legislar e não para administrar. As pessoas confundem.
+RO:- Como Você a atuação da Assembleia Legislativa? Nota de zero a 10.
Sandra Almeida: – Ruim. Nota 5 (cinco)
+RO:- Como você vê a atuação da Câmara dos Vereadores? Nota de zero a 10.
Sandra Almeida: Desconheço a atuação dos vereadores de Porto Velho.
+RO: Copa do Mundo! O Brasil deve ser campeão? Por quê?
Sandra Almeida: – Deve ser, pois estará jogando em casa.
+RO:- Futebol regional. Por que o nosso futebol não vai para frente? Falta o quê?
Sandra Almeida:- Falta atenção dos políticos, para o esporte.
+RO:- Em sua opinião, quais deputados federais mais se destacaram? Por quê?
Sandra Almeida: Marinha Raupp foi o maior destaque. Sempre consegue alocar recursos.
Depois Nilton Capixaba, também trabalha para o Estado. E no momento o Amir Lando na questão da transposição. Mas, sempre haverá questionamento, ninguém é 100%.
+RO:- Em sua opinião, qual dos senadores mais se destacou? Por quê?
Sandra Almeida: – Dos atuais nenhum. Expedito Junior fazia um bom trabalho.
+RO:- Diga o nome de um candidato ao governo de sua preferência. Por quê?
Sandra Almeida: – No momento, Expedito Junior. Não por ser honesto, até porque somente sei do trabalho dele como legislador. E sabemos da imensa diferença em legislar e administrar. Porém tem grande tramitação em Brasília.
+RO: – Em sua opinião, Rondônia tem liderança política nata ou ainda vai se consolidar politicamente como Amazonas, Acre, Pará, etc.?
Sandra Almeida: – Aqui não tem liderança nata. Teve Chiquilito Erse, mas faleceu. Pode ainda um dia se consolidar como nos Estados que citou na pergunta. Hoje quem demonstra ter é Marinha Raupp e Expedito Junior, porém ainda de forma tímida.
+RO:- O que você acha da criminalidade que assola o País, em especial Rondônia?
Sandra Almeida: – Falta de projeto de infraestrutura no Estado. Tem que construir mais e mais escolas. Para não ter que construir presídios e centro de recuperação de drogas.
+RO:- Como você vê o projeto de se aplicar 75% do royalty do petróleo em educação?
Sandra Almeida: – Considero correto. A Educação anda aos trancos e barrancos. Tudo que vier para a educação nunca será demais, aliás, muito bem-vindo! Necessitamos de bibliotecas com características interessantes nas escolas. Desenvolver as aulas de música e dança nas escolas, mas dando ao professor condições para isso. É chegado momento de fazer com que os alunos deixem um pouco a internet e volte a procurar a biblioteca de sua escola, de seu bairro de sua cidade. Urge a necessidade de LER e escrever. Hoje praticamente nossos jovens, não fazem mais isto. E é claro valorizar o professor, veja que um professor em início de carreira em BSB ganha sete mil reais, no Paraná quatro mil e, aqui em RO, final de carreira 2.800 reais. E devemos isso ao ex-governador Jerônimo Santana (nos negando os gatilhos e outros planos econômicos, achatou nosso salário) e demais governadores. Para a educação, o melhor foi o Bianco. Foi péssimo com as demissões, isso acabou com ele.
+RO:- Lei das cotas raciais para ingresso em concurso público e universidades. É contra ou a favor?
Sandra Almeida: – Sou a favor. Todos têm direito a UNIVERSIDADES. Lembro-me que quando cursei, a minoria conseguia esse feito. Achava errado. (anos 80)
+RO:- Bolsa Família. É um bom programa social? Por quê?
Sandra Almeida: – É. Apesar de muitos se acomodarem e não mais procurar emprego e esse não é o objetivo. Portanto, a fiscalização deve ficar a cargo de cada Município, com as assistentes sociais. Se não fazem, como culpar o Presidente?
+RO:- Em sua opinião, Rondônia tem cultura?
Sandra Almeida: – Tem. É um Estado rico culturalmente. Muitos escritores, artesões, pintores, atores.
+RO: Os eventos culturais estão a contento?
Sandra Almeida:- Não. Infelizmente, deixa a desejar. E simplesmente, por má vontade dos gestores públicos. Iríamos ter a FLIRO (Feira Internacional do Livro), aqui em Rondônia. Ficou somente no projeto. Acho isso, péssimo para o Estado. E tantas e tantas coisas que deveria ser dado maior atenção, ficam no papel. Jovem tendo lazer e cultura, não vai para as drogas, prostituição e outras tantas que desagregam as famílias. Precisamos de mais Bibliotecas públicas e com acervo de qualidade isso começando nas escolas. Dar condições, para os artistas de rua desempenhar suas atividades. Dar condições, para escritores publicarem seus livros e por aí vai… Somente assim, poderei dizer que as atividades culturais, estão a contento.
+RO:- Como você vê a chegada (finalmente) do Teatro Estadual que inaugura em abril?
Sandra Almeida: – Vejo com bons olhos. É sempre obtermos mais Teatros no Estado. Somente desejo que seja usado e não meramente, mais um prédio público, compreende?
+RO:- Que personalidade de mundo cultural (já falecido) deveria dar nome ao teatro estadual?
Sandra Almeida: – Eu optaria por Maria Clara Machado Ou Leila Diniz.
+RO:- Como você vê nome de escolas públicas homenagearem familiares de políticos corruptos?
Sandra Almeida: – Não discordo desde que a memória do ente querido não seja maculada como o do político em questão. Para se homenagear alguém, creio que se seguem os princípios básicos de analisar a vida do homenageado.
+RO:- O Programa Mais Médico, do governo federal, foi uma boa iniciativa do Governo Federal?
Sandra Almeida: – Foi excelente!!!Eu gosto de médicos cubanos (falo deles, pois rendeu muito papo a respeito). E também, deu condições de muitos brasileiros terem seu primeiro emprego. O Brasil tem o sistema de saúde pública complicado, portanto, quanto mais médicos melhor. Se o profissional for ruim, culpa da Universidade que não barrou.
+RO:- Como você vê atuação liberal do Papa Francisco?
É uma nova era da religião católica?
Sandra Almeida:- Considero-o inovador. E gosto disso. Sim, é uma nova era da religião católica. A partir de então gradativamente os dogmas serem extirpados. O conservadorismo arcaico demolido. Isto faz parte da história, não podemos viver aquém aos acontecimentos como pássaros enjaulados. Nossa mente tem e deve se abrir, para o que saiu debaixo do tapete, pois nada é novo.
+RO:- Você é contra ou a favor do casamento entre pessoas do mesmo sexo. Por quê?
Sandra Almeida: – Sou a favor. As pessoas nasceram para serem felizes independentes se são homossexuais ou héteros o casamento vem a dar segurança ao casal, no que se refere a bens materiais. E que sejam felizes!!!
















